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  1. Promovendo a Inovação Tecnológica Associação Nacional de P,D&E das Empresas Inovadoras Ronald M. Dauscha

  2. É uma Associação de direito privado sem fins lucrativos, com sede em Sao Paulo. A entidade congrega empresas e instituições dos mais variados setores da economia que tem como convergência a busca da competitividade através da Inovação Tecnológica. • Sua missão é estimular a Inovação Tecnológica nas Empresas 20 anos em 2004

  3. AÇÕES • Dentro de sua Missão a ANPEI age para: • Inserir a Inovação Tecnológica na agenda política do país, criando condições para elaboração e implementação de políticas públicas voltadas a favorecer investimentos em tecnologia por parte do setor produtivo. • Promover a importância da Inovação Tecnológica no contexto empresarial, como fator estratégico para melhoria da competitividade. • Sensibilizar a Sociedade para a importância da Inovação Tecnológica como tração do Desenvolvimento Econômico Nacional. • Propiciar as empresas a se capacitarem tecnologicamente para melhor gerirem o esforço inovador. • Apoiar o Setor Acadêmico no direcionamento de suas ações na formação de recursos humanos e na geração do conhecimento científico.

  4. POSIÇÃO DO QUADRO DE ASSOCIADOS MAIO 2004

  5. DISTRIBUIÇÃO DAS EMPRESAS ASSOCIADOS POR SETOR

  6. DISTRIBUIÇÃO DAS EMPRESAS ASSOCIADOS POR REGIÃO E PORTE

  7. ATIVIDADES

  8. CAPACITAÇÃO E INTEGRAÇÃO Programas de capacitação e integração direcionados ao perfil de seus associados, através da promoção de: • WORKSHOPS • ENCONTROS REGIONAIS • CURSOS E SEMINÁRIOS • VISITAS TÉCNICAS • CONFERÊNCIA ANUAL

  9. No período 06/2003 a 05/2004 foram realizados os seguintes eventos: • III CONFERÊNCIA ANUAL ANPEI “Alavancagem da Inovação Tecnológica” Visitas a Centros de P&D • Visita à Embraer, São José dos Campos/SP • Visita Brapenta – São Paulo/SP • Visita Johnson&Johnson – São Jose dos Campos/SP • Workshop “Desenvolvimento Tecnológico de Produtos” • Corn Products e Dow Química • Braskem e Brapenta • Pirelli Pneus e Boticário • Encontros Regionais: Painel “Tecnologia dá Retorno? O Exemplo das Empresas Líderes” • Londrina • Campina Grande • João Pessoa

  10. Cursos • Curso Básico de Patentes (8 edições - 6 em São Paulo, 1 - Porto Alegre e 1 - Campinas) • Curso Avançado de Patentes (2 edições em São Paulo) • Curso Gestão do Conhecimento (2 edição, São Paulo) • Curso Laboratório de Criatividade (1 edição, São Paulo) Workshop - Integração Empresa / Universidade & Centros de Pesquisa Microsoft, São Paulo Workshop Brasil-Canadá: Oportunidades de Cooperação (São Paulo) 2 Brasiltec 2003 Salão e Forum de Inovação Tecnológica e de Tecnologias Aplicadas Nas Cadeias produtivas

  11. REPRESENTAÇÃO Conselho Consultivo e Júri Prêmio Inovação Conselho Superior de Tecnologia (CONTEC) Conselho Deliberativo Comitê de Capacitação Tecnológica Conselho Deliberativo Nacional Conselho Consultivo do Plano de Desenvolvimento Regional Conselho Deliberativo Estadual Comitê de Política Industrial e Desenvolvimento Tecnológico

  12. RELAÇÕES INTERNACIONAIS IRI Estados Unidos EIRMA Comunidade Européia KOITA Coréia do Sul JATES Japão

  13. RELAÇÕES NACIONAIS ABIPTI – Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos de Tecnologia Avançada

  14. MEIOS DE COMUNICAÇÃO • Boletim Engenhar • RTM – Research Technology Management • E-mail • Site • Publicações

  15. PROJETOS

  16. O projeto MOBILIZAR PARA INOVAR, é um programa de mobilização para utilização dos instrumentos de apoio a inovação como ferramenta de competitividade. Objetivo: auxiliar os atuais empresários e os futuros empreendedores nos seus esforços de modernização tecnológica, projetos de inovação e criação de empresas, apresentando os instrumentos que o governo coloca à disposição para apoio a esses esforços. http://www.anpei.org.br http://www.inovar.org.br Realização:

  17. INFOTEC – A INFORMAÇÃO TECNOLÓGICA AO ALCANCE DA MICRO E PEQUENA EMPRESA

  18. PROJETOS... • Base de Dados sobre Indicadores Empresariais de Pesquisa e Desenvolvimento • Qualificação em Gestão Tecnológica nas MPE´s – Capacitação dos Agentes Sebrae e Parceiros(9 edições – Manaus, Belém, Macapá, Boa Vista, Porto Velho, Cuiabá, Rio Branco, Palmas e São Luís). • Alavancagem Tecnológica para Micro e Pequenas Empresas - ALAVANTEC

  19. ANPEI 20 ANOS PUBLICAÇÃO “COMO ALAVANCAR A INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NAS EMPRESAS”

  20. Contribuir para o crescimento sustentado do país, através da inovação tecnológica nas empresas Motivação do Trabalho • Diagnóstico no Brasil (pouca inovação tecnológica na indústria, déficit em produtos industrializados, compras de tecnologia, poucos gastos em C&T e desbalanceados, pouca P&D nas empresas, poucos mestres e doutores nas indústrias, etc.) => mais detalhes! • Conscientização governamental da importância da Inovação Tecnológica (PITCE, Lei da Inovação, CNDI, FUNTEC, etc.) => apoio! • Processo de recuperação da economia => oportunidade! => “Como Alavancar a Inovação Tecnológica nas Empresas”

  21. Decisão da diretoria da ANPEI em 2003 • Realização entre agosto de 2003 e maio de 2004 • Economista Mauro Arruda e Prof. Roberto Vermulm da USP • Entrevistas com empresários e dirigentes de empresas • Análise do banco de dados da PINTEC / IBGE + políticas existentes • Diretoria da ANPEI: estudo da conceituação, análise e revisão • Colaboração: Sandra Hollanda (indicadores de C&T&I e PINTEC), Renato Corona (Gerente de Competitividade e Tecnol. da FIESP) e Denis Brabosa (adv. esp. direito tributário) ESTRUTURAÇÃO E METODOLOGIA DO TRABALHO

  22. Conteúdo do Estudo • Análise do comportamento das empresas segundo os setores industriais, o porte das empresas e a origem do capital; • Discussão das causas do baixo volume de investimentos das empresas em tecnologia, levantando novas interpretações para problemas estruturais ainda pouco discutidos; • Análise dos instrumentos de incentivo à inovação tecnológica existentes; e • Recomendações, com base nos resultados do estudo e no consenso com formadores de opinião e tomadores de decisão na área de C&T e inovação tecnológica, sobre o que realmente precisa ser feito na área de políticas públicas de desenvolvimento tecnológico.

  23. Passos • LANÇAMENTO – CAFÉ DA MANHÃ EM 12/07/2004 • WORKSHOP COM O CGEE EM 20/07/2004 • DIVULGAÇÃO REGIONAL DO ESTUDO • BASE PARA NOVAS POLÍTICAS PÚBLICAS

  24. Parte 1 INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NA INDÚSTRIA BRASILEIRA Fonte: Pesquisa Pintec (IBGE)

  25. CONCEITOS BÁSICOS • INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Novo produto ou novo processo de produção ou então produtos e processos significativamente modificados São considerados os dois parâmetros: Inovação para a empresa ou Inovação para o mercado nacional

  26. CONCEITOS BÁSICOS • ATIVIDADES INOVATIVAS • Atividades internas de P&D • Aquisição externa de P&D • Aquisição de outros conhecimentos externos • Aquisição de máquinas e equipamentos • Treinamento • Introdução das inovações tecnológicas no mercado • Projeto industrial e outras preparações técnicas para a produção e distribuição

  27. Em % TAXAS DE INOVAÇÃO

  28. TAXA DE INOVAÇÃO • O universo de empresas é de 72.005, todas do setor industrial, com 10 ou mais pessoas ocupadas • A taxa de inovação de 31,5% significa que desse universo, 22.698 empresas realizaram pelo menos uma inovação no período de 1998 a 2000

  29. TAXA DE INOVAÇÃO • No Brasil, as empresas inovam mais em processo do que em produto • Sob o ponto de vista da taxa de inovação, o Brasil se aproxima de países como Espanha e Portugal e se distancia da Alemanha e da França

  30. SETORES MAIS INOVADORES • A taxa de inovação tende a ser mais elevada entre os setores NÃO TRADICIONAIS - informática 69% - eletrônica e telecomunicações 63% - instrumentação 59% - material elétrico 48% - química 46% - setores tradicionais 29%

  31. TAXA DE INOVAÇÃO PORORIGEM DO CAPITAL Em %

  32. TAXA DE INOVAÇÃO POR ORIGEM DO CAPTIAL • As empresas estrangeiras correspondem a 3% das empresas do universo. Por isso, a taxa de inovação do Brasil é muito parecida com a taxa de inovação das empresas nacionais, que representam 97% do universo • Nas empresas estrangeiras, a taxa de inovação em produto é maior do que em processo. O inverso acontece com as empresas de capital nacional

  33. TAXA DE INOVAÇÃO POR TAMANHO DA EMPRESA • As taxas de inovação são maiores entre as empresas de maior porte, independentemente da origem do capital (dados em %). Geral Produto Processo Nacionais 30,9 16,8 24,7 -c/ + 500 pes 71,8 53,5 65,2 Estrangeiras 62,0 50,7 47,3 -c/ + 500 pes 87,0 76,4 76,8

  34. TAXA DE INOVAÇÃO POR TAMANHO DA EMPRESA • A taxa de inovação das empresas nacionais está muito influenciada pelo peso das PMEs: número de empresas com 10-29 pessoas ocupadas em relação ao total de empresas nacionais = 66,9%; as empresas com 500 ou mais pessoas = 1,4% • No caso das empresas estrangeiras, esses percentuais são, respectivamente: 20,1% e 17,2%

  35. INOVAÇÃO PARA A EMPRESA OU PARA O MERCADO • Entre as empresas nacionais que fizeram inovação de produto, 20,4% delas fizeram inovações para o mercado nacional (3,4% das nac) • Entre as empresas estrangeiras que fizeram inovação de produto, 56,1% delas fizeram inovações para o mercado nacional (28,4% das estrang.)

  36. PRINCIPAL RESPONSÁVELPELA INOVAÇÃO • O principal responsável pela inovação é distinto quando se trata de produto ou processo, mas não se altera com a origem do capital ou porte das empresas • Principal ResponsávelProdutoProcesso A própria empresa 71% 11% Outras empresas ou inst. 17% 83%

  37. BAIXA IMPORTÂNCIA À P&D INTERNA • Entre as inovadoras, 67% das empresas nacionais não deram importância ou não realizaram atividades internas de P&D

  38. PARA AS GRANDES EMPRESAS A P&D É MAIS IMPORTANTE • Na avaliação da importância das atividades inovativas também se manifesta a semelhança entre as grandes empresas, nacionais ou estrangeiras

  39. OBSTÁCULOS À INOVAÇÃO (%) Percentual das empresas inovadoras que atribuíram alta ou média importância aos fatores mencionados como obstáculos à inovação

  40. INTENSIDADE DE P&D(P&D/Fat. Líquido) Total Brasil 0,64% Total Nacionais 0,58% Total Estrangeiras 0,78% • dos 20 setores comparáveis, as nacionais possuem maior esforço em 8 • entre os setores com maior esforço de empresas estrangeiras, predominam setores tradicionais

  41. BAIXO INVESTIMENTO EM P&D • É relativamente baixo o esforço de P&D das empresas brasileiras; a diferença no gasto médio entre o grupo das grandes nacionais e das estrangeiras é proporcional à diferença de faturamento • Gastos em P&D por empresa, no ano de 2000 (R$ mil) • Empresas nacionais 302 500 ou mais pessoas ocupadas 2.727 • Empresas estrangeiras 2.280 500 ou mais pessoas ocupadas 5.643

  42. PESSOAL OCUPADO EMATIVIDADES DE P&D • É relativamente baixo o emprego de pessoal em atividades de P&D nas empresas

  43. PESSOAL OCUPADO EM P&DPOR QUALIFICAÇÃO • É baixo o emprego de pessoal de P&D com maior qualificação

  44. Parte 2 ANÁLISE DAS EMPRESAS POR PORTE E ORIGEM DO CAPITAL

  45. FATORES DETERMINANTES DA ESTRATÉGIA TECNOLÓGICA DAS EMPRESAS • Das análises realizadas, dois fatores se destacaram como determinantes: • a vinculação que a empresa faz entre inovação e oportunidade de negócio que amplie sua rentabilidade: as que investem em tecnologia conhecem seus mercados e ficam atentas para identificar novas oportunidades; as que não investem em tecnologia não conhecem seus mercados e não sabem as possibilidades de atendê-los através da inovação;

  46. FATORES DETERMINANTES DA ESTRATÉGIA TECNOLÓGICA DAS EMPRESAS • Das análises realizadas, dois fatores se destacaram como determinantes: 2. a existência de executivos e equipes que percebem a importância da inovação na trajetória da empresa.

  47. GRANDES EMPRESAS NACIONAIS e P&D • Empresários e executivos das grandes empresas que se preocupam com inovação têm presente que investir em tecnologia é estratégico para a conquista de mercados. A importância que dão a estes é tanta que muitas delas chegam a estabelecer metas para introduzirem inovações. • Por exemplo, uma delas tem como estratégia fazer que, a cada ano, 5% do faturamento seja obtido com produtos novos. Outra, com produtos que exigem inovação mais em design, de ter metade de sua linha de produtos renovada a cada 3 anos.

  48. GRANDES EMPRESAS NACIONAIS e P&D... • Em alguns setores, muitas das que inovam são as que atendem, continuamente, as necessidades de seus clientes. • De modo geral, as grandes empresas têm interesse em manter contrato com as universidades que dispõem de professores e pesquisadores ligados às áreas do conhecimento relacionadas com os seus negócios.

  49. GRANDES EMPRESAS NACIONAIS e P&D... • Necessitam desses contratos para terem acesso às pesquisas e outros conhecimentos desenvolvidos nas universidades • Os conhecimentos que adquirem nas universidades serve de reforço para competirem com as principais concorrentes a nível internacional. Porém, servem, também, para que os seus centros de P&D trabalhem num horizonte de mais longo prazo.

  50. GRANDES EMPRESAS NACIONAIS e P&D... • No presente, a tendência é as grandes empresas nacionais trabalharem com as universidades com objetivos amplos – além das pesquisas, procuram promover reciclagem de seu pessoal de P&D, compartilhar com o governo investimentos em laboratórios, financiar teses etc.