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Cultura Escolar e Currículo: conceitos básicos

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Equipe Pedagógica Nre-Londrina. Cultura Escolar e Currículo: conceitos básicos.

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Presentation Transcript
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Cheguei a uma conclusão aterrorizante! Sou eu o elemento decisivo na sala de aula. É a minha abordagem pessoal que cria o clima. É o meu estado e ânimo diário que dita o tempo. Como professor, possuo o tremendo poder de tornar a vida de uma criança miserável ou cheia de alegria.

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Posso ser um instrumento de martírio ou de inspiração divina. Posso humilhar ou alegrar, ferir ou cicatrizar. Em todas as situações é a minha atitude que determinará se uma crise será bem ou mal conduzida e, então, uma criança poderá ser humanizada ou marginalizada.Haim Ginott

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Como toda boa reflexão pede questionamentos, lanço, de antemão, alguns:O que é ser professor? Quais são os pressupostos?
vamos iniciar tentando refletir sobre o que ser professor
Vamos iniciar tentando refletir sobre: O que é ser professor?

A etimologia da palavra nos diz: Professor - palavra do séc. XIV, do latimprofiteri = declarar publicamente, ensinar em público, professar, o que se dedica a, o que cultiva; professar = declarar em voz alta, ter um sentimento, uma crença.

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Das definições apresentadas, gostaria de destacar a seguinte: “professor é aquele declara em voz alta ter um sentimento, uma crença.” E relacioná-la a um segundo sentido: “o que se dedica a, o que cultiva”.

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Professor é aquele que professa uma crença! Qual é a crença?- Acreditar em nossas ações e em nossos conhecimentos; - Acreditar em nossos educandos e em sua capacidade de aprender.É essencial percebermos que só professa quem se compromete.

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A palavra professor traz, em seu sentido, o comprometimento com... Este é o caminho para que possamos acreditar em nossas ações, nossos conhecimentos, nossos educandos. Como comprometer-se?Professor é aquele que se dedica, cultiva.

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Etimologia da palavra compromisso:Compromisso - palavra do séc. XII, do latim jurídico compromittere = remeter à decisão de um árbitro. Deste sentido fundamental, passamos ao de "aceitar um compromisso". Atualmente, arranjamento no qual se fazem concessões mútuas, tomar parte ou envolver-se em.

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A etimologia da palavra professor traz, além do compromisso, o “cultivo de” – lat. Cultivare: desenvolver, aperfeiçoar pelo culto, cuidado, trato contínuo.

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Segunda constatação:a palavra professor traz, em seu sentido, também o sensibilizar. Pois, só cuidamos ou desenvolvemos algum tipo de trato para aquilo que nos é “caro”, para o que nos sensibiliza.

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Sensibilizar - lat. sensibilis, é o que está sujeito aos sentidos, sensível; capaz de sentir e captar o que existe e de expressá-lo; ligar por ato solidário; tornar-se emocionalmente consciente e compreensivo.

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Ser professor é:professar algum sentimento – quem professa está comprometido com – comprometer-se é cultivar – só cultiva quem é sensível a... é solidário com ...

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Reflexão:Nós somos professores de sensibilidade, de cultivo e de compromisso?Elemento central de nossa reflexão: nós, professores.
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Três tópicos desta reflexão: Ser professor é: professar algum sentimento, uma crença; Ser professor é: comprometer-se, é cultivar; Ser professor é: ser sensível a ... é estar solidário com...

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Em que o professor deveria acreditar? Acreditar em si, nos seus conhecimentos, no seu aluno, ou seja, acreditar no ensino.Sabemos o que é ensinar?

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A etimologia da palavra: Ensinar - palavra do séc. XII, do latim popular insignare, pelo clássico insignire = colocar uma marca, assinalar, designar; palavra derivada de signum = signo.

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Ao ensinar, realizamos marcas, e estas nos fazem perceber que ser professor é acreditar na vida. Esta deveria ser a nossa crença.Acreditamos na vida, e só podemos ensinar, deixar marcas, quando acreditamos que a “aprendizagem é vida”[1].[1] MATURANA, H. ; VARELA F. A árvore do conhecimento. São Paulo: Palas Athenas, 2001.

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Aprender e viver são ações indissociáveis, que envolvem várias dimensões humanas e não somente a racionalidade. Se aprendizagem é vida, viver é sentir; portanto, racionalidade, emoções, sentimentos, instintos, consciente e inconsciente participam da aprendizagem.

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Talvez o fracasso de nosso sistema escolar esteja muito vinculado à ação impossível que muitos educadores, baseados em diversas teorias educacionais, empreenderam no sentido de reconhecer a si mesmo e ao educando como uma grande cabeça racional.

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Precisamos refletir sobre que tipo de marcas cunhamos no educando, se estas são realmente necessárias a ele, se realmente favorecem o seu crescimento. As verdades que professamos, em que acreditamos sempre expressarão algum tipo de sentimento.Professar é expressar sentimento.

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O auto-reconhecimento é inevitável para o entendimento pleno de que vida e aprendizagem são inseparáveis; para entendermos e reconhecermos o educando como um ser total. E, portanto, seus êxitos ou fracassos escolares não estão intimamente vinculados somente à inteligência racional; à valorização excessiva do logos (razão).

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Aprender - palavra do séc. XII, do latim popular aprendere: tomar posse materialmente; alguns autores eclesiásticos deram o sentido de "tomar posse pelo espírito"; mais tarde, passou a denominar-se "se familiarizar com alguma coisa", depois a "aprender a conhecer por si" e, enfim, de "fazer conhecer alguma coisa pelo outro".

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No francês moderno, por exemplo, há dois sentidos:o subjetivo, que é adquirir um conhecimento, seja pelo intelecto ou pela experiência; e o objetivo, que é fazer conhecer, levar ao conhecimento de alguém.

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se o ensinar traz implícito inevitavelmente o aprender, o inverso também é verdadeiro: o aprender também traz o ensinar.Ambos trazem a idéia de viver, sentir, desejar!“Desejar e Querer”: verbos que precisam ser sentidos, vivenciados por todos os agentes envolvidos no processo educativo.

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“Todo conhecimento tem uma inscrição corporal e se apóia numa complexa interação sensorial. O conhecimento humano nunca é pura operação mental. Toda a ativação mental da inteligência está entretecida de emoções”. ASSMANN, H. Metáforas novas para reencantar a educação: epistemologias e didática. p. 33.

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Assmann[1] afirma que vida é diversidade (diferença). Podemos então questionar: como considerar um ser humano sem diferenças? Como acreditar em uma escola de iguais?[1] Ibidem, p. 32

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A escola atual parece negar que as diferenças individuais e a diversidade da vida presente nas pessoas são partes essenciais do processo de ensino e aprendizagem.

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Ao mesmo tempo, há uma contradição:Apesar de negar as diferenças, a escola reconhece que aprendizagem é construção de conhecimento.Isso supõe considerar diferenças!Construir conhecimentos negando diferenças é impossível.

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Só há situações reais de aprendizagem onde há o comprometimento de ensinar por parte do professor, e de aprender por parte do educando.Aliança = compromisso entre diferentes.

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Uma “escola para todos” deve considerar as diversidades individuais, e não negá-las a favor da homogeneidade.
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Colocar a escola em sintonia com a diversidade da vida humana, pois o humano é diverso. As marcas que imprimimos nos educandos são únicas e próprias, mas é preciso estar atento, pois eles também imprimem marcas em nós.

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Problemas pedagógicos da escola = sinais positivos. Os “ditos problemas” = indícios da necessidade de avaliarmos nosso modelo educativo e, ao mesmo tempo, pistas para uma nova organização.

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“Ditos problemas” = diferenças.Diferenças = qualidade do que é diferente; o que distingue uma coisa de outra; falta de igualdade ou de semelhança; alteração digna de atenção, de reparo; modificação, transformação; falta de harmonia; divergência; falta de eqüidade; desproporção, desigualdade[1].[1]Hoaiss – versão eletrônica 1.0 ano 2001

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No alemão, diferença seria: Grenze - no sentido "real", significa fronteiras. Como as fronteiras delimitam, dão forma, assim nossas diferenças delimitam nossa individualidade, é o que nos dá forma.

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Provocar sensibilidades pressupõe conduzir o aluno e criar e/ou oferecer ambientes de aprendizagem coletiva que apresentem o maior número possível de possibilidades para o aluno escolher seu caminho...

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Se partirmos do pressuposto de que não há vida sem aprendizagem, como docentes estamos diante do desafio de transformar a escola em espaços prazerosos de aprendizagem.

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Ambientes de aprendizagem = negociação, diálogo, interação, criatividade e inventividade.Não há trabalho docente fecundo se não houver um envolvimento pleno e prazeroso de nossa parte.

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Ser sensibilizador = eliminar a idéia de que a presença da afetividade no processo de aprendizagem é um ruído incômodo.Afetividade – com o aluno, com o conhecimento e consigo mesmo - condição essencial para a construção de práticas educativas inovadoras.

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O salto qualitativo da instrução para a construção, desejado por tantos educadores e apresentado em várias teorias pedagógicas, implica o reconhecimento anunciado por Assmann[1]: [1] Ibid., p. 29.

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“Precisamos reintroduzir na escola o princípio de que toda a morfogênese do conhecimento tem algo a ver com a experiência do prazer. Quando esta dimensão está ausente, a aprendizagem vira um processo meramente instrucional, (...) a experiência de aprendizagem implica, além da instrução informativa, a reinvenção e construção personalizada do conhecimento. E nisso o prazer representa uma dimensão chave”.

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Promover este tipo de aprendizagem implica o reconhecimento de professor/aprendente e do aprendiz/aprendente como pessoas que possuem histórias de vidas, anseios, desejos, crises e conflitos.

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Alarcão,[1] em seus últimos estudos, aponta a necessidade de uma escola reflexiva, fundamentada no trabalho coletivo. [1] Conf. Obras citadas no referencial bibliográfico.

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“E é sempre melhor o impreciso que embala do que o certo que basta,Porque o que basta acaba onde basta, e onde acaba não basta,E nada que se pareça com isto devia ser o sentido da vida...’’Fernando Pessoa, 1999.

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REFERÊNCIAL BIBLIOGRÁFICO:ASSMANN, H. Metáforas para reencantar a educação: rumo a uma sociedade aprendente.7 ed. Piracicaba, SP: Unimep, 1998._______________. Metáforas para reencantar a educação: epistemologia e didática. 3° ed. Piracicaba: São Paulo. Editora Unimep, 2002. p. 32_____________. A metamorfose do aprender na sociedade da informação. In Ci. Inf.,v. 29, n. 2, p. 7-15, maio/ago. 2000 ALARCÃO, I. (org.). Formação reflexiva de professores: estratégias de supervisão. Porto: Porto Editora,2000. ___________. (Org.) Escola Reflexiva e Nova Racionalidade. Rio Grande do Sul: ARTMED, 2001.___________.(org.).Escola Reflexiva e Supervisão. Porto: Porto Editora,2001.____________. Do olhar supervisivo ao olhar sobre a supervisão. Em RANGEL, M. (Org.) Supervisão Pedagógica. Princípios e Práticas. São Paulo: Papirus, 2001. p.11-56.

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ALVES, Nilda (coord). Educação e Supervisão: trabalho coletivo na escola. 9ª ed. São Paulo: Cortez, 2000. CAPRA, F. A teia da vida. São Paulo: Cultrix, 1997FERREIRA, Naura Syria C. Supervisão Educacional para uma escola de qualidade. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 2003.FREIRE. P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa. 6ª ed. Rio de janeiro: Paz e terra, 1997. _________. Educação como prática de liberdade. 18ª ed. Rio de janeiro: Paz e terra, 1983. MATURANA, H. e VARELA, F. A árvore do conhecimento. São Paulo: Palas Athenas, 2001.MORIN, E. A cabeça bem-feita: repensar a reforma, reformar o pensamento. 5 ed. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil, 2001.____________ Os sete saberes necessários para a educação do futuro. 4 ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: Unesco, 2001._________. O problema epistemológico da complexidade. 3 ed. Mira-Sintra, Portugal: Publicações Europa-américa, 2002.