CURATIVOS
Download
1 / 42

- PowerPoint PPT Presentation


  • 140 Views
  • Uploaded on

CURATIVOS Profa Ms Rejane Gonçalves. ANATOMIA DA PELE A pele é constituída de duas camadas principais – a epiderme e a derme. Cada uma delas é composta de tipos de tecidos diferente e tem funções distintas.

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about '' - judith


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
Curativos profa ms rejane gon alves

CURATIVOS

Profa Ms Rejane Gonçalves


Curativos profa ms rejane gon alves

ANATOMIA DA PELE

A pele é constituída de duas camadas principais – a epiderme e a derme.

Cada uma delas é composta de tipos de tecidos diferente e tem funções distintas


Curativos profa ms rejane gon alves

A epiderme, a camada mais externa da pele, e fina e avascular; e costuma regenerar-se em 4 a 6 semanas. Suas funções básicas são manter a integridade da pele e atuar como barreira física. Constituída por várias camadas de células, a epiderme contém cinco subcamadas – o estrato córneo, mais externo; o estrato lúcido; o estrato granuloso; o estrato espinhoso, e a camada mais interna, o estrato germinativo, ou camada de células basais.

O estrato germinativo liga a epiderme a segunda e mais espessa das camadas da pele, a derme.


Curativos profa ms rejane gon alves

A função da derme é oferecer resistência, suporte, sangue e oxigênio à pele. Essa camada contém vasos sanguíneos, folículos pilosos, vasos linfáticos, glândulas sebáceas e glândulas sudoríparas. A derme é composta de fibroblastos, colágeno e fibras elásticas.

Os fibroblastos são responsáveis pela formação de colágeno, substância matricial, e proteínas de elastina. O colágeno dá resistência à pele e a elastina é responsável pelo rechaço cutâneo.

Espessos feixes de colágeno ligam a derme ao tecido subcutâneo e às estruturas de suporte subjacentes, como fáscia, músculo e ossos.


Curativos profa ms rejane gon alves

O tecido subcutâneo é composto pelos tecidos adiposo e conjuntivo, além de grandes vasos sanguíneos, nervos e vasos linfáticos.

A espessura da epiderme, da derme e subcutâneo variam entre diferentes pessoas e partes do corpo.


Curativos profa ms rejane gon alves

ANATOMIA DA PELE conjuntivo, além de grandes vasos sanguíneos, nervos e vasos linfáticos.


Curativos profa ms rejane gon alves

FISIOLOGIA DA PELE conjuntivo, além de grandes vasos sanguíneos, nervos e vasos linfáticos.

A pele é o maior órgão do corpo humano, constituindo cerca de 10% do peso corporal. Está constantemente exposta a agressões físicas, químicas e mecânicas, que podem ter conseqüências físicas permanentes ou não.


Curativos profa ms rejane gon alves

As seis funções da pele são: conjuntivo, além de grandes vasos sanguíneos, nervos e vasos linfáticos.

Proteção: a pele atua como barreira física contra microrganismos e outras substâncias estranhas, protegendo contra infecções e perda excessiva de líquidos.

Sensibilidade: as terminações nervosas da pele permitem que a pessoa sinta dor, pressão, calor e frio.

Termorregulação: a pele ajuda a regular a temperatura corporal mediante vasoconstrição, vasodilatação e sudorese.


Curativos profa ms rejane gon alves

Excreção: a pele ajuda na termorregulação, mediante a excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

Metabolismo: a síntese de vitamina D na pele exposta à luz solar, por exemplo, ativa o metabolismo de cálcio e fosfato, minerais que desempenham um papel importante na formação óssea.

Imagem Corporal: a pele detalha a nossa aparência, identificando de modo único cada indivíduo.


Curativos profa ms rejane gon alves

ASPECTOS PSICOLÓGICOS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

Mantendo a metodologia de atendimento holístico do assistido não devemos pensar simplesmente em sua lesão cutânea, mas sim nele como um todo... Integrando corpo e alma!

Sabemos que a manifestação da ferida pode ter várias origens, podendo inclusive denotar o nível de desenvolvimento de uma população.


Curativos profa ms rejane gon alves

  • CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

  • Quanto à causa:

  • Define o mecanismo de ação são:

  • traumáticas

  • cirúrgicas

  • patológicas etc.


Lcera de dec bito
Úlcera de decúbito excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

  • Úlcera de decúbito é uma lesão que pode comprometer a epiderme, derme, o tecido muscular e as aponeuroses devido à compressão direta dos tecidos corporais, o que diminui o fluxo sanguíneo, provocando trombose capilar e prejudicando a nutrição da região sob compressão (COMARU e CAMARGO, 1971).

  • Úlcera de pressão também pode ser definida como qualquer lesão causada por pressão não aliviada que resulta em danos nos tecidos adjacentes.


Causas
Causas excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

  • A causa direta é a pressão, que tem duas forças.

  • Força de compressão: é a pressão vertical que o peso do corpo exerce sobre os tecidos através das proeminências ósseas.

  • Força de cisalhamento:”shearing force" - quando o paciente está semi-sentado e ocorre deslizamento do corpo, o esqueleto desliza sobre as estruturas musculares, provocando grande sofrimento das partes moles.


Fatores predisponentes
Fatores predisponentes excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

  • Pressão constante ou prolongada sobre as proeminências ósseas.

  • Perda da tonicidade muscular.

  • Exacerbação da motricidade involuntária com contínuas contrações musculares → atrito.

  • Politraumatizados ou comatosos → forçados a grandes períodos no leito e no mesmo decúbito.

  • Obesidade → maior superfície corporal em contato com o leito.

  • Emagrecimento ou vitalidade diminuída.

  • Presença de umidade → fezes e urina.

  • Falta de condições de higiene → presença de migalhas, dobras nos lençóis, resíduo de sabão.

  • Presença de edema, caquexia, infecções, desidratação.

  • Pele frágil, debilitada ou sensível e alergias a esparadrapo ou medicamentos.

  • Permanência prolongada com a comadre ou papagaio.

  • Circulação debilitada.

  • Idade avançada.

  • Febre prolongada.

  • Infecções.


Reas de maior incid ncia
Áreas de maior incidência excreção de resíduos, como eletrólitos e água.


Preven o
Prevenção excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

  • identificar o paciente de risco na admissão (avaliação da condição física, condição mental, atividade e mobilidade, incontinência);

  • vigilância e documentação constante de alterações na pele;

  • manutenção da higiene;

  • mudanças de decúbito, alivio da pressão e proteção das proeminências ósseas.


Preven o referente aos cuidados com a pele
Prevenção referente aos cuidados com a pele excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

  • Limpar a pele sempre que necessário.

  • Evitar água quente, usar agente de limpeza suave, não deixar resíduos, hidratar, minimizar a força e a fricção da pele durante a limpeza.

  • Evitar massagens nas proeminências ósseas, pois podem acarretar danos.

  • Minimizar exposição da pele à umidade (casos de incontinência, usar fraldas).

  • Posicionamento adequado, evitando a força de fricção e de cisalhamento.

  • Se houver ingestão dietética inadequada, tentar suprir.

  • Melhorar mobilidade, exercidos ativos e passivos, massagens orientadas.

  • Todas as intervenções devem ser monitoradas e documentadas.


Recursos para aliviar a press o
Recursos para aliviar a pressão excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

  • Colchões (de ar) de pressão alternada.

  • Colchão de água

  • Colchão de alpiste.

  • Colchão caixa de ovos (espuma).

  • outros recursos para aliviar pressão como: pêlo de carneiro, almofadas e travesseiros, cama de serragem, areia, silicone-gel, lama, etc.


Ferida operat ria
Ferida Operatória excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

  • Definição: aquela produzida cirurgicamente por um instrumento cortante.


Ferida operat ria1
Ferida Operatória excreção de resíduos, como eletrólitos e água.


Curativos profa ms rejane gon alves

  • CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

  • Quanto à morfologia:

  • Localização

  • Número

  • Dimensão

  • profundidade.


Curativos profa ms rejane gon alves

  • CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

  • Quanto ao grau de contaminação:

  • limpa

  • Contaminada

  • Infectada.


Curativos profa ms rejane gon alves

CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

Quanto à característica do exsudato:

Descreve a sua presença ou ausência, aspecto, coloração e odor.


Curativos profa ms rejane gon alves

CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

Quanto à característica do leito da ferida:

Necrótico, fibrinoso, necrótico-fibrinoso, granulação e epitelização.


Curativos profa ms rejane gon alves


Curativos profa ms rejane gon alves

CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

Segundo a Cor:

Vermelha: indica tecido de granulação saudável e limpo. Quando uma ferida começa a cicatrizar, cobre seu leito uma camada de tecido de granulação róseo-pálido, que posteriormente torna-se vermelho-vivo.


Curativos profa ms rejane gon alves

CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

Segundo a Cor:

Amarelo:indica a presença de exsudato ou secreção e a necessidade de limpeza da ferida. O exsudato pode ser amarelo-claro, amarelo-cremoso, amarelo-esverdeado ou bege.


Curativos profa ms rejane gon alves

CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

Segundo a Cor:

Preta: indica a presença de necrose. O tecido necrótico torna mais lenta a cicatrização e proporciona um local para proliferação de microrganismos.


Curativos profa ms rejane gon alves

ASPECTOS ÉTICOS NO TRATAMENTO DE FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

IMPERÍCIA

É execução de uma função sem a plena capacidade para tal.

E cometer um erro por falta de conhecimento ou habilidade, como, por exemplo, um acadêmico ou profissional não habilitado que realiza o procedimento do curativo de forma inadequada.


Curativos profa ms rejane gon alves

ASPECTOS ÉTICOS NO TRATAMENTO DE FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

IMPRUDÊNCIA

É o erro cometido com conhecimento das regras, porém não executado com as cautelas exigidas no tratamento da ferida.

Por exemplo, o profissional preparado insistisse em realizar um curativo sem o diagnóstico ou material adequado, ou caso o acadêmico, desacompanhado de seu instrutor, executasse o curativo sem a plena convicção do diagnóstico e, ainda, sem solicitar auxílio.


Curativos profa ms rejane gon alves

ASPECTOS ÉTICOS NO TRATAMENTO DE FERIDAS excreção de resíduos, como eletrólitos e água.

NEGLIGÊNCIA

Não obstante todas essas condutas tenham de ser evitadas, a negligência é considerada, no âmbito ético-profissional, a mais grave dos três. É o erro cometido com consciência de como deve ser feito o tratamento da ferida e sem a existência de algum fator de impedimento, porém, por mero desleixo, menosprezo ou indolência, não é realizado adequadamente.