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Análise e Projeto de Sistemas

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Análise e Projeto de Sistemas. Renato O. Violin. Porque modelagem?. Os modelos ajudam a visualizar como o sistema é ou como desejamos que ele fosse . Os modelos permitem especificar a estrutura ou o comportamento de um sistema. Os modelos proporcionam um guia para a construção do sistema.

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Análise e Projeto de Sistemas


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Presentation Transcript
porque modelagem
Porque modelagem?
  • Os modelos ajudam a visualizar como o sistema é ou como desejamos que ele fosse.
  • Os modelos permitem especificar a estrutura ou o comportamento de um sistema.
  • Os modelos proporcionam um guia para a construção do sistema.
  • Os modelos documentam as decisões tomadas.
aten o
Atenção!
  • Deve-se descrever o sistemasemconsiderarqualquertipo de restriçãotecnológica.
    • Linguagem de programação.
    • Framework.
    • Sistemaoperacional.
    • Banco de dados.
t cnicas de an lise
Técnicas de Análise
  • Análise tradicional:
    • Apenas perspectiva funcional.
    • Utilizava como ferramentas textos e fluxogramas.
  • Análise estrutural:
    • Perspectiva funcional e de dados.
    • Utilização de DFD, dicionário de dados etc.
  • Análise essencial:
    • Perspectiva funcional, de dados e controle.
    • Utiliza tabelas de eventos e diagramas de transição.
introdu o
Introdução
  • Modelo essencial está focado nos aspectos mais essenciais e fundamentais do problema.
  • Organiza o estudo do problema em:
    • Modelagem ambiental (visão externa).
    • Modelagem comportamental (visão interna).
atividades da modelagem ambiental
Atividades da Modelagem Ambiental

A1. Elaborar a declaração dos objetivos do sistema.

A2. Elaborar o diagrama de contexto.

A3. Construir a lista de eventos.

atividades da modelagem comportamental
Atividades da Modelagem Comportamental

C1. Elaborar o Diagrama do Modelo Entidade-Relacionamento;

C2. Elaborar o Diagrama de Estrutura de Dados;

C3. Normalizar as Estruturas de Dados;

C4. Elaborar o Dicionário de Dados;

C5. Elaborar o Diagrama de Fluxo de Dados;

C6. Elaborar as Miniespecificações;

C7. Elaborar o Diagrama de Transição de Estados.

a1 declara o dos objetivos do sistema
A1. Declaração dos objetivos do sistema
  • Especificar o que o sistema deverá responder frente aos problemas existentes na organização.
  • Deve refletir os principais desejos dos usuários.
    • Primeiro contato com o cliente.
    • Entrevistas com os principais usuários.
a1 declara o dos objetivos do sistema1
A1. Declaração dos objetivos do sistema
  • O analista deve redigir um texto breve para a:
    • A gerência;
    • A equipe de desenvolvimento do projeto;
    • Os representantes da empresa que solicitaram o sistema;
    • Os futuros usuários.
a1 declara o dos objetivos do sistema2
A1. Declaração dos objetivos do sistema
  • Exemplo:
    • O objetivo deste sistema é apoiar o controle acadêmico da Escola de Línguas Fale Fácil, atuando nos processos de matrícula, acompanhamento de alunos e controle de caixa, disponibilizando informações estratégicas para que a Diretoria administre a instituição.
a2 diagrama de contexto
A2. Diagrama de Contexto
  • Apresenta uma visão de alto nível do sistema analisado, mostrando-o como uma “caixa-preta”. Ainda não sabemos o que ocorre internamente.
  • Mostra os limites de atuação do sistema.
a2 diagrama de contexto1
A2. Diagrama de Contexto
  • Entidade externa:
    • Fonte ou destino do fluxo.
    • Algo situado fora do sistema.
    • Pode ser usuários ou outros sistemas.
  • Fluxo de dados:
    • Mostra os dados que estão entrando/saindo.
    • Utiliza breves descrições.
a3 lista de eventos
A3. Lista de Eventos
  • Baseado no levantamento de requisitos.
    • Entrevistas com usuários.
    • Observação da execução dos processos.
    • Análise de documentos.
    • Brainstorm.
  • O requisito deve ser descrito na forma:
    • O sistema deve emitir relatório de vendas.
    • O sistema deve cadastrar notas do aluno.
    • O sistema deve cadastrar faltas do aluno.
    • O sistema deve emitir boletim do aluno.
a3 lista de eventos1
A3. Lista de Eventos
  • O sistema deve responder às solicitações (estímulos).
  • Os estímulos são os ativadores do sistema.
  • Cada estímulo é associado um evento externo.
  • Todo estímulo dispara uma função do sistema.
  • Todo estímulo produz uma resposta.
a3 lista de eventos2
A3. Lista de Eventos
  • Exemplo:
    • Quando uma secretária matricula um aluno, temos um evento.
    • A matrícula do aluno é o estímulo.
    • A resposta do sistema é responder se o aluno foi ou não matriculado
a3 lista de eventos3
A3. Lista de Eventos
  • Tipos de eventos:
    • Eventos orientados a fluxo de dados.
    • Eventos temporais.
    • Eventos orientados a fluxo de controle.
a3 lista de eventos4
A3. Lista de Eventos
  • Eventos orientados a fluxo de dados:
    • São aqueles disparados por entidades externas que enviam solicitações de manutenção de dados (inclusão, alteração ou exclusão), consultas ou relatórios.
  • Exemplos:
    • Secretária matricula aluno;
    • Secretária altera dados de aluno;
    • Gerente emite relatório de fechamento de caixa.
a3 lista de eventos5
A3. Lista de Eventos
  • Eventos temporais:
    • São disparados por uma informação relativa a um determinado intervalo de tempo predefinido.
  • Exemplo:
    • É hora de cancelar a reserva do hospede.
    • É hora de gerar relatório de fechamento de despesas do hóspede.
a3 lista de eventos6
A3. Lista de Eventos
  • Eventos orientados a fluxo de controle:
    • Tem como característica a ativação por um fluxo de controle na forma de uma variável binária.
  • Exemplos:
    • A diretoria autoriza o pagamento de uma fatura;
    • O nível mínimo do estoque é atingido.
c1 modelagem entidade relacionamento
C1. Modelagem Entidade-Relacionamento
  • É um dos instrumentos de análise mais importante do modelo essencial, e apresenta três construtores para a representação da semântica dos dados:
    • Entidades.
    • Atributos.
    • Relacionamentos.
c1 modelagem entidade relacionamento2
C1. Modelagem Entidade-Relacionamento
  • Para começar, devemos tomar todas as funções de entrada/processamento/saída.
  • Essas funções foram levantadas na lista de eventos e requisitos do sistema.
c1 modelagem entidade relacionamento4
C1. Modelagem Entidade-Relacionamento
  • Da lista anterior, localizar quais seriam as possíveis entidades.
    • Professores.
    • Turmas.
    • Alunos.
    • Matrículas.
    • Recebimentos.
    • Presença.
    • Notas.
c1 modelagem entidade relacionamento5
C1. Modelagem Entidade-Relacionamento

N

N

Modelo Entidade-Relacionamento

c1 modelagem entidade relacionamento6
C1. Modelagem Entidade-Relacionamento
  • Outro exemplo:

Modelo Entidade-Relacionamento

c2 diagrama de estrutura de dados
C2. Diagrama de Estrutura de Dados
  • Também conhecido como modelo lógico de dados.
  • É um esquema que representa o projeto de um banco de dados, especificando sua estrutura lógica:
    • Atributos chave.
    • Chave estrangeiras.
    • Relacionamentos.
c2 diagrama de estrutura de dados1
C2. Diagrama de Estrutura de Dados
  • Exemplo:
    • Usuários= {Código do usuário, nome do usuário, login, senha, perfil do usuário}
    • Cursos = {Código do curso, nome do curso}
    • Turmas = {Código da turma, Ano, Semestre, Data de início, Código do Curso, Código do Professor}
    • Professores= {Código do professor, nome do professor}
c3 normaliza o dos dados
C3. Normalização dos Dados
  • É um processo para derivar tabelas e eliminar ambiguidades.
  • Objetivos:
    • Garantir a integridade dos dados.
    • Organizar e dividir as tabelas de maneira eficiente, eliminando redundâncias.
  • Formas normais: 1FN, 2FN, 3FN, 4FN, 5FN.
c4 dicion rio de dados
C4. Dicionário de Dados
  • É um repositório de informações sobre os componentes do sistema
  • Detalhamos cada atributo das entidades.
c5 diagrama de fluxo de dados dfd
C5. Diagrama de Fluxo de Dados (DFD)
  • No Diagrama de Contexto temos uma visão gráfica do modelo funcional do sistema.
  • No DFD, vamos detalhar melhor o processo de entrada/processamento/saída dos dados:
    • Entidades externas.
    • Processos.
    • Fluxo de dados.
    • Depósito de dados.
c5 diagrama de fluxo de dados dfd1
C5. Diagrama de Fluxo de Dados (DFD)
  • Entidades externas:
    • É um elemento do ambiente que atua como fonte ou destino de dados e informações que entram ou saem do sistema.
    • Pode ser uma entidade Pessoa, outro Sistema ou outro Setor dentro da empresa.
c5 diagrama de fluxo de dados dfd2
C5. Diagrama de Fluxo de Dados (DFD)
  • Fluxo de Dados:
    • Representa os dados que entram e saem dos processos para uma entidade externa ou um repositório.
c5 diagrama de fluxo de dados dfd3
C5. Diagrama de Fluxo de Dados (DFD)
  • Processos:
    • É a entidade mais importante do diagrama.
    • É a partir dela que as entradas são transformadas nas saídas desejadas.
    • Deve ser descrito em uma única palavra ou sentença simples e com verbos no infinitivo.
c5 diagrama de fluxo de dados dfd4
C5. Diagrama de Fluxo de Dados (DFD)
  • Depósito de Dados:
    • Representa uma estrutura para armazenamento e recuperação de dados.
    • Pode ser consultado ou pode receber novos dados, mas não pode exercer nenhuma ação por si próprio.
    • Seta em direção ao depósito, é sinal de inclusão, alteração ou exclusão de dados.
    • Seta em direção ao processo, é sinal de consulta ou leitura de dados.
c6 miniespecifica es
C6. Miniespecificações
  • Tem como objetivo descrever os processos em uma linguagem que os envolvidos no projeto, especialmente programadores, possam entender facilmente.
  • Trata especificamente das regras de negócio.
  • Enquanto o DFD mostra como as entidades interagem, a especificação diz exatamente o que o processo faz.
c6 miniespecifica es1
C6. Miniespecificações
  • Técnicas de especificação:
    • Português Estruturado.
    • Pseudocódigo.
    • Tabela de decisão.
    • Arvore de decisão.
c6 miniespecifica es2
C6. Miniespecificações

1. Português estruturado:

  • Uma versão adaptada do nosso idioma, com ênfase em verbos – de preferência no modo imperativo.
c6 miniespecifica es3
C6. Miniespecificações
  • Exemplo: Emitir aviso de situação do aluno

Para cada aluno no arquivo de alunos:

1. Coloque a matrícula, nome e endereço do aluno no formulário de aviso.

2. Para cada código da disciplina cursada pelo aluno, existente no arquivo de avaliações:

Obtenha, a partir do arquivo de disciplinas, o nome da disciplina.

Obtenha, a partir do arquivo de avaliações, a média final do aluno na disciplina.

Coloque, no formulário de aviso o código, o nome e a média final da disciplina cursada pelo aluno.

3. Calcule o total de disciplinas em que o aluno obteve média final menor que 5

    • (CASO 1) nenhuma disciplina com média final menor do que 5.
      • Coloque no formulário a expressão "APROVADO".
    • (CASO 2) mais de três disciplinas com médias finais menores que 5.
      • Coloque no formulário a expressão "REPROVADO".
    • (CASO 3) menos de quatro disciplinas com médias finais menores que 5.
      • Coloque no formulário a expressão "EM RECUPERAÇÃO".
c6 miniespecifica es4
C6. Miniespecificações

2. Pseudocódigo:

  • Mais popular e bem próxima de uma linguagem de programação.
c6 miniespecifica es5
C6. Miniespecificações

3. Tabela de decisão:

  • Expressar em forma de tabela um conjunto de condições necessárias para executar determinada ação.
c6 miniespecifica es6
C6. Miniespecificações

4. Árvore de decisão:

  • Representação alternativa para a tabela de decisão.
c7 diagrama de transi o de estados
C7. Diagrama de Transição de Estados
  • Utilizado para modelar sistemas em tempo real, onde depende-se do tempo e estado de execução:
    • Controle de tráfego aéreo.
    • Sistemas militares.
    • Sistemas de navegação de automóveis.
concluindo
Concluindo...
  • Vimos as ferramentas que permitem examinar o sistema do ponto de vista de funções e de fluxo de dados.
  • Modelagem ambiental: visão geral do sistema e sua comunicação com entidades externas.
  • Modelagem comportamental: visão detalhada de como implementar as funções do sistema.

Próximo assunto: UML e a abordagem Orientada a Objetos.