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A Origem da Vida e a Evolução. Professora Ana Carolina. A geração espontânea ou abiogênese. Vida aparece subitamente na matéria não viva, a partir de um ‘princípio ativo’. Ex: Aparecimento de camundongos a partir de uma camisa suja em contato com germe de trigo (princípio ativo: suor humano).

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a origem da vida e a evolu o

A Origem da Vida e a Evolução

Professora Ana Carolina

a gera o espont nea ou abiog nese
A geração espontânea ou abiogênese
  • Vida aparece subitamente na matéria não viva, a partir de um ‘princípio ativo’.
  • Ex: Aparecimento de camundongos a partir de uma camisa suja em contato com germe de trigo (princípio ativo: suor humano).
  • No século XVII, Florentino Redi fez experiências provando que não havia geração espontânea. Provou que as moscas originavam- se a partir de moscas preexistentes – Biogênese.
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O Holandês Leeuwenhoek aperfeiçoando lentes de aumento descobriu os micróbios – admitiiu-se que pelo menos os micróbios surgiam por geração espontânea.

  • Em 1745, o inglês Needham colocou sucos nutritivos em tubo de ensaio, aqueceu-o, fechou-o e aqueceu-o novamente – crescimento de micróbios – abiogênese.
  • Spallanzani repetiu a experiência, mas ferveu os líquidos, mostrando que ele não havia matado todos os micróbios e, mostrando que os novos vieram da reprodução dos que tinham sobrado – fervura destruiu o ‘’princípio ativo’’ – explicação do porque não conseguia obter a presença de micróbios nos líquidos após fervê-los.
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1860 – Queda da geração espontânea.

  • Louis Pasteur mostrou que o ar é fonte de microorganismos.
  • Soluções nutritivas esterilizadas não apresentavam organismos vivos.
  • Colocou líquidos nutritivos nos frascos, aqueceu-os – estéreis.
  • Pasteur quebrou o gargalo – micróbios.
  • A hipótesedabiogênesepassou a ser aceitauniversalmentepeloscientistas.
hip teses
Hipóteses
  • Extraterrena: micróbios vindo em partículas de poeira e meteoritos de origem extraterrena.
  • Autotrófica: primeiros seres vivos produziam o próprio alimento.
  • Heterotrófica: a forma mais simples de vida se desenvolveu num ambiente quimicamente complexo e apresentaria metabolismo simples, incapaz de fabricar o próprio alimento.
o experimento de harold urey e stanley miller
O Experimento de Harold Urey e Stanley Miller
  • Evidências da presença de hidrogênio, metano, amônia e vapor d’água na atmosfera da Terra.
  • Elevadas temperaturas - vapor d’água - condensação - tempestades e descargas elétricas- formação de aminoácidos.
a forma o de macromol culas e coacervados
A Formação de Macromoléculas e Coacervados
  • Aquecimento de uma mistura seca de aminoácidos – resfriamento – formação de macromoléculas – proteinóides.
  • Mares – “caldo primordial”.
  • Proteínas formaram conglomerados chamados coacervados.
  • Coacervados – metabolismo simples, absorveram partículas do meio e catalisaram reações.
a hip tese aut trofa
A Hipótese Autótrofa
  • Foi fundamentada com a descoberta de arqueobactérias – vivem em regiões inóspitas.
  • Seres quimiolitoautotrofos.
fotoss ntese fonte do oxig nio na atmosfera
Fotossíntese: fonte do oxigênio na atmosfera
  • Sulfobactérias – capacidade de dividir quimicamente a água produzindo oxigênio – metabolismo aeróbio.
  • Fossilizadas formam os estromatólitos
os rnas catal ticos
Os RNAs Catalíticos
  • Primitivo.
  • É catalisador.
  • Presença de íntrons – enzimas.
  • Estabelece ligações peptídicas.
  • Transformou-se em DNA e proteínas.
o ltimo antepassado comum universal
O Último Antepassado Comum Universal
  • Todos os seres descendem de um único ancestral comum: LUCA (Last Universal CommonAncestor).
  • Formados por células.
  • Elementos: carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio, fósforo e enxofre.
  • Macromoléculas: proteínas, carboidratos, lipídios e ácidos nucléicos.
  • Membrana lipoprotéica.
  • Informação genética: DNA
  • Proteínas: ribossomos.
a teoria da evolu o
A Teoria da Evolução
  • Espécies atuais descendem de outras espécies.
  • Evidências do processo evolutivo:
  • Anatomia comparada.
  • Embriologia Comparada.
  • Bioquímica.
  • Fósseis.
a embriologia comparada
A Embriologia Comparada
  • Animais de espécies diferentes, quando na fase embrionária, são muito semelhantes.
  • Embriões apresentam órgãos que eram funcionais em seus ancestrais.
a bioqu mica
A Bioquímica
  • Proteínas homólogas: mesma função em espécies diferentes. Ex: hemoglobinas.

- Dois tipos de segmento: invariáveis e variáveis (mutações).

  • O citocromo C: proteína da cadeia respiratória.
  • Reações sorológicas: afinidade antígeno-anticorpo.
  • Origem comum: DNA e proteínas a partir de 20 tipos de aminoácidos, ATP, via comum de síntese de proteínas e processos respiratórios.
os f sseis
Os Fósseis
  • Documentam a evolução dos organismos no decorrer do tempo geológico.
  • Decomposição de elementos radioativos: Carbono 14 e Urânio 238.
  • Modificação contínua de espécies e aumento da diversidade.
  • Existência de formas de transição. Ex: Archaeopteryx.
a evolu o segundo lamarck
A Evolução Segundo Lamarck
  • Lei do Uso e Desuso: partes do corpo não utilizadas, atrofiam, enfraquecem e desaparecem.
  • Lei da Herança dos Caracteres Adquiridos: transmissão dos caracteres aos descendentes.
o darwinismo
O Darwinismo
  • Seleção Natural
  • Variações favoráveis transmitidas aos descendentes e, acumulando-se com o tempo, dão origem as grandes diferenças.
  • Falha: não explicação da origem das variações naturais.
compara o entre as teorias
Comparação entre as Teorias
  • Lamarck: forçadas a se esticarem para cima, resultou no alongamento do pescoço e esta nova característica adquirida era herdada pelos descendentes.
  • Darwin: girafas de comprimento de pescoço diferentes. As espécies de pescoço longo foram selecionados e sobreviveram.
teoria do neodarwinismo
Teoria do Neodarwinismo
  • Processos básicos da evolução:
  • Mutação
  • Recombinação genética
  • Seleção natural
  • Isolamento reprodutivo
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Variabilidade: recombinação genética e mutação.

  • Seleção natural
  • Resistência de moscas ao DDT, resistência de bactérias aos antibióticos.
  • Isolamento reprodutivo

- Isolamento habitacional, sazonal, mecânico, inviabilidade ou esterilidade do híbrido.

  • Migração: fluxo gênico.
  • Hibridação: aumenta a variabilidade genética.
  • Oscilação genética: genética alterada casualmente.
a especia o
A Especiação
  • Dois tipos:
  • Alopátrica: população inicial sofre isolamento geográfico, diferenciação genotípica e fenotípica, isolamento reprodutivo, formação de duas espécies diferentes.
  • Simpátrica: divergência entre duas espécies dentro de uma mesma área geográfica.
irradia o adaptativa
Irradiação Adaptativa
  • Processo de evolução de uma espécie ancestral comum em uma variedade de formas que ocupam diferentes ambientes.
  • Cada grupo adquire novos caracteres como resultado de mutações e recombinações genéticas.
converg ncia evolutiva
Convergência Evolutiva
  • Semelhança entre organismos de origens diferentes que, vivendo muito tempo no mesmo ambiente, são submetidos às mesmas pressões seletivas e acabam por se assemelharem.
anag nese e cladog nese
Anagênese e Cladogênese
  • Anagênese: uma população vai gradualmente se modificando devido ao aparecimento de um novo caráter ou alteração de caracteres já existentes.
  • Cladogênese: novas espécies surgem por irradiação adaptativa, a partir de uma população inicial através da seqüência de três etapas:
  • Isolamento geográfico.
  • Diversidade genética.
  • Isolamento reprodutivo.
sistem tica ou taxonomia
Sistemática ou Taxonomia
  • Reuni seres vivos com características semelhantes.
  • Dois tipos:
  • Artificial: escolhida arbitrariamente. Ex: Plantas são divididas em 3 grupos e animais em 2 grupos.
  • Natural: desenvolvimento embrionário, morfologia e fisiologia, estudo do cariótipo,
homologia e analogia
Homologia e Analogia
  • Órgãos homólogos: apresentam a mesma origem embrionária. Ex: braço do homem e nadadeira da baleia.
  • Órgãos análogos: realizam a mesma função. Ex: asas dos insetos e das aves.
as regras de nomenclatura
As Regras de Nomenclatura
  • No século XVIII o biólogo e botânico sueco Lineu estabeleceu uma série de regras para dar nome aos seres vivos.
  • 1° Regra: nomes escritos em latim ou grifado, obrigatório no mínimo dois. O primeiro é o gênero e o segundo a espécie.
  • 2° Regra: o nome do gênero sempre com a inicial maiúscula.
  • 3° Regra: o nome da espécie com inicial minúscula.
  • Ex: Pulexirritans, Taeniasoluim
  • Ex: Ascarislumbricoides
cladograma
Cladograma
  • Representação gráfica que traduz as relações de parentesco entre os grupos de seres vivos.
  • Nós: características pertencentes a um ancestral comum.