TEST
Testing 123
TEST
E N D
Presentation Transcript
Highlights WMS 2021 Clara Gontijo Camelo – Neurologista Infantil Especialista em doenças neuromusculares Colaboradora do ambulatório de doenças neuromusculares da infância do HCFMUSP Doutoranda pelo departamento de Neurologia do HCFMUSP
Declaração de potenciaisconflitos de interesse Honorários recebidos da Roche Farmacêutica para ministrar esta apresentação
Conclusão • Não houve efeitos colaterais graves, e eles todos ocorrerm nos primeiros 90 dias • Todos esses efeitos colaterais foram resolvidos • A resposta funcional, avaliada através da escola Northstare de outras escalas demonstrou manutenção da força de forma duradoura
Conclusão A maioria dos pacientes (84,9%) avaliados não tem anticorpos contra o vetor viral AAVrh74 e que não há correlação entre a idade e a presença de anticorpos
Conclusão • Expressão duradoura da microdistrofina nas biópsias musculares após a administração do SGT-001 • Melhora funcional no seguimento de 1,5 ano após a infusão em comparação com a história natural • Melhora da função pulmonar e da qualidade de vida
Estudo STRIDE - Ataluren Conclusão • Os efeitos colaterais não são graves e são todos toleráveis • Pacientes recebendo Ataluren apresentaram atraso na perda da marcha em relação a pacientes apenas em uso de corticoterapia, o que mostra que o Ataluren reduz a velocidade de progressão da doença. • Outros estudos devem mostrar a efetividade do tratamento a longo prazo
Conclusão • Houve uma redução na velocidade de piora da função pulmonar entre os pacientes em uso de Ataluren • Esse medicamento pode reduzir a velocidade de progressão de doença
Conclusão: • Houve uma melhora nas escalas funcionais nos pacientes em uso de Viltolarsen em comparação com aqueles usando apenas corticoterapia • Essa melhora se mostrou estável com o tempo
Conclusão • Houve uma redução na velocidade de piora funcional pela Northstar, mas não pela PUL. • Estudo limitado pelo número de pacientes avaliados
Conclusão • Redução na progressão da doença • Aumento da idade em que ocorre a perda de deambulação
Conclusão: • Golodirsen remove o exon 53 de todos os pacientes, alguns com maior eficiência (ou seja em maior número de vezes) do que outros. • Houve restauração da proteína em 92% dos pacientes
Conclusão: • Casimersen promove a exclusão do exon 45 e aumento a expressão de distrofina no músculo
Conclusão: • scAAV9U7.ACCA leva a exclusão do exon 2, que resulta em uma distrofina bastante funcional aumento da expressão de distrofina no diafragma e no tibial anterior • Houve manutenção desse aumento 18 meses após infusão e aumento da força no modelo animal. • Essa nova tecnologia pode ser promissora para outros tratamentos
Conclusão: • Vamorolone é eficaz nas doses de 2mg/kg/dia e 6mg/kg/dia • Na dose de 6mg/kg/dia também leva a ganho de peso • A velocidade de crescimento dos pacientes em uso de Vamorolone é preservada, diferente do que ocorre com outros corticoesteróides
Com tantos estudos de tratamento, é essencial que os centros e os médicos e equipe multidisciplinar estejam preparados para receber e tratar esses pacientes.
Este material destina-se exclusivamente a profissionais de saúdehabilitados a prescrever. Este conteúdoé de carátercientífico. Osdireitosautoraisdeste material são de propriedadeexclusiva de seu Autor, conformeprevisãocontratual, e somentepoderá ser utilizado para os fins aliprevistos. Éproibidaqualquertipo de reproduçãoouusodeste material para quaisquer outros fins. M-BR-00005341. Outubro/2021.
Highlights Juliana Magalhães Neurologista Infantil Professora da Escola Bahiana de Medicina Preceptora do Ambulatório de Doenças Neuromusculares da Escola Bahiana e da Residência de Neuropediatria do Hospital Martagão Gesteira
Declaração de potenciaisconflitos de interesse Honorários recebidos da Roche Farmacêutica para ministrar esta apresentação
ENDEAVOR: Um estudo de entrega de genes para avaliar a segurança e a expressão de SRP-9001 na distrofia muscular de Duchenne
ENDEAVOR: Um estudo de entrega de genes para avaliar a segurança e a expressão de SRP-9001 na distrofia muscular de Duchenne
Acompanhamento de longo prazo da terapia gênica com OnasemnogeneAbeparvovec na Atrofia Muscular Espinhal Desenho do estudo
Acompanhamento de longo prazo da terapia gênica com OnasemnogeneAbeparvovec na Atrofia Muscular Espinhal
Acompanhamento de longo prazo da terapia gênica com OnasemnogeneAbeparvovec na Atrofia Muscular Espinhal Conclusões Tanto no LT-001 quanto no LT-002, o acompanhamento de longo prazo não mostra evidências de sinais de segurança novos ou emergentes (por exemplo, neoplasias, sequelas hepáticas, etc.), apoiando um perfil de risco-benefício favorável
Terapia gênica com OnasemnogeneAbeparvovec na Atrofia Muscular Espinhal pré-sintomática: atualização do estudo SPR1NT em crianças com três cópias de SMN2 Kevin A. Strauss; Francesco Muntoni; Michelle A. Farrar; Kayoko Saito; Jerry R. Mendell; Laurent Servais; Hugh J. McMillan10; Kathryn J. Swoboda; Jennifer M. Kwon; Craig M. Zaidman; Claudia A. Chiriboga; Susan T. Iannaccone; Jena M. Krueger; Julie Parsons; Perry B. Shieh; Sarah Kavanagh; DeepaChand; SitraTauscher-Wisniewski; Thomas A. Macek
Terapia gênica com OnasemnogeneAbeparvovec na Atrofia Muscular Espinhal pré-sintomática: atualização do estudo SPR1NT em crianças com três cópias de SMN2 Kevin A. Strauss; Francesco Muntoni; Michelle A. Farrar; Kayoko Saito; Jerry R. Mendell; Laurent Servais; Hugh J. McMillan10; Kathryn J. Swoboda; Jennifer M. Kwon; Craig M. Zaidman; Claudia A. Chiriboga; Susan T. Iannaccone; Jena M. Krueger; Julie Parsons; Perry B. Shieh; Sarah Kavanagh; DeepaChand; SitraTauscher-Wisniewski; Thomas A. Macek
Terapia gênica com OnasemnogeneAbeparvovec na Atrofia Muscular Espinhal pré-sintomática: atualização do estudo SPR1NT em crianças com três cópias de SMN2 Kevin A. Strauss; Francesco Muntoni; Michelle A. Farrar; Kayoko Saito; Jerry R. Mendell; Laurent Servais; Hugh J. McMillan10; Kathryn J. Swoboda; Jennifer M. Kwon; Craig M. Zaidman; Claudia A. Chiriboga; Susan T. Iannaccone; Jena M. Krueger; Julie Parsons; Perry B. Shieh; Sarah Kavanagh; DeepaChand; SitraTauscher-Wisniewski; Thomas A. Macek
Terapia gênica com OnasemnogeneAbeparvovec na Atrofia Muscular Espinhal pré-sintomática: atualização do estudo SPR1NT em crianças com três cópias de SMN2 Kevin A. Strauss; Francesco Muntoni; Michelle A. Farrar; Kayoko Saito; Jerry R. Mendell; Laurent Servais; Hugh J. McMillan10; Kathryn J. Swoboda; Jennifer M. Kwon; Craig M. Zaidman; Claudia A. Chiriboga; Susan T. Iannaccone; Jena M. Krueger; Julie Parsons; Perry B. Shieh; Sarah Kavanagh; DeepaChand; SitraTauscher-Wisniewski; Thomas A. Macek • Todos os pacientes estavam vivos e sem ventilação permanente • 8 pacientes ficar em pé sozinhos dentro da janela de desenvolvimento normal • 6 pacientes caminharam sozinhos dentro da janela de desenvolvimento normal • Os pacientes restantes que ainda não alcançaram o marco motor de ficar em pé sozinho ou caminhar sozinho estavam dentro do período de desenvolvimento esperado • Nenhum paciente precisou de qualquer suporte para alimentação ou qualquer suporte ventilatório durante o estudo • O perfil de segurança foi favorável (baixo número de eventos adversos graves) Conclusões
FIREFISH Partes 1 e 2: segurança e eficácia de 24 meses do risdiplam na Atrofia Muscular Espinhal Tipo 1
FIREFISH Partes 1 e 2: segurança e eficácia de 24 meses do risdiplam na Atrofia Muscular Espinhal Tipo 1
FIREFISH Partes 1 e 2: segurança e eficácia de 24 meses do risdiplam na Atrofia Muscular Espinhal Tipo 1
JEWELFISH: Dados de segurança e farmacodinâmicos em pacientes com Atrofia Muscular Espinhal recebendo tratamento com risdiplam Características da população estudada Desenho do estudo
JEWELFISH: Dados de segurança e farmacodinâmicos em pacientes com Atrofia Muscular Espinhal recebendo tratamento com risdiplam
Dados de segurança agrupados do programa de desenvolvimento de ensaios clínicos risdiplam
Dados de segurança agrupados do programa de desenvolvimento de ensaios clínicos risdiplam
Dados de segurança agrupados do programa de desenvolvimento de ensaios clínicos risdiplam • Não houveram achados de segurança relacionados ao tratamento que levassem à retirada do medicamento • A taxa geral de AEs diminuiu ao longo do tempo • Pode ser indicativo do benefício terapêutico do tratamento • A taxa de SAEs foi 3,3 vezes maior em pacientes com AME tipo 1 • 7 mortes foram relatadas, todas em pacientes com AME tipo 1 que morreram de complicações respiratórias relacionadas com a doença • Ausência de achados de alteração retiniana • O risdiplam tem um perfil de segurança favorável Conclusões
Este material destina-se exclusivamente a profissionais de saúdehabilitados a prescrever. Este conteúdoé de carátercientífico. Osdireitosautoraisdeste material são de propriedadeexclusiva de seu Autor, conformeprevisãocontratual, e somentepoderá ser utilizado para os fins aliprevistos. Éproibidaqualquertipo de reproduçãoouusodeste material para quaisquer outros fins. M-BR-00005340. Outubro/2021.
Declaração de potenciaisconflitos de interesse Honorários recebidos da Roche Farmacêutica para ministrar esta apresentação
ESTUDO RAINBOWFISH: ESTUDO DO RISDIPLAM EM LACTENTES COM AME PRÉ-SINTOMÁTICA Available at: Wikipedia