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Lucimar Donizete Gusmão Carmeligia Marchini Helenice Fernandes Seara Equipe de Matemática DEB/SEED/PR NRE Pato Branco – Cássia Ribeiro ccassiaa@gmail.com (46) 3220 5326. Readaptada pelos docentes da Formação em Ação 2012 – 1ª ETAPA NRE Pato Branco Cassia Maria da Silva

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Lucimar Donizete Gusmão

Carmeligia MarchiniHelenice Fernandes SearaEquipe de MatemáticaDEB/SEED/PR

NRE Pato Branco – Cássia Ribeiroccassiaa@gmail.com(46) 3220 5326

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Readaptada pelos docentes da Formação em Ação 2012 – 1ª ETAPA

NRE Pato Branco

Cassia Maria da Silva

Cássia Ribeiro de Souza

Claudina Lisboa

Ione Marli Matick

Ivonei de Almeida

Joares Baggio

Wlasta Hufner

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DINÂMICA

Vamos nos apresentar de maneira diferente....

  • Materiais
  • Folha de sulfite ou de revista.
  • Cola.
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Procedimentos: Dobrar a folha de papel sulfite no seu comprimento, escrever o seu nome e em seguida rasga-lo com auxilio das mãos.

  • Peça para que os professores apresentem as formas obtidas das seguintes maneiras:
  • Adivinhe qual é o nome;
  • Fale seu nome e peça para que o colega identifique algo na forma ( animal, inseto);
  • Depois colem num cartaz previamente colocado na sala de aula para montar o cartaz.
  • O que discutir com essa atividade:
  • Simetria e coordenação motora.
  • Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=23584
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"Um excelente educador não é um ser humano perfeito, mas alguém que tem serenidade para se esvaziar e sensibilidade para aprender"

(Augusto Cury)

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PARTE I

EDUCANDO O OLHAR PARA A LEITURA EM MATEMÁTICA

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Educação do Olhar

  • Este minicurso pretende enfatizar a importância do olhar e da visualização na aquisição do conhecimento em matemática.
  • As reflexões, as atividades e as discussões propostas pretendem propiciar um modo de ver a imagem além do olhar.
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Objetivos

  • Propiciar o desenvolvimento visual no aluno;
  • Reconhecer e evidenciar a importância da leitura e compreensão de texto e imagens em situações-problema.
  • Analisar materiais e explorar metodologias diferenciadas de abordagens de conteúdos.
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Justificativa

  • Um dos caminhos apontados por pesquisadores para o ensino da matemática é relacionar conteúdos e áreas do conhecimento, além de promover a sua contextualização.
  • Assim, relacionar matemática com a visualização de diversos artefatos que nos rodeiam podem ser uma forma de encaminhamento que contribui para a aprendizagem significativa de conhecimentos.
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MATEMÁTICA e a CULTURA AO NOSSO REDOR

  • Filmes, telejornais, revistas, sites veiculam significações sobre questões que comumente associamos à matemática.
  • Ademais, poderíamos perguntar: que temas podemos associar a essas diferentes ferramentas?
  • O que eles nos ensinam sobre matemática?
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Exemplo ...

Você conhece a logomarca da Empresa automobilística Renault?

Faça a representação da imagem e abstrai os elementos matemáticos constantes na mesma!

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Discussão

  • O que você vê? O que você lê?
  • Que leitura você faz a partir dessa imagem?
  • Que elementos matemáticos é possível explorar a partir dessa imagem?
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Algumas observações...

  • Quando “olho” a imagem vejo o todo e posso dar uma resposta rápida a partir do meu referencial;
  • Se o aluno só conhece o “losango” ele não perceberá a tridimensionalidade da figura;
  • Educar o olhar exige adquirir conhecimentos (instigar o aluno a ver).
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Construir a faixa de Moebius

  • Pegue uma tira de papel retangular;
  • Antes de colar as bordas, dê uma pequena torção na faixa 180º.
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A faixa de Moebius é um tipo especial de superfície onde não há lado de dentro ou de fora, ou seja, nela só há um lado e uma única borda que é uma curva fechada. A tal faixa foi descoberta pelo astrônomo e matemático alemão August Ferdinand Moebius (1790-1868).

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Em termos matemáticos a faixa de Moebius é definida como uma superfície não-orientável, o que significa dizer que uma reta perpendicular ao plano não tem a mesma direção em todos os pontos da superfície.

  • Seu estudo deu origem a um ramo da Matemática que chamamos de Topologia. A Topologia estuda os espaços topológicos e é considerada uma extensão da geometria.
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A leitura de uma imagem de acordo com Pillar (2006, p. 12), pode ser:

a leitura de um texto, de uma trama, de algo tecido com formas, cores, texturas, volumes.

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Leitura de Imagem

A leitura de imagens nas aulas de matemática é possível!

  • As imagens são fontes de informações e possuem elementos de sensibilização que permitem ao professor ensinar o conteúdo escolar de forma diferenciada e dinâmica.
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Planetário Rubens de Azevedo faz parte do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura em Fortaleza (CE)

  • O que é um planetário?
  • Como funcionam?
  • Quais os planetários mais próximos a nós?
  • Qual é o formato da parte superior?
  • Por que apresentam esse formato?

Fonte: http://culturaciliar.blogspot.com.br/2011/03/planetario-rubens-de-azevedo.html

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Como fazer uma abordagem matemática a partir da imagem do Planetário Rubens de Azevedo?

Informações Técnicas:

Diâmetro da Cúpula: 11,5 m

Capacidade: 90 pessoas

Custo para visitação: R$8,00 (inteira) e R$4,00 (meia)

Fonte: http://www.dragaodomar.org.br/espacos.php?pg=planetario

Elabore 2 situações-problema a partir dessa imagem.

http://pt.newikis.com/Ficheiro:Planet%C3%A1rio_Rubens_de_Azevedo.jpg.html

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Observatório Astronômico Domingos Forlin

Videira - SC

Foi inaugurado em maio de 2003 através de uma parceria entre a Administração Municipal e a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina.

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Observação do cenário

Esta é uma vista de cidadezinha do interior. Observando atentamente pode-se saber qual a hora, o dia e o mês da cena. Como?

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http://www.matematica.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=65http://www.matematica.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=65

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Solução do problema: A Cena

Uma das sistematizações foi encaminhada pelo professor Carlos Alexandre S. Souza do

Colégio Agrícola Estadual Manoel Ribas do município de Apucarana – PR.

Resposta:

A Cena se passa às 20h10min, numa quinta feira, 24 de fevereiro.

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História em Quadrinhos (HQ) e tirinhas

As histórias em quadrinhos representam uma forma de comunicação expressiva, que integra as linguagens gráfica e literária, compondo a chamada literatura gráfica.

A utilização de histórias em quadrinhos em sala de aula pode ser o ponto de partida de discussão de um novo conteúdo ou complementação de um já estudado, sendo uma prática que motiva a discussão, a reflexão e o interesse pela leitura.

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Fonte: http://files.nireblog.com/blogs3/joanninha_milla/files/222.bmp 

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O recurso visual empregado nas HQs e tirinhas, em que onomatopéias, legendas e balões transmitem a mensagem, permite explorar verbalmente diferentes conceitos, pois ao focar o olhar nas imagens e tentar decifrar os significados de seus códigos, aprendemos a ler e a interpretar diferentes conceitos.

Fonte: http://www.alb.com.br/anais16/sem15dpf/sm15ss11_06.pdf

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Encaminhamento I:

Organizar a turma em equipes de 2 a 3 professores no máximo e cada equipe terá 10 minutos para elaborar um plano de aula com uma das HQ/Cartuns que será entregue a eles.

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O que podemos abordar com essa HQ?

Fonte: http://files.nireblog.com/blogs3/joanninha_milla/files/222.bmp 

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Considere que o leão da história acima tenha repetido o convite por várias semanas. Na primeira, convidou a Lana para sair 19 vezes; na segunda semana, convidou 23 vezes ;na terceira, 27 vezes e assim sucessivamente, sempre aumentando em 4 unidades o número de convites feitos na semana anterior. Imediatamente após ter sido feito o último dos 492 convites,o número de semanas já decorridas desde o primeiro convite era igual a:

R: 12 VEZES

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Encaminhamento II

História Muda by Eleana

Organizar a turma em equipes de 2 a 3 professores no máximo e cada equipe terá 30 minutos para completar as tirinhas com um conteúdo matemático.

Cada dupla deverá expor a atividade desenvolvida.

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É possível trabalhar com a criação de cartuns e HQs?

Relato de experiência: Professora Célia Barros Nunes

Artigo: A Geometria em quadrinhos

UNEB – CAMPUS X –Teixeira de Freitas, BA

“ Durante as aulas cheguei a flagrar alunos lendo revistas em quadrinhos e foi nesse momento que surgiu a ideia de realizar com eles a elaboração de uma revista em quadrinhos explorando os conteúdos trabalhados em Geometria durante o período letivo, tais como: ângulos, paralelismo, polígonos (triângulos e quadriláteros) relações trigonométricas no triângulo retângulo, dentre outros, desde que usassem a criatividade e a arte.”

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FERRAMENTAS PARA CRIAR HQS

http://www.toondoo.com/

http://www.pixton.com.br

tutorial

TUTORIAL

WWW.PIXTON.COM.BR

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O Segredo dos Números

Adaptação de Esther Grossi

OBJETIVO: Introduzir o conceito de números primos, múltiplos, divisores, fatoração em números primos e apresentar o Teorema Fundamental da Aritmética.

MATERIAL: Cartolina, Tesoura, Lápis de cor, canetinha e papel contact.

REGRAS: Dispor os alunos em duplas ou trios e distribuir a eles o baralho. Os alunos devem analisar o baralho e desvendar qual o mistério e a relação entre os símbolos de cada carta e o número nela escrito.

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O segredo: Cada símbolo representa um número primo, e a partir desses podemos escrever qualquer outro número que não seja primo!

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Discussão

  • Apenas com o jogo é possível que um grupo de alunos de um 6º ano aprenda os conteúdos?
  • Alunos de ensino fundamental já devem ter contato com teoremas, como o Teorema Fundamental da Aritmética?
  • (Seja a> 1 um inteiro positivo. Então, existem primos positivos tais que , e essa decomposição é única.
  • Após o segredo desvendado propor a construção de um baralho com uma simbologia própria da turma, auxilia no aprendizado do conteúdo?
  • Que outros conteúdos poderiam ser contemplados com essa atividade?
desvendando o segredo do c digo de barras
DESVENDANDO O SEGREDO DOCÓDIGO DE BARRAS

Disponível em : http://www.youtube.com/watch?v=0MYrXKmnrbE&feature=fvsr

Duração: 2min 27s.

para que servem
Para que servem?

É uma tecnologia utilizada para captura automática de dados, dando maior agilidade, segurança para alimentar um sistema de informações.

hist rico
HISTÓRICO
  • O primeiro sistema patenteado por Bernard Silver e Norman Woodland, ambos estudantes graduados da Universidade Drexel - Filadélfia . Eles usaram um padrão de tinta que brilhava debaixo de luz ultravioleta.
  • O sistema usado hoje foi descoberto pela IBM, em 1973, e usa leitores criados pela NCR.
  • Fonte: http://www.pdvativo.info/2009/01/historia-do-codigo-de-barras.html
como funciona
Como funciona?
  • De modo geral a leitura dos dados é realizada por um leitor de código de barras que emite um raio vermelho que percorre todas as barras.
  • Através da luz refletida pelos módulos que compõem o espaço, ou pela ausência dos mesmos, o leitor interpreta o código.
  • A interpretação transforma os sinais produzidos pela luz para o sistema binário.
  • Existem várias larguras de barra, cada uma significando um caractere diferente.
  • Fonte: http://www.rogetechbrasil.com.br/blog/bid/112186/O-que-%C3%A9-o-c%C3%B3digo-de-barras-e-como-funciona-a-sua-leitura
tipos de c digos
Tipos de códigos
  • 2 de 5 intercalado:
interpretando os c digos de barras
Interpretando os Códigos de Barras
  • EAN 13: O código mais utilizado;
  • Enquanto os americanos usam uma sequencia numérica de 12 dígitos, os europeus optaram por um padrão com 13, que foi adotado no resto do mundo.
atividade identificando c digos de barras ean 13
Atividade : Identificando códigos de barras EAN - 13

Adaptada de A MAGIA DA MATEMÁTICA

www.magiadamatematica.com

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Atividade: Observe com atenção as embalagens a seguir. Verifique que todas têm um código de barras (neste caso com 13 algarismos). Se você comparar essas embalagens, chegará a informações esse código transmite

Vamos lá!!

Uma dica: Esse código, que é um dos mais usados no Mundo todo, pode ser subdividido em 4 partes:

_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

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789 1000 25260 4

Dois produtos da

Nestlé - Brasil

789 1000 14810 5

slide107

789 1022 63800 4

789 1022 16100 7

Dois produtos da Bombril - Brasil

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789 1024 17861 4

789 1024 19530 7

Dois produtos da

Colgate Palmolive - Brasil

slide109

789 3333 26010 3

789 3333 17211 6

Dois produtos da

Flashmann Royal - Brasil

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PRODUTOS INTERNACIONAIS

336 5440 00384 2

8006228712901

Azeite de Oliva Italiano

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1) Através da sua observação nos exemplos dados, você saberia inferir alguma conclusão sobre os três primeiros algarismos do código?

2) E sobre o segundo bloco, com 4 algarismos, o que você é capaz de concluir?

3) E com relação ao terceiro bloco, com 5 algarismos, saberia dizer alguma coisa?

4) E sobre o décimo terceiro dígito, você foi capaz de descobrir alguma coisa?

Resp. País de registro

Resp. A Empresa produtora.

Resp. O produto.

Resp. É o dígito de controle, veremos o seu cálculo a seguir

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SOBRE O DÍGITO VERIFICADOR (13º ALGARISMO)

  • O sistema do cálculo desse dígito é o seguinte:
  • Escrevemos, abaixo dos demais 12 dígitos, da esquerda para a direita, ordenadamente, os dígitos 1 e 3, repetindo-os, sucessivamente. Essa sequência formada com os dígitos 1 e 3 é a base para o cálculo do dígito de controle ou verificação.
  • 2) Multiplicamos cada algarismo do código de barras pelos dígitos correspondentes da base considerada.
  • 3) Somamos todos os produtos obtidos. Vamos denominar de S essa soma obtida.
  • 4) Encontramos a diferença entre a soma S e o primeiro múltiplo de 10, superior ou igual a S. (Lembre-se que os múltiplos de 10 terminam em zero).
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?

Exemplo: Verifique o valor do dígito de controle do código de barras abaixo:

Fácil, não?

?

Vamos escrever a seqüência dos 12 primeiros dígitos, repetindo abaixo deles, da esquerda para a direita, a sequência 1, 3, 1, 3, 1, 3,......

7 8 9 4 3 2 1 6 1 4 0 3

1 3 1 3 1 3 1 3 1 3 1 3

Vejamos agora a soma dos produtos encontrados:

S = 7 + 24 + 9 + 12 + 3 + 6 + 1 + 18 + 1 + 12 + 0 + 9 = 102

Como o primeiro múltiplo de 10, superior a 102 é 110, o 13º algarismo procurado será igual a 110 – 102 = 8.

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Agora é com vocês, qual é digito de controle deste produto?

Agora é com vocês, qual é digito de controle deste produto?

7891700205306

7891700205306

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Uma tabela especial

REGRAS

Número de participantes: toda a turma

Material: Cartela com números (como a mostrada abaixo).

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Regras:

1. Peça que cada aluno escolha um número qualquer dessa tabela. Solicite que pinte a célula onde o número se encontra (sem escondê-lo). Em seguida, peça que elimine todos os outros números que estão na mesmo linha e na mesma coluna do número escolhido. Veja o exemplo a seguir.

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2. Solicite que ele repita a operação com outro número. Mais outro, sempre eliminando os demais que estiverem na mesma linha e coluna. Ao final,

só restarão cinco números em cada tabela.

Peça que todos somem os seus cinco números que sobraram na cartela.

3. Pedir para que todos digam o resultado encontrado.

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O que ocorreu foi que cada número da tabela foi obtido a partir de uma SOMA de dois números (escolhidos por nós inicialmente). Como cada um dos cinco restantes representa a soma de dois desses dez números que geraram a tabela, é claro que a soma dos cinco que sobraram é igual à soma dos dez números iniciais.

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Nesse nosso exemplo, todos os alunos teriam que obter no final da atividade o resultado números iniciais (em vermelho) escolhidos para a composição da tabela.

Verifique que a soma dos cinco números que sobraram ( e isso vai acontecer sempre, independentemente dos números escolhidos pelos alunos) também vai dar a mesma soma 443

Vejamos: 51 + 29 + 122 + 159 + 82 = 443

o m todo de monte carlo um experimento pr tico

O MÉTODO DE MONTE CARLO: UM EXPERIMENTO PRÁTICO

Adaptado de: http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/handle/mec/17063

m todo de monte carlo hist rico
MÉTODO DE MONTE CARLO HISTÓRICO
  • O método é conhecido há séculos, mas passou a ser efetivamente utilizado somente nas últimas décadas.

Fonte: http://www-cdf.fnal.gov/~strolog/MC.html

m todo de monte carlo hist rico1
MÉTODO DE MONTE CARLO HISTÓRICO
  • A origem deveu-se à revisão de uma técnica matemática, conhecida desde o século passado, durante o trabalho secreto dos cientistas envolvidos no projeto “Manhattan” em Los Alamos, EUA, para o desenvolvimento da bomba atômica dos aliados durante a segunda guerra mundial.
m todo de monte carlo hist rico2
MÉTODO DE MONTE CARLO HISTÓRICO
  • Ulam e Von Neumann denominaram “MONTE CARLO”, em referência à cidade, em MÔNACO, conhecida no mundo como a capital dos jogos de azar, famosa por seu cassino, pois a roleta caracteriza dispositivo simples de produção de n°s aleatórios.
m todo de monte carlo mmc
MÉTODO DE MONTE CARLO - MMC
  • Esse método pode ser descrito como um método estatístico, no qual se utiliza uma sequência de números aleatórios como valores de variáveis envolvidos em um processo, para viabilizar a simulação.
m todo de monte carlo mmc1
MÉTODO DE MONTE CARLOMMC
  • Há vários métodos com o nome Monte Carlo que seguem o mesmo padrão.
  • Porém, sempre é um método Estocástico, ou seja, um método de simulação baseado nas leis de probabilidade e estatística para caracterizar um processo físico ou fenômeno.
algumas aplicabilidades desse m todo
ALGUMAS APLICABILIDADES DESSE MÉTODO
  • Física Médica:
  • -cálculos de dose absorvida, e outras grandezas de interesse – tratamento de câncer.
  • -radiologia – procedimentos de diagnóstico.
experimento
EXPERIMENTO
  • OBJETIVO: apresentar um processo interessante para estimar a área de uma figura plana qualquer.
  • PROCEDIMENTO:
    • Primeira etapa: mostrar aos alunos que o método funciona;
    • Segunda etapa: Calcular a área real do território brasileiro a partir de um mapa cuja área será estimada pelo método aprendido.
conte dos
CONTEÚDOS
  • Probabilidade: Probabilidade Geométrica;
  • Razão e Proporção: Proporcionalidade Direta.
materiais
MATERIAIS
  • Caixa de sapato
  • Milho de pipoca ou feijão
  • Mapa do Brasil
  • Tesoura;
  • Régua;
  • Calculadora;
  • Cola;
  • Papel Sulfite;
  • Lápis ou caneta;
ser que o m todo funciona
SERÁ QUE O MÉTODO FUNCIONA?
  • Recorte um quadrado de papel com 8 cm de lado;
  • 2. Cole esse quadrado no fundo da caixa de sapato;
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A quantidade de grãos deve variar de grupo para grupo, já que as caixas de sapatos serão diferentes.

  • 3. Escolha uma quantidade entre 100 e 300 grãos de milho, de modo que, quando jogados dentro da caixa de sapato, não fiquem muito dispersos;
  • 4. Mexa a caixa de maneira aleatória, a fim de não deixar todos os grãos amontoados em um único canto. É importante que os grão fiquem distribuídos uniformemente.
slide136

5. Conte quantos grãos de milho ficaram dentro da região do quadrado colado no fundo da caixa e anote este valor em uma linha de uma tabela como a seguinte;

slide137

6. Repita os passos 4 e 5 por, no mínimo, oito vezes e calcule a média da quantidade de grãos de milho que ficaram dentro do quadrado;

  • 7. Determine a razão entre “área do quadrado colado no fundo da caixa” e “área do fundo da caixa”;
  • 8. Calcule a razão entre “quantidade média de grãos dentro do quadrado” e “quantidade total de grãos dentro da caixa”.
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Verificar se duas proporções calculadas estão ou não próximas uma da outra.

  • Provavelmente a resposta será afirmativa, o que nos permitirá dizer que:
ser que o mmc funciona
SERÁ QUE O MMC FUNCIONA?
  • A relação é válida ?
  • Pode-se pensar que esta relação é válida para quaisquer figura que esteja colada no fundo da caixa ?
  • Pode-se calcular a área mesmo de figura irregular ?
  • Se fosse usado apenas dois grãos, o que poderia acontecer no experimento ?
  • Para uma estimativa mais acurada, seria melhor fazer de que forma…
mmc para estimar a rea da superf cie
MMC PARA ESTIMAR A ÁREA DA SUPERFÍCIE
  • Para este experimento, será realizado os mesmo passos anteriormente descritos, porém, no lugar do quadrado será um mapa do Brasil, destacando dois pontos extremos, de norte a sul do país. (será considerado do Monte Caburaí-RR ao Arroio Chuí-RS, com distância real de 4.395 km)
slide141

Recentemente foi constatado que o ponto mais setentrional do Brasil não é o Oiapoque (AP), mas sim o Monte Caburaí. Por conta disso, podemos dizer: “do Caburaí ao Chuí” ao invés de: “do Oiapoque ao Chuí”.

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Fornecidos o mapa e a distância a cada grupo, eles terão que seguir os seguintes passos:

  • 1. Recortar um retângulo contendo o mapa do Brasil;
  • 2. Colá-lo no fundo da caixa de sapato;
  • 3. Repetir os passos 3, 4 e 5
  • da primeira etapa.
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6. Calcular a média da quantidade de grãos que ficaram dentro do mapa do Brasil;

  • 7. Usando a relação, fazer uma estimativa da área do mapa:
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8. Medir, com a régua, a distância entre o Monte Caburaí e o Arroio Chuí no mapa que estiver sendo usado;

  • 9. Agora, com a área do mapa em mãos, usar a seguinte relação para encontrar uma estimativa para a área real do Brasil

Lembre-se de usar as mesmas unidades de medida para todas as variáveis envolvidas.

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Analise a resposta encontrada com a área real do território brasileiro:

    • Aproximadamente 8.514.877 km².
  • O que observou-se com o experimento?
  • Houve erro relativo – quantos pontos percentuais?
  • área calculada – área real
  • área real
causas da imprecis o
CAUSAS DA IMPRECISÃO
  • Poucos grão na simulação.
  • Poucas repetições.
  • Imprecisão da régua nas medições.
  • Contagem de grãos pouco distribuídos na caixa.
m todo de monte carlo estimar a rea da superf cie
MÉTODO DE MONTE CARLO ESTIMAR A ÁREA DA SUPERFÍCIE
  • Estimativa de erro admissível neste simulador manual está entre 10 e 14%;
  • O computador com muitas simulações, é possível chegar a exatidão.
  • Na medicina trabalha-se com 0,1% de erros pontos percentuais para mais ou para menos.
  • A relação é pertinente, porque sabemos que o conceito envolve Probabilidade Geométrica, e, há possibilidade, mesmo que pequena, de obter valores longe do real.
aplica o a campo
APLICAÇÃO A CAMPO
  • PERDA DE GRÃOS NA COLHEITA
m todo antigo
Método antigo:
  • Contar a quantidade de grãos na região delimitada pelo comprimento da plataforma por um metro de largura em diversos locais da lavoura.
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Quantificar o total de grãos na área total da lavoura através de proporção, determinando assim a perda em quilos.

  • Incentivar os alunos para que busquem comparar diversas colheitadeiras de maneira a evitar o desperdício.
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CONCURSO DE REDUÇÃO DE PERDAS

  • “A perda na colheita é antes de tudo diminuição do lucro do produtor.“
  • O Brasil está entre os 10 países do mundo que mais desperdiçam alimentos:
  • 10% ocorre durante a colheita;
  • 50% no manuseio e transporte dos alimentos;
  • 30% nas centrais de abastecimento;
  • e os últimos 10% ficam diluídos entre supermercados e consumidores. Fonte: IPEA
  • Para se produzir um quilo de cereal são necessários 1000 a 3000 litros de água.
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CONCURSO DE REDUÇÃO DE PERDAS

Metodologia do concurso: São delimitadas áreas de 1m2 na lavoura, e nessas é feita a catação de todos os grãos existentes na mesma, inclusive a vagens que são debulhadas.

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Os grãos são coletados num copo, denominado copo medidor volumétrico que tem uma coluna numerada que determina a perda em sacos/hectare:

É feita a média da quantidade de grãos coletados em cada área, chegando a perda total por hectare (ha).

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Em 2011 estudos da Embrapa/Emater demonstram que a região de Francisco Beltrão apresentou perda média de 2,5 sacas/hectare, ou seja, 150 kg a cada 10000m2 Fonte: Coasul.

Região de Pato Branco a perda média foi de 0,95 sacas/hectare, perda abaixo do aceitável pela EMBRAPA que é de 1 sc/ha.

Estima-se que a perda da região foi de 55 mil sacas.

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Na região de Pato Branco a menor perda foi de 0,18 sacas/hectare.

Está sendo estudado a ampliação do concurso para as culturas de milho e trigo.

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Livro Matemático – Poema

Vídeo Duração 3min9s

http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/modules/debaser/singlefile.php?id=9567