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FIDEDIGNIDADE. Universidade Católica de Goiás Departamento de Psicologia Psicometria Profª. Ms. Juliany Gonçalves Guimarães. Precisão / Fidedignidade. Fidedignidade: vem referenciando vários nomes: precisão, fidedignidade e confiabilidade.

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fidedignidade

FIDEDIGNIDADE

Universidade Católica de Goiás Departamento de PsicologiaPsicometria

Profª. Ms. Juliany Gonçalves Guimarães

precis o fidedignidade
Precisão / Fidedignidade
  • Fidedignidade: vem referenciando vários nomes: precisão, fidedignidade e confiabilidade.
  • Outros nomes resultam mais da técnica utilizada na coleta: estabilidade, constância, equivalência, consistência interna.
conceitua o
Conceituação

-  Característica que o instrumento deve possuir de medir sem erros;

-  Medir sem erros: medindo indivíduos na mesma ocasião ou em diferente, produzem resultados idênticos – a correlação deve ser 1. Ou seja, a correlação se afasta do 1 quanto maior for o erro cometido na medida;

- O problema da Fidedignidade era preferido na Psicometria Clássica mas perdeu importância na moderna em favor da validade;

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Coeficiente de Fidedignidade: resulta da análise estatística dos dados de uma única aplicação de um teste a uma amostra representativa. Visa verificar a consistência interna dos itens, verificando a congruência que cada item tem com o restante dos itens;

-  Coeficiente de Fidedignidade: correlação entre os escores dos mesmos sujeitos em 2 formas paralelas de testes. Assim, o coeficiente de fidedignidade se define como função de covariância entre as formas do teste pelas variâncias da mesma, isto é:

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coef. de precisão rtt = 1 – s2e (var. erro da medida)

s2t (var. total do teste)

-   Fidedignidade depende do tamanho da variância erro – fatores aleatórios

imprecisão do instrumento;

1 tipos de precis o teste reteste formas alternativas e consist ncia interna
1.  Tipos de Precisão: Teste-reteste, Formas Alternativas e Consistência Interna

1.1.A precisão teste-reteste:

Cálculo da correlação entre a distribuição de escores diferentes de tempo. A correlação 1 seria obtida se não houvesse variância erro – quanto mais longo o período de tempo entre a 1ª e a 2ª testagem, mais chances haverá de fatores aleatórios ocorrerem diminuindo o coeficiente de precisão;

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Crítica:

Fontes de erro: história, maturação, retestagem e as interações entre estes fatores. Graves dificuldades – questão de maturação (se o próprio traço matura, desenvolve, modifica). Esta análise da precisão torna-se errônea, dado a eventualidade de que a maturação do traço se procede diferencialmente para os diversos sujeitos testados. Além disso, (testes de aptidão) a testagem constitui um treinamento para os sujeitos, o que provocará diferenças na retestagem entre os mesmos, reduzindo o coeficiente de precisão.

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Para contornar essas dificuldades, outras análises foram elaboradas como as formas alternativas e consistência interna;
  • Assim, a fidedignidade de um instrumento diz respeito ao montante de variância verdadeira que ele produz comparada à variância erro, isto é, quanto maior a variância verdadeira e menor a variância erro, mais fidedigno o instrumento;
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1.2.Na precisão das formas alternativas:

Sujeitos respondem as 2 formas paralelas do mesmo teste e a correlação entre as 2 distribuições de escores que constituem o coeficiente de precisão. Condição – amostras de itens devem ser iguais em dificuldade e discriminação em ambas formas. Estes parâmetros podem ser verificados na TRI;

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Crítica:

2 formas são aplicadas em sucessão imediata, não eliminando totalmente o efeito do intervalo de tempo, resultando na possível introdução dos efeitos da história e do treinamento obtido ao responder a 1ª das formas; aparece efeito repetitório dado que os itens de ambas as formas são similares, produzindo efeitos motivacionais negativos. Alem disso, não é tarefa fácil construir formas alternativas, quando a construção de 1 só teste é difícil;

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1.3.A precisão da consistência interna:

Viabilizada através das técnicas estatísticas que visam verificar a homogeneidade da amostra de itens do teste, ou seja, a consistência interna. As técnicas mais utilizadas são: duas metades, Kuder-Richardson e Alfa de Cronbach – todas exigem a aplicação em uma única ocasião evitando a constância temporal.

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1.3.1. Duas metades:

O teste é dividido em duas partes equivalentes e a correlação é calculada entre os escores obtidos nas 2 metades. É fundamental emparelhar itens homogêneos. Como a correlação é influenciada pelo número de itens e esta vai ser calculada na metade, é necessário corrigir o coeficiente de precisão através da fórmula de Sperman-Brown;

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1.3.2. Kuder-Richardson: se baseia na análise de cada item individual. Aplicada quando a resposta é dicotômica – certo ou errado;

1.3.3. Alfa de Cronbach: extensão da Kuder. Resposta ao item pode assumir mais de 2 alternativas.

Coeficiente α: se todos os itens variarem do mesmo jeito (não haver diferenças individuais), o alfa será igual a 1 (itens homogêneos), produzindo a mesma variância. O coeficiente α vai de 0 a 1:

f rmula do coeficiente alfa
Fórmula do Coeficiente Alfa

α = n 1 - Σ Si2

n – 1 St2

Onde:

n: número de itens

Σ Si2 = soma das variâncias dos n itens

St2 = variância total dos escores do teste

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Quanto menor a variância do item – mais preciso é o item;
  • Quanto menor a soma das variáveis dos itens mais consistente e mais preciso é o teste;
  • Fatores que afetam a Fidedignidade:

Variabilidade da amostra e comprimento do teste – quanto maior a variância e o comprimento maior o coeficiente α.

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Importante: esta é uma das diferenças fundamentais entre a PC e a TRI: na PC a característica dos itens e do teste em sua totalidade dependem diretamente dos sujeitos (amostras) em que elas foram estabelecidas e um item depende dos outros itens do teste em sua característica individual, isto é, o item tem estas características e não outras (dificuldade e discriminação) porque está inserido neste conjunto de itens (teste).