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Curva dos 100 anos: prevenções ao ordenamento urbano. Manejo de águas pluviais. Manejo de águas pluviais. Quantidade de água Microdrenagem (definição não existe) Macrodrenagem Qualidade da água Ecologia (meio ambiente). Triângulo relacionado ao tomador de decisões.

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Curva dos 100 anos: prevenções ao ordenamento urbano


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    Presentation Transcript
    1. Curva dos 100 anos: prevenções ao ordenamento urbano

    2. Manejo de águas pluviais

    3. Manejo de águas pluviais • Quantidade de água • Microdrenagem (definição não existe) • Macrodrenagem • Qualidade da água • Ecologia (meio ambiente)

    4. Triângulo relacionado ao tomador de decisões

    5. Manejo de águas pluviais: QUANTIDADE

    6. Enchente

    7. Bacia Hidrográficadivisor das águas é o limite da baciarede de canais

    8. Bacias e microbacias • As bacias e microbacias hidrográficas são unidades obrigatórias para a abordagem do planejamento urbano (Maricato, 2001).

    9. Ciclo hidrológico naturaltentamos manter o ciclo hidrológico: voltar ao que existia

    10. Pluviômetrocom proveta graduada internaP (mm)= r 2 h/Rh=altura da água na provetaIndia (rede), 400 ac; Palestina, 100ac, China 1300 dc, Coreia, 1500 dc.

    11. Pluviógrafo de flutuador

    12. Precipitações médias mensais de Caraguatatuba

    13. Hietograma • Usar Huff primeiro quartil com 50% de probablidade

    14. Huff, 1990, Kentucky para áreas até 1.037km2Primeiro quartil para chuvas menores ou igual a 6h (+comum); Segundo quartil para chuvas de 6,1h a 12h; Terceiro quartil para chuvas entre 12,1h a 24h e o Quarto quartil para chuvas maiores que 24h.(Segundo quartil usado na Usina de Belo Monte no rio Xingu, chuva de 24h, intervalo de 1h, Tr=2anos, Tr=10anos e Tr=100anos)

    15. Curvas acumuladas de Huff para os Quartís: I, II, III e IV

    16. Período de retorno

    17. Período de retornoP=1/TT= freqüênciaP=probabilidade • É o período de tempo em que um determinado evento hidrológico é igualado ou superado pelo menos uma vez. • Galerias de águas pluviais prediais e públicas ≥ 25 anos ( P=1/25=0,04 4%) • Reservatório de detenção dentro do lote: 25anos • Rios e canais : Tr=100 anos (P=1/100 =1%) • Bueiros: ≥ 100anos

    18. Níveis de enchentes

    19. Mapa com a inundação chuva de 100anos (USA Fema-Federal Management EmergencyAgency)

    20. Leed: piso 1,5m acima de Tr=100anos(não há lei e nem normas mundiais)

    21. Como calcular a curva dos 100anos? • Primeiro: calcular a vazão de pico na seção escolhida para Tr=100anos. • Segundo: temos a vazão e um perfil da seção no local. • Terceiro: adote uma altura y qualquer e calcular a vazão Q100 calculada usando a equação de Manning. • Q= (1/n) x Ax R (2/3) x S0,5 • A= área molhada (m2) • S= declividade (m/m) • Se Q calculado for igual a Q100 OK, caso contrario aumente ou diminua o valor de y até achar a vazão Q100 calculada. • Quarto: o método é feito por tentativas para cada seção.

    22. Politécnica de Milão, ItáliaI plani de drenaggio urbanoProf. Dr. Giulio De Marchi Diretrizes européias: 200 60/CE e 2007 60/CE Adaptação para a Itália Área A Tr= 100anos Área B Tr=200 anos (Inglaterra usa devido mudanças climáticas) Área C: Área de inundação catastrófica Tr=500 anos (Mississipi, 1993 inundação, Paraibuna, 2011-SP Brasil)

    23. Leitomenor Tr=2anos (afastamento15m (?), CódigoFlorestal)Leitomaior Tr=100anos(Enchentes)

    24. Projeto de lei federal • Curva dos 100anos

    25. Projeto de Lei Federal para curva dos 100anos • Minuta de projeto de lei federal: curva dos 100 anos • Cria o mapa da curva de 100anos nos córregos e rios outras providências. • Artigo 1. O governo de cada estado colocará a disposição do público a cada 5 anos mapas das áreas de enchentes relativos à curva obtida com período de retorno de 100anos em todos os córregos e rios do município localizados na área urbana e rural. • Artigo 2. Os mapas deverão ser refeitos de cinco em cinco anos, levando-se em conta o aumento da área impermeável, mudanças no uso do solo e possíveis mudanças climáticas. A área da curva dos 100anos poderá sofrer alterações com a construção de reservatórios de detenção e aumento da infiltração de água no solo.

    26. Projeto de Lei Federal para curva dos 100anos • Artigo 3. O horizonte mínimo do projeto será de 20anos. • Artigo 4. As novas construções a serem aprovadas dentro da curva dos 100anos atenderão exigências específicas da Prefeitura de modo a preservar vidas humanas e bens materiais. A áreas externas à área da inundação com altura de até 0,30m referente a curva dos 100anos poderá ser construída. • Artigo 5. Fica proibido haver novas construções na área abaixo da cota de inundação mais de 0,30m de profundidade definida pela curva dos 100anos.

    27. Ilha de Calor • a) plantar árvores • b) pintar os telhados de branco (CDHU+LEED+EPUSP Ilhabela) • c) telhado verde (projeto de norma ABNT, projeto de lei CMSP) • ∆t= 2,96 x log P – 6,41 (para cidades americanas) • ∆t= 2,01 x log P – 4,06 (para cidades européias) • P= população em habitantes

    28. Urbanização e aumento das precipitações de curta duração

    29. Slope das curvas de duração Canadá, Conference anual de civil engineering, junho, 2002data base: 1975

    30. Aumento das precipitações de curta duração devido a urbanização (Canadá, British Columbia 2002)

    31. Efeito da urbanizaçãoCarter, 1961, Anderson, 1970, Dunne e Leopold, 1978in ASCE, 1996 Hydrology • f= 1 + 1,5 U • f= fornece o aumento relativo do aumento do pico da descarga • U= fração da área impermeável • Exemplo: • 10% de aumento na área impermeável • f= 1 + 1,5x0,1= 1,15 ( 15% de aumento na vazão de pico)

    32. Exemplo de equação de chuva intensa de Caraguatatuba • Latitude: 23 ⁰ 37´ 13” • Longitude: 45⁰ 24´ 47” • K=702,441 a=0,163 b=25,000 c=0,581 • K. Tra • I = ------------------------ (mm/h) • (t+b) c • Tr= período de retorno (anos) • t= tempo de concentração (min)

    33. El Niño Oscilação Sul (ENOS) • El Nino • Intervalo de 2 anos a 10anos. Média 5anos • Aquecimento da água no Oceano Pacifico no dia de Natal perto do Peru: El Nino. Dura 12meses a 18meses • Ao contrário, Resfriamento: La Nina • Campinas: correlação trimestral com eventos do El Nino.

    34. Em Nino dezembro, janeiro e fevereiro

    35. Maré: considerar nos cálculos minimo de • 2,00m

    36. Análise do gradiente hidráulico

    37. Extravasamento de um PV quando o gradiente hidráulico está acima da tampa do PV

    38. Conduto ForçadoMaré alta; nível alto de um rio; nivel alto do tailwaterFórmula de Hazen-Willians, perdas de cargas localizadas, máximo 0,50m do piso da rua

    39. Microdrenagem

    40. MicrodrenagemPoços de visita, galerias, caixa de ligação, boca de loboASCE, 1992: boas práticas- a água não chegar na rua próxima

    41. Método em microdrenagem • Método Racional usando Tr=25anos e em lugares especiais Tr=50anos • (tubos, galerias, bocas de lobo)

    42. Ligações de esgoto sanitário e águas pluviais Brasil adota sistema separador absoluto, isto é, esgoto separado das águas pluviais

    43. Grade; Boca de leãoBoca de lobo; slotted

    44. Guia e Sarjetavelocidade na sarjeta =3,0m (P.S.W.) 3,5m/s ou 4m/s(entrada máxima <15cm Cuidado !!!)

    45. Dimensionamento de galeriasMétodo Racional, maior tc para o ponto considerado

    46. Risco para pedestres serem escorregar ou ser levados pela enxurrada(CIRIA) • Risco do pedestre ser levado pela enxurrada y . V ≤ 0,5m2/s • Risco do pedestre escorregar na enxurrada y . V2 < 1,23m3/s2 • y < 0,20m (via pública) • y < 0,30m (rodovia)

    47. Bueiro

    48. Dimensionamento errado do bueiro (máximo duas seções conforme FHWA)Quantidade

    49. FHWA: bueiro c/máximo duas célulasCasos: entupimentoCuidado com o número de Froude e número de Vedernikov

    50. Métodos de cálculos