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TECIDOS CONJUNTIVOS. DISCIPLINA DE BIOLOGIA PROFª MARCIA CONCEIÇÃO CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA. www.marciasilvaquimica.wikispaces.com. CARACTERÍSTICAS GERAIS. Apresentam-se amplamente distribuídos pelo corpo humano. Unem e sustentam outros tecidos.

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tecidos conjuntivos

TECIDOS CONJUNTIVOS

DISCIPLINA DE BIOLOGIA

PROFª MARCIA CONCEIÇÃO

CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA

www.marciasilvaquimica.wikispaces.com

caracter sticas gerais
CARACTERÍSTICAS GERAIS
  • Apresentam-se amplamente distribuídos pelo corpo humano.
  • Unem e sustentam outros tecidos.
  • Dão suporte e sustentam todos os tecidos epiteliais.
  • Formam a derme da Pele.
caracter sticas gerais1
CARACTERÍSTICAS GERAIS
  • São quase sempre vascularizados, o que garante a nutrição e a oxigenação das células conjuntivas e epiteliais.
  • O tecido conjuntivo cartilaginoso não é vascularizado.
slide5

FONTE: http://aessenciadaciencia.blogspot.com/2010/08/3-fase.html

tecido conjuntivo frouxo
TECIDO CONJUNTIVO FROUXO
  • Está presente em diversas partes do corpo;
  • Dá sustentação aos tecidos epiteliais;
  • Preenche os espaços entre tecidos e órgãos
slide7

FONTE: http://www.teliga.net/2009/09/tecido-conjuntivo-propriamente-dito.html

tecido conjuntivo frouxo1
TECIDO CONJUNTIVO FROUXO

Possui diversos tipos de células:

  • FIBROBLASTOS
  • MACRÓFAGOS
  • MASTÓCITOS
  • PLASMÓCITOS
  • ADIPÓCITOS
  • CÉLULAS MESENQUIMATOSAS
  • CONDROBLASTOS
  • OSTEOBLASTOS
  • OSTEOCLASTOS
1 fibroblastos
1. FIBROBLASTOS
  • São as células mais abundantes nos tecidos conjuntivos.
  • Têm forma estrelada e núcleo grande.
  • Possui Retículo Endoplasmático Rugoso e Complexo Golgiense bem desenvolvidos.
fibroblastos
FIBROBLASTOS
  • São responsáveis pela produção das fibras protéicas e da substância fundamental amorfa que compõem a matriz extracelular.
  • Quando adultos, adquirem forma ovalada e passam a se chamar fibrócitos.
slide11

FONTE: http://www.virtual.epm.br/material/histologia/histo/fig13.htm

tipos de fibras
TIPOS DE FIBRAS

Colágenas – Elásticas – Reticulares.

  • FIBRAS COLÁGENAS: são constituídas de colágeno – a proteína mais abundante em nosso corpo (¼ de todas as nossas proteínas).
  • São conhecidos 15 tipos de colágeno.
fibras col genas
FIBRAS COLÁGENAS
  • No tecido conjuntivo denso tendinoso, as fibras colágenas estão orientadas lado a lado, apresentam alto grau de compactação, o que confere aos tendões grande resistência e pouca elasticidade.
fibras col genas curiosidade
FIBRAS COLÁGENAS:CURIOSIDADE
  • A gelatina que utilizamos em diversos produtos alimentícios é constituída por moléculas de colágeno obtidas de tendões e cartilagens de gado bovino.
fibras col genas curiosidade1
FIBRAS COLÁGENAS:CURIOSIDADE
  • A falta de vitamina C diminui a produção de colágeno, acarretando a perda de fibras nos tecidos conjuntivos que se tornam enfraquecidos.
fibras el sticas
FIBRAS ELÁSTICAS
  • São formadas por glicoproteínas e pela proteína Elastina.
  • Conferem elasticidade ao tecido conjuntivo, complementando a resistência das fibras colágenas.
fibras el sticas1
FIBRAS ELÁSTICAS
  • São as fibras elásticas que permitem que a pele retorne à sua forma original, depois de esticada.
  • A pele perde elasticidade à medida em que envelhecemos porque as fibras elásticas se agregam e formam fibras mais grossas – menos elásticas.
fibras reticulares
FIBRAS RETICULARES
  • São constituídas por um tipo especial de colágeno e são mais finas que as outras fibras.
  • Ocorrem em abundância nos órgãos que têm relação com o sangue, como a Medula Óssea Vermelha, o Baço e os Linfonodos.
fibroblastos cicatriza o
FIBROBLASTOS:Cicatrização
  • Participam ativamente do processo de CICATRIZAÇÃO de ferimentos.
  • Eles migram para a região da pele ferida e tornam-se hipertrofiados, passando a produzir grande quantidade de substância amorfa e fibras.
cicatriza o
CICATRIZAÇÃO
  • Os fibroblastos se reúnem, se modificam e adquirem a capacidade de se contrair, o que fecha a lesão.
  • Ao final do processo, a cicatriz contém apenas fibrócitos inativos originados dos fibroblastos, fibras compactadas e uns poucos vasos sangüíneos em processo de atrofiamento.
2 macr fagos
2. MACRÓFAGOS
  • São células grandes com forma amebóide originadas pela diferenciação de um tipo de glóbulo branco do sangue (o monócito).
  • Elas Fagocitam ou Pinocitam restos de células mortas ou agentes infecciosos que penetraram no corpo.
2 macr fagos1
2. MACRÓFAGOS
  • São os macrófagos que participam da regressão da mucosa uterina, tanto na menstruação, quanto após o parto, englobando e digerindo restos de fibras e células.
3 mast citos
3. MASTÓCITOS
  • São células globosas, com núcleo central esférico e citoplasma repleto de grânulos.
  • Acumulam Heparina e Histamina.
  • HEPARINA = possui propriedades anticoagulantes.
3 mast citos1
3. MASTÓCITOS
  • HISTAMINA = resulta da modificação do aminoácido histidina, é o principal agente ativo dos processos alérgicos e inflamatórios.
inflama o
INFLAMAÇÃO
  • Quando agentes infecciosos invadem os tecidos e desencadeiam uma inflamação, os mastócitos liberam histamina, que aumenta o fluxo de sangue e drenagem no local inflamado, facilitando o acesso aos macrófagos.
rea o anafil tica
REAÇÃO ANAFILÁTICA
  • São reações alérgicas.
  • O mastócito é a principal célula responsável por essa reação.
  • Ao entrar em contato com o alérgeno (substância estranha) os mastócitos são estimulados a se ligar à eles e liberam grande quantidade de histamina.
rea o anafil tica1
REAÇÃO ANAFILÁTICA
  • Se os alérgenos entrarem diretamente na corrente sangüínea da pessoa, a reação anafilática pode ter grande amplitude, sendo chamada Choque Anafilático.
rea o anafil tica2
REAÇÃO ANAFILÁTICA
  • A histamina, liberada em grande quantidade no sangue, é a principal responsável pelos sintomas do choque anafilático: taquicardia, queda da pressão arterial, inchaço na glote (laringe), diarréia, vômitos, etc.
rea o anafil tica3
REAÇÃO ANAFILÁTICA
  • Pode levar a morte e deve ser tratado imediatamente com injeções de Adrenalina (substância que combate os efeitos da histamina).
  • Picadas de Insetos; Ingestão de alimentos; Rinite, Conjuntivite, etc.
4 plasm citos
4. PLASMÓCITOS
  • São Células ovóides, com núcleo esférico.
  • São especializadas em produzir Imunoglobulinas, que constituem os anticorpos.
anticorpos
ANTICORPOS
  • Participam de mecanismos de defesa do corpo combatendo substâncias estranhas ou microorganismos que penetram nos tecidos.
5 c lulas adiposas
5. CÉLULAS ADIPOSAS
  • Sintetizam substâncias lipídicas e as armazenam em um vacúolo central, fazendo com que o citoplasma e o núcleo se desloquem para a periferia da célula.
  • São de forma arredondada.
  • As células adiposas não se dividem.
6 c lulas mesenquimatosas indif
6. CÉLULAS MESENQUIMATOSAS INDIF.
  • São células alongadas, dotadas de alta capacidade de multiplicação e de diferenciação.
  • É originária do mesoderme (tecido embrionário).
6 c lulas mesenquimatosas indif1
6. CÉLULAS MESENQUIMATOSAS INDIF.
  • São células Multipotentes – capazes de originar diferentes células dos tecidos conjuntivos: Fibroblastos, Células Adiposas, Condroblastos (células do tecido cartilaginoso), Osteoblastos (células do tecido ósseo).
c lulas tronco
CÉLULAS-TRONCO
  • Recentemente, conseguiu-se obter células mesesquimatosas indiferenciadas em laboratório, a partir da Células-Tronco (células multipotentes) presentes na Medula Óssea Vermelha.
c lulas tronco1
CÉLULAS-TRONCO

FONTE: http://biologiacecilia.blogspot.com/2008_12_01_archive.html

tecido conjuntivo denso fibroso
TECIDO CONJUNTIVO DENSO FIBROSO
  • É mais consistente que o frouxo, mas não tem forma definida;
  • Há fibras entrelaçadas que lhe conferem resistência e elasticidade;
  • Acompanha a forma do órgão do qual faz parte;
  • Constitui as cápsulas envoltórias de diversos órgãos internos: rins, baço, fígado e testículos.
tecido conjuntivo denso tendinoso
TECIDO CONJUNTIVO DENSO TENDINOSO
  • Possui fibras grossas orientadas paralelamente, o que o torna bastante resistente e pouco elástico;
  • Constitui os tendões e os ligamentos.
refer ncias
REFERÊNCIAS
  • AMABIS, José Mariano. MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia das Células. Vol. 1, 2 ed. São Paulo: Moderna, 2004.
  • IMAGENS - Sites:
    • http://www.virtual.epm.br/material/histologia/histo/fig13.htm
    • http://aafronio.vilabol.uol.com.br/conj.html
    • http://aessenciadaciencia.blogspot.com/2010/08/3-fase.html
    • http://www.teliga.net/2009/09/tecido-conjuntivo-propriamente-dito.html
    • http://biologiacecilia.blogspot.com/2008_12_01_archive.html
    • http://websmed.portoalegre.rs.gov.br/escolas/marcirio/locomotor/ossos_avalia.htm
    • http://www.guiamedicodeminas.com.br/images/esqueleto_humano1.gif
    • http://www.esec-povoa-lanhoso.rcts.pt/ESPLv5/recursos/cn/aplicacoes/sistemas.htm
    • http://www.cone.med.br/t_tornozelo.htm
    • http://www.ortopediavirtual.com.br/lesoes.htm