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DECISÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL

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SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL TERRESTRE – SBTVD-T Síntese do Decreto 5.820, de 29 de junho de 2006 e da Portaria 652, de 10 de outubro de 2006. DECISÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL. INOVAÇÃO. "Os americanos têm necessidade de telefones, mas nós não. Temos um monte de mensageiros."

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SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL TERRESTRE – SBTVD-TSíntese do Decreto 5.820, de 29 de junho de 2006 e da Portaria 652, de 10 de outubro de 2006

DECISÃO DA TV DIGITAL NO BRASIL

inova o
INOVAÇÃO
  • "Os americanos têm necessidade de telefones, mas nós não. Temos um monte de mensageiros."
    • Sir W. Preece, engenheiro-chefe do Escritório Postal Britânico (1878)
  • "Não há razão para que alguém ter um computador em casa"
    • Ken Olsen, presidente e fundador da Digital Equipment Corp. (DEC)
inova o1
INOVAÇÃO
  • "As pessoas vão ficar cansadas de olhar para uma caixa de madeira todas as noites."
    • Darryl Zanuck, produtor de cinema, sobre o futuro da TV (1946)
  • "Tudo que podia ser inventado já foi inventado."
    • Charles H. Duell, oficial do escritório de patentes dos EUA (1899)
premissas do sbtvd t
PREMISSAS DO SBTVD-T
  • Adoção do sistema brasileiro de televisão digital terrestre – SBTVD-T e a transição do sistema de transmissão analógica para o sistema de transmissão digital do serviço de radiodifusão de sons e imagens e do serviço de retransmissão de televisão.
  • O SBTVD-T será assegurado de forma livre e gratuita e para o acesso público em geral
  • O SBTVD-T adotará o padrão de modulação de sinais do sistema ISDB-T (padrão japonês) com inovações brasileiras.
radiodifus o
RADIODIFUSÃO
  • Serviço de Radiodifusão: modalidade de serviço de telecomunicações destinado à transmissão de sons (radiodifusão de sons, radiofonia ou radiodifusão sonora) ou de sons e imagens (radiodifusão de sons e imagens, radiotelevisão ou radiodifusão de televisão), por ondas radioelétricas, para serem direta e livremente recebidos pelo público em geral.”
radiodifus o1
RADIODIFUSÃO
  • O primeiro ato normativo que regulou o uso da comunicação sem fio no Brasil foi o Decreto n. 3.296, de 10 de julho de 1917, durante o governo de Venceslau Brás. Ficou ali estabelecido que são “da exclusiva competência do Governo Federal os serviços radiotelegraphico e radiotelephonico no território brasileiro”. Definiu também ser da competência do Ministério da Viação e Obras Públicas, em caso civil, e do Ministério da Guerra e Marinha, em caso de defesa nacional, o estabelecimento e exploração das estações “radiotelegraphicas”.
radiodifus o2
RADIODIFUSÃO
  • Foi Getulio Vargas quem estabeleceu a primeira norma da área de radiodifusão, qual seja, o Decreto nº 20.047, de 27 de maio de 1931, primeiro diploma legal que define radiodifusão como "serviço de interesse nacional e de finalidade educativa".
radiodifus o3
RADIODIFUSÃO
  • O marco legal vigente para a atividade de Radiodifusão é a Lei n.º 4.117, de 27 de agosto de 1962 - que aprovou o Código Brasileiro de Telecomunicações. A referida norma, como se depreende do próprio nome, conjugava e disciplinava os dois serviços – telecomunicações e radiodifusão
radiodifus o4
RADIODIFUSÃO
  • O marco legal vigente para a atividade de Radiodifusão é a Lei n.º 4.117, de 27 de agosto de 1962 - que aprovou o Código Brasileiro de Telecomunicações.
conceitos
CONCEITOS
  • Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre – conjunto de padrões tecnológicos a serem adotados para transmissão e recepção de sinais digitais terrestres de radiodifusão de sons e imagens; e
  • ISDB-T – Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial – serviços integrado de radiodifusão digital terrestre (por padrões tecnológicos internacionais definidos na União Internacional de Telecomunicações - UIT).
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MODULAÇÃO DO SBTVD-T

Multiplexação em Único Canal

HDTV

HDTV

Portátil

12 Segmentos

1 Segmento

Compressão MPEG4

Compressão

H.264

Conteúdo Original

  • Modulação com segmentação da banda (BST-COFDM) permite flexibilidade para transmissões dentro de um único canal.
  • Maior robustez na recepção com antena interna, móvel e portátil.
estrutura de implementa o do sbtvd t
ESTRUTURA DE IMPLEMENTAÇÃO DO SBTVD-T
  • Comitê de Desenvolvimento composto por Ministérios
    • definição de políticas
    • aprovação de inovações tecnológicas
    • aprovação de especificações técnicas
    • aprovação de plano de desenvolvimento e implantação do SBTVD-T
    • estímulo à formação do Fórum
  • Fórum do SBTVD-T
    • instância consultiva do Comitê de Desenvolvimento
    • composto, entre outros, por representantes do setor de radiodifusão, industrial e sociedade científica
possibilidades do sbtvd t
POSSIBILIDADES DO SBTVD-T
  • O SBTVD-T possibilitará:
    • transmissão digital em alta definição - HDTV;
    • transmissão digital em definição padrão – SDTV;
    • transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil, e
    • interatividade.
facilidades

POSSIBILIDADES DO SBTVD-T

10110・・・

Esportes

Radiodifusão Digital

Notícias

Em casa

Desastres

Ônibus

Trem

Facilidades

Imagem de Alta DefiniçãoSom com Qualidade

Serviços:

  • TV de Alta Definição.(HDTV=1080i)
  • Recepção Móvel.
  • Recepção Portátil.
  • Centro de informações.

Para Televisores de Tela Grande

Em qualquer lugara qualquer momento

Na rua

Para Terminais Portáteis

interatividade
INTERATIVIDADE
  • Local (não requer canal de retorno)
    • Aproveita o próprio feixe de dados da radiodifusão para transportar informações adicionais à programação (armazenadas na URD)
    • Exemplo: escolha de ângulo de câmera
  • Intermitente (requer canal de retorno)
    • Informações geradas pelo usuário podem ser temporariamente armazenadas na URD para posterior envio ao provedor do serviço
    • Exemplos: correio eletrônico, t-commerce, etc.
  • Permanente (requer canal de retorno)
    • Informações geradas pelo usuário são imediatamente enviadas ao provedor do serviço
    • Exemplos: acesso à Internet, t-commerce, t-gov, etc.
interatividade1

INTERATIVIDADE

Interatividade
  • A interatividade possibilitará uma nova forma de utilizar a televisão.Um serviço interativo com um canal de retorno permitirá programações com efetiva participação dos telespectadores.
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INTERATIVIDADE

Internet

Estação de TV

Casa

Programa + dados

Interatividade

Resposta

Solicitação

Envio desolicitação

Internet

Servidor deConteúdo

(Portal)

  • Participar de pesquisas.
  • Obter informações...
servi os da tv digital

SERVIÇOS

Alta Definição

Multi-programação

Interatividade

Imagem e som de

elevada qualidade

Múltiplos programas dentrode um único canal

Interação com aprogramação

Dados

Recepção Móvel e Portátil

Recepção móvel e portátil com qualidade

Recepção de dados

Serviços da TV Digital
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DADOS

  • A transmissão de dados pode oferecer informações adicionais. -Detalhes do gol; -Estatísticas da partida; etc.
dados
DADOS
  • Os Guias Eletrônicos de Programação (EPG) permitirão visualizarmos os programas futuros, com atualizações em tempo-real. As atualizações refletirão nos agendamentos de gravação automaticamente.
slide21

DADOS

  • Receberemos noticiários e informativos através da transmissão de dados (data broadcasting). Últimas notícias, previsões de tempo, a outras informações de utilidade pública através do controle remoto.
portabilidade

Horário de almoço

Índice de Uso

No retorno a casa.

1.0

0.9

Assistir a TVfora de casa

0.8

0.7

0.6

0.5

0.4

0.3

0.2

0.1

0.0

0:00

3:00

6:00

9:00

12:00

15:00

18:00

21:00

24:00

Horário

PORTABILIDADE
sbtvd t transi o tecnologia anal gica para digital
SBTVD-T – TRANSIÇÃOTecnologia Analógica para Digital
  • Consignação de faixa de radiofreqüência adicional com largura de banda de 6 MHz, a fim de permitir a transição para a tecnologia digital sem interrupção da transmissão de sinais analógicos.
  • Processo de transição:
    • Sem interrupção dos sinais analógicos
    • Garantia de 6 MHz às prestadoras dos serviços
    • Cronograma para implantação
    • Observância do Plano Básico de Distribuição de Canais de TV Digital (ANATEL)
sbtvd t transi o tecnologia anal gica para digital1
SBTVD-T – TRANSIÇÃOTecnologia Analógica para Digital
  • Requisitos para autorização da freqüência de 6 MHz:
    • Prestadora regularmente em operação
    • Celebração de instrumento legal
    • Digitalização da geração antes da correspondente retransmissão
    • Prazo para utilização plena do canal, sob pena da revogação da consignação prevista
    • Condições técnicas mínimas para a utilização do canal consignado
sbtvd t transi o tecnologia anal gica para digital2
SBTVD-T – TRANSIÇÃOTecnologia Analógica para Digital
  • O requerimento de consignação de canal de radiofreqüência para transmissão digital deverá ser instruído com os seguintes documentos:
    • laudo de vistoria das instalações da estação geradora ou retransmissora analógica, conforme regulamento técnico para a prestação dos serviços de radiodifusão de sons e imagens e de transmissão de televisão, aprovado pela Resolução ANATEL n o 284, de 7 de dezembro de 2001, alterado pela Resolução ANATEL no 398, de 7 de abril de 2005;
    • certidão negativa de débito com a seguridade social;
sbtvd t transi o tecnologia anal gica para digital3
SBTVD-T – TRANSIÇÃOTecnologia Analógica para Digital
  • O requerimento de consignação de canal de radiofreqüência para transmissão digital deverá ser instruído com os seguintes documentos:
    • quando se tratar de concessionária de serviço de radiodifusão de sons e imagens, declaração assinada pelo representante legal na qual conste a composição societária e o percentual de participação de cada sócio no capital social.
    • O Ministério das Comunicações poderá solicitar documentos complementares ou realizar diligências para verificar a regularidade das informações prestadas, bem como da exploração dos serviços.
    • A exploradora deverá estar em situação regular perante o Fundo de Fiscalização das Telecomunicações – FISTEL.
prazos da transi o do sbtvd t
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T
  • Distribuição das consignações de canais digitais de 6 MHz: 7 anos
  • Cronograma do MC definirá a distribuição:
      • Estações geradoras nas capitais e no DF;
      • Estações geradoras nos municípios;
      • Retransmissoras nas capitais e no DF;
      • Retransmissoras nos municípios.
prazos da transi o do sbtvd t1
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T
  • geradoras situadas nas capitais dos Estados e no Distrito Federal:
    • até 29 de dezembro de 2006: cidade de São Paulo; e
    • após 29 de junho de 2007:
    • Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Rio de Janeiro e Salvador: até 30 de novembro de 2007;
    • Belém, Curitiba, Goiânia, Manaus, Porto Alegre e Recife: até 31 de março de 2008;
    • Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Maceió, Natal, São Luís e Teresina: até 31 de julho de 2008;
    • Aracaju, Boa Vista, Florianópolis, Macapá, Palmas, Porto Velho, Rio Branco e Vitória: até 30 de novembro de 2008.
  • geradoras situadas nos demais Municípios: de 1o de outubro de 2007 até 31 de março de 2009.
prazos da transi o do sbtvd t2
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T
  • retransmissoras situadas nas capitais dos Estados e no Distrito Federal: até 30 de abril de 2009; e
  • retransmissoras situadas nos demais Municípios: até 30 de abril de 2011.
  • A permissionária ou autorizada de serviço de retransmissão de televisão somente poderá requerer a consignação de que trata o art. 2o após o início da transmissão digital, em caráter definitivo, da estação geradora cedente da programação, observado os prazos fixados no cronograma.
prazos da transi o do sbtvd t3
PRAZOS DA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T
  • Após a consignação do canal digital de 6 MHz:
    • Projeto de instalação: 6 meses após consignação
    • Início da transmissão digital: 18 meses após aprovação
    • Transição do sistema de transmissão analógica para o SBTVD-T: 10 anos
projeto de instala o
PROJETO DE INSTALAÇÃO
  • O projeto de instalação da estação digital deverá ser apresentado em conformidade com os formulários padronizados de informações técnicas, constantes dos Anexos III e IV da Portaria 652/2006.
  • O projeto de instalação da estação digital deverá garantir a equivalência da área de cobertura com a do sinal analógico, observado o estabelecido no PBTVD.
  • Publicada a portaria de aprovação do projeto de instalação da estação será expedida, pela ANATEL, a autorização para uso do canal consignado para transmissão digital.
licen a de funcionamento
LICENÇA DE FUNCIONAMENTO
  • Instalada a estação digital, a exploradora deverá requerer ao Ministério das Comunicações a expedição de Licença para Funcionamento de Estação, acompanhado de laudo de vistoria da estação, elaborado por engenheiro habilitado, comprovando que a instalação encontra-se em conformidade com o projeto aprovado e o pagamento do FISTEL.
in cio da transmiss o
INÍCIO DA TRANSMISSÃO
  • O início da transmissão digital deverá ocorrer em prazo não superior a dezoito meses, contado a partir da data de publicação da portaria de aprovação do projeto, podendo a a exploradora poderá operar em caráter experimental com a finalidade de testar os equipamentos instalados e o sistema irradiante, nos termos dos arts. 38 e 39 do Regulamento dos Serviços de Radiodifusão, aprovado pelo Decreto no 52.795, de 31 de outubro de 1963.
transmiss o
TRANSMISSÃO
  • O canal de radiofreqüência utilizado para transmissão digital deverá:
    • proporcionar a mesma cobertura que o atual canal utilizado para transmissão analógica, observado o disposto no instrumento de outorga;
    • propiciar gerenciamento eficaz das transmissões analógicas e digitais; e
    • prevenir interferências.
desinteresse na transi o
DESINTERESSE NA TRANSIÇÃO
  • O não cumprimento pelas exploradoras dos prazos caracterizará o desinteresse da concessionária, permissionária ou autorizada na exploração do serviço para transmissão digital. 
plano e numera o
PLANO E NUMERAÇÃO
  • O Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências e o PBTVD serão adequados ao cronograma, devendo a ANATEL prosseguir na expansão do PBTVD. 
  • O Ministério das Comunicações formulará, ouvida a Câmara Executiva do Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre, o plano de numeração para identificação do canal de transmissão digital pelo usuário de forma a atender o disposto nesta Portaria.
condi es para transi o do sbtvd t
CONDIÇÕES PARA TRANSIÇÃO DO SBTVD-T
  • A transmissão digital de sons e imagens incluirá, durante o período de transição, a veiculação simultânea da programação em tecnologia analógica.
  • Os canais utilizados para transmissão analógica serão devolvidos à União após o prazo de transição.
  • A partir de 1o de julho de 2013, o Ministério das Comunicações somente outorgará a exploração do serviço de radiodifusão de sons e imagens para a transmissão em tecnologia digital.
sbtvd t canais p blicos
SBTVD-T – CANAIS PÚBLICOS
  • 4 CANAIS DIGITAIS PARA EXPLORAÇÃO DIRETA UNIÃO FEDERAL. Art. 21, inciso XII da CR/88
    • CANAL DO PODER EXECUTIVO – Transmissão de atos, trabalhos, projetos, sessões e eventos do Poder Executivo.
    • CANAL DA EDUCAÇÃO – Desenvolvimento e aprimoramento do ensino à distância;
    • CANAL DA CULTURA – Produções culturais e programas regionais;
    • CANAL DA CIDADANIA – Transmissão de programações das comunidades locais, divulgação de atos, trabalhos, projetos, etc. dos poderes públicos estadual e municipal.
sistema brasileiro de televis o digital terrestre sbtvd t

SBTVD-T – CANAIS PÚBLICOS

SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL TERRESTRE – SBTVD-T
  • O Canal da Cidadania oferecerá aplicações de serviços públicos de governo eletrônico no âmbito federal, estadual e municipal.
  • Os canais de exploração direta poderão ser compartilhados com os poderes legislativo e judiciário.
  • O Ministério das Comunicações estimulará a celebração de convênios necessários à viabilização das programações do Canal de Cidadania.
sistema brasileiro de televis o digital terrestre sbtvd t1

COMPETÊNCIA DO MINICOM

SISTEMA BRASILEIRO DE TELEVISÃO DIGITAL TERRESTRE – SBTVD-T
  • O Ministério das Comunicações expedirá normas complementares necessárias à execução e operacionalização do SBTVD-T previsto neste Decreto e no Decreto nº 4.901, de 2003.
os pr ximos passos

PRÓXIMOS PASSOS

Os Próximos Passos
  • Fórum do SBTVD-T: Câmara Executiva do Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre. Portaria nº 571/2006, da Casa Civil
  • Definição das Normas técnicas.
  • Instrumentos pactuais.
  • Preparação da infra-estrutura pelos radiodifusores.
  • Projeto e produção de receptores pelos fabricantes.
  • Testes de campo
  • TV Digital “no ar”
desafios

URGÊNCIA – LEI DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA

Desafios
  • Novo marco legal para preparar o país e as empresas para uma realidade de convergência.
hist rico da conver ncia

Histórico da Convergência Tecnológica

HISTÓRICO DA CONVERÊNCIA

Década de 70, início da convergência entre a computação e as telecomunicações.

Década de 80 concretização da convergência entre a computação e telecomunicações

Consolidação da convergência entre a computação e telecomunicações. Exemplo: telefones celulares que suportam protocolo WAP para conexão na Internet, a integração entre o telefone e a computação – CTI, utilizado nas Centrais de Atendimento, entre outros;

Convergência tecnológica com utilização da computação, telecomunicações, captura e difusão de informações e Internet

Computação Pervasiva (ublíqua)

converg ncia tecnol gica conceito
CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA - CONCEITO
  • A Comissão Européia ao abordar o tema no “Green Book”, de dezembro de 1997, entende convergência como: “capacidade de diferentes plataformas de rede servirem de veículo a serviços essencialmente semelhantes, ou a junção de dispositivos do consumidor como o telefone, a televisão e o computador pessoal” .
converg ncia
CONVERGÊNCIA
  • TIPOS:
    • CONVERGÊNCIA FUNCIONAL;
    • CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA;
    • CONVERGÊNCIA ECONÔMICA;
    • CONVERGÊNCIA POLÍTICA;
    • CONVERGÊNCIA GEOGRÁFICA.
converg ncia funcional
CONVERGÊNCIA FUNCIONAL
  • Oferta de mais funções (serviços) do que originalmente projetado.

Ex: Telefonia Móvel (Voz, Wap, GPRS, SMS, MMS, etc)

converg ncia tecnol gica
CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA
  • Fusão de tecnologias em direção a um processo convergente, seja nos terminais de acesso ou nos meios de transporte e distribuição.

Ex: Internet (VoIP, IPTV) em fibra ótica, cable, satélite, etc.

converg ncia econ mica
CONVERGÊNCIA ECONÔMICA
  • Concentração oligopolista ou monopolista em que poucas empresas são capazes de ofertar uma gama de serviços. Pode ocorrer por fusões entre grupos econômicos cujo objetivo é prestar o máximo de serviços pelo menor preço.
converg ncia geogr fica
CONVERGÊNCIA GEOGRÁFICA
  • Diretamente ligada ao processo de “mundialização”, onde as tecnologias romperam barreiras regionais e global, possibilitando a oferta de serviços de forma remota, em grandes distâncias.
converg ncia pol tica
CONVERGÊNCIA POLÍTICA
  • Formação de blocos entre nações e aumento da importância de autoridades de telecomunicações em âmbito regional.

Ex: Citel, OMC, UIT.

plataforma dos anos 90

CONVERGÊNCIA DAS PLATAFORMAS (1/3)

PLATAFORMA DOS ANOS 90

Conteúdo

Web Dados

Conteúdo

Vídeo

Voz

Áudio

Infra-estrutura

Cabo

Rádios

Rede fixa

Rede fixa ou

Redes

Transporte

TV VHF/UHF

OC/OT/OM/FM

(cobre)

móvel

e Acesso

Satélite

Internet

Terminal

TV

PC

Telefone

Rádio

Usuários usando dispositivos separados com funções distintas

plataformas do futuro

CONVERGÊNCIA DAS PLATAFORMAS (2/3)

PLATAFORMAS DO FUTURO

Conteúdo

Todo tipo de conteúdo multimídia:

:

Voz, Vídeo, Áudio e Dados

Infra-estrutura

Redes com capacidades equivalentes para a transmissão e banda larga

Redes

Transporte

xDSL, Cable Modem, Fibra Ótica, BPL(PLC), Satélite, FWA(WIFI/WIMAX), 3G,DTV

e Acesso

Telefone

Eletro

Console

PDA

Terminal

iTV

PC

Celular

domésticos

vídeo

game

Usuário utilizando uma série de dispositivos interconectados e intercambiáveis