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INTRODUÇÃO

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DIVERSIDADE E DISTRIBUIÇÃO SAZONAL DA PRODUTIVIDADE DE CORPOS FRUTÍFEROS DE FUNGOS ECTOMICORRÍZICOS ASSOCIADOS A PLANTAÇÕES DE Pinus spp. E Eucalyptus spp. DA EMBRAPA FLORESTAS. INTRODUÇÃO. Desenvolvimento florestal - região dos trópicos - árvores exóticas

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DIVERSIDADE E DISTRIBUIÇÃO SAZONAL DA PRODUTIVIDADE DE CORPOS FRUTÍFEROS DE FUNGOS ECTOMICORRÍZICOS ASSOCIADOS A PLANTAÇÕES DE Pinus spp. E Eucalyptus spp. DA EMBRAPA FLORESTAS
introdu o
INTRODUÇÃO
  • Desenvolvimento florestal - região dos trópicos - árvores exóticas
  • Pinus spp. e Eucalyptus spp. - década de 20 - 4.8 milhões de ha
  • Micorrizas - tipos
  • Ectomicorrizas - sobrevivência das árvores - qualquer idade das plantas - raízes finas - fosfatases
  • pH - 3,0 a 7,0; temperatura - 8 a 27ºC
  • Identificação fungo-planta = substâncias exsudadas pela raiz
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Fungo -utiliza carboidratos fotossintetizados pela planta
  • Benefícios para a planta: Aumento da superfície de contato raiz/solo, maior absorção de nutrientes; produção de hormônios, vitaminas e antibióticos
  • Benefícios para o ambiente: Redução no uso de fertilizantes e biocidas
  • Inoculação
  • Cogumelos: Recursos florestais não madeiráveis
  • Comestibilidade
  • Cuidado: Espécies tóxicas
objetivo
OBJETIVO
  • Monitorar a diversidade e a distribuição sazonal da produtividade de corpos frutíferos dos fungos ectomicorrízicos, no período de um ano, em áreas de plantio de Pinus spp. e Eucalyptus spp., na Embrapa Florestas.
material e m todos
MATERIAL E MÉTODOS
  • Cinco parcelas experimentais
  • Pinus (1: Pinustaeda; 2: Pinus taeda.; e 3:Pinus taeda e P. elliotti)
  • Eucalyptus (4: Eucalyptus dunnii e 5: Eucalyptus benthamii)
  • Período: 21 de setembro de 2001 a 20 de setembro de 2002
  • 36 levantamentos de campo por parcela.
material e m todos2
MATERIAL E MÉTODOS
  • Corpos frutíferos: coletados, contados, identificados taxonomicamente e desidratados a 40-45C
  • Exemplar maduro: pesado após desidratação e multiplicado pelos indivíduos da mesma espécie = estimativa da produção de biomassa seca
  • Coleção de referência da Embrapa Florestas
  • Isolamento em meio de cultura Ágar de Melin-Norkrans (MMN modificado): Lactarius deliciosus,Russula consobrina, Suillus cothurnatus, S. granulatus e Tricholoma eucalypticum
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FIG 1. Número de corpos frutíferos por hectare nas plantações de Pinus spp.(parcelas 1, 2 e 3), correlacionado com índice pluviométrico (mm)/10 e temperatura média (ºC).
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FIG 2. Estimativa da produção de biomassa seca de corpos frutíferos em g/ha, nas plantações de Pinus spp.(parcelas 1, 2 e 3) correlacionada com índice pluviométrico(mm) e temperatura média (ºC).
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FIG 3. Número de corpos de frutificação por hectare nas plantações de Eucalyptus spp. (parcelas 4 e 5), correlacionado com índice pluviométrico (mm)/10 e temperatura média (ºC).
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FIG 4. Estimativa da produção de biomassa seca de corpos frutíferos em g/ha, nas plantações de Eucalyptus spp. (parcelas 4 e 5) correlacionada com índice pluviométrico (mm)/10 e temperatura média (ºC).
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Para o Estado do Paraná, Watling & Meijer (1997) e Meijer (2001) registram, em plantações de Pinus spp.,as espécies Amanita muscaria, Chalciporus piperatus, Coltricia perennis, Hebeloma sacchariolens, Inocybe curvipes, Laccaria proxima, Lactarius deliciosus, Rhizopogon luteorubescens, Russula consobrina, Scleroderma citrinum, Suillus cothurnatus, S. granulatus, S. luteus e Tricholoma sp. B; e, em plantações de Eucalyptus spp., Inocybe australiensis, Laccaria fraterna, Pisolithus sp, Ramaria toxica, Scleroderma verrucosum, Tricholoma sp. C e Tricholoma eucalypticum.
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L. deliciosus, S. cothurnatus, S. granulatus e T. eucalypticum - isolados com sucesso
  • Russula consobrina
  • Contaminação
considera o final
CONSIDERAÇÃO FINAL
  • Um monitoramento sistemático dos fungos ao longo de vários anos e um melhor entendimento sobre as relações fungo-hospedeiro-ambiente são necessários para que qualquer tipo de correlação seja estabelecido.
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