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Psicopedagogia na Educação Inclusiva

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Psicopedagogia na Educação Inclusiva. Profa.Ms.Paloma Alinne A.Rodrigues palomaraap@gmail.com Site:https://sites.google.com/site/palomaalinne/. O que discutimos na última aula?. Relembrando. Introdução: História da educação inclusiva no sistema educacional mundial e brasileiro; Definição

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Psicopedagogia na Educação Inclusiva


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    Presentation Transcript
    1. Psicopedagogia na Educação Inclusiva Profa.Ms.Paloma Alinne A.Rodrigues palomaraap@gmail.com Site:https://sites.google.com/site/palomaalinne/

    2. O que discutimos na última aula?

    3. Relembrando... • Introdução: História da educação inclusiva no sistema educacional mundial e brasileiro; • Definição • Educação Especial x Educação Inclusiva; • Terminologias: • Entre elas destacamos o conceito correto de Pessoa com Deficiência e não Portador de Deficiência; • Leis relacionadas a Educação Especial: .

    4. Principais marcos legais no Brasil • Legislação que regulamenta a Educação Especial no Brasil • Constituição Federal de 1988 - Educação Especial • Lei nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBN • Lei nº 9394/96 – LDBN - Educação Especial • Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente - Educação Especial • Lei nº 8069/90 - Estatuto da Criança e do Adolescente • Lei nº 8859/94 - Estágio • Lei nº 10.098/94 - Acessibilidade • Lei nº 10.436/02 - Libras • Lei nº 7.853/89 - CORDE - Apoio às pessoas portadoras de deficiência • Lei n.º 8.899, de 29 de junho de 1994 - Passe Livre • Lei nº 9424 de 24 de dezembro de 1996 - FUNDEF • Lei nº 10.845, de 5 de março de 2004 - Programa de Complementação ao • Atendimento Educacional Especializado às Pessoas Portadoras de Deficiência • Lei nº 10.216 de 4 de junho de 2001 - Direitos e proteção às pessoas acometidas • de transtorno mental • Plano Nacional de Educação - Educação Especial

    5. Segundo o nosso cronograma • Deficiência Adquirida x Deficiência Congênita • Deficiência Física • Deficiência Intelectual • Deficiência Visual • Deficiência Auditiva • Síndrome de Down • Autismo • Superdotação • Transtorno de Déficit de Atenção (TDAH) • Discalculia • Dislexia

    6. Deficiência Adquirida xDeficiência congênita

    7. Adquirida x Congênita • Adquirir: v.t. Obter, alcançar, conseguir: adquirir as boas graças de alguém; Comprar, tornar-se proprietário de: adquirir um terreno. • Deficiência Adquirida: Por meio de acidente;AVC;entre outros • Congênito: adj. Que nasce com o indivíduo, natural. Presente desde a nascença, mas não necessariamente hereditário. • Deficiência Congênita: A deficiência nasce com o individuo;

    8. Deficiência Física

    9. Deficiência Física • É a disfunção ou interrupção dos movimentos de um ou mais membros: superiores, inferiores ou ambos e conforme o grau do comprometimento ou tipo de acometimento fala-se em paralisia ou paresia. • O termo paralisia se refere à perda da capacidade de contração muscular voluntária, por interrupção funcional ou orgânica em um ponto qualquer da via motora, que pode ir do córtex cerebral até o próprio músculo; fala-se em paralisia quando todo movimento nestas proporções são impossíveis. • O termo paresia refere-se quando o movimento está apenas limitado ou fraco. • O termo paresia vem do grego PARESIS e significa relaxação, debilidade. • Nos casos de paresias, a motilidade se apresenta apenas num padrão abaixo do normal, no que se refere à força muscular, precisão do movimento, amplitude do movimento e a resistência muscular localizada, ou seja, refere-se a um comprometimento parcial, a uma semiparalisia.

    10. Deficiência Física • Tipos de Deficiência Física: • a lesão cerebral (paralisia, hemiplegias); • a lesão medular (tetraplegias, paraplegias); • as miopatias (distrofias musculares); • as patologias degenerativas do sistema nervoso central (esclerose múltipla, esclerose lateral amiotrófica); • as lesões nervosas periféricas; • as amputações; • as sequelas de politraumatismos; • as malformações congênitas; • os distúrbios posturais da coluna; as sequelas de patologias da coluna; • os distúrbios dolorosos da coluna vertebral e das articulações dos membros; • as artropatias; • os reumatismos inflamatórios da coluna e das articulações; • as lesões por esforços repetitivos (L.E.R.).

    11. Deficiência Física • Causas • Em relação à paralisia cerebral, as causas mais citadas para a deficiência são: • a) causas pré-natais – ocorrem devido a infecções ou a doenças contraídas pela mãe durante a gestação, como, por exemplo, meningite, rubéola, herpes, diabetes. A falta de oxigênio na corrente sanguínea também pode causar lesão cerebral. Outro fator causador pode ser a falta de compatibilidade sanguínea (fator Rh) entre o sangue do feto e o da mãe.Pode ocorrer paralisia cerebral ainda devido à deformação congênita; • b) causas natais – decorrem de um parto difícil, devido a bebês grandes e mães pequenas. A cabeça do bebê pode deformar-se rompendo os vasos sanguíneos e danificar o cérebro. Segundo Wernek (1994), bebês que nascem prematuramente (antes dos nove meses e com menos de 2 kg) têm maior probabilidade de apresentar paralisia cerebral. A falta de oxigênio no bebê por mais de alguns minutos durante o parto pode causar paralisia cerebral;

    12. Deficiência Física • c) causas pós-natais – dizem respeito a tudo o que pode ocorrer com o indivíduo após o seu nascimento. Portanto uma criança que acabou de nascer ou um idoso de oitenta anos estão igualmente sujeitos ao risco de uma lesão cerebral. As hemiplegias resultam de acidente vascular cerebral, aneurisma cerebral, tumor cerebral. • A lesão medular pode decorrer de ferimento por arma de fogo ou branca, de acidentes de trânsito, de mergulho em águas rasas, de traumatismos diretos, como quedas, processos infecciosos, processos degenerativos. As amputações são normalmente ocasionadas por causas vasculares, traumas, malformações congênitas, causas metabólicas. No caso das más formações congênitas, temos como possíveis causas: exposição à radiação e uso de drogas.

    13. Deficiência Física • As artropatias podem acontecer por processos inflamatórios ou degenerativos, alterações biomecânicas, hemofilia, distúrbios metabólicos. • As deficiências físicas podem ser classificadas em: • Quadriplégica/Triplegia:quando a paralisia atinge todos os membros; • Hemiplegia:quando são afetados os membros do mesmo lado. • Monoplegia:condição rara em que apenas um membro é afetado. • Paraplegia: a paralisia afeta apenas os membros inferiores;  • Diplegia:quando dois membro são afetados. • Além disso, a paralisia cerebral pode ser classificada quanto à qualidade de tônus em: atetóide, atáxica, espástica e hipotônica. • Tanto a classificação do tipo de deficiência física quanto da qualidade do tônus do aluno permitem a adequação das atividades pedagógicas em sala de aula.

    14. Deficiência Física Segundo o censo divulgado pelo IBGE em 2000, no Brasil existe  24 milhões de pessoas com alguma Deficiência Física, isso corresponde a 14,5% da população. Sugestão de reportagem: http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/deficientes-fisicos-vida-segue-4-rodas

    15. Deficiência Intelectual

    16. Deficiência Intelectual • O conceito de deficiência intelectual preconizado pela AAIDD (American Association on Intellectual and Developmental Disabilities), e descrito por Luckasson e cols. (2006), como "limitações significativas, tanto no funcionamento intelectual quanto no comportamento adaptativo, como também nas habilidades adaptativas conceituais, sociais e práticas. Esta deficiência origina-se antes dos 18 anos" (p. 209). • Conceito:Deficiência Intelectual é a designação que caracteriza os problemas que ocorrem no cérebro e levam a um baixo rendimento, mas que não afetam outras regiões ou áreas cerebrais. • Diagnóstico: Deve-se considerar o contexto social e as características das pessoas da mesma faixa etária e da mesma cultura do avaliado, as diferenças culturais e linguísticas, bem como a comunicação, os fatores sensoriais, motores e comportamentais. (LUCKASSON E COLS,2006)

    17. Deficiência Intelectual • Avaliação: É importante ter em mente a coexistência das limitações e das potencialidades do avaliado. Assim, segundo Luckasson e cols., a descrição das limitações ajudará a desenvolver um perfil para os apoios necessários. Os autores acrescentam que neste período é fundamental propiciar a esses alunos apoios personalizados, apropriados e desenvolvidos, para melhorar o funcionamento cotidiano dessas pessoas. • Segundo a psicopedagoga especialista em Inclusão, Daniela Alonso, as limitações impostas pela deficiência dependem muito do desenvolvimento do indivíduo nas relações sociais e de seus aprendizados, variando bastante de uma criança para outra (ALONSO,2011).

    18. Deficiência Intelectual • Desse modo, são consideradas DI “todas as pessoas que tenham um QI abaixo de 70 e cujos sintomas tenham aparecido antes dos dezoito anos considera-se que têm deficiência mental.” - Paula Romana. • Embora existam diferentes correntes para determinar o grau de deficiência intelectual, são as técnicas psicométricas que mais se impõem, utilizando o QI para a classificação desse grau. O conceito de QI foi introduzido por Stern e é o resultado da multiplicação por cem do quociente obtido pela divisão da IM (idade mental) pela IC (idade cronológica). • Segundo a OMS, a deficiência  divide-se: • Profunda: • Grandes problemas sensorio-motores e de comunicação,bem como de comunicação com o meio; • São dependentes dos outros em quase todas as funções e atividades, pois os seus handicaps físicos e intelectuais são gravíssimos; • Excepcionalmente terão autonomia para se deslocar e responder a treinos simples de auto-ajuda.

    19. Deficiência Intelectual • Grave/severa: • Necessitam de proteção e ajuda, pois o seu nível de autonomia é muito pobre; • Apresentam muitos problemas psicomotores; • A sua linguagem verbal é muito deficitária – comunicação primária; • Podem ser treinados em algumas atividades de vida diária básicas e em aprendizagens pré-tecnológicas simples; • Moderado/média: • São capazes de adquirir hábitos de autonomia pessoal e social; • Podem aprender a comunicar pela linguagem oral, mas apresentam dificuldades na expressão e compreensão oral; • Apresentam um desenvolvimento motor aceitável e têm possibilidade para adquirir alguns conhecimentos pré-tecnológicos básicos que lhes permitam realizar algum trabalho; • Dificilmente chegam a dominar as técnicas de leitura, escrita e cálculo;

    20. Deficiência Intelectual • Leve/ligeira: • São educáveis; • Podem chegar a realizar tarefas mais complexas; • A sua aprendizagem é mais lenta, mas podem permanecer em classes comuns embora precisem de um acompanhamento especial; • Podem desenvolver aprendizagens sociais e de comunicação e têm capacidade para se adaptar e integrar no mundo laboral; • Apresentam atraso mínimo nas áreas perceptivas e motoras; • Geralmente não apresentam problemas de adaptação ao ambiente familiar e social.

    21. Deficiência Intelectual • Causas e fatores de risco: • Fatores Genéticos • Existem dois tipos de causas genéticas: • Geneopatias – alterações genéticas que produzem metabolopatias ou alterações de metabolismo; • Cromossomopatias – que são síndromes devidos a anomalias ou alterações nos cromossomas.Fatores pré-natais • Desnutrição materna; • Má assistência à gestante; • Doenças infecciosas; • Intoxicações; • Perturbações psíquicas; • Infecções; • Fetopatias; (atuam a partir do 3º mês de gestação) • Embriopatias (atuam durante os 3 primeiros meses de gestação) • Genéticos.

    22. Deficiência Intelectual • Fatores Perinatais e neonatais • Metabolopatias; • Infecções; • Incompatibilidade RH entre mãe e recém nascido; • Má assistência e traumas de parto; • Hipóxia ou anóxia; • Prematuridade e baixo peso; • Icterícia grave do recém nascido (incompatibilidade RH/ABO). • Fatores Pós-Natais • Desnutrição, desidratação grave, carência de estimulação global: • Infecções; • convulsões; • Anoxia (paragem cardíaca, asfixia…) • Intoxicações exógenas (envenenamento); • Acidentes; • Infestações.

    23. Deficiência Auditiva

    24. Deficiência auditiva • A deficiência auditiva, é conhecida como surdez, e consiste na perda parcial ou total da capacidade de ouvir, isto é, um indivíduo que apresente um problema auditivo. • Para tanto, é considerado surdo todo o individuo cuja audição não é funcional no dia-a-dia, e considerado parcialmente surdo todo aquele cuja capacidade de ouvir, ainda que deficiente, é funcional com ou sem prótese auditiva. • A deficiência auditiva é uma das deficiências contempladas e integradas nas necessidades educativas especiais (NEE);

    25. Deficiência auditiva • Portanto, a deficiência auditiva é a perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, com as seguintes variações de graus e níveis: • de 41 a 55 decibéis (dB) – surdez leve; • de 56 a 70 dB – surdez moderada; • de 71 a 90 dB – surdez severa; • acima de 91 dB – surdez profunda. • De acordo com a Organização Mundial de Saúde, existe a deficiência auditiva leve, moderada e severa, com comprometimento do ouvido médio, em casos de infecção, e a deficiência auditiva profunda, com comprometimento do ouvido interno, em virtude de problemas ocorridos com a mãe, durante a gestação (doenças, uso de medicamentos inadequados), ou com o filho, após o nascimento.

    26. Deficiência auditiva • Indivíduos com níveis de perda auditiva leve, moderada e severa são chamados de deficientes auditivos, enquanto os indivíduos com níveis de perda auditiva profunda são chamados de surdos. • SURDEZ x DEFICIÊNCIA AUDITIVA (DA) • A surdez, é de origem congênita, ou seja, a criança nasce surda, isto é, não se tem a capacidade de ouvir nenhum som. Por consequência, surge uma série de dificuldades na aquisição da linguagem, bem como no desenvolvimento da comunicação. • A deficiência auditiva é um déficit adquirido, ou seja, é quando se nasce com uma audição perfeita e que, devido a lesões ou doenças, a perde. Nestas situações, na maior parte dos casos, a pessoa já aprendeu a se comunicar oralmente. • Porém, ao adquirir esta deficiência, vai ter de aprender a comunicar de outra forma.Em certos casos, pode-se recorrer ao uso de aparelhos auditivos ou a intervenções cirúrgicas (dependendo do grau da deficiência auditiva) a fim de minimizar ou corrigir o problema. 

    27. Deficiência auditiva • Tipos de deficiência auditiva • Deficiência Auditiva Condutiva: A perda de audição condutiva afecta, na maior parte das vezes, todas as frequências do som. Contudo, por outro lado, não se verifica uma perda de audição severa.  Este tipo de perda de capacidade auditiva pode ser causada por doenças ou obstruções existentes no ouvido externo ou no ouvido interno. A surdez condutiva pode ter origem numa lesão da caixa do tímpano ou do ouvido médio.  • Sensório-Neural A perda de audição neurossensorial resulta de danos provocados pelas células sensoriais auditivas ou no nervo auditivo. Este tipo de perda pode dever-se a um problema hereditário num cromossoma, assim como, pode ser causado por lesões provocadas durante o nascimento ou por lesões provocadas no feto em desenvolvimento, tal como acontece quando uma grávida contrai rubéola..

    28. Deficiência auditiva • Deficiência Auditiva Mista • Na deficiência auditiva mista verifica-se, conjuntamente, uma lesão do aparelho de transmissão e de recepção, ou seja, quer a transmissão mecânica das vibrações sonoras, quer a sua transformação em percepção estão afectadas/perturbadas. Esta deficiência ocorre quando há alteração na condução do som até ao órgão terminal sensorial ou do nervo auditivo. A surdez mista ocorre quando há ambas as perdas auditivas: condutivas e neurossensoriais. • Deficiência Auditiva Central / Disfunção Auditiva Central / Surdez Central A deficiência auditiva Central, Disfunção Auditiva Central ou Surdez Central não é, necessariamente, acompanhada de uma diminuição da sensibilidade auditiva. Contudo manifesta-se por diferentes graus de dificuldade na percepção e compreensão das quaisquer informações sonoras. Este tipo de deficiência é determinado por uma alteração nas vias centrais da audição. Tal, decorre de alterações nos mecanismos de processamento da informação sonora no tronco cerebral, ou seja, no Sistema Nervoso Central.

    29. Deficiência auditiva

    30. Deficiência auditiva • Como Evitar: • Embora nenhuma deficiência seja transmitida, por não ser uma doença, alguns cuidados ajudam a prevenir a deficiência auditiva. A mulher, por exemplo, deve sempre tomar a vacina contra a rubéola, de preferência antes da adolescência, para que, durante a gravidez, esteja protegida contra a doença. Se a gestante tiver contato com rubéola nos primeiros três meses de gravidez, o bebê pode nascer surdo. • Observações para os professores: • Alguns sinais de deficiência auditiva podem ser observados por professores, pais ou pessoas do convívio diário: defeito de linguagem expressão oral pobre ditados com muitos erros irritabilidade; falta de interesse; dificuldade para a leitura e a escrita. A constatação desses sinais implica no encaminhamento da criança, do adolescente ou do adulto para uma avaliação clínica e fisiológica da audição, por meio de exames audiológicos e complementares.

    31. Deficiência auditiva

    32. Deficiência Visual

    33. Deficiência visual • Deficiência visual é a perda ou redução da capacidade visual em ambos os olhos, com carácter definitivo, não sendo susceptível de ser melhorada ou corrigida com o uso de lentes e/ou tratamento clínico ou cirúrgico. • Ela é representada por uma acuidade visual, ou seja, o grau de aptidão do olho, para discriminar os detalhes espaciais, e a capacidade de perceber a forma e o contorno dos objetos. • Essa capacidade discriminatória é atributos dos cones (células fotossensíveis da retina), que são responsáveis pela visão de forma e a visão de cores. • A pessoa tem deficiência visual quando acuidade visual dela for igual ou menor a 20/200 no melhor olho, após a melhor correção, ou por um campo visual inferior a 20º (tabela de Snellen), ou por uma ocorrência simultânea de ambas as situações.

    34. Tabela deSnellen

    35. Deficiência visual • Causas da Deficiência Visual • Congênitas: amaurose congênita de Leber, malformações oculares, glaucoma congênito, catarata congênita. • Adquiridas: traumas oculares, catarata, degeneração senil de mácula, glaucoma, alterações relacionadas à hipertensão arterial ou diabetes. • Classificação: • Cegueira:perda total da visão em ambos os olhos ou resíduos mínimos de visão que levam o indivíduo à necessidade do sistema Braille, como meio de leitura e escrita, e do Sorobã, para o raciocínio lógico matemático.

    36. Deficiência visual • Baixa-visão: perda parcial da visão com correção óptica máxima que permita ao educando ler impressos à tinta, desde que não se empreguem recursos didáticos e equipamentos especiais. Variáveis que podem interferir no desenvolvimento educacional do deficiente visual: • idade da manifestação • tempo transcorrido • tipo de manifestação (súbita ou gradativa); • causa do distúrbio: pode indicar se o estado geral do indivíduo está comprometido ou não.

    37. Deficiência visual • Consequências da Baixa Visão • Percepção Turva Os contrastes são poucos perceptíveis; As distâncias são mal apreciadas;  Existe uma má percepção do relevo;As cores são atenuadas.  • Escotoma Central e Visão PeriféricaFunciona apenas a retina periférica, que não é tão discriminativa, pelo que pode ser necessária a ampliação  da letra para efeitos de leitura; É em geral impeditiva das atividades realizadas com proximidade dos restantes elementos ,bem como da leitura;Apresenta acuidade visual baixa (cerca de 1/10). • Visão TubularA retina central funciona, podendo a acuidade visual ser normal;A visão noturna é reduzida, pois depende funcionalmente da retina periférica;Podendo não limitar a leitura, é muito limitativa das atividades de autonomia. 

    38. Deficiência visual • Como identificar? • Desvio de um dos olhos; • Não seguimento visual de objeto; • Não reconhecimento visual de pessoas ou objetos; • Baixo aproveitamento escolar; • Atraso de desenvolvimento.  • Sinais de alerta  • Olhos vermelhos, inflamados ou lacrimejantes; • Pálpebras inchadas ou com pus nas pestanas;  • Esfregar os olhos com frequência; • Fechar ou tapar um dos olhos, sacode a cabeça ou estende-a para a frente; • Segura os objetos muito perto dos olhos; • Inclina a cabeça para a frente ou para trás, pisca ou semicerra os olhos para ver os objetos que estão longe ou perto; • Quando deixa cair objetos pequenos, precisa de tactear para os encontrar; • Cansa-se facilmente ou distrai-se ao aplicar a vista muito tempo.

    39. Deficiência visual • Além disso, para Kirk (1996), o histórico familiar de deficiência visual por doenças de caráter hereditário, por exemplo, o glaucoma, é um dos fatores de risco para a deficiência visual, assim como também o histórico pessoal de diabete, hipertensão arterial, senilidade, catarata, degeneração senil de mácula e outras doenças sistêmicas que podem levar ao comprometimento visual. • Também podem ser considerado fatores de risco a não realização de cuidados pré-natais, a não utilização de óculos de proteção durante a realização de determinadas tarefas (por exemplo, durante o uso de solda elétrica), a não imunização contra rubéola da população feminina em idade reprodutiva. Todos nós estamos sujeitos a esses riscos, por isso devemos nos conscientizar e, na medida do possível, precaver-nos.

    40. Deficiência visual Galileu Galilei Atriz Danieli Haloten Camões

    41. Síndrome de Down

    42. Para iniciar..e animar..

    43. Síndrome de Down Definição de Síndrome: Para a medicina a síndrome é um conjunto determinado de sintomas que não caracterizam só uma doença, mas podem traduzir uma modalidade patogênica. E esse conjunto de características qprejudicam de algum modo o desenvolvimento do indivíduo. • O nome Síndrome de Down surgiu a partir da descrição de John Langdon Down, médico inglês que descreveu em 1866, pela primeira vez, as características de uma criança com esta síndrome. • Langdon Down apresentou cuidadosa descrição clínica da síndrome, entretanto erroneamente estabeleceu associações com caracteres étnicos, seguindo a tendência da época. Chamou a condição inadequadamente de idiotia mongolóide (MOREIRA et.al.,2000).

    44. Síndrome de Down No seu trabalho ele relata: “A grande família Mongólica apresenta numerosos representantes e pretendo neste artigo chamar atenção para o grande número de idiotas congênitos que são Mongóis típicos. O seu aspecto é tão marcante que é difícil acreditar que são filhos dos mesmos pais... O cabelo não é preto, como em um Mongol típico, mas de cor castanha, liso e escasso. A face é achatada e larga. Os olhos posicionados em linha oblíqua, com cantos internos afastados. A fenda pálpebra é muito curta. Os lábios são grossos, com fissuras transversais. A língua é grande e larga. O nariz, pequeno. A pele, ligeiramente amarelada e com elasticidade deficiente. É difícil acreditar que se trate de um europeu, mas pela frequência com que estas características são observadas, não há dúvida de que estes aspectos étnicos resultam de degeneração. O tipo de idiotia Mongólica ocorre em mais de 10% dos casos que tenho observado. São sempre idiotas congênitos e nunca resultam de acidentes após a vida uterina. Eles são, na maioria, exemplos de degeneração originada de tuberculose nos pais”.

    45. Síndrome de Down • A Síndrome de Down também pode ser chamada de trissomia do 21. Este nome passou a ser utilizado depois que Jerome Lejèune, um médico francês, identificou um pequeno cromossomo extra nas células destas pessoas. • Sendo que, cada uma das células possui 46 cromossomos, que são iguais, dois a dois,quer dizer, existem 23 pares ou duplas de cromossomos dentro de cada célula. • Desse modo, a causa da síndrome de Down é a alteração dos cromossomos de número 21.A pessoa que possui a síndrome de Down tem um cromossomo de n. 21 a mais, ou seja, tem três ao invés de dois cromossomos de n. 21 em todas as suas células. • Esse acidente genético chama-se também de trissomia 21. Por ser uma anomalia das próprias células, a síndrome de Down não tem cura

    46. Síndrome de Down • Além do atraso no desenvolvimento, outros problemas de saúde podem ocorrer a pessoa com síndrome de Down: • cardiopatia congênita (40%); • hipotonia (100%); • problemas de audição (50 a 70%); • de visão (15 a 50%); • alterações na coluna cervical (1 a 10%); • distúrbios da tireóide (15%); • problemas neurológicos (5 a 10%); • obesidade e envelhecimento precoce. • Em termos de desenvolvimento, a síndrome de Down, embora seja de natureza subletal, pode ser considerada geneticamente letal quando se considera que 70–80% dos casos são eliminados prematuramente Moreira et.al.,2000

    47. Síndrome de Down • Koremberg et al (1994) consideram que a defasagem mental é uma característica patognomônica na síndrome de Down, concordando com Benda (1960) quando argumenta que essadenominação define uma forma específica de deficiência intelectual associada a certas características físicas. • Por outro lado há registros na literatura e a experiência dos autores mostram, casos de pessoas com Síndrome de Down com desenvolvimento intelectual limítrofe ou mesmo normal. • Deve ser também ressaltado que as habilidades intelectuais do Down têm sido historicamente subestimadas. Estudos contemporâneos mostram que a maioria dos Down tem um desempenho na faixa de retardo mental entre leve e moderado. • A melhor capacidade cognitiva tem sido atribuída ao mosaicismo cromossômico, além de outros fatores como o conjunto genético do indivíduo e a influência de fatores epigenéticos e ambientais.

    48. Síndrome de Down • Devido a baixa resistência imunológica, as crianças com Síndrome de Down, principalmente nos primeiros anos de vida, são mais susceptíveis a infecções, principalmente no sistema respiratório e digestivo. Esta propensão vai diminuindo com o crescimento. • As pessoas com Síndrome de Down devem praticar atividade física para seu bem estar físico e emocional. A prática de atividade física deve ser realizada aonde for mais conveniente para a pessoa (academia, parques, praças...). Lembrando que para todas as pessoas a avaliação física é importante antes do início de qualquer atividade • A Síndrome de Down não apresenta nenhuma barreira para acessar o código da linguagem, portanto todas as crianças, se não apresentarem outro comprometimento, podem falar.

    49. Síndrome de Down

    50. Autismo e síndrome de asperger