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ANÁLISE SOCIOECONÔMICA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO FAMILIAR RURAL NO ESTADO DO ACRE - ASPF PowerPoint Presentation
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ANÁLISE SOCIOECONÔMICA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO FAMILIAR RURAL NO ESTADO DO ACRE - ASPF

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ANÁLISE SOCIOECONÔMICA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO FAMILIAR RURAL NO ESTADO DO ACRE - ASPF. DIAGNÓSTICO SÓCIO-ECONÔMICO VALE DO ACRE – 1996/1997 e 2005/2006 VALE DO JURUÁ – 1999/2001 e 2005/2007. RAIMUNDO CLÁUDIO GOMES MACIEL Doutor em Economia Aplicada Coordenador do projeto ASPF

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ANÁLISE SOCIOECONÔMICA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO FAMILIAR RURAL NO ESTADO DO ACRE - ASPF


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    Presentation Transcript
    1. ANÁLISE SOCIOECONÔMICA DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO FAMILIAR RURAL NO ESTADO DO ACRE - ASPF DIAGNÓSTICO SÓCIO-ECONÔMICO VALE DO ACRE – 1996/1997 e 2005/2006 VALE DO JURUÁ – 1999/2001 e 2005/2007 RAIMUNDO CLÁUDIO GOMES MACIEL Doutor em Economia Aplicada Coordenador do projeto ASPF Departamento de Economia/UFAC

    2. PROJETO ASPF – EQUIPE ATUAL Concepção e Coordenação Inicial: Msc. José Fernandes do Rêgo

    3. Projeto ASPF – Pesquisadores/Bolsistas que participaram do projeto

    4. Financiadores do Projeto ASPF THE FORD FOUNDATION

    5. Objeto: Produção Familiar Rural Localização: Estado do Acre

    6. OBJETIVO GERAL Realizar a análise econômica dos Sistemas de Produção Familiar Rural, formular alternativas de desenvolvimento sustentável e difundir os resultados, no Estado do Acre.

    7. HIPÓTESE Na forma de organização atual da produção familiar, no Estado do Acre, o sistema de produção extrativista apresenta desempenho econômico similar ao sistema de produção agrícola.

    8. Análise Econômica dos Sistemas de Produção Familiar METODOLOGIA

    9. Pesquisa por amostragem • O levantamento das informações é realizado por amostragem, dentro da pesquisa de campo do projeto ASPF. A amostra é definida a partir de três etapas: • estratificaçãoda área de acordo com nível de desenvolvimento (alto, médio ou baixo), tendo como referência os critérios relativos aos volumes de produção, facilidade e qualidade de acesso, disponibilidade de infraestrutura e grau de organização comunitária; • Sorteio de metade dos conglomerados da área de estudo, os seringais, no caso da RESEX, por exemplo, tendo em vista a representatividade dentro de cada estrato definido. • Por fim, dentro de cada seringal sorteado, foi realizada uma amostragem aleatória simples, sorteando-se 10% das unidades de produção (lotes ou colocações), que seriam o objeto de estudo.

    10. Pesquisa por amostragem • Utiliza-se como referência para o levantamento das informações, o calendário agrícola da região, definido conjuntamente com as próprias comunidades estudadas, relativo ao período de maio de um ano a abril do ano seguinte, que engloba o conjunto de atividades econômicas produtivas dos extrativistas. • Períodos pesquisados: • 1996/1997 – Vale do Acre • 1999/2000 e 2000/2001 – Vale do Juruá • 2005/2006 – Vale do Acre • 2006/2007 – Vale do Juruá

    11. Indicadores de Desempenho Econômico Renda Bruta (RB): RB=Qv.pp sendo: RB = renda bruta Qv = quantidade do produto vendido pp = preço unitário ao produtor Renda Líquida (RL): RL = RB – DE sendo, RL = renda líquida RB = renda bruta DE = despesas efetivas

    12. Margem bruta familiar (MBF): MBF = RB – (CV – Cftf) sendo: RB = renda bruta CV = custos variáveis Cftf = custo real da força de trabalho familiar Renda Bruta Total (RBT) RBT = RB + RT + RA sendo, RB = renda bruta RT = renda das transferências monetárias RA = renda de assalariamento fora da UPF

    13. Nível de Vida Total (NV) NV = (MBF + AC + Cjicc) - AA sendo, MBF = margem bruta familiar Cjicc = juros imputados ao capital circulante. AC = Autoconsumo AA = Amortização anual

    14. Índice de eficiência econômica (IEE) • IEE = RB/CT • sendo: • RB = renda bruta • CT = custo total da UPF (custos fixos + custos variáveis) • IEE > 1, a situação é de lucro • IEE < 1, a situação é de prejuízo • IEE = 1, a situação é de equilíbrio.

    15. Termo de Intercâmbio (TI) - índice de apropriação da RB pelo mercado • TI = Vbcc/RB • sendo: • TI = termo de intercâmbio • Vbcc = valor dos bens de consumo comprados • RB = renda bruta

    16. Índice de Desenvolvimento Familiar Rural (IDF-R) • Contraponto ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). • O IDH baseia-se em apenas quatro indicadores: educação (alfabetização e taxa de matrícula), longevidade (esperança de vida ao nascer) e renda (PIB per capita). • A proposição inicial do IDF seria trabalhar com 06 dimensões das condições de vida (vulnerabilidade, acesso ao conhecimento, acesso ao trabalho, disponibilidade de recursos, desenvolvimento infantil e condições habitacionais), perfazendo um total de 48 indicadores. • Fonte de informações: PNAD e Cadastro Único

    17. Índice de Desenvolvimento Familiar Rural (IDF-R) • Como o próprio título do índice propõe, a unidade de análise é a Unidade de Produção Familiar Rural (UPF), cuja composição é realizada pela agregação das informações dos integrantes da família que moram na UPF. • O IDF-R varia entre 0 e 1, o que significa que quanto mais próximo de 1, melhores serão as condições de vida da família.

    18. Índice de Desenvolvimento Familiar Rural (IDF-R) • IDF-R = (IV+IE+IC+IT+IR+ID+IH+IA)/8 • Sendo, • IV – Índice de ausência de vulnerabilidade: fecundidade, idosos, dependência econômica, presença dos pais; • IE – Índice de acesso ao ensino: analfabetismo e escolaridade; • IC – Índice de acesso ao conhecimento profissional e tradicional: qualificação profissional e habilidade especial; • IT – Índice de acesso ao trabalho: disponibilidade de trabalho; • IR – Índice de disponibilidade de recursos: pobreza e capacidade de geração de renda; • ID – Índice de desenvolvimento infantil: trabalho precoce, acesso e progresso escolar, mortalidade infantil; • IH – Índice de condições habitacionais: domicílio, acesso a água, esgoto, energia e bens duráveis; • IA – Índice de Condições Ambientais: recursos hídricos, qualidade da água e destino de lixo e esgoto;

    19. Índice de Desenvolvimento Familiar Rural (IDF-R) Classificação utilizada para avaliação do IDF-R Ruim – 0 < IDF-R ≤ 0,25 Regular – 0,25 < IDF-R ≤ 0,50 Bom – 0,50 < IDF-R ≤ 0,75 Ótimo – 0,75 < IDF-R ≤ 1

    20. Indicadores de Avaliação Estratégica • ATIVOS E CAPACITAÇÕES PESQUISADOS • 1. Disponibilidade de capital (Próprio) • 2. Disponibilidade de capital (Crédito) • 3. Liderança em Espaço físico/equipamentos/facilidade de produção • 4. Assistência técnica • 5. Infra-estrutura (ramais, rio etc.) • 6. Acesso a canais de distribuição de baixo custo • 7. Acesso a trabalho de baixo custo • 8. Flexibilidade para adaptar a novas tendências do mercado e da indústria • 9. Pessoas treinadas/capacitadas para a produção dos produtos • 10. Pessoas treinadas/capacitadas para a comercialização dos produtos • 11. Reputação pela qualidade • 12. Diversificação de produtos • 13. Característica do produto/diferenciação • 14. Conhecimento do negócio • 15. Pioneirismo • 16. Localização • 17. Acesso aos insumos • 18. Participação em associações ou cooperativas

    21. DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO VALE DO ACRE (1996/1997 e 2005/2006) VALE DO JURUÁ (1999/2001 e 2006/2007)

    22. Áreas Pesquisadas – Vale do Acre

    23. Áreas Pesquisadas – Vale do Juruá

    24. Composição das famílias por faixa etária, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    25. Composição das famílias por faixa etária, Vale do Acre, 2005/2006, Acre-Brasil

    26. Composição das famílias por faixa etária, Vale do Juruá, 2006/2007, Acre-Brasil

    27. Situação das Vulnerabilidades das famílias, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    28. Educação Formal por faixa etária , Vale do Acre, 2005/2006, Acre-Brasil

    29. Educação Formal por faixa etária, Vale do Juruá, 2006/2007, Acre-Brasil

    30. Percentual de Famílias que tem algum membro que recebeu treinamentos e capacitações, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    31. Principais tipos de Treinamentos ou Capacitações recebidos por atividade, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    32. Principais profissões relatadas por UPF (%), Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    33. Ocorrência de doenças por UPFs (%), Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    34. Principais doenças relatadas, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    35. Ocorrência de doenças crônicas por UPF (%), Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    36. Principais doenças crônicas, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    37. Local de tratamento de doenças, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    38. Situação do Desenvolvimento Infantil por UPF (%), Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    39. Principais destinos do esgoto, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    40. Principais origens da água consumida, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    41. Principais tratamentos da água consumida, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    42. Acesso a energia elétrica por UPF (%), Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    43. Ocorrência dos principais itens de bens duráveis por UPF (%), Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    44. Principais formas de acesso à terra, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    45. Percentual dos principais tipos de uso da terra, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    46. Índice mediano de Capitalização (IK) das UPFs, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    47. Percentual de ocorrência dos tipos de capital fixo e circulante em mais da metade das UPFs , Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    48. Percentual de UPFs que pegaram algum tipo de crédito bancário, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    49. Percentual de ocorrência das principais linhas de créditos identificadas entre as UPFs financiadas, Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil

    50. Principais linhas de Exploração beneficiadas pelos financiamentos obtidos pelas UPFs , Vale do Acre e Vale do Juruá, 2005-2007, Acre-Brasil