bem aventurados os misericordiosos cap tulo x itens 11 a 13
Download
Skip this Video
Download Presentation
Bem-Aventurados os Misericordiosos capítulo X itens 11 a 13

Loading in 2 Seconds...

play fullscreen
1 / 20

Bem-Aventurados os Misericordiosos capítulo X itens 11 a 13 - PowerPoint PPT Presentation


  • 93 Views
  • Uploaded on

Bem-Aventurados os Misericordiosos capítulo X itens 11 a 13. i. “Não julgueis para não serdes julgado.” “Aquele que estiver sem pecado que atire a primeira pedra”.

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about 'Bem-Aventurados os Misericordiosos capítulo X itens 11 a 13' - greg


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
slide3
Então lhe trouxeram os escribas e os fariseus uma mulher que fora apanhada em adultério, e a puseram no meio, e lhe disseram:Mestre, esta mulher foi agora mesmo apanhada em adultério; e Moisés, na Lei, mandou apedrejar a estas tais. Qual é a vossa opinião sobre isto? Diziam, pois os judeus, tentando-o, para o poderem acusar.
slide4
Jesus, porém, abaixando-se, pôs-se a escrever com o dedo na terra. E como eles perseveraram em fazer-lhes perguntas, ergueu-se Jesus e disse-lhes: Aquele dentre vós que estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra. E tornando a abaixar-se, escrevia na terra.
slide5
Mas eles, ouvindo-O, foram saindo um a um, sendo os mais velhos os primeiros. E ficou só Jesus com a mulher, que estava no meio, em pé. Então, erguendo-se, Jesus lhe disse: Mulher, onde estão os que te acusavam? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor. Então Jesus lhe disse: Nem eu tampouco te condenarei; vai, e não peques mais. (João, VIII: 3-11).
slide6
“Aquele que estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra”Podemos julgar alguém?Temos o direito de olhar com crítica a qualquer pessoa?Quem sou eu para julgar?Quem sou eu para criticar?
slide7

IndulgênciaFacilidade em perdoar os erros dos outros. É a atitude compreensiva e fraternal perante os deslizes e faltas alheias.

Dever

É obrigação moral, para consigo mesmo e depois para com os outros.

É a lei da vida desde os mínimos detalhes como nos atos mais elevados

slide8
“Aquele que estiver sem pecado atire-lhe a primeira pedra”, disse Jesus. Esta máxima faz da indulgência um dever, pois não há quem dela não necessite para si mesmo.“Faça aos outros o que deseja seja feito a você”
slide9
Ensina que Não devemos:julgaros outros mais severamente do que nos julgamos a nós mesmos, nem condenar nos outros o quenos desculpamos em nós.
slide10
“Por que vês tu, pois, o argueiro no olho do teu irmão, e não vês a trave no teu olho?Ou como dizes a teu irmão: Deixa-me tirar do teu olho o argueiro, quando tens no teu uma trave?Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verá como hás de tirar o argueiro do olho de teu irmão”
antes de reprovar uma falta de algu m consideremos se a mesma reprova o n o nos pode ser aplicada
Antes de reprovar uma falta de alguém, consideremos se a mesma reprovação não nos pode ser aplicada.
slide12
A censura de conduta alheia pode ter dois motivos:Reprimir o mal, ouDesacreditar a pessoa de quem se critica os atos
slide13

Reprimir o malÉ louvável e torna-se um deverdele pode resultar um bemsem ele o mal jamais será reprimidoda sociedade

Desacreditar uma pessoa

Decorre da maledicência

e da maldade

-Imperfeição moral-

ali s n o deve o homem ajudar o progresso dos seus semelhantes
Não se deve, pois, tomar no sentido absoluto este princípio: “Não julgueis para não serdes julgados”, porque a letra mata e o espírito vivifica.

Aliás, não deve o homem ajudar o progresso dos seus semelhantes?

slide15

Jesus não podia proibir de se reprovar o mal, pois Ele mesmo nos deu o exemplo disso, e o fez em termos enérgicos.

i

slide17
Tornar-se culpável daquilo que se condena nos outros é abdicar dessa autoridade, e mais ainda, arrogar-se arbitrariamente o direito de repressão.
slide18
A consciência íntima, de resto, recusa qualquer respeito e toda submissão voluntária àquele que, investido de algum poder, viola as leis e os princípios que está encarregado de aplicar.
slide20

A única autoridade legítima, aos olhos de Deus, é a que se apoia no bom exemplo.É o que resulta evidentemente das palavras de Jesus

i

ad