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Atenção Ambulatorial Especializada nas Redes de Atenção à Saúde

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CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM GERENCIAMENTO DE CONSÓRCIOS INTERMUNICIPAIS DE SAÚDE Oficina 6. Atenção Ambulatorial Especializada nas Redes de Atenção à Saúde. Programa Estadual de Apoio aos Consórcios Intermunicipais de Saúde. Marco Antônio B. de Matos - Agosto/2014.

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Atenção Ambulatorial Especializada nas Redes de Atenção à Saúde


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    Presentation Transcript
    1. CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM GERENCIAMENTO DE CONSÓRCIOS INTERMUNICIPAIS DE SAÚDE Oficina 6 Atenção Ambulatorial Especializadanas Redes de Atenção à Saúde Programa Estadual de Apoio aos Consórcios Intermunicipais de Saúde Marco Antônio B. de Matos - Agosto/2014

    2. A MODELAGEM DO PONTO DE ATENÇÃO AMBULATORIA ESPECIALIZADO

    3. A descrição dos elementos chave de um Ponto de Atenção Ambulatorial Especializado que possibilitem a sua implementação: Conceito Objetivo Premissa Momentos Modelagem

    4. O Ponto de Atenção Ambulatorial Especializada – PAAE é um centro de atenção secundária para usuários com condições crônicas de alto ou muito alto risco, inserido nas redes temáticas de atenção à saúde, comunicando-se organicamente com a atenção primária, com os sistemas de apoio e com os sistemas logísticos e operando segundo modelos de atenção baseados em evidências a fim de agregar valor para as pessoas usuárias. Conceito

    5. Garantir a continuidade e a integralidade do cuidado aos usuários com condições crônicas mais prevalentes, estratificados como alto ou muito alto risco, buscando a estabilização da situação clínica e a redução de complicações crônicas preveníveis, incapacidades e óbitos. Objetivo

    6. Bom conhecimento do modelo de atenção às condições crônicas e a decisão pela sua implantação, considerando a mudança radical frente ao modelo e à cultura assistenciais vigentes. Premissa

    7. Conhecimento e captação da população alvo Organização dos processos assistenciais e implantação de novas tecnologias para o cuidado das condições crônicas Sistema de monitoramento Momentos da modelagem

    8. CONHECIMENTO DA POPULAÇÃO ALVO

    9. Ponto de Atenção Ambulatorial Especializada X

    10. Território sanitário Minas Gerais Superfície: • 586.523 Km2 População (IBGE, 2010): • 19.159.260 hab Municípios: • 853 • (58% < 10.000 hab) IDH (2005): • 0,800 (10º) • Variação: 0568 a 0,841

    11. Território sanitário ESTADO REGIÃO AMPLIADA (Macrorregião) REGIÃO DE SAÚDE (Microrregião) Minas Gerais Oeste Divinópolis / Santo Antônio do Monte

    12. População REGIÃO DE SAÚDE (Microrregião) Divinópolis / Santo Antônio do Monte

    13. População total: Cadastrada pelas equipes da APS Vínculo com as equipes da APS Deve ser estratificada em subpopulações com fatores de risco ou condições estabelecidas População

    14. Estratificação das subpopulações

    15. Subpopulação com condição crônica muito complexa Subpopulação com condição crônica complexa Subpopulação com condição crônica simples e/ou com fator de risco biopsicológico Subpopulação com fatores de risco ligados aos comportamentos e estilos de vida População total

    16. Redes temáticas prioritárias: Atenção à Saúde da Gestante e Criança Atenção à Saúde do Hipertenso, Diabético e Renal Crônico Subpopulações alvo

    17. Diretrizes clínicas: Estratificação de risco das condições crônicas

    18. Subpop. X Estrat. Cond. crônica Condições complexas Cont. Met. Ruim Risco Alto Risco Alto Risco Intermediário

    19. Competências

    20. Competências Condições complexas Cont. Met. Ruim Risco Alto Risco Alto Risco Intermediário

    21. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Competências Condições complexas Cont. Met. Ruim Risco Alto Risco Alto Risco Intermediário

    22. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Competências Condições complexas Cont. Met. Ruim Risco Alto Risco Alto Risco Intermediário

    23. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Competências Condições complexas Cont. Met. Ruim Risco Alto Risco Alto Risco Intermediário

    24. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Competências PONTO DE ATENÇÃO AMBULATORIA ESPECIALIZADA Condições complexas Cont. Met. Ruim Risco Alto Risco Alto Risco Intermediário

    25. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Competências PONTO DE ATENÇÃO AMBULATORIA ESPECIALIZADA Condições complexas Cont. Met. Ruim Risco Alto Risco Alto Risco Intermediário

    26. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE Competências PONTO DE ATENÇÃO AMBULATORIA ESPECIALIZADA Condições complexas Cont. Met. Ruim Risco Alto Risco Alto Risco Intermediário

    27. Diretrizes clínicas: Parâmetros epidemiológicos de prevalência ou incidência Dimensionamento das subpopulações alvo

    28. Dimensionamento

    29. Dimensionamento

    30. Dimensionamento

    31. Dimensionamento

    32. Dimensionamento

    33. CAPTAÇÃO DA POPULAÇÃO ALVO

    34. Relato de experiência • Implantação das Redes de Atenção à Saúde em Minas Gerais • Parceria SES/MG e Fundação Dr. José Maria dos Mares Guia • Implantação do Centro Integrado de Referência Secundária Viva Vida (2005) e Hiperdia(2009) • Localização: Santo Antônio do Monte / MG • Abrangência: microrregião de Divinópolis / Sto. Ant. Monte

    35. Ponto de Atenção Ambulatorial Especializada X

    36. Mecanismos de conhecimento mútuo entre gestores e entre profissionais, programação da assistência e pactuação dos fluxos: oficinas de trabalho visitas aos municípios e equipes pelo Centro VV-HD visitas dos gestores e profissionais ao Centro VV-HD Mecanismos de comunicação eficazes entre os dois serviços: formulários, prontuário eletrônico, telefone, e-mail, whatsapp Protagonismo da equipe do Centro VV-HD Integração APS e Atenção Especializada

    37. A equipe do Centro VV-HD conhece a população de cada município, a estimativa de usuários com alto risco e o número de usuários efetivamente cadastrados e acompanhados na APS Periodicamente a APS envia uma relação com os hipertensos, diabéticos, gestantes e crianças de alto risco É pactuada a modalidade para agendamento do atendimento especializado Integração APS e Atenção Especializada

    38. FLUXOGRAMA DE AGENDAMENTO • Supervisão do processo de identificação e estratificação de risco das condições crônicas pelas equipes da APS • Capacitação das equipes da APS • Oficinas conjuntas de programação APS identifica a população alvo APS estratifica o risco APS programa a assistência

    39. FLUXOGRAMA DE AGENDAMENTO APS identifica a população alvo APS estratifica o risco APS programa a assistência • Regra pactuada para o agendamento: usuários de alto risco • A equipe de saúde solicita diretamente ao Centro • Por telefone, e-mail ou prontuário eletrônico Solicitação do agendamento

    40. FLUXOGRAMA DE AGENDAMENTO APS identifica a população alvo APS estratifica o risco APS programa a assistência Solicitação do agendamento • Mecanismo para confirmação do estrato de risco: checklist • Avaliação para demandas de atendimento do risco baixo e intermediário Usuário de alto risco

    41. FLUXOGRAMA DE AGENDAMENTO APS identifica a população alvo APS estratifica o risco APS programa a assistência Solicitação do agendamento Usuário de alto risco SIM NÃO Atendimento na APS do próprio município Agendamento no Centro

    42. Gerenciamento do processo

    43. PROCESSOS ASSISTENCIAIS

    44. Ponto de Atenção Ambulatorial Especializada X

    45. É o primeiro momento do cuidado no Centro VV-HD Objetivos: receber o usuário em um espaço confortável, que permita o diálogo com os profissionais responsáveis; informar sobre a dinâmica do atendimento, duração, equipe multiprofissional, serviços disponíveis; esclarecer dúvidas; orientar sobre o plano de cuidado que será elaborado nos atendimentos; realizar ações de educação em saúde. Acolhimento do usuário

    46. FLUXOGRAMA DE ATENDIMENTO Usuário agendado • Há uma pactuação entre o Centro VV-HD e a APS dos municípios sobre as informações do paciente que devem ser disponibilizadas no encaminhamento • Formulário pactuado, devidamente preenchido e encaminhado ao Centro junto com o usuário Encaminhamento