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Humanismo. Século XV. Humanismo. Momento histórico Navegações Mercantilismo Aumento das cidades Crise feudal Aumento e fortalecimento da burguesia Imprensa Importância dada aos estudos – fundação de várias universidades Uso da pólvora

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humanismo

Humanismo

Século XV

humanismo1
Humanismo

Momento histórico

  • Navegações
  • Mercantilismo
  • Aumento das cidades
  • Crise feudal
  • Aumento e fortalecimento da burguesia
  • Imprensa
  • Importância dada aos estudos – fundação de várias universidades
  • Uso da pólvora
  • Cisão da Igreja – protestantes e católicos
humanismo em portugal literatura
Humanismo em Portugal - Literatura

Produção artística

  • Em prosa – crônicas – Fernão Lopes
  • Em verso – as poesias palacianas – Garcia de Resende
  • Em teatro – Gil Vicente
as cr nicas de fern o lopes
As crônicas de Fernão Lopes

Características:

Preocupação com a verdade histórica

Imparcialidade

Pesquisa

Incorpora o povo

Utiliza os elementos da narrativa literária: narrador, personagens, tempo, espaço, conflito, clímax, sentimentos ...

cr nicas de fern o lopes
Crônicas de Fernão Lopes
  • Crônica del Rei D. Pedro
  • Crônica del Rei D. Fernando
  • Crônica del Rei D. João I, Mestre de Avis

D. Pedro ( Inês de Castro )

D. FernandoD. João I

exemplo de cr nica de fern o lopes
Exemplo de crônica de Fernão Lopes
  • "...A Portugal foromtragidosAlvoroGonçalvez e Pero Coelho, e chegarom a Santarém onde el-ReiD.Pedro era; e el-Rei com prazer de sua viinda, porém mal magoado porque Diego Lopes fugira, os sahiu pra arreceber, e sanha cruel sem piedade lhos fez por sua mãao meter a tromento, querendo que lhe confessassem quaaesforom da morte de Dona Enes culpados e que era o que seu padre trautavacontreele, quando andavomdesaviindos por aazo da morte dela; e nenhum deles respondeo a taaespreguntas, cousa que a el-Rei prouvesse; e el-Rei com queixume dizem que deu huumaçoute no rostro a Pero Coelho, e ele se soltou contra el-Rei, em desonestas e feas palavras, chamando-lhe treedor, freprejuro, algoz e carnecero dos homeens; e el-Rei dizendo que lhe trouxessem cebola e vinagre pera o coelho, enfadousse deles e mandouhos matar. A maneira de su morte seendo dita pelo meudo, seria mui estranha e crua de contar, ca mandou tirar o coraçom dos peitos a Pero Coelho, e a Alvoro Gonçalves pelas espadoas; e quaaes palavras ouve, e aquel que lho tirava que tal ofício avia pouco em costume, seeria bem doorida cousa de ouvir; enfim mandouhos queimar; e todo feito ante os paaços onde el pousava, de guisa que comendo oolhava quanto mandava fazer. Muito perdeoel-Rei de sua boa fama por tal escambo com este, o qual foi avido em Portugal e em Castela por mui grande mal, dizendo todolosboons que o ouviam, que os reis erravom mui muito hindo contra suas verdades, pois que estes cavaleiros estavom sobre segurança acoutados em seus reinos." (“Crônica Del Rei Dom Pedro I”- Capítulo XXXI )
poesia palaciana
Poesia Palaciana

Características

  • O texto separa-se da música
  • O poema é declamado
  • O poeta busca recursos como a métrica em 5 ou 7 síl. poéticas, a rima, a sonoridade.- Início das redondilhas
  • Temas: influências trovadorescas e novidades como o amor platônico
  • Reunidas no Cancioneiro Geral de Garcia de Resende - 1516
exemplo de poesia palaciana
Exemplo de poesia palaciana
  • “Cantiga Sua Partindo-se”Senhora partem tam tristes. Meus olhos por vós, meu bem, . Que nunca tam tristes vistes Outros nenhuns por ninguém. Tam tristes, tam saudosos, Tam doentes da partida, Tam cansados, tam chorosos, Da morte mais desejosos Cem mil vezes que da vida.Partem tam tristes os tristes, Tam fora d’esperar bem, Que nunca tam tristes vistes Outros nenhuns por ninguém.(João Ruiz de Castelo Branco)
amor plat nico x amor carnal
Amor platônico X amor carnal
  • Meu amor, tanto vos amo, Meu amor tanto vos quero, que meu desejo não ousa que deseja o coração desejar nenhuma cousa. mil cousas contra a razão. Porque, se a desejasse, Porque, se vos não quisesse logo a esperaria; como poderia ter e, se eu a esperasse, desejo que me viesse sei que vos anojaria. do que nunca pode ser? Mil vezes a morte chamo, Mas conquanto desespero e meu desejo não ousa e em mim tanta afeição, desejar-me outra cousa.que deseja o coração. (Conde Vimioso) (Aires Teles)
teatro de gil vicente
Teatro de Gil Vicente

Início: 1502 – Monólogo do vaqueiro ou O auto da visitação

Influências: Juan de Encina ( autos )e Torres de Naharro ( farsas)

Características:

Teatro moralizante

Sátira crítica

Em versos – geralmente 7 síl.

Personagens – tipos, típicos ou alegóricos

Cenários simples – texto importante

Não segue o padrão grego –regra das três unidades

Critica todas as classes sociais

Religioso – critica os padres, não a Igreja

Critica os homens, não as instituições

Mescla antropocentrismo e teocentrismo

principais obras de gil vicente
Principais obras de Gil Vicente
  • O auto da barca do Inferno ( da Glória e do Purgatório ) – trilogia das barcas
  • A farsa de Inês Pereira
  • O velho da horta
  • O auto da Índia
  • O auto da Feira
  • O auto da Alma