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O Espírito Santo: Terceira Pessoa da Santíssima Trindade - PowerPoint PPT Presentation


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O Espírito Santo: Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. “Eis que faço novas. todas as coisas”. ( Ap 21, 5). “Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida e procede do Pai e do Filho e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas”. “Eis que faço novas.

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Presentation Transcript
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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

“Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida e procede do Pai e do Filho e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas”.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O Espírito Santo fez a Igreja nascer e crescer. Atualiza e aprofunda o mistério de Cristo em nós.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Grupos pentecostais e movimentos populares, círculos bíblicos e CEBs, guerrilhas e ONGs não se explicam apenas pela ótica das ciências sociais. Toda essa complexidade está marcada, antes de tudo, pela ação do Espírito.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O Espírito Santo age no mundo e não se sabe falar sobre o Espírito quando não se busca uma profunda intimidade com ele.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Dificuldades na abordagem

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

  • Há dificuldades em realizar a abordagem do estudo sobre a Santíssima Trindade e, mais especificadamente, a respeito do Espírito Santo. Assim:
  • Trindade soa mais como conceito do que como realidade;
  • Para muitos Jesus é um “Santo forte”;
  • Rejeição na abordagem racional do dogma;
  • Associação à lembrança desagradável de eventos como fanatismo, desacordos pastorais ou a espiritualização incoerente da fé.
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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

A Trindade deve ser vivida, sentida e entendida, na consciência de que estamos diante do Mistério que nos faz viver. Nosso Deus é plena comunhão e essa certeza é revolucionária para nós.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O Espírito Santo no início da Igreja

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Até a realização do Concílio Vaticano II, tinha-se a amarga constatação de que o Espírito Santo era o grande esquecido e o eterno desconhecido, tanto da piedade cristã quanto da vivência eclesial, bem como das reflexões sistemáticas da teologia.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Nas origens do cristianismo, deu-se aquilo que ficou conhecido como Pentecostes: um vento forte perpassou a comunidade cristã primitiva e todos os seguidores de Jesus sentiram-se abalados, sacudidos, envolvidos num clima de entusiasmo, de euforia, de alegria escatológica.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O Novo Testamento e mesmo os “Padres da Igreja” estão repletos de menções e referencias ao Espírito Santo, mas a reflexão teológica e sistemática (Pneumatologia) só vai se ocupar dele a partir dos meados do século IV.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Sem o Espírito Santo:

Deus está distante;

o Cristo permanece no passado;

o Evangelho é uma letra morta;

a Igreja é uma simples organização;

a autoridade é um poder;

a missão é uma propaganda;

o culto é um arcaísmo;

a ação moral é uma ação de escravos.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Mas no Espírito Santo:

o cosmo é enobrecido pela geração do Reino;

o Cristo ressuscitado faz-se presente;

o Evangelho faz-se força do Reino;

a Igreja realiza a comunhão trinitária;

a autoridade transforma-se em serviço;

a liturgia é memorial e antecipação do Reino;

a ação humana deifica-se.

(Patriarca Atenágoras)

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Recados do Espírito Santo aos cristãos de hoje

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

1º) A Igreja volta-se para o futuro: Deus nos fala hoje (letra é morta);

2º) A Igreja procure, antes de tudo, a santidade: servidores dos pobres, educadores, reformadores sociais;

3º) A Igreja valorize sua verdadeira riqueza Dom do Espírito Santo: riqueza espiritual, serviço e humildade;

4º) A Igreja proporcione uma experiência de liberdade e plenitude: liberdade e não o medo;

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

5º) A Igreja assuma o compromisso do serviço e da Partilha: partilhar a fé, a alegria por ter encontrado a Deus em Cristo pelo Espírito Santo;

6º) A Igreja se torne lugar de misericórdia e Consolação: animar os tímidos, sustentar os fracos (1Ts 5,14). Ser profetas (1 Cor 14,1);

7º) A Igreja tenha coragem diante de conflitos e perseguições e não cesse de promover a paz: enfrentar o futuro sem medo.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

A Pessoa do Espírito Santo e a esperança cristã

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

“A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós!” (2 Cor 13,13 e Fl 2,1).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Conhecer a Pessoa do Espírito Santo nos levará necessariamente a assumir os compromissos do Sacramento da Crisma como também a viver com otimismo a virtude da Esperança.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

“A Igreja não pode preparar-se para a passagem bimilenária de outro modo que não seja no Espírito Santo. Aquilo que na plenitude dos tempos se realizou por obra do Espírito Santo, só por sua obra pode emergir, agora, da memória da Igreja” (TMA, 44 e DeV 51).

Beato João Paulo II

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

1. A Pessoa do Espírito Santo

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Espírito Santo:

Em hebraico Espírito é RUAH (feminino);

Em grego é PNEUMA (neutro);

Em latim SPIRITUS (masculino).

Significam: sopro, ar, vento.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Jesus promete a vinda do Espírito Santo e o denomina de Paráclito, que no vocábulo grego é PARÁKLETOS, do verbo PARA-KALÉO, que significa chamar para perto de, exortar, consolar, chamar para qualquer necessidade.

Este verbo é traduzido para o latim ADVOCATUS, de AD-VOCARI, com o verbo VOCARI, que significa chamar.

Advocatus: advogado, intercessor, protetor, defensor, auxiliador, consolador.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Ainda, é chama do de:

Espírito de verdade (Jo 16,13);

Espírito da promessa (Gl 3,14; Ef 1,13);

Espírito de adoção (Rm 8,15; Gl 4,6);

Espírito de Cristo (Rm 8,11);

Espírito do Senhor(2 Cor 3,17);

Espírito de Deus (Rm 8,9.14; 15,19; 1Cor 6,11; 7,40);

Espírito da Glória (1 Pd 4,14).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

2. Aperfeiçoador da missão do Filho

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O nome PARÁKLETOS insinua um paralelismo entre Jesus e o Espírito Santo: “Rogarei ao Pai e ele vos dará outro Paráclito” (Jo14,16).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Jesus era o primeiro Paráclito; o Espírito Santo será o “outro”. Como enviado, ouvimos São João dizer sobre Jesus: “Temos um PARÁKLETOS junto ao Pai, Jesus Cristo” (1Jo 2,1).

Ainda, é o mesmo Jesus que afirma a vinda do Espírito sobre a comunidade apostólica: “O Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, é que vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que vos disse” (Jo 14,26).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O Paráclito recebe também a missão de dar testemunho. Como Jesus foi a testemunha do Pai, o Espírito Santo será a testemunha do Filho: O Paráclito “dará testemunho de mim” (Jo 15,26). Como o Pai se faz ouvir por seu Filho, o Filho se fez ouvir pelo Espírito Santo.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

3. Crio no Espírito Santo

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

  • Crer no Espírito Santo significa:
  • Qualquer conhecimento sobre a fé só é possível no Espírito Santo, pois é ELE que suscita em nós a fé;
  • Pelo Batismo, a vida, que tem a sua fonte no Pai e nos é oferecida no Filho, nos é comunicada intimamente e pessoalmente pelo Espírito Santo na Igreja;
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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

  • O Espírito Santo é o Primeiro a despertar nossa fé (conhecer o Pai e o Filho) e o último na revelação das Pessoas da Santíssima Trindade;
  • O Espírito Santo é consubstancial ao Pai e ao Filho;
  • Na encarnação redentora do Filho ele é revelado e dado, reconhecido, amado e acolhido como pessoa.
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“Eis que faço novas

todas as coisas”

“O Espírito Santo nos é comunicado através do batismo”.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Na encarnação redentora do Filho ele é revelado e dado, reconhecido, amado e acolhido como Pessoa. Inicialmente não é conscientizado como Pessoa, mas como uma força divina e originária que atua na criação, se move nos seres vivos e age nos homens.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Na história, o Espírito Santo faz-se presente na ação dos:

Profetas;

Reis;

Líderes políticos;

Mártires.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Mais tarde o Espírito é prometido a cada pessoa para que tenha um coração novo e possa inaugurar uma nova humanidade:

“Reunir-vos-ei e dar-vos-ei um coração novo, porei em vós um Espírito Novo, retirarei de vossa carne o coração de Pedra e dar-vos-ei umcoração de carne. Infundirei em vós o meu espírito”... (Ez 36,22-28).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O Projeto divino, realizado em Cristo, Primogênito e Cabeça da Nova Criação, vai tomar corpo na humanidade pelo seu Espírito difundido: na Igreja, Comunhão dos Santos, remissão dos pecados, ressurreição da carne e na vida eterna.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

“Lá onde está a Igreja, ali está também o Espírito de Deus; e lá onde está o Espírito de Deus, ali está a Igreja e toda a graça”.

Santo Irineu

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Sem o rosto humano, é a Pessoa que habita em nossos corações. O mundo não pode acolhê-lo, porque não o vê nem o conhece, enquanto que os que crêem em Cristo o conhecem, porque ele permanece com eles (Jo 14, 16-17).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

4. A missão conjunta do Filho e do Espírito

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

  • O Filho e o Espírito Santo são distintos, mas inseparáveis.
  • É Cristo que aparece, a Imagem visível do Deus invisível, mas é o Espírito Santo que o revela;
  • Jesus (Salvador) é Cristo (ungido), porque o Espírito Santo é a unção dele;
  • Cristo, junto do Pai, comunica o Espírito à todos os que crêem nele;
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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

A missão conjunta se desdobrará então nos filhos adotados pelo Pai no Corpo de seu Filho: a missão do Espírito de adoção será uni-los a Cristo e fazê-los viver nele.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

5. O nome próprio do Espírito Santo

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Espírito Santo é o nome próprio daquele que adoramos e glorificamos, com o Pai e o Filho. Mas, ao adorar a Santíssima Trindade, a fé da Igreja professa também a distinção das Pessoas.

Espírito e Santo são atributos divinos comuns às três Pessoas Divinas. Mas ao juntar os dois termos, a Escritura, a Liturgia e a linguagem teológica designam a Pessoa inefável do Espírito Santo.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

6. Os símbolos do Espírito Santo

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O catecismo da Igreja Católica (cf. 694-701) oferece uma belíssima teologia do Espírito a partir dos seus símbolos que são:

Água;

Fogo;

Nuvem nebulosa;

Selo;

Mão;

Dedo;

Pomba.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

7. Deus, em sua essência, é Pai, Filho e Espírito Santo: Comunhão-Comunicação

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

É em comunhão viva na doutrina e oração dos Apóstolos que a Igreja nos transmite a fé e nos oferece o espaço no qual podemos discernir o Espírito Santo.

O Catecismo da Igreja Católica mostra oito lugares que nos auxiliam a crescer no conhecimento e no amor do Espírito, enviado pelo Pai, em nome do Filho:

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

1. As Escrituras que ele inspirou;

2. A Tradição, da qual os Padres da Igreja são as testemunhas sempre atuais;

3. O Magistério da Igreja, ao qual ele assiste;

4. A liturgia sacramental, através de suas palavras e de seus símbolos, onde o Espírito Santo nos coloca em comunhão com Cristo;

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

5. A oração, na qual ele intercede por nós;

6. Os carismas e os ministérios, pelos quais a Igreja é edificada;

7. Os sinais da vida apostólica e missionária;

8. O testemunho dos Santos, onde ele manifesta sua santidade e continua a obra da salvação.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

“É em comunhão viva na doutrina dos Apóstolos

que a Igreja nos transmite a fé e nos oferece o

espaço no qual podemos discernir o Espírito Santo”.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

8. Pecado: negação da comunhão

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

A Trindade compreendida humanamente como comunhão de Pessoas funda uma sociedade de irmãos e de irmãs, de iguais, onde o diálogo e o consenso constituem os fundamentos da convivência, tanto para o mundo quanto para a Igreja. Se hoje existem cristãos divididos e não-cristãos é porque nós não soubemos testemunhar o nome de Deus.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O Espírito Santo emerge como a força do NOVO e como uma renovação de todas as coisas. A atuação do Espírito Santo é eminentemente criadora, voltada para o futuro.

A força do NOVO reside em ser MEMÓRIA da Prática e da mensagem de Jesus com o prolongamento da encarnação para dentro da história humana, pois libertará os homens de todas as situações de pecado: “onde está o Espírito do Senhor, há liberdade”(2Cor 3,17).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Dentro deste contexto o pecado seria o homem querer construir um mundo sem Deus. Pode o homem construir um mundo sem Deus, mas este mundo acabará por voltar-se contra o homem. “Sem o criador, desaparece a criatura”, nos dizia o Concilio Vaticano 2º na GS (nº36); e acrescentava: “Pelo esquecimento de Deus a própria criatura torna-se obscura”. O mistério do homem só é desvendado e iluminado pela realidade de Deus.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

9. A blasfêmia (pecado) contra o Espírito Santo

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Blasfêmia:

Vem do grego BLÁPTO: lesão, injúria + PHÉMEN: fama

Significa uma injúria ou insulto lançado contra alguém.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

No caso, a blasfêmia contra o Espírito Santo consistia na atribuição dos exorcismos realizados por Jesus ao poder diabólico (Mt 12, 22-23).

Foi neste contexto que Jesus fez esta revelação: “Todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada ... Nem neste mundo, nem no vindouro”(Mt 12, 31s; Lc 12,10 e Mc 3,28).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O Pecado contra o Espírito Santo é não reconhecer os sinais que Jesus nos oferece para nossa salvação. É fechar os olhos e o coração às obras notáveis do Espírito Santo. É Negar e rejeitar a oferta suprema que Deus nos faz e se excluir, pessoal e livremente da salvação (Hb6, 4-10; 10,26-31).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

“Homens de dura cerviz, incircuncisos de ouvido e coração, vós sempre resistis ao Espírito Santo!”(At 7,51).

Santo Estevão, em seu discurso no Sinédrio de Jerusalém.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

A blasfêmia causa uma espécie de impermeabilidade da consciência, aquilo que a Sagrada Escritura também chama “dureza de coração” (cf. Sl 81, 13; Jr 7,24; Mc 3,5) e que em nossos dias se manifesta como perda ou eclipse do sentido do pecado.

O Papa nos diz: “O Pecado do século é a perda do sentido do pecado”. Mas essa perda do sentido do pecado é a perda de consciência e o Espírito é a consciência onde Deus se fez ouvir (GS, 16).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Adquirir consciência de nossa culpa pelo mal alheio, nossa culpa pela infelicidade dos “outros” será a origem de nossa conversão (Gn 4,8-10).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

10. Como viver no Espírito Santo

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

A experiência de Deus é obra do próprio Espírito Santo. A essa manifestação Jesus chamou “Batismo no Espírito Santo” (At 1,4-8). A graça do Batismo no Espírito Santo é chamada, também, de “efusão”, “derramamento” ou, ainda, pentecostes pessoal.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

“Se, portanto, quereis viver do Espírito Santo, conservai a caridade, amai a verdade, desejai a unidade e alcançareis a eternidade!”

Santo Agostinho

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Todo aquele que afirma ter recebido o Espírito Santo ou ser guiado por ele deve, inevitavelmente, identificar-se com o Espírito e comprometer-se nas lutas do povo pela libertação e justiça.

Todo ser humano é chamado a viver na liberdade e na Esperança de um mundo melhor.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

“Não se amoldem às estruturas deste mundo, mas transformem-se pela renovação da mente, a fim de distinguir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que é agradável a ele, o que é perfeito”(Rm 12,1-2).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

A divina garantia do cumprimento da salvação está baseada no Dom do Espírito: “E a esperança não engana, pois o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5,5).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Conclusão

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Quanto ao aprender ou ensinar sobre o Espírito Santo, o Bispo de Hipona e Doutor da Igreja, Santo Agostinho (354-430), ainda hoje nos poderia fazer este sermão:

“Vede já, irmãos, este grande mistério: o som de nossas palavras fere o ouvido, o Mestre, porém, está dentro. Não penseis que alguém aprenda alguma coisa do homem. Podemos chamar a atenção com o ruído de nossa voz; mas se no nosso interior não estiver aquele que nos ensina, será vã nossa pregação.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Irmãos quereis dar-vos conta do que vos digo? Por acaso não escutais todos este sermão? Mas quantos sairão daqui sem instruir-se! Pelo que toca a mim, falei a todos; mas aqueles a quem não fala aquela Unção (1Jo 2,20.27), a quem o Espírito Santo não ensina interiormente, saem daqui sem instrução.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

O magistério externo consiste em certas ajudas e avisos. Mas quem instrui os corações tem sua cátedra no céu. Logo, é o Mestre interior quem ensina. Onde não estiver sua inspiração nem sua unção,inutilmente soarão no exterior as palavras”.

Santo Agostinho

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Segue aqui alguns objetivos significativos para celebrar com entusiasmo nossa vida cristã, que são:

1º) Aproveitar o tempo propício para viver “no Espírito” a redescoberta da vocação cristã. Deixar-se transfigurar por ELE.

2º) Redescobrir quando o mundo está envolvido na redenção trazida por Cristo. O Homem não poderá reduzir o mundo a um depósito de energias a serem exploradas sem nenhum respeito aos ritmos e aos equilíbrios da natureza.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

3º) Fazer que cada Homem descubra que a sua autêntica dignidade não é objeto de contrato, mas de livre escolha entre a verdade de Deus e as falsas certezas da história.

4º) Fazer a memória de todo o mistério de Cristo, recuperando plenamente o sentido da ressurreição. A ressurreição indica que a ESPERANÇA cristã não se fundamenta num futuro qualquer, mas na fidelidade a Deus, caracterizada pelo amor definitivo. Crendo que o amor jamais terá fim (1Cor 13,8).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

5º) Redescobrir o mistério da Igreja envolvendo todos os fiéis. O fiel autêntico não pode deixar de ser Igreja e de viver a comunhão fazendo a experiência da unidade cuja fonte está no Espírito.

6º) Fazer nascer Cristo primeiro em nós, como o fez Maria, seria o melhor modo de celebrar a vida cristã, Maria Virgem concebeu por obra do Espírito Santo.

7º) Redescobrir a presença e a ação do Espírito, que age na Igreja quer sacramentalmente, sobretudo mediante a Confirmação, quer através de múltiplos carismas, cargos e ministérios por Ele suscitados para o bem dela (TMA, 45).

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

8º) Redescobrir a importância da vida no Espírito e invocar o Dom da docilidade à sua ação, ajudando as pessoas e as comunidades a se libertarem dos antigos e dos novos determinismos: “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade”(2Cor 3,17).

9º) Trabalhar na promoção de uma solidariedade concreta com as famílias de imigrantes, sem-terra ou sem-teto , a fim de superar as divisões e as discriminações raciais, étnicas e culturais.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

Referências bibliográficas

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

01)DeV: Carta Encíclica DOMINUM et Vivificantem, de João Paulo II, de 18/05/1986, Sobre o Espírito Santo na vida da Igreja e do mundo.

02) CIC: Catecismo da Igreja Católica, promulgado pela Constituição Apostólica FideiDepositum, do Papa João Paulo II, de 11/10/1992.

03) KLOPPENBURG, Boaventura .Parákletos: O Espírito Santo. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.

04) VV.AA. Revelação do Pai e do Espírito Santo. Iniciação à Teologia. 1ª série, Vol.8.São Paulo, SP:Paulinas, 1979.

05) BOFF, Leonardo. A Trindade a Sociedade e a Libertação. 2ª edição. Petrópolis, RJ: Vozes, 1986.

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“Eis que faço novas

todas as coisas”

(Ap 21, 5)

06) COMISSÃO Teológico-Histórica do Grande Jubileu do Ano 2000. Senhor, a Terra está repleta do teu Espírito. São Paulo: Paulinas, 1997. (e outros)

07) PEDRINI, Alírio J. Experiência de Deus e RCC. São Paulo, Loyola: 1995.

08) VV.AA. A Presença do Espírito Santo nos Processos Históricos atuais. São Paulo: Paulinas, 1992.

09) TMA: TertioMillennio Adveniente (Carta Apostólica de João Paulo II sobre o Grande Jubileu do Ano 2000).