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CAPÍTULO II COMUTAÇÃO TELEFÔNICA

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CAPÍTULO II COMUTAÇÃO TELEFÔNICA

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  1. CAPÍTULO IICOMUTAÇÃO TELEFÔNICA Carlos Roberto dos Santos

  2. TIPOS DE COMUTADORES • COMUTADORES DE CIRCUITO • COMUTAÇÃO ESPACIAL • COMUTAÇÃO TEMPORAL • COMUTADORES DE PACOTES Redes Telefônicas

  3. COMUTAÇÃO DE CIRCUITOS • O caminho estabelecido entre dois pontos durante uma chamada permanece dedicado ao transporte das informações até o final da comunicação • Adequada para tráfego contínuo e constante • Apresenta retardo de transferência constante Redes Telefônicas

  4. COMUTAÇÃO DE CIRCUITO Redes Telefônicas

  5. Fases da Comutação de Circuitos • Estabelecimento do Circuito • Transferência de Informação • Desconexão Redes Telefônicas

  6. D3 C3 B3 A3 B3 A3 D3 C3 B2 C2 D2 A2 D1 B2 A2 C2 D1 A1 C1 B1 A1 C1 B1 D1 C C A A D D COMUTAÇÃO ESPACIAL E TEMPORAL B B (b) (a) Redes Telefônicas

  7. COMUTAÇÃO DE CIRCUITO (DIGITAL OU TDM) Redes Telefônicas

  8. COMUTAÇÃO TELEFÔNICA • CENTRAL: • Função de realizar a comutação (estabelecimento de um caminho de áudio) entre 2 terminais ou juntores • Comutação entre terminais • Comutação entre centrais Redes Telefônicas

  9. COMUTADORES ANALÓGICOS • São baseados em Matrizes Analógicas • Estabelece um caminho físico de áudio entre dois canais que se desejam comunicar • Comutação Espacial • Utilizadas em CPA - E Redes Telefônicas

  10. COMUTADOR ESPACIAL DIGITAL CS => Memória de Controle (Control Store) Redes Telefônicas

  11. COMUTADOR DIGITAL OU TEMPORAL • Se baseia na técnica TDM (Multiplexação por Divisão de Tempo) • No caso de PCM, a Matriz de Comutação Digital extrai os canais do PCM de Entrada e rearanja-os no PCM de Saída Redes Telefônicas

  12. PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO COMUTADOR TEMPORAL Redes Telefônicas

  13. MUX DEMUX ( ( A1 B1 1 t t t t A1 t t t t 4 3 2 1 4 3 2 1 ( ( A2 A4 A3 A2 A1 A2 2 A2 A1 A3 A4 B2 A3 3 ( 1 ( A3 B3 4 A4 4 3 2 ( ( A4 B4 1 3 2 4 APLICAÇÃO DO COMUTADOR TEMPORAL COMO FAZER COM QUE A1 FALE COM B3, A2 COM B4, A3 COM B2 E A4 COM B1????? MEM CONVERSAÇÃO -> MEM CONTROLE Redes Telefônicas

  14. COMUTADOR TEMPORAL DE 256 CANAIS Qual o Número Máximo de Canais C que Pode Ser Tolerado Por uma Memória de Leitura e Escrita Simultânea????? Redes Telefônicas

  15. EXEMPLO a) Preencher as memórias de controle na tentativa de possibilitar as seguintes conversações: A1 e B6, A2 e B1, A3 e B8, A4 e B2, A5 e B3, A6 eB7, A7 e B4 e A8 e B5. b) Concluir a respeito 2 A7 A5 A4 A2 4 1 3 2 3 4 1 2 4 3 1 0 0 0 4 1 A3 A6 A1 A8 3 1 0 Redes Telefônicas

  16. Redes Telefônicas

  17. 0 0 0 0 1 1 1 1 0 2 2 2 2 1 1 : : 31 31 0 0 1 1 1 2 2 0 0 1 1 0 0 2 2 1 1 2 2 2 : : 2 2 31 31 : : 0 0 1 1 0 0 2 2 3 3 1 1 : 31 : 2 2 31 31 T S T 1º Estágio 2º Estágio 3º Estágio EQUIVALENTE ESPACIAL Redes Telefônicas

  18. 1 1 1 1 1 1 1 1 1 x n m s t k s 1 1 1 M N 2 2 2 y n m t 1 1 1 1 1 k s t n m t s s 1º Estágio 2º Estágio 3º Estágio MATRIZ DE 03 ESTÁGIOS x pode se interligar com y através de s caminhos Redes Telefônicas

  19. EXERCÍCIO: MATRIZ DE COMUTAÇÃO DE 3 ESTÁGIOS • Seja uma central de comutação utilizando uma matriz de comutação de 3 estágios. A central possui 9 enlaces de entrada e 9 enlaces de saída.Todos os três estágios têm o mesmo número de matrizes básicas e é igual a 3. • a) Desenhe uma estrutura de conexão para essa matriz, especificando os números de entradas e de saídas para cada matriz básica. • b) Estudar uma situação de bloqueio interno. (Uma situação de bloqueio interno é quando por ex., uma entrada X e uma saída Y estão livres, mas não podem fazer uma conexão por falta de um caminho interno). • c) Determine o número de pontos de cruzamento no caso anterior? Redes Telefônicas

  20. SOLUÇÃO Redes Telefônicas

  21. 1 1 1 1 1 1 1 1 1 n n k 1 1 N N 2 2 2 n n 1 1 1 1 N/n k N/n n n k MATRIZ DE 3 ESTÁGIOS: CONDIÇÃO DE NÃO BLOQUEIO • Qual é o número de matrizes básicas no 2o estágio para não haver bloqueio? A condição de não bloqueio em uma matriz de 3 estágios foi inicialmente publicada por Clos em 1953. Redes Telefônicas

  22. CONDIÇÃO DE NÃO BLOQUEIO Clos analisou a situação de pior caso: Suponha que a entrada x queira se interligar com a saída y. No pior caso as (n-1) entradas do 10 estágio poderão estar ocupadas (em conversação), necessitando, portanto (n-1) matrizes básicas no 2o estágio. Por outro lado, as (n-1) saídas do 3o estágio pode- rão estar ocupadas, necessitando também (n-1) matrizes básicas no 2o estágio. Desse modo, para não haver bloqueio k = (n-1) +(n-1) +1 = 2n-1 matrizes básicas no 2o estágio k = 2n - 1 Redes Telefônicas

  23. Número de Pontos de Cruzamentos 1. Sem bloqueio a) Para um estágio b) Para três estágios Redes Telefônicas

  24. 2 Primeiro Estágio 16 2X3 3 Segundo Estágio 16X16 16 Terceiro Estágio 3X2 960 Entradas (n) N• Matrizes Ordem N• Matrizes Ordem N• Matrizes Ordem NPC 4 8 4X7 7 8X8 8 7X4 896 8 4 8X15 15 4X4 4 15X8 1200 16 2 16X31 31 2X2 2 31X16 2108 32 1 32X32 xxxx xxxx xxx xxx 1024 EXEMPLO • Seja uma central de comutação que utiliza uma matriz de comutação de 3 estágios, sem bloqueio, com 32 enlaces de entrada e 32 enlaces de saída (32X32). Estudar as situações (pontos de cruzamento, número de matrizes,...) se forem utilizadas matrizes básicas no primeiro (e terceiro) estágios, com 2, 4, 8 e 16 entradas (saídas) Redes Telefônicas