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GRUPO DE ESTUDOS PNAIC / 2013

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GRUPO DE ESTUDOS PNAIC / 2013. Orientadora: Raquel Eveline da Silva Grupo: Lírios. 15 º Encontro - 01 /11/2013. Cadernos de Metacognição. QUANDO NASCE UM MONSTRO. SEQUÊNCIA DIDÁTCA OFICINA DE LEITURA.

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Presentation Transcript
grupo de estudos pnaic 2013
GRUPO DE ESTUDOS PNAIC / 2013

Orientadora: Raquel Eveline da Silva Grupo: Lírios

15º Encontro - 01/11/2013

sequ ncia did tca oficina de leitura
SEQUÊNCIA DIDÁTCA OFICINA DE LEITURA

Nasceu em São Paulo, em 1964. À parte sua atividade como escritor, dá aulas para crianças, é clown e há mais de dez anos realiza oficinas de arte e criatividade em escolas, centros culturais, bibliotecas, livrarias etc. Os poemas que reuniu em Amigos do peito foram musicados por Chico César, Zeca Baleiro, Rita Ribeiro entre outros compositores, dando origem a um divertido show para crianças e a um CD independente. Obras publicadas por outras editoras: - Amigos do peito. Belo Horizonte, Formato, 1996. - Guia prático para fazer as coisas. Belo Horizonte, Formato, 2001.

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Sono Pesado

Toca o despertador

e meu pai vem me chamar:

- Levanta, filho, levanta,

Tá na hora de acordar.

Uma coisa, no entanto,

impede que eu me levante:

Sentado nas minhas costas,

há um enorme elefante.

Ele tem essa mania,

todo dia vem aqui.

Senta em cima de mim,

e começa a ler gibi.

O sono, que estava bom,

fica ainda mais pesado.

Como eu posso levantar

com o bichão aí sentado?

O meu pai não vê o bicho,

deve estar ruim da vista.

Podia me deixar dormindo,

enquanto ia ao oculista...

Espera um pouco, papai...

Não precisa ser agora.

Daqui a cinco minutos,

o elefante vai embora...

Mas meu pai insiste tanto,

que eu levanto, carrancudo.

Vou pra escola, que remédio,

com o bicho nas costas e tudo.Cláudio Thebas

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A comunicação é feita por meio de diferentes gêneros orais e escritos e é preciso usá-los com eficiência e adequação nas diversas práticas enunciativas da sociedade. Os gêneros se materializam em textos que assume formas variadas para atender propósitos diversos.

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Gêneros vinculam-se com a vida cultural e social. Ordenam e estabilizam as atividades comunicativas do dia-a-dia. Os gêneros orais e escritos estão ligados a cultura impressa e às mídias. Todo gênero tem finalidade reconhecida; parceiros legítimos (produtor e receptor) e um portador (suporte material).

g neros textuais
Gêneros textuais
  • “São instrumentos culturais disponíveis nas interações sociais. São historicamente mutáveis e relativamente estáveis” (Schneuwly e Dolz, 2004).
tipos textuais
TIPOS TEXTUAIS

Tipos textuais são limitados e se referem à forma linguística na qual o texto é organizado. Não são textos com funções sociais definidas. São categorias teóricas determinadas pela organização lexical, sintática e referem-se ao conteúdo a que se propõe.

Os tipos textuaissão cinco:

  • Narrativo (textos literários) 
  • descritivo
  • Argumentativo (textos acadêmicos) 
  • Explicativo (ou expositivo)
  • Injuntivo (ações, como convocações, imposições, pedidos).
g neros textuais1
GÊNEROS TEXTUAIS

São: contos de fada; quadrinhos; parlendas; bilhetes; conto de humor; narrativa de aventuras; piada; carta pessoal; lista de compra; artigo de opinião; artigo científico; reportagem; noticia; horóscopo; receita culinária; bula de remédio; outdoor; enigma; conversa telefônica; resenha; charge; tira cômica; conversa espontânea; aula expositiva; blog; email; cardápio; inquérito policial; sermão; homilia; edital de concurso; conferencia; MSN; aulas virtuais; etc.

portador textual
PORTADOR TEXTUAL

É o suporte material onde se materializa o gênero. Pode ser físico ou virtual; com formato especifico que serve de base ou ambiente de fixação do gênero como texto. Ex: livros, jornais; revistas; tela do computador; celular; camisetas; rótulos; sacolas; panfletos; painéis; etc.

g neros textuais2
GÊNEROS TEXTUAIS

Conforme, Schneuwly, Dolz e Bronckart, “a imersão dos alunos nas práticas de linguagem contribui para a sua apropriação, porém acreditamos que é preciso ir além das vivências. É necessário um trabalho progressivo e aprofundado com os gêneros textuais escritos e orais envolvendo situações em que essa exploração faça sentido” (2004).

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DelaineCafiero propõe uma tabela de trabalho com gêneros textuais, onde se devem trabalhar os gêneros em todos os anos da educação básica, mas trabalhar com afinco determinados gêneros em determinados anos de estudo.

cafiero
Cafiero
  • macro planejamento.
  • articulado entre todas as disciplinas.
  • trabalho que tenha continuidade, sem discrepâncias ou repetições desnecessárias entre os segmentos.
  • O texto materializado (o gênero) funciona como elemento organizador do trabalho.
planilha
Planilha
  • Sugere a indicação de que gêneros diferentes serão sistematizados em cada ano de estudo. Mas, o fato de indicar aqueles que serão enfatizados não significa que os mesmos não possam ser estudados em outros anos de estudos do ensino fundamental.
  • A noção é de espiral: a cada novo contato com um determinado gênero, novas possibilidades de leitura vão sendo exploradas (2009, pag. 90).
sequ ncia did tica
SEQUÊNCIA DIDÁTICA
  • Crônica: Nem tudo que se joga fora é lixo, viu! (Fernando Bonassi)
  • Poema: A vaca (Ricardo de Azevedo)
leitura e discuss o nos grupos
Leitura e discussão nos grupos.

Descrever uma atividade já realizada em sala de aula que contemple um direito de aprendizagem em ciências e outra em geografia. Socializar na turma.

  • Ano 01 - Texto “Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências e Geografia” Pág. 35 até 41.
  • Ano 02 – Texto “Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências e Geografia” Pág. 34 até 42.
  • Ano 03 – Texto “Direitos de aprendizagem no ciclo de alfabetização – Ciências e Geografia”. Pág. 34 até 41.
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LIVRO DA VIDA:

  • Poemas construídos na oficina de leitura;
  • Conceito de aprendizagem em espiral
  • Sugestões de atividades para direitos de aprendizagem em ciências e geografia.
encaminhamentos
ENCAMINHAMENTOS
  • Sequência ou projeto didático
  • Leitura unidade 7
  • Visita às escolas

Bom fim de semana!