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PROCESSOS DE AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE

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PROCESSOS DE AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE. Enfª Lilian Lestingi Labbadia Maio/2010. “A primeira condição do hospital é não prejudicar o doente” Florence - 1853. Enfermarias: antes e depois de Florence. FLORENCE NIGHTINGALE (1820-1910)

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PROCESSOS DE AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE SERVIÇOS DE SAÚDE

Enfª Lilian Lestingi Labbadia

Maio/2010

slide2
“A primeira condição do hospital é

não prejudicar o doente”

Florence - 1853

slide4
FLORENCE NIGHTINGALE (1820-1910)
    • Primeiro modelo de melhoria continuada
    • Rígidos padrões sanitários e cuidados de enfermagem
    • Resultado das intervenções

Taxa de mortalidade de 40%

para 2%

(Nogueira, 1996)

mundo
Mundo ...
  • 5 milhões de vida - iniciativa voluntária para proteger os pacientes de incidentes e danos causados na assistência ao longo dos próximos dois anos

(dez/ 2006 – dez/ 2008)

campanha para salvar 5 milh es de vidas 5 estrat gias 2005
Campanha para salvar 5 milhões de vidas5 Estratégias / 2005
  • Time de resposta rápida
  • IAM cuidado seguro
  • Farmacovigilância
  • Prevenção de infecção de cateter venoso central
  • Prevenção de infecção de sítio cirúrgico
  • Prevenção de pneumonia por VM
campanha para salvar 100 milh es de vidas novas interven es focadas na preven o de danos 2008
Campanha para salvar 100 milhões de vidasNovas intervenções focadas na prevenção de danos / 2008
  • Prevenção de UPP
  • Redução do MARSA
  • ICC – cuidado seguro
mundo1
Organização Mundial de Saúde – OMS – resolução 55.18 de Maio de 2000, com objetivo de tornar a segurança do paciente uma alta prioridade na agenda de políticas dos países membros (http://www.who.int/en/)

Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations – JCAHO – EUA - estabelece o Programa Nacional de Metas para a Segurança do Paciente (National Patient Safety Goals), onde se definem 7 procedimentos para atenção especial dos profissionais em sua execução (www.jcaho.org) (www.jcrinc.com).

Mundo ...
mundo2
Agência Nacional para Segurança do Paciente (National Patient Safety Agency) – Reino Unido – fundada em Junho de 2000, estabelece áreas e procedimentos para monitoramento e ações de melhoria de desempenho pelas instituições de saúde (www.npsa.nhs.uk).

Conselho para Segurança e Qualidade em Assistência à Saúde (Council for Safety and Quality in Healthcare) – Austrália – desenvolveu o sistema “SHE” – Sentinel Health Events – Eventos de Sentinelas em Saúde, onde se define uma lista nacional de eventos sentinela.

Mundo ...
slide11

Institute of Medicine:

“To err is human” (2000)

  • 50% dos erros preveníveis
  • 30% devido a negligência

EUA, prioridade nacional:

Meta: reduzir 50% dos erros em 5 anos

slide12

Custos dos Eventos Adversos Dados da Agência Nacional de Segurança do Paciente (NHS/UK)(Dados apresentados na 20ª Conferencia da ISQua – Dallas – EUA – Nov/2003)

  • Ocorrem em cerca de 11% das admissões/ano, o que equivale a 850.000 eventos/ano.
  • Custam aproximadamente 2 bilhões de libras/ano, com extras em dias de internação (cerca de 6 a 8 dias extras).
  • 400 pessoas/ano morrem ou são seriamente lesadas em eventos causados por dispositivos médicos.
  • Mais de 400 milhões de libras são gastas por ano em função de acordos judiciais por negligências clínicas.
  • As infecções hospitalares adquiridas custam 1 bilhão de libra/ano.
di che numeri stiamo parlando
Di che numeri stiamo parlando ?

Agência Regional de Saúde –Veneza, 2005

medicare says it won t cover hospital errors new york times 21 08 2007
Medicare Says It Won’t Cover Hospital ErrorsNew York Times – 21/08/2007
  • a partir de outubro de 2008, daqui a pouco mais de um ano, o Medicare - seguridade social governamental americana para os idosos - não mais pagará os hospitais por despesas decorrentes de algumas complicações adquiridas dentro do hospital.
condi es que podem ser razoavelmente prevenidas
"condições que podem ser razoavelmente prevenidas"

Úlcera por pressão

Lesões causadas por quedas

Infecções relacionadas a cateteres venosos

Infecções urinárias relacionadas a sondagem vesical

Tratamento de pacientes nos quais foi esquecido objetos durante a cirurgia

Complicações decorrentes de transfusões de sangue incompatível

slide16
ERROS- custo para a organização- grau de satisfaçãodos clientes (internos e externos)ACIDENTES- construídos passo a passo
falhas em sistemas processos e condi es que levam as pessoas a cometerem e n o prevenirem

Modelodo Queijo Suíço – James Reason

Falhas em sistemas, processos e condições que levam as pessoas a cometerem e não prevenirem.

Falhas Ativas

Risco

Perdas

Falhas Latentes

seguran a do paciente
SEGURANÇA DO PACIENTE

Identificação do Risco

Prevenção do evento adverso

Gerenciamento do evento adverso

sete passos para a seguran a national patient safety agency uk
Sete Passos para a SegurançaNational Patient Safety Agency / UK
  • Criar uma cultura de segurança
  • Liderar e apoiar o foco na segurança
  • Desenvolver sistemas e processos para gerenciar os riscos
  • Promover os relatos
  • Comunicar com os pacientes e público
  • Aprender e Compartilhar lições
  • Implementar soluções de prevenção
rede brasileira para a seguran a do paciente p lo s o paulo
Rede Brasileira para a Segurança do PacientePólo São Paulo

10 passos para a Segurança do Paciente:

Paciente envolvido com a própria segurança

Identificação do paciente

Higienização das mãos

Segurança no preparo e administração de medicamentos e hemoderivados (ou injetáveis)

Preparo para cirurgia segura: local correto

Prevenção de queda

Prevenção de úlcera por pressão

Prevenção da retirada não programada de sondas, drenos e cateteres

Comunicação efetiva interdisciplinar

Segurança na utilização da Tecnologia

qualidade na sa de
QUALIDADE NA SAÚDE

A OMS definiu Qualidade nos serviços de saúde como:

  • Alto nível de excelência profissional;
  • Uso eficiente de recursos;
  • Mínimo de risco para o cliente;
  • Alto grau de satisfação para o cliente;
  • Impacto final na saúde.

Genebra, 1981

qualidade nos servi os de sa de
QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE SAÚDE

Busca instrumentalizar a organização de saúde de tal forma que seja assegurado ao cliente que toda organização estará voltada para maximizar os cuidados e benefícios e minimizar os riscos (inerentes à ação médico-terapêutica).

(Gastal, 1992)

caracter sticas da qualidade
Características da Qualidade
  • Qualidade objetiva – mensurável

Qualidade intrínseca – melhores evidências científicas

Custo – menor custo para o processo definido

Segurança – processo seguro para o cliente, trabalhador e toda a sociedade

Qualidade atrativa – algo a mais para garantir fidelidade do cliente

  • Qualidade subjetiva – não mensurável

Permite ao cliente perceber a qualidade objetiva no produto entregue, determinando satisfação e encantamento

Couto, 2007

o que os atores desejam do servi os de sa de
O que os atores desejam do serviços de saúde?
  • Que o serviço seja capaz de oferecer uma assistência segura.
  • Tecnicamente bem desenvolvida.
  • Profissionais preparados do ponto de vista técnico e humano.
  • Economicamente sustentável e viável.

Gastal, 2006.

museus compras cirurgias revista da folha 24 agosto 2008
Museus, compras & cirurgiasRevista da Folha, 24 agosto 2008
  • Para receber uma clientela exigente e disputada, SP começa acordar para a profissionalização do turismo médico...
  • Recebido no aeroporto de Guarulhos por um funcionário da Prime, logo no desembarque, ele ganhou um celular habilitado para uso exclusivo durante a temporada turístico hospitalar...
slide31
AUDIO  | exibição: 31/01/2009  | site: CBN

Complexos hospitalares com projeção internacional, atendimento diferenciado e preços competitivos: estes são os atrativos oferecidos pela medicina brasileira

slide32

Processos de qualificação e avaliação de serviços de saúde

  • Acreditação Hospitalar
  • Controle de Qualidade Hospitalar (CQH)
  • Prêmio Nacional de Gestão em Saúde (PNGS)
  • Joint Comission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO)
  • CCHSA - Accreditation Canada
  • Magnet Recognition Program (ANA)
  • Prêmio Nacional de Qualidade (PNQ)
  • Prêmio Qualidade do Governo Federal (PQGF)
  • ISO 9001 – ISO 14000
acredita o
ACREDITAÇÃO
  • Método ou processo de avaliação dos recursos de uma instituição de saúde.
  • Utiliza padrões definidos.
  • Visa garantir a segurança e qualidade da assistência.
acredita o1
ACREDITAÇÃO

França, Itália e Escócia

Obrigatório!

objetivo da acredita o
OBJETIVO DA ACREDITAÇÃO

Dotar as instituições de saúde de instrumentos e ferramentas cujos padrões possibilitem melhorar a qualidade e desempenho dos serviços prestados.

Seminário Internacional - ANS 2009

slide36

ISO

International Standardization of Organizations

slide37

O que é ISO?

  • Normas internacionalmente reconhecidas;
  • Requisitos para produto ou serviços com qualidade;
  • Foco nas expectativas do cliente;
  • Boas práticas gerenciais;
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Família ISO

  • ISO 9001 – estabelece o conjunto de ações preventivas necessárias para garantir a qualidade de um produto após as fases de projeto, desenvolvimento, produção, instalação e serviços associados;
  • ISO 14000 – sistema de gestão ambiental – define de uma forma geral o que uma empresa deve fazer para diminuir o impacto das suas atividades no meio ambiente.
slide39

ISO 9001 - requisitos

  • Requisitos gerais
  • Requisitos de documentação
  • Responsabilidades da direção
  • Gestão de recursos
  • Realização do produto
  • Medição, análise e melhoria
slide40

Instituições de saúde certificadas

  • Laboratórios de análises clínicas
  • Banco Sangue
  • Hospitais
  • Suprimentos HIAE (Farmácia Clínica, Central e Satélites, Central de Materiais e Esterilização)
slide41

CQH

PROGRAMA DE CONTROLE DE QUALIDADE DO ATENDIMENTO MÉDICO-HOSPITALAR

slide42

CQH - critérios

  • Perfil
  • Liderança
  • Estratégias e planos
  • Clientes
  • Sociedade
  • Informações e conhecimento
  • Pessoas
  • Processos
  • Resultados
slide43

Hospitais selados – 18 (jan /10)

  • Centro Médico Campinas (Campinas)
  • Hospital Alvorada - Moema (São Paulo)
  • Hospital de Aeronáutica de São Paulo (São Paulo)
  • Hospital do Servidor Público Municipal (São Paulo)
  • Hospital e Maternidade Alvorada - Santo Amaro (São Paulo)
  • Hospital e Maternidade Dr. Christóvão da Gama (Santo André)
  • Hospital e Maternidade São Cristóvão (São Paulo)
  • Hospital Estadual Mário Covas de Santo André (Santo André)
  • Hospital Geral de Guarulhos (Guarulhos - SP)
  • Hospital Geral de Itapecerica da Serra – SECONCI
  • Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros (São Paulo)
  • Hospital Municipal Maternidade-Escola Vila Nova
  • Cachoeirinha "Dr. Mário de Moraes Altenfelder Silva" (São Paulo)
  • Hospital Paulo Sacramento (Jundiaí)
  • Hospital Policlin - Nove de Julho (São José dos Campos)
  • Hospital Santa Cruz (São Paulo)
  • Hospital Sepaco (São Paulo)
  • Hospital Vera Cruz (Campinas)
slide45

JCAHO

Joint Comission on Accreditation of Health Care Organizations

slide46

JCAHO

  • JCAHO – criada em 1950
  • JC Internacional – americana – criada em 1999
  • Brasil – Consórcio Brasileiro de Acreditação – 2000
  • Hospitais, laboratórios de análises clínicas, assistência domiciliária e serviços de transportes médicos
manual de padr es de acredita o hospitalar do cba jci
Manual de Padrões de Acreditação Hospitalar do CBA/JCI
  • Funções Voltadas para os Pacientes
  • Funções Voltadas para a Organização
slide48

JCAHO - critérios

  • Acesso e continuidade do cuidado
  • Direito dos pacientes e familiares
  • Avaliação do paciente
  • Cuidados ao paciente
  • Educação dos pacientes e familiares
  • Melhoria da qualidade e segurança dos paciente
  • Prevenção e controle de infecções
  • Governo, Liderança e Direção
  • Gerenciamento do ambiente hospitalar e segurança
  • Educação e qualificação de profissionais
  • Gerenciamento da informação
slide49

Hospitais certificados – 20 (jan/ 10)

  • HIAE
  • HAOC
  • Hospital São Vicente de Paulo
  • Hospital Moinhos de Vento
  • Hospital Samaritano
  • Clínica São Vicente da Gávea
  • Hospital do Coração (HCOR)
  • Hospital da Amil (3)
  • Hospital Sírio Libanês
  • Hospital Copa D´or
  • Hospital do Câncer  - Instituto Nacional do Câncer (3)
  • Pronep
  • Casa de Saúde Laranjeiras
  • HEMORIO
slide52

MAGNET

  • American Nurses Credentialing Center (ANCC)
  • Reconhecer as organizações de saúde que possuem Serviços de Enfermagem de Excelência
  • HIAE
slide53

Magnet – 14 padrões

  • Planejamento estratégico da enfermagem / liderança
  • Estrutura organizacional
  • Estilo de gestão
  • Políticas de pessoal
  • Modelos profissionais de atendimento
  • Qualidade de atendimento
  • Qualidade do cuidado
  • Consultas e pesquisas
  • Autonomia
  • Parcerias dos serviços com a comunidade
  • Enfermeiros como professores
  • Imagem da enfermagem
  • Relacionamento interdisciplinar
  • Desenvolvimento profissional
cchsa crit rios
CCHSA - critérios
  • Planejamento estratégico
  • Foco no cliente
  • Liderança
  • Compromisso com a qualidade
  • Desenvolvimento de pessoas
  • Trabalho em equipe - times...
hospitais certificados
Hospitais certificados
  • Hospital Barra D´or - Rio de Janeiro
  • Hospital Quinta D´or - Rio de Janeiro
  • Hospital Santa Catarina - São Paulo
  • Hospital Vita Curitiba - Curitiba
slide57

PNQ, PNGS, PQGF

Prêmio Nacional da Qualidade

slide58

Critérios - excelência na gestão

  • Liderança
  • Estratégias e planos
  • Clientes
  • Sociedade
  • Informações e conhecimento
  • Pessoas
  • Processos
  • Resultados
slide59

Hospitais certificados

  • PNQ – Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (2002)
  • PQGF – HCPA (1998), HEMORIO (2001),

HEMORIO (2002)

slide60

Vencedoras do PNGS

HOSPITAL GERAL DE PEDREIRA.Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo 2008-2009

HOSPITAL BRASÍLIA - LAF EMPRESA DE SERVIÇOS HOSPITALARES.Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo 2008-2009

HOSPITAL VERA CRUZ.Finalista do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo 2008-2009

INSTITUTO BIOCOR.Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Ouro, na Categoria Hospitais - Ciclo 2007-2008

INSTITUTO DA CRIANÇA DO HCFMUSP.Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo 2007-2008

HOSPITAL BRASÍLIA - LAF EMPRESA DE SERVIÇOS HOSPITALARES.Finalista do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo 2007-2008

slide61

HOSPITAL SEPACO - SÃO PAULO.Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, na Categoria Hospitais - Ciclo 2006-2007INSTITUTO DE RADIOLOGIA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DEMEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - SÃO PAULO.Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata, naCategoria Clínicas de Especialidades Médicas - Ciclo 2006-2007INSTITUTO CENTRAL DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO.Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata - Ciclo 2005-2006LABORATÓRIO NABUCO LOPES.Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata - Ciclo 2005-2006LOUREIRO ANÁLISES CLÍNICAS LTDA.Vencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Categoria Prata - Ciclo 2004-2005LABORATÓRIO WEINMANNVencedor do Prêmio Nacional da Gestão em Saúde - Ciclo 2003-2004

slide62

SISTEMA BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO

ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO/ONA

slide63

Organização Nacional de Acreditação / ONA

  • 1997 – proposta do Ministério da Saúde
  • 1998 – elaborada a versão "Manual de Acreditação de Hospitais” e piloto em 17 hospitais
  • 1999 - Órgão Nacional de Acreditação
  • 2000 – 1ª avaliação de hospital
  • 2001 – reconhecimento nacional portaria nº 538/MS
  • 2002 – parceria ANVISA
slide64

Organização Nacional de Acreditação / ONA

  • Laboratórios de análises clínicas, Farmácias Magistrais , Serviços Ambulatoriais / Terap / Pronto Atend., Serviços de Assistência Domiciliar , Serviços de Hemoterapia , Serviços de Lavanderia Hospitalar, Serviços de Nefrologia e Terapia R. Substitutiva , Serviços de Radiologia / Diag. por Imagem / Radioterapia e Medicina Nuclear, Serviços Hospitalares
slide65

Liderança e Administração

Serv. de Apoio

Técnico e

Abastecimento

Serv.

Profissionais e

Org. da Assistência

Serviços de

Atendimento ao

Cliente/Paciente

Ensino e

Pesquisa

Serv. de Apoio

ao Diagnóstico

Serviços de Apoio Administrativo e Infra-Estrutura

SEÇÕES DO MANUAL DE ACREDITAÇÃO

os padr es
OS PADRÕES

NÍVEL 1

ATRIBUTO GERAL: Segurança (estrutura)

NÍVEL 2

ATRIBUTO GERAL: Organização (processos)

NÍVEL 3

ATRIBUTO GERAL: Práticas de Gestão e Qualidade (resultados)

manual brasileiro de acredita o de opss vers o 2010
MANUAL BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO DE OPSS – VERSÃO 2010

01 de novembro de 2010

Avaliação, diagnóstico ou manutenção !

slide68

Acreditação Hospitalar / ONA

(Resultados)

EXCELÊNCIA

NÍVEL 3

(Processos)

ORGANIZAÇÃO

NÍVEL 2

(Estrutura)

SEGURANÇA

NÍVEL 1

slide69

PADRÃO DE NÍVEL 1

ATRIBUTO GERAL:SEGURANÇA (ESTRUTURA)

PRINCÍPIOS ORIENTADORES:

  • Habilitação do corpo funcional;
  • Segurança para o paciente, atenção aos requisitos normativos e de estrutura para a organização segura da assistência;
  • Estrutura básica (recursos) configurada, existente e orientada em conformidade com uma execução consistente com a sua finalidade/complexidade/missão e,
  • Gerenciamento e controle de riscos.
folha de s paulo 25 12 2007 01h45
Folha de S Paulo - 25/12/2007 - 01h45

Incêndio atinge Hospital das Clínicas

Pacientes da UTI e do ambulatório foram transferidos para a Santa Casa e Incor. Alguns deles tiveram de aguardar transporte na calçada...

jornal folha de s o paulo 15 01 2008 08h13
Jornal Folha de São Paulo15/01/2008 - 08h13
  • Segundo a ONA (Organização Nacional de Acreditação), empresa que confere certificado de qualidade hospitalar, 90% dos grandes hospitais brasileiros, inclusive os particulares, não têm o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros). Para obter a certificação, os hospitais precisam se adaptar às normas de segurança...
slide72

PADRÃO DE NÍVEL 2

ATRIBUTO GERAL:ORGANIZAÇÃO (PROCESSOS)

PRINCÍPIOS ORIENTADORES:

  • Existência de normas, rotinas e procedimentos documentados, disponíveis e atualizados;
  • Evidências de introdução e utilização de uma lógica de melhoria de processos nos procedimentos médicos e assistenciais;
  • Evidências de modelo organizacional e de processos orientados para a satisfação do cliente (paciente).
slide73

PADRÃO DE NÍVEL 3

ATRIBUTO GERAL:PRÁTICAS DE GESTÃO E QUALIDADE (RESULTADOS)

PRINCÍPIOS ORIENTADORES:

  • Evidências de ciclos de melhoria em todas as áreas, com impacto sistêmico na organização;
  • Sistema de informação institucional, baseado em indicadores operacionais, econômicos e de qualidade, com comparações com referenciais externos e evidências estatísticas de melhoria nos resultados institucionais;
  • Sistema de verificação da satisfação dos clientes (internos e externos), evidências objetivas do impacto do programa institucional de qualidade e produtividade.
slide74

POSSÍVEIS RESULTADOS

  • NÃO ACREDITADO
  • ACREDITADO
  • ACREDITADO PLENO
  • ACREDITADO COM EXCELÊNCIA
abastecimento e apoio log stico mbah 2010
Abastecimento e Apoio LogísticoMBAH 2010
  • Processamento de Materiais e Esterilização
  • Processamento de Roupas
  • Armazenamento e Transporte
  • Higienização
  • Gestão de Segurança
processamento de materiais e esteriliza o
Processamento de Materiais e Esterilização
  • Atividades destinadas ao preparo, esterilização, guarda e distribuição de instrumental, órteses, próteses e materiais especiais, equipamentos e materiais para a organização.
requisitos do padr o n vel 1 mbah 2010
Requisitos do Padrão – Nível 1MBAH 2010
  • Sistema de registro e validação do processo de esterilização;
  • Gerencia a demanda do processo de esterilização;
  • Mecanismos e validação de protocolos de ratreabilidade;
  • Gerencia o estoque de instrumental;
  • Monitora a integridade de instrumentais, materiais e equipamentos esterilizados;
requisitos do padr o n vel 1 mbah 20101
Requisitos do Padrão – Nível 1MBAH 2010
  • Sistema de controle da esterilização e validade dos materiais;
  • Gerencia riscos assistenciais, sanitários, ambientais, ocupacionais e de responsabilidade civil;
  • Define monitora e documenta o processo;
  • Monitora a qualidade da água;
  • Gerencia os resíduos.
acredita o2
Acreditação
  • Padrões e critérios
  • Como fazer???
  • Foco - segurança dos processos
  • Referências, melhores evidências...
slide81
Orientações Gerais para Central de Esterilização

Série A Normas e Manuais Técnicos, n.108

Brasília, DF

Abril de 2001

indicadores de calidad de la central de esterilizaci n
Indicadores de calidad de la central de esterilización
  • verificación de la efectividad del proceso de esterilización
  • tiempo de caducidad de la esterilización
  • empaque adecuado del material a esterilizar
  • seguridad en la central de esterilización
  • satisfacción del cliente interno
indicadores de calidad de la central de esterilizaci n1
Indicadores de calidad de la central de esterilización
  • reuso de dispositivos médicos de un solo uso
  • riesgos laborales (físicos, químicos, biológicos, ergonómicos)
  • manejo de residuos
criterio de tiempo de caducidad de la esterilizaci n
Criterio de tiempo de caducidad de la esterilización
  • Todo producto esterilizado ha de llevar impreso el tiempo de caducidad de laesterilización.
  • Debe ser mínimo el material que requiera ser reesterilizado por haber caducadoel tiempo.
slide86

Indicador – Fórmula e Meta

N° de productos reesterilizados por superar

el tiempo de caducidad.

_______________________________ x 100

N° total de productos que se esterilizan

Estándar de calidad: menor 1%

slide87

“AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE TRABALHO DOS CENTROS DE MATERIAL

E ESTERILIZAÇÃO DOS HOSPITAIS PÚBLICOS ACREDITADOS DO ESTADO

DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO.”

SUZIMAR DE FÁTIMA BENATO

Dissertação de Mestrado

Faculdade de Medicina de Botucatu / 2008

slide88
Hospitais Públicos Acreditados do Estado de São Paulo
  • Objetivo de descrever e analisar os processos de trabalho dos CMEs
  • Resultados: não foram encontradas muitas diferenças entre os hospitais, mesmo estes possuindo níveis de certificação diferentes, mas foram identificadas inadequações nos processos de trabalho dos CMEs, bem como no próprio programa de Acreditação, que não possui critérios específicos e claros para cada dimensão e nível propostos.
slide89

Hospitais oferecem quartos vips para pacientes!Com serviços comparados a hotéis cinco estrelas, diárias chegam a custar 1500 reais12/05/2010 – Revista Veja

hospital d cido no lugar de sedativo 8 5 2010 jornal folha de s o paulo
Hospital dá ácido no lugar de sedativo8/5/2010 – Jornal Folha de São Paulo
  • SEGUNDO O HOSPITAL, CADA PRODUTO RETIRADO DA FARMÁCIA PASSA POR TRÊS CONFERÊNCIAS.
  • PARA EVITAR OUTRO PROBLEMA, A EMBALAGEM DO ÁCIDO RECEBEU UM AVISO DE ALERTA.
obten o do certificado pela opss
Obtenção do certificado pela OPSS...
  • Não permite garantir a entrega de produto com qualidade
  • Existem naquela empresa uma estrutura e funções dedicadas à busca da qualidade

Couto, 2007

slide92
“a assistência médica-hospitalar é uma das mais inseguras atividades humanas...”

To Err is Human, 2000

slide93
Obrigada!!

l.labbadia@unifesp.br

refer ncias bibliogr ficas
Referências bibliográficas

Innocenzo, M. Indicadores, auditorias e certificações: ferramentas de qualidade para gestão em saúde. Martinari, 2010.

Feldman, Liliane Bauer; Cunha, Isabel Cristina Kowal Olm. Identificação dos critérios de avaliação de resultados do serviço de enfermagem nos programas de acreditação hospitalar. Rev Lat Am Enfermagem;14(4): 540-545, jul.-ago. 2006.

Lima, Suzinara Beatriz Soares de; Erdmann, Alacoque Lorenzini. A enfermagem no processo da acreditação hospitalar em um serviço de urgência e emergência. Acta paul. enferm;19(3): 271-278, jul.-ago. 2006.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Acreditação: a busca pela qualidade nos serviços de saúde. Rev. Saúde Pública vol.38 no.2 São Paulo Apr. 2004.

Feldman, Liliane Bauer; Gatto, Maria Alice Fortes; Cunha, Isabel Cristina Kowal Olm . História da evolução da qualidade hospitalar: dos padrões a acreditação. Acta paul. enferm;18(2): 213-219, abr.-jun. 2005.

Couto, Renato Camargo; Pedrosa, Tania Moreira Grillo Hospital - Acreditação e Gestão Em Saúde. GUANABARA KOOGAN. 2007.

Joint Commission Resources. Gerenciamento do corpo assistencial. Artmed. 2008.

M. Sekimoto, Y. Imanaka, H. Kobayashi, T. Okubo, J. Kizu, H. Kobuse, H. Mihara, N. Tsuji, A. Yamaguchi. Impact of hospital accreditation on infection control programs in teaching hospitals in JapanAmerican Journal of Infection Control, Volume 36, Issue 3, Pages 212-219

Campos, LI.Impacto da implantação do sistema de gestão da qualidade em hospitais acreditados com excelência pelo Sistema Brasileiro de Acreditação ONA. Tese de Mestrado / UFMG, 2008.