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“A Nova Ciência da Mente” Uma História da Revolução Cognitiva Howard Gardner

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“A Nova Ciência da Mente” Uma História da Revolução Cognitiva Howard Gardner. Aluna: Leila Andrade Orientador : Prof. Cabral. Ciência Cognitiva: A Nova Ciência da Mente. Uma perspectiva histórica Definição Crenças centrais da Ciência Cognitiva

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a nova ci ncia da mente uma hist ria da revolu o cognitiva howard gardner

“A Nova Ciência da Mente”Uma História da Revolução CognitivaHoward Gardner

Aluna: Leila Andrade

Orientador : Prof. Cabral

ci ncia cognitiva a nova ci ncia da mente
Ciência Cognitiva: A Nova Ciência da Mente
  • Uma perspectiva histórica
  • Definição
  • Crenças centrais da Ciência Cognitiva
  • Características metodológicas ou estratégicas
  • Inputs teóricos fundamentais
  • Perpectivas Futuras
uma perspectiva hist rica o enigma da mente
Uma perspectiva Histórica“O Enigma da Mente”
  • A Cognitiva está profundamente enraizada na Filosofia (2.500)
    • Platão(Sócrates) – conhecimento inato
    • Aristóteles – conhecimento adquirido
  • Renascimento e o Iluminismo
    • Ciências Empíricas então emergentes
    • Pensadores como Descartes, Locke e Kant
  • Final do século XIX
    • Proliferação das novas Ciências
  • 1930
    • Behaviorismo
uma perspectiva hist rica o enigma da mente1
Uma perspectiva Histórica“ O Enigma da Mente”
  • Décadas de 40 e 50 – “Os efeitos da Guerra”
    • Avanço nos computadores

Alan Turing e Kenneth CraiK

    • Alexander Luria

Pacientes com lesão cerebral na Rússia

    • O simpósio Hixon (1948)
uma perspectiva hist rica o in cio da revolu o cognitiva
Uma perspectiva Histórica “O Início da Revolução Cognitiva”

O simpósio Hixon e o desafio ao Behaviorismo

  • Ocorreu em 1948. Esse congresso for a planejado com o intuito de facilitar as discussões sobre uma questão clássica : A forma pela qual o Sistema Nervoso controla o comportamento.
  • Alguns dos Palestrantes:
    • John von Neumann (matemático)
    • Warren Mc Culloch (matemático e neurofisiologista)
    • Karl Lashley (psicólogo)
uma perspectiva hist rica reconhecimento da ci ncia cognitiva
Uma perspectiva Histórica-Reconhecimento da Ciência Cognitiva
  • Uma data consensual: 11 de setembro de 1956:

Simpósio sobre Teoria da Informação realizado no MIT.

  • Alguns dos Artigos :
    • “Logic Theory Machine”- a primeira prova completa de um teorema em uma máquina computadora (Allen Newell e Hebert Simon)
    • “Três Modelos de Linguagem” – comprova que a linguagem tem todas as precisões formais da matemática. (Noam Chomsky).

“Saí do Simpósio com uma forte convição, mais intuitiva que racional, de que a psicologia experimental humana, a lingüística teórica e a simulação computacional de processos cognitivos eram todas partes de um todo maior, e de que o futuro veria uma crescente elaboração e coordenação de seus interesses comuns. …Eu venho trabalhando por uma ciência cognitiva há 20 anos, tendo começado antes de saber como chamá-la.”

O psicólogo George A. Miller – 1979.

defini o de ci ncia cognitiva
Definição de Ciência Cognitiva

“Defino a Ciência Cognitiva como um esforço contemporâneo com fundamentação empírica para responder questões epistemológicas de longa data – principalmente aquelas relativas à natureza do conhecimento, seus componentes, suas origens, seu desenvolvimento e seu emprego”

Howard Gardner

“A nova Ciência da Mente” – 1885

Editora Edusp

ci ncia cognitiva ou ci ncias cognitivas
Ciência Cognitiva ou Ciências Cognitivas ??

“Atualmente , a maioria dos cientistas cognitivos é proviniente das fileiras de disciplinas específicas – em especial,da filosofia, da psicologia, da inteligência Artificial, da lingüística, da antropologia e da neurociência(Eu me referirei a essas disciplinas conjuntamente como“Ciências Cognitivas”).

“Há esperança de que algum dia os limites entre estas disciplinas possam ser atenuados ou talvez desaparecer completamente, produzindo uma só Ciência Cognitiva unificada”.

Howard Gardner

cren as centrais da ci ncia cognitiva
Crenças Centrais da Ciência Cognitiva
  • Representações Mentais:

“A crença de que, ao discutir atividades cognitivas humanas, é necessário falar de representações mentais e criar um nível de análise totalmente separado do biológico ou neurológico, por um lado, e do sociológico ou cultural, por outro.”

  • O computador como ferramenta essencial para qualquer compreensão da mente humana:

“É útil como o Modelo mais viável de como a mente humana funciona.”

caracter sticas metodol gicas ou estrat gicas
Características Metodológicas ou Estratégicas
  • Não considerar a influência de fatores afetivos ou emoções, contribuição de fatores históricos e culturais e contexto de fundo (no qual ocorrem atitudes ou pensamentos particulares.

“Decisão deliberada de não enfatizar certos fatores que podem ser importantes para o funcionamento cognitivo, mas cuja inclusão neste momento complicaria desnessariamente o empreendimento cognitivo-científico.”

  • Ganhos significativos com estudos interdisciplinares.
  • Questões e preocupações da tradição filosófica, que remonta ao tempo dos gregos.“Como percebemos o mundo,

O grau de racionaliade humana …”

inputs te ricos fundamentais
Inputs Teóricos Fundamentais
  • Matemática e Computação,
  • Modelo Neuronal,
  • A Síntese Cibernética,
  • A Teoria da Informação,
  • Síndromes Neuropsicológicas.
inputs te ricos fundamentais matem tica e computa o
Inputs Teóricos FundamentaisMatemática e Computação
  • O desenvolvimento da matemática e da lógica:

Alan Turing desenvolveu estudo teórico um lógico-matemático mais tarde denominado “Máquina de Turing”(1936) – uma máquina simples capaz, em prncípio, executar qualquer cálculo concebível. Para fins de ilustração, Turing considerou uma máquina que utilizava código binário (0 e 1).

“Teste de Turing” (1950) - Teste para refutar qq um que não acredite que o computador pode realmente pensar. Se um observador não é capaz de distinguir as respostas de um computador programado das de um ser humano, diz-se que a máquina passopu no teste de Turing”.

  • John von Neumann, baseado nas idéias de Turing desenvolveu a idéia poderosa de um programa armazenado.
inputs te ricos fundamentais modelo neuronal
Inputs Teóricos FundamentaisModelo Neuronal
  • Warren McCulloch e Walter Pitts (1943).

Mostraram que as operações de uma célula nervosa e suas conexões com outras células nervosas (uma assim chamada rede neural) podiam ser modeladas em termos da lógica.”Os neurônios poderiam ser pensados como enunciados lógicos e a propriedade de tudo-ou-nada dos impulsos (ou não impulsos) nervosos poderia ser comparado à operação do cálculo proposicional (onde uma proposição ou é verdadeira ou é falsa). A + B  C

Além disso a analogia entre neurônios e lógica poderia ser pensada em termos elétricos – como sinais que passam, ou deixam passar, através de um circuito.

“Qualquer coisa que possa ser descrita de forma exaustiva e inequívoca … é … realizável por uma rede neural finita apropriada.” John von Neumann

inputs te ricos fundamentais a s ntese cibern tica
Inputs Teóricos FundamentaisA Síntese Cibernética
  • Norbert Wiener – Livro Cybernetics(1948):

“Ele enfatizou a sua crença, de que o funcionamento do organismo vivo e a operação das novas máquinas de comunicação exibiam paralelos cruciais.”

“Nós decidimos chamar todo o campo da teoria do controle e da comunicação, seja máquina ou no animal, pelo nome Cibernética”.

inputs te ricos fundamentais a teoria da informa o
Inputs Teóricos FundamentaisA Teoria da Informação

Claude Shannon, engenheiro eletricista do MIT (a quem se atribui a criação da Teoria da Informação).

  • Ele percebeu que os princípios da lógica (em termos das proposições verdadeiras e falsas) podem ser usados para descrever os dois estados (ligado e desligado) de interruptores de relés eletromecânicos. Na sua dissertação de mestrado ele “Sugere que circuitos elétricos poderiam conter operações fundamentais do pensamento.”
  • “noção-chave da teoria da informação: que a informação pode ser concebida de uma forma totalmente divorciada de qualquer conteúdo ou assunto específico. A unidade básica da informação é o bit (binary digit).”
inputs te ricos fundamentais s ndromes neuropsicol gicas
Inputs Teóricos FundamentaisSíndromes Neuropsicológicas

Lesões cerebrais indicando como funcionaria o cérebro normal.

  • Muito se aprendeu a respeito da afasia(déficit de linguagem), agnosia(dificuldade para reconhecer) e outroas formas de patologia mental por conseqüência de lesões cerebrais.
  • Quando os pesquisadores neuropsicológicos começaram a comunicar suas descorbertas uns aos outros, notou-se que havia uma convergência considerável, que ultrapassava até mesmo fronteiras culturais e lingüísticas.
conclus o
Conclusão

“ De uma perspectiva contemporânea, parece evidente que pelo menos três condições tinham de ser cumpridas antes que o sonho de uma ciência cognitiva integrada pudesse se realizar: Em primeiro lugar, foi necessário demonstrar as inadequações da abordagem behaviorista; Em segundo lugar, as limitações específicas de cada ciência social tiveram de ser reconhecidas. Finalmente, o advento do computador foi necessário para fornecer o ímpeto final para uma nova ciência cognitiva.”

Howard Gardner