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  1. Memoria Servicios Sociais2007 Concellería de Bienestar Social e Muller Concello de Santiago

  2. ESTRUCTURA • OS SERVIZOS SOCIAIS DE ATENCIÓN PRIMARIA • 1. Recursos Humanos • 2. Puntos de atención 8 • PRESTACIÓN BÁSICAS E PROGRAMAS • 1. Prestación básica de información, orientación, asesoramento e tratamento social A. Traballo Social de Zona • B. Información telemática • 2. Axuda a domicilio e apoio á unidade convivencial • A. Servizo de Axuda no Fogar • B. Teleasistencia domiciliaria • C. Programa “Ruptura de parella, non de familia” • F. Programa de Intervención famiar • E. Educación de rúa • 3. Aloxamento e convivencia. • A. Acollemento temporal en vivendas municipais • B. Aloxamento a persoas sen teito • C. Medidas de Apoio para a Prevención e Integración Social • D. Medidas destinadas á cobertura de gastos da vivenda habitual • 4. Prevención e Inserción social • A. Apoio a actividades de prevención e inserción das organizacións sociais • B. Medidas de Apoio para a Prevención e Integración Social destinadas á cobertura de necesidades básicas • C. Medidas de Apoio para a Prevención e Integración Social destinadas a comedor escolar e actividade • D. Plan de Inclusión Social de Galicia • E. Programa Accede • G. Apoio Escolar • 5. Animación e Fomento da cooperación social • A. Apoio aos Consellos Municipais de Servizos Sociais • B. Apoio a actividades de fomento da cooperación social das organizacións sociais. • 6. Actividades e eventos • 7. Memoria financeira

  3. SERVIZOS SOCIAIS DE ATENCIÓN PRIMARIA OBXECTIVOS • A detección e análise das necesidades e carencias sociais. • A información, a orientación e o asesoramento á cidadanía sobre os seus dereitos sociais e os procedementos para o seu exercicio. • A prevención no ámbito da comunidade • A mellora da autonomía persoal así como a integración e permanencia no medio familiar e social mentres sexa desexada e adecuada. • A inserción social dos membros marxinados e excluídos da comunidade. • A animación e o desenvolvemento comunitario • A mellora da cooperación e solidariedade no voluntariado social.

  4. SERVIZOS SOCIAIS DE ATENCIÓN PRIMARIARECURSOS HUMANOS • Persoal fixo: 12 persoas 8 Traballadoras Sociais 1 Licenciada en Dereito 1 Auxiliar Administrativo 1 Uxier 1 Telefonistas • Persoal indefinido ou funcionario interino: 7 persoas 1 Traballadora Social 1 Axente de desenvolvemento Local 1 Psicóloga 2 Educadoras Sociais 1 Auxiliar Administrativo • Persoal temporal: 8 persoas 1 Auxiliar Administrativo 1 Administrativo 4 Traballadoras Sociais 1Asesora Xurídica • Programa de Cooperación: 16 persoas

  5. PUNTOS DE ATENCIÓN DE SERVIZOS SOCIAIS (P.A.S.S Baseándose no principio de descentralización e co fin de achegarse o máis posible á cidadanía, os Servizos Sociais de Atención Primaria do Concello de Santiago de Compostela atenden ao público nos seguintes Puntos de Atención de Servizos Sociais, situados en distintas dependencias municipais ao longo da cidade. No Centro de Servizos Sociais ( Rua de Galeras) onde se desenvolven os seguintes programas: • Dirección e Programación • Traballo Social de Zona • Axuda no Fogar e Teleasitencia • Asesoría Xurídica • Plan de Inclusión • Intervención Familiar • Asesoría psicolóxica Puntos de Atención en los Centros Socioculturales de: • Vite • Conxo • Fontiñas • A trisca • O Ensanche

  6. TRABALLO SOCIAL DE ZONADESCRICIÓN DO PROGRAMA É a entrada fundamental de Servizos Sociais, onde se reciben as demandas persoais, familiares e de colectivos, e polo tanto, onde se valoran as situacións de necesidade e os problemas sociais e personais. É a través deste Programa onde se estabelecen canais de comunicación coa cidadanía, ao mesmo tempo que reciben apoio técnico en canto á solución das situacións que se prantexen. As UTS son elementos activos no estudio, na análise, diagnóstico, deseño de itinerarios de inserción, prescrición de recursos apropiados a cada problemática social e no seguimento dos seus efectos. Pero as UTS tamén procuran un nivel de tratamento, relacionado co asesoramento e o apoio sicosocial, o cal, adecuadamente aplicado, fará en moitos casos innecesario aplicar outros recursos ou programas específicos dos Servizos Sociais. As actuacións que desenvolven as profesionais dás UTS pódense concretar en: • Estudo sistemático de necesidades e recursos das zonas de actuación. • Valoración das problemáticas sociais e das demandas. • Elaboración de diagnósticos sociais. • Deseño de proxectos de intervención. • Prescrición dos recursos e programas axeitados. • Seguimento da evolución, eficacia e rendibilidade social. • Actividades de promoción e desenvolvemento comunitario.

  7. TRABALLO SOCIAL DE ZONAMETODOLOXÍA DE INTERVENCIÓN NO TRABALLO SOCIAL DE ZONA

  8. ANÁLISE DE RESULTADOS CUANTITATIVAA xestión das Unidades de Traballo Social

  9. ANÁLISE DE RESULTADOS CUANTITATIVATIPO DE DEMANDAS

  10. DEMANDAS

  11. Valoracións Técnicas • As demandas que formula a cidadanía nas Unidades de Traballo Social difiren das valoracións que realizan os profesionais sobre as mesmas

  12. PORCENTAXE DE PERSOAS ATENDIDAS SEGUNDO O SECTOR POBOACIÓN AO QUE PERTENCEN • Persoas en situación de necesidade provocada por catástrofes.........0,02% • Emigrantes...............................................................................3,51% • Enfermos psiquiátricos non institucionalizados ........................................0,36% • Enfermos terminais....................................................................0,10% • Familia...................................................................................19,97% • Infancia..................................................................................12,03% • Inmigrantes..............................................................................1,65% • Mocidade.................................................................................1,29% • Sen teito/transeúntes................................................................1,12% • Minorías étnicas........................................................................3,42% • Muller con problemática específica...............................................2,62% • Outros grupos en situación de necesidade.....................................2,40% • Persoas con discapacidade........................................................25,61% • Persoas maiores......................................................................24,60% • Reclusos e ex-reclusos ..................................................................................0,13% • Refuxiados e asilados ....................................................................................0,12% • Toxicómanos ...................................................................................................1,05%

  13. Distribución de recursos tramitados polas Unidades de Traballo Social.PRESTACIÓNS DE ÁMBITO MUNICIPAL • Exención da taxa de agua............................................................................................... .161 • Apoio escolar .....................................................................................................................................................22 • Bonobús ..............................................................................................................................................................35 • Educación de rúa ...............................................................................................................................................72 • Gardería (Escola infantil) .................................................................................................................................10 • MAPIS, gastos vivenda .....................................................................................................................................67 • MAPIS, manutención ........................................................................................................................................43 • MAPIS, pago único ............................................................................................................................................19 • MAPIS, comedor escolar ..................................................................................................................................92 • MAPIS, actividades ...........................................................................................................................................20 • Programa Intervención Familiar (familias) ..................................................................................................43 • PIF Novas solicitudes ........................................................................................................................................12 • PIF baixas ...........................................................................................................................................................13 • Plan de inclusión social (casos) ......................................................................................................................66 • SAF, total casos a seguimento ....................................................................................................................142 • SAF, solicitudes .................................................................................................................................................44 • SAF, baixas ........................................................................................................................................................30 • Teleasistencia (casos) ..................................................................................................179 • Teleasistencia, (novas solicitudes) ...............................................................................................................28 • Teleasistencia (baixas) .....................................................................................................................................20 • Voluntariado (Barrio Fontiñas) .......................................................................................................................15 • Total ................................................................................................................................................................1.133

  14. PRESTACIÓNS DE ÁMBITO AUTONÓMICO • Acollemento Familiar Maiores ........................................................................................................................2 • Acollemento familiar menores ........................................................................................................................5 • Axudas compra ordenador ................................................................................................................................2 • Certificado minusvalía ...................................................................................................................................259 • Cheque asistencial .........................................................................................................................................117 • Cheque asistencial renovación Centro de día .............................................................................................14 • Emerxencia Social ............................................................................................................................................46 • Garda de Menores ..............................................................................................................................................1 • Teléfono do Maior ...............................................................................................................................................1 • Axudas Integración do Menor .........................................................................................................................56 • Prestacións da Lei Integración Social do Minusválido (LISMI) ...................................................................7 • Equipo técnico Menores ..................................................................................................................................54 • Axudas individuais non periódicas ...............................................................................................................28 • Prestación Familiar por fillo a cargo de pago único ....................................................................................11 • Pensión non contributiva ...............................................................................................................................115 • Residencias maiores .........................................................................................................................................59 • Programa novas tecnoloxías (GPS) .................................................................................................................1 • RISGA, total casos a seguimento ................................................................................................................127 • RISGA Solicitudes .............................................................................................................................................52 • RISGA Renovacións ..........................................................................................................................................42 • Termalismo Social .............................................................................................................................................30 • Turismo Social ......................................................................................................................................................6 • Vacacións IMSERSO ..........................................................................................................................................16 • Gastos Sepelio ..................................................................................................................................................... 3 • Dependencia .......................................................................................................................................................48 • TOTAL PRESTACIÓNS DE ÁMBITO AUTONÓMICO TRAMITADAS ...........................................1.103

  15. Ingresos xerados á poboación polas Unidades de Traballo Social de zona. En consonancia co volume de prestacións tramitadas, xeráronse aos veciños de Santiago de Compostela 4.916.426,85 € no ano 2007. TOTAL4.916.426,85

  16. PERFIL DO USUARIO DAS UNIDADES DE TRABALLO SOCIAL DO CONCELLO DE SANTIAGO DE COMPOSTELA • ·Muller • ·Adulta • ·Casada. • ·Pensionista ou en situación de desemprego sen remunerar • ·De nacionalidade española • ·Que demanda información sobre prestacións e recursos sociais • ·Cun déficit na integración no eido social e comunitaria

  17. Programas • Axuda a domicilio e apoio á unidade convivencial • Aloxamento e convivencia • Prevención e inserción social • Cooperación social

  18. SERVIZO DE AXUDA NO FOGAR 1.- Atencións de carácter persoal: Engloban todas aquelas actividades que se dirixen ao usuario do servizo cando este non poida realizalas por si mesmo ou cando precise: • ·Axuda no aseo e coidado persoal co obxecto de mante-la hixiene corporal. • ·Axuda para comer. • ·Supervisión, se procede, da medicación simple prescrita por persoal facultativo e do estado de saúde para a detección e comunicación de calquera cambio significativo. • ·Apoio á mobilización dentro do fogar. • ·Compañía. • ·Acompañamento fóra do fogar para a realización de diversas xestións tales como visitas médicas, tramitación de documentos e outras análogas. • ·Outras atencións de carácter persoal non recollidas nos apartados anteriores, que poidan ser incluídas con carácter específico para acada-la finalidade deste servizo. • 2.- Atencións de carácter psicosocial e educativo: Refírense ás intervencións técnico-profesionais formativas e de apoio ao desenvolvemento das capacidades persoais, a afectividade, a convivencia e a integración na comunidade onde se desenvolva a vida do usuario, así como o apoio á estruturación familiar. • Durante o ano 2007 FORON ATENDIDOS UN TOTAL 142 PERSOAS, o que supón un incremento porcentual do 23,94 % con respecto aos usuarios do ano 2006.

  19. ANÁLISE CUANTITATIVA DE RESULTADOS

  20. Distribución de usuarios/as do S.A.F. por idade

  21. Convivencia

  22. Motivo de intervención

  23. Evolución no número de horas do Servizo de Axuda no Fogar

  24. Antigüidade no Servizo de Axuda no Fogar

  25. Financiación dos beneficiarios do Servizo de Axuda no Fogar

  26. PERFIL DA PERSOA USUARIA DO SERVIZO DE AXUDA A DOMICILIO • MULLER VIÚVA • QUE ACCEDE O SERVIZO POR RAZÓN DO SEU ENVELLECEMENTO • QUE VIVE SOA • PENSIONISTA • QUE OBTEN O SERVIZO DE XEITO GRATUITO • QUE PRECISA ATENCIÓNS DE CARÁCTER DOMÉSTICO E PERSOAL

  27. TELEASISTENCIA DOMICILIARIA A Teleasistencia Domiciliaria é un servizo de atención telefónica ininterrompida cun equipamento de comunicacións e informática específicos. O sistema consta dunha unidade de alarma que leva a persoa, un terminal telefónico, e unha central informatizada receptora de chamadas. Obxectivos específicos: • Facilitar a conexión permanente entre o usuario e a central. • Dar apoio inmediato a través da liña telefónica. • Actuar no propio domicilio ante situacións de emerxencia. • Servir de enlace entre o usuario e o entorno sociofamiliar. DESTINATARIOS • É un recurso dirixido a persoas con discapacidade e a persoas maiores que ten como obxectivo mellorar a calidade de vida dos usuarios permitíndolles permanecer nos seus domicilios. Os requisitos xerais dos usuarios do servizo son: • Estar en situación de alto risco, vivir ou permanecer gran parte do día en situación de soidade. • Ter cubertas as necesidades básicas de alimentación, aseo, vivenda (que se soe facer a través da implementación do servizo municipal de axuda no fogar). • Non padecer enfermidade ou incapacidade mental. No 2007 pasouse de 114 a 179 beneficiarios

  28. Usuarios/as segundo a idade

  29. Estatísticas das chamadas recibidas:

  30. PROGRAMA “RUPTURA DE PARELLA, NON DE FAMILIA” Desenvolvese a través dun convenio asinado entre a Unidade de Psicoloxía Forense da Universidade de Santiago de Compostela e a Concellería de Benestar Social do Concello de Santiago. O programa foi posto en marcha no ano 2005 para o apoio aos membros de familias nos que se está vivindo un proceso de separación matrimonial. OBXECTIVOS • Eliminar ou minimizar os efectos negativos que produce a separación. • Promover o adecuado axuste psicoemocional á nova situación. • Diminuír a xudicialización e o conflito interparental. • Fortalecer a comunicación e a colaboración parental. • Reforzar a comunicación entre os pai se os fillos. • Mellorar os métodos de disciplina. DESTINATARIOS • Familias en proceso de separación conxugal METODOLOXÍA DE INTERVENCIÓN • A intervención consta de 16 sesións dunha duración aproximada de 90 minutos cada unha, complementada con asesoramento psicolóxico individual.

  31. ANÁLISE CUANTITATIVA E VALORACIÓN CUALITATIVA No proxecto “Ruptura de parella, non de familia: modalidade adultos” participaron un tota de 42 adultos. divididos en tres grupos. Destes, o 45 % eran mulleres e o 55 % homes. O 51% dos usuarios eran proxenitores custodios, fronte ao 49% % dos non custodios. As idades dos proxenitores están comprendidas maioritariamente entre os 27 y 55 anos. No proxecto “Ruptura de parella, non de familia: modalidade menores” participaron un total de 41 menores, distribuídos en seis grupos. Os devanditos grupos organizáronse en función das idades, desenvolvemento cognitivo, características e necesidades especiais de cada un. O rango de idade dos menores abarca dende os 3 aos 13 anos. No proxecto “Ruptura de parella, non de familia: modalidade breve” realizáronse un total de 722 intervencións, entre individuais y telefónicas. Traballouse de forma individual con 68 usuarios, realizáronse labores de intermediación entre proxenitores ou familia extensa, co fin de eliminar ou minimizar o conflito entre eles, posibilitando a instauración dun ambiente de entendemento na familia.

  32. Distribución dos usuarios por modalidades

  33. PROGRAMA MUNICIPAL DE INTERVENCIÓN FAMILIAR DESCRICIÓN • O Programa Municipal de Intervención Familiar é unrecurso social de intervención profesional que, dende a perspectiva educativo social, aborda as situacións carenciais que presentan as persoas naqueles hábitos de vida e relación, que repercuten negativamente tanto no seu contorno familiar coma no eido social, escolar e /ou laboral. Obxectivos específicos: • Identificar ás familias de alto risco social, atendidas dende as diferentes entidades públicas e de iniciativa social, mediante o establecemento de protocolos e instrumentos adecuados. • Proporcionar asesoramento e orientación ás familias en tódolos aspectos relacionados coa estruturación e desenvolvemento social. • Fomentar a autonomía dos núcleos de convivencia, nas diversas fases do seu ciclo vital, rompendo lazos de dependencia co sistema público de Servizos Sociais e coas entidades de iniciativa social. • Promover a participación de todos os membros do núcleo familiar no proceso de cambio. • Facilitar estratexias para facer fronte á problemática intrafamiliar. • Propoñer unha intervención coordinada con todos os axentes sociais. DESTINATARIOS O Programa de Educación Familiar vai dirixido a núcleos familiares que poden ter menores ao seu cargo en situación de dificultade social, que carezan dos recursos e habilidades necesarias para facer fronte ás crises nas que se atopen: • Dificultade dalgúns membros da unidade familiar. • Dificultades xeradas na dinámica familiar. • Dificultadas xeradas polo contexto social no que se desenvolve a familia.

  34. ÁREAS DE INTERVENCIÓN • Área de relacións familiares: facilitación de pautas e estratexias que favorezan unhas adecuadas relacións e interaccións entre os diferentes membros da unidade de convivencia: fomento do respeto, adecuados diálogos, axeitada aplicación dos castigos, facilitación de pautas educativas, apoio na existencia de problemáticas específicas,…. • Área de relacións sociais: reforzo duns axeitados vínculos co seu entorno inmediato favorecendo a participación activa e real nos recursos existentes. (Membros activos dentro da súa comunidade). • Área de saúde: estimulación dunha adecuada educación para a saúde nos diferentes membros da unidade familiar, achegamento ós recursos sanitarios, valoración da prevención como mellora da calidade de vida, seguimentos médicos axeitados, prevención de riscos…. • Área educativa: fomento dos contactos co entorno escolar, estimulación da implicación parental nos estudos, reforzo de hábitos de estudio, adquisición da material escolar, prevención do absentismo escolar, fomento da participación en actividades extraescolares, … • Área de organización: apoio na planificación e organización de gastos, estimulación dunha axeitado organización doméstica, reforzo de hábitos de aseo e limpeza diarios,… • Área laboral- formativa: Información canles de inserción, achegamento ós recursos, elaboración de itinerarios formativos, fomento da formación, motivación para a busca de emprego,...

  35. ESTRUCTURA DO PROGRAMA

  36. ANÁLISE CUANTITATIVA • Nº TOTAL DE FAMILIAS NO ANO 2007 43 • Nº TOTAL DE USUARIOS 180 • Areas de traballo desenvolvido

  37. EDUCACIÓN DE RÚA DESCRICIÓN • Trátase dunha actuación estruturada co obxecto de prever e paliar a aparición de condutas antisociais, absentismo escolar, delincuencia, etc. condutas que teñen consecuencias negativas tanto para o propio individuo como para a comunidade. Esta actuación levouse a cabo a través da promoción de novas alternativas para o tempo libre que fomentan a construción de criterios racionais, partindo dos intereses e inquietudes dos mozos/as, axentes activos do seu cambio. ACTIVIDADES • As intervencións levadas no ano 2007 foron as seguintes: • Actividades propostas polos propios rapaces e rapazas. Intervención no tempo de lecer: Os Educadores de Rúa compartiron o tempo de lecer cos cativos: xogando ao fútbol, ao futbolín, leváronnos ao cine, a pasear pola cidade...etc. Actividades todas propostas por eles, ás que nós nos sumamos e aproveitamos para traballar aspectos educativos. • Actividades programadas polos educadores. En tódalas actividades deste tipo esíxese as autorizacións dos pais. • 2.1. Patinaxe sobre Xeo. Realizouse unha saída á Pista de Xeo que estivo situada na explanada de Salgueiriños durante o Nadal. Asistiron 11 rapaces. • 2.2. Sondaxe nos centros educativos do barrio coa fin de propoñer novas actividades de cara ao 2007, que sexan axeitadas para as necesidades dos rapaces do barrio.

  38. ALOXAMENTO A PERSOAS SEN TEITO DESCRICIÓN • Aloxamento alternativo para transeúntes a través dun convenio de colaboración co Centro Cultural-Social Xoán XXIII. OBXECTIVOS • Acoller aos transeúntes • Facilitar o aseo persoal aos que non teñen un lugar nin posibilidades • Proporcionar os medios para saciar a fame aos que están de paso • Acoller ás persoas en situación especial pasaxeira TIPO DE ACTIVIDADES • Pernoctancia e acollida nocturna, de unha a sete noites. • Servizos de ducha a tódalas persoas que o demanden. • Lavado de roupa. AVALIACIÓN CUANTITATIVA • Aloxáronse na cidade 1.000 persoas sen fogar e/ou transeúntes que se concretaron nun un total de 8.000 aloxamentos.

  39. MEDIDAS DE APOIO PARA A PREVENCIÓN E INTEGRACIÓN SOCIAL. VIVENDA HABITUAL DESCRICIÓN • MAPIS (Medidas de Apoio para a Prevención e Integración Social). É un conxunto coordinado de medidas orientadas á loita contra a pobreza e á inserción social no marco do proxecto municipal denominado Medidas de Apoio para a Prevención e Integración Social. OBXECTIVO • Resolver necesidades de carácter básico e urxente relativas a cubrir gastos derivados do pago mensual da vivenda habitual. DESTINATARIOS • Persoas afectadas polas diferentes formas de exclusión e marxinación social do municipio de Santiago de Compostela. ANÁLISE DE RESULTADOS • Concedéronse 67 prestacións económicas para sufragar gastos derivados do aluguer da vivenda habitual.

  40. ACOLLEMENTO TEMPORAL EN VIVENDAS MUNICIPAIS DESCRICIÓN • O Proxecto Municipal de Acollemento Temporal en Vivendas Municipaisconstitúe un recurso alternativo previsto para o caso de que o traballo desenvolvido dende os Programas Municipais de Servizos Sociais de apoio á cidadanía na busca dunha vivenda no municipio, resulte infrutuoso; polo tanto se configura como un recurso subsidiario. OBXECTIVO • Proporcionar un acollemento, con carácter urxente e temporal, nunha das vivendas municipais afectadas a Servizos Sociais. METODOLOXÍA DE INTERVENCIÓN • A duración do acollemento é de dous anos, estabelecéndose a posibilidade dunha prórroga (de seis meses de duración), en atención ás circunstancias de cada familia. Este acollemento entróncase dentro da atención integral e polivalente ás familias, que abrangue ás súas diferentes necesidades sociais, apoiando e estimulando a súa inserción laboral, a convivencia familiar, as relacións comunitarias e a mellora das condicións de vida e, por tanto, conlevará inescusablemente a participación das mesmas nos Programas desenvolvidos polos servizos sociais deste Concello e consonte coa súa Situación. • Durante o ano 2007 foron dúas as familias que participaron neste programa.

  41. PLAN DE INCLUSIÓN SOCIAL DE GALICIA DESCRICIÓN XERAL • O Plan de Inclusión Social é froito do convenio de colaboración asinado entre o Concello de Santiago de Compostela e a Xunta de Galicia, para a integración socio-laboral dos usuarios dos Servizos Sociais, a través do deseño individualizado de itinerarios personalizados de inserción formativo e laboral DESTINATARIOS • Os destinatarios do Plan de Inclusión Social son as persoas que residan no Municipio de Santiago de Compostela, e se atopen nunha situación de exclusión ou risco de exclusión social, con especiais dificultades para a súa integración no mercado de traballo. Algunhas características dos destinatarios do plan son: • Ausencia de ingresos suficientes • Ausencia dunha formación persoal básica e/ou profesional • Situacións de desemprego prolongado ou de emprego precario. • Desarraigo social (ausencia de hábitos laborais, dependencia institucional, carencia de oportunidades, etc). • Desestructuración familiar A data de peche da memoria atópanse dadas de alta no Plan de Inclusión 325 persoas. O 27% correspóndese a persoas incorporadas durante o ano 2007 e o 73% restante son de continuidade

  42. Orzamentos • Contrato de prestacións de servizosServizo: • Axuda a Domicilio........................................................................... 400.000,00 • Teleasistencia...................................................................................18.030, 00. • Prensa e publicacións ....................................................................................3.700,00 • Mantemento e reparacións..........................................................................11.221, 00 • Subvencións nominativas ..........................................................................201.130,97 • Subvencións no nominativas......................................................................100.000,00 • Actividades.................................................................................................167.832,00 • Seguridade...................................................................................................34.000,00 • Persoal ......................................................................................................950.655.88 • Investimentos.............................................................................................747.175,44 • Total Servicios Sociais..........................................................................2.633.745,29

  43. Gastos total por conceptos