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m dia

Mídia

Prof. Franthiescoballerini

www.franthiescoballerini.com

franthiesco@yahoo.com.br

rela es p blicas e comunica o
Relações Públicas e Comunicação
  • O DEPARTAMENTO DE RELAÇÕES PÚBLICAS SURGIU NO BRASIL EM 30 DE JANEIRO DE 1914, QUANDO A THE SÃO PAULO TRAMWAY LIGHT AND POWER COMPANY LIMITED, HOJE ELETROPAULO, CRIOU O DEPARTAMENTO, NAS MÃOS DE EDUARDO PINHEIRO LOBO, HOJE PATRONO DA PROFISSÃO NO PAÍS. MAS SEU DESENVOLVIMENTO SÓ OCORREU A PARTIR DA METADE DO SÉCULO 20.
  • ANTES DISSO, VALE DIZER QUE RELAÇÕES PÚBLICAS FAZ PARTE DAS CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS. EDWARD BERNAYS FOI UM DOS PRIMEIROS AUTORES A FALAR DA ÁREA: “A RELAÇÕES PÚBLICAS COBREM O RELACIONAMENTO DE UM HOMEM, UMA INSTITUIÇÃO OU IDÉIA COM SEUS PÚBLICOS. A CIÊNCIAS SOCIAIS SÃO A BASE DA RELAÇÕES PÚBLICAS. SE AS CIÊNCIAS DO COMPORTAMENTO TÊM FEITO QUALQUER CONTRIBUIÇÃO PARA O NOVO CONHECIMENTO DO ASSUNTO, É ÓBVIO QUE UM CONHECIMENTO DESSAS CIÊNCIAS É BÁSICO PARA UM ASSESSOR QUE TENTA MELHORAR AS RELAÇÕES ENTRE UM INDIVÍDUO, UM GRUPO OU UMA IDÉIA E O PÚBLICO EM GERAL”.
  • OU SEJA, NO DIA A DIA DA PROFISSÃO, MESMO QUE INDIRETAMENTE, UM BOM RP DEVE BUSCAR RESPOSTAS NA PSICOLOGIA, SOCIOLOGIA, POLÍTICA, ANTROPOLOGIA E COMUNICAÇÃO PARA AUXILIAR NO DIRECIONAMENTO DAS DECISÕES DA CULTURA ORGANIZACIONAL.
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  • ANOS 50: NOVOS ARES NO BRASIL (CONSTITUIÇÃO DE 1946), VINDA DE MULTINACIONAIS PARA O BRASIL. COMEÇAM AS TRANSMISSÕES DE TV, FORMAM-SE CONGLOMERADOS DE JORNAIS, REVISTAS E RÁDIOS. AGÊNCIAS DE PROPAGANDA COMEÇAM A SE CONSOLIDAR. NASCEM INSTITUTOS DE PESQUISA DE OPINIÃO (IBOPE, MARPLAN). RP SE TORNA PROFISSIONAL.
  • MULTINACIONAIS TRAZEM A VALORIZAÇÃO DA CULTURA DA COMUNICAÇÃO NAS ÁREAS DE PP E RP. EMPRESAS DO RAMO DE AUTOMÓVEIS REPLICARAM NO BRASIL EXPERIÊNCIAS INTERNACIONAIS, CRIANDO OS PRIMEIROS DEPARTAMENTOS DO SETOR, COMEÇANDO A SER O RESPONSÁVEL PELA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL, SENDO O CELEIRO DOS GRANDES PROFISSIONAIS DAS DÉCADAS SEGUINTES. VALENTIM LORENZETTI, POR EXEMPLO, FOI O GRANDE RP DA THOMPSON E ABRIU, DEPOIS A LVBA COMUNICAÇÃO LTDA., A 3ª MAIOR EMPRESA DE RP DO BRASIL NOS ANOS 1990.
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  • A PRIMEIRA EMPRESA ESPECÍFICA DE RP SERIA A COMPANHIA NACIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS E PROPAGANDA, FUNDADA EM 1952 EM SÃO PAULO. EM 1953 SURGE O PRIMEIRO CURSO REGULAR DA ÁREA, NA FGV DO RIO. SURGE A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RELAÇÕES PÚBLICAS (ABRP) EM 1954. SURGE UMA ASSOCIAÇÃO RIVAL, ASSOCIAÇÃO DE EXECUTIVOS DE RELAÇÕES PÚBLICAS (AERP) NOS ANOS 1960, DISSIDENTES DA PRIMEIRA ASSOCIAÇÃO, MOSTRANDO A IMPORTÂNCIA CADA VEZ MAIOR DA ÁREA.
  • SOMENTE EM 1967 CRIOU-SE UMA LEGISLAÇÃO TORNANDO A FORMAÇÃO DE RP UMA HABILITAÇÃO DAS FACULDADES DE COMUNICAÇÃO SOCIAL. MAS O BRASIL FOI O PRIMEIRO DO MUNDO A TOMAR TAL INICIATIVA, O QUE TAMBÉM FOI UM OBSTÁCULO PARA A ÁREA, POIS A REGULAÇÃO DA PROFISSÃO FOI MUITO PREMATURA, ATIVIDADES CONFUNDIDAS COM OUTRAS. MUITOS TIVERAM QUE COMEÇAR EXPLICANDO O QUE NÃO É RP, EM VEZ DE SABER DEFINI-LA BEM. A REGULAMENTAÇÃO LEGISLATIVA VEIO MUITO ANTES DO RECONHECIMENTO SOCIAL DA NECESSIDADE DO PROFISSIONAL DE RP. FOI UM ATROPELO A REGULAMENTAÇÃO PRÉVIA.
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  • JOSÉ ROLIM VALENÇA, FUNDADOR DA AAB, UMA DAS MAIORES EMPRESAS DE RP DO BRASIL, DISSE: “HOUVE UM EXAGERO DE PROTECIONISMO E CORPORATIVISMO QUE FECHARAM AS FRONTEIRAS DO TÍTULO DE R.P. A QUALQUER UM QUE NÃO FOSSE DIPLOMADO, EMBORA EM TERMOS PRÁTICOS UM DIPLOMA NADA TENHA A VER COM O VALOR OU A EFICÁCIA DO PROFISSIONAL DE COMUNICAÇÕES. O CANIBALISMO DESSE EXCESSO DE REGULAMENTAÇÃO E DE BUROCRACIA DERRUBOU O TELHADO SOBRE OS PRÓPRIOS PROFISSIONAIS DE COMUNICAÇÃO, QUE FINALMENTE DESCOBRIRAM QUE NÃO SÃO TÃO INDIPENSÁVEIS ASSIM.”
  •  NA ÉPOCA, HOUVE PRESSA NA REGULAMENTAÇÃO POIS A DITADURA QUERIA CONTROLAR TUDO QUE SE VINCULAVA NA COMUNICAÇÃO SOCIAL, ALGO SEMELHANTE AO QUE ACONTECEU COM O JORNALISMO, REGULAMENTADO EM 1969. A AERP FORA TRANSFORMADA PELA DITADURA MILITAR NUMA DAS EMPRESAS DE PP E RP MAIS PRODUTIVAS DO PAÍS, PRODUZINDO DEZENAS DE PEÇAS DE PROPAGANDA DE ORGULHO DO PAÍS. ESSA INFLUENCIA SOBRE A AERP DEIXOU UMA VISÃO RUIM DO RP APÓS A DITADURA MILITAR, ALÉM DE CRIRAR EQUÍVOCOS SOBRE O RP. OS MILITARES DEIXARAM A IMAGEM DE QUE RP ERA UM “PODER OCULTO” DENTRO DAS ORGANIZAÇÕES. TORNOU-A TÃO LOUVÁVEL QUE FICOU BANALIZADA COM O TEMPO. VÁRIOS GERENTES DE RP ERAM PREVIAMENTE MILITARES. POR ISSO, APÓS A FASE DURA DA DITADURA, FORAM OS JORNALISTAS QUEM COMEÇARAM A OCUPAR A ÁREA ANTERIORMENTE DO RP, POR CONTA DESTA IMAGEM RUIM FICADA NA DITADURA.
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  • UM MARCO IMPORTANTE FOI A REALIZAÇÃO, NO RIO, DO IV CONGRESSO MUNDIAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS, QUE DEFINIU AS FUNÇÕES BÁSICAS E ESPECÍFICAS DA PROFISSÃO. LOGO DEPOIS SURGIU O PRIMEIRO CURSO SUPERIOR DE RP, NA ESCOLA DE COMUNICAÇÕES CULTURAIS DA USP, HOJE ECA. ESTES DOIS FATOS VÃO ALIMENTAR AS MUDANÇAS NA DÉCADA SEGUINTE.
  • ANOS 1970: UMA SÉRIE DE FACULDADES COMEÇAM A SURGIR, FAZENDO COM QUE AS ESCOLAS DE JORNALISMO PERDESSEM O AR DE EXCLUSIVIDADE. MAS COMO NÃO SE SABIA AO CERTO QUAIS ERAM AS NECESSIDADES DE ENSINO, NO INÍCIO ERA MUITO PAUTADO PELO JORNALISMO. O ENSINO ERA DADO DE FORMA DOGMÁTICA E VERBALISTA, SEM CONTATO DIRETO COM O MERCADO, PREJUDICANDO A FORMAÇÃO NAQUELA DÉCADA. ISSO SÓ MUDA NO FINAL DA DÉCADA, COM O CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CRIANDO PROJETOS EXPERIMENTAIS.
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  • HOUVE UM DISTANCIAMENTO ENTRE MERCADO E ACADEMIA, SEM O DESENVOLVIMENTO DE PARCERIAS COM BASES CIENTÍFICAS E TÉCNICAS ENTRE AS PARTES. UM ERRO CLARO FOI TER JOGADO O CONSELHO FEDERAL DE PROFISSIONAIS DE RP (CONFERP) DE SÃO PAULO PARA BRASÍLIA, DISTANCIANDO AINDA MAIS DAS GRANDES EMPRESAS. OS ANOS 1970 AINDA FORAM DOMINADOS POR FRASES DE EFEITO (“BRASIL, AME-O OU DEIXE-O”) TRABALHADOS PELA AERP NAS MÍDIAS ELETRÔNICAS.
  • ANOS 1980: MUITOS ACONTECIMENTOS IMPORTANTES ACONECERAM PARA O RP. COM A LIBERDADE POLÍTICA, AS EMPRESAS TAMBÉM SE REORGANIZAM, TRABALHANDO AGORA COM O CONCEITO DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA, MAIS ESTRATÉGICA. A RHODIA FOI A EMPRESA PIONEIRA NESTE SENTIDO, CRIANDO, EM 1985, A GERÊNCIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL, FORMADA PELAS DIVISÕES DE IMPRENSA (ASSESSORIA E PUBLICAÇÕES), RP (PROJETOS INSTITUCIONAIS E COMUNITÁRIOS), MARKETING SOCIAL (PUBLICIDADE, VALORIZAÇÃO DE MARCA).
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  • RP COMEÇA A PERDER ESPAÇO COMO GERENCIADORA DA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL, POR FALTA DE VISÃO ESTRATÉGICA POR PARTE DO SETOR. EM VEZ DE FORTALECER OS ÓRGÃOS EXISTENTES, CRIOU SINDICATOS SEM EXPRESSIVIDADE. MAS NÃO FOI DÉCADA PERDIDA, POIS HOUVE CRESCIMENTO DA PESQUISA CIENTÍFICA E DAS INDÚSTRIAS DA COMUNICAÇÃO (ASSESSORIAS DE IMPRENSA). PRÊMIOS FORAM INSTITUÍDOS PARA A ÁREA, COMO O PRÊMIO OPINIÃO PÚBLICA, OBTENDO BASTANTE REPERCUSSÃO. NOVOS CURRÍCULOS SÃO IMPLEMENTADOS PELAS ESCOLAS DE COMUNICAÇÃO, OBRIGANDO ÁREAS COM PROJETOS EXPERIMENTAIS, LIGADOS AO MERCADO. O VII CONGRESSO DE RP, FEITO EM 1982 EM BRASÍLIA, TROUXE VÁRIOS CONFERENCISTAS ESTRANGEIROS, UM MARCO NO RP NO BRASIL.
  • DESENVOLVEU-SE, NOS ANOS 1980, O RELAÇÕES PÚBLICAS COMUNITÁRIAS, OBJETIVANDO DEMONSTRAR QUE O TRABALHO NA ÁREA NÃO ERA APENAS PARA EMPRESAS E GOVERNO, GERANDO UM CONCEITO MAIS POSITIVO DA PROFISSÃO, DESGASTADA PELAS RELAÇÕES COM OS MILITARES.
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  • ANOS 1990: ABERTURA DOS MERCADOS. A UNIVERSIDADE COMEÇA A INTERAGIR MAIS COM O MERCADO, A REGULAMENTAÇÃO COMEÇA A ENTRAR EM XEQUE. A DESREGULAMENTAÇÃO DA ÁREA TEVE GRANDE APOIO DOS CONSELHOS REGIONAIS, INICIANDO UM GRANDE DEBATE. ESSAS DISCUSSÕES TÊM GERADO INCERTEZAS, MAL ENTENDIDOS, INSEGURANÇAS SOBRE OS REAIS RUMOS E MISSÕES DO PROFISSIONAL DE RP.
  • DE QUALQUER FORMA, HOUVE UM AUMENTO DE 20% NA RECEITA DE NEGÓCIOS NOS ANOS 1990. ISSO SE DEVE A ALGUNS FATORES QUE COMEÇARAM NAQUELA DÉCADA: MAIS EMPRESAS INTERNACIONAIS CHEGARAM AO PAÍS, PRECISAM ESTABELECER CANAIS INSTITUCIONAIS DE RELACIONAMENTO, EXIGÊNCIA DE PREPARAÇÃO DE PERFIS, RELATÓRIOS, APRESENTAÇÕES EM OUTRAS LÍNGUAS, E AMPLIAÇÃO DE MAIOR CONTATO COM FUNCIONÁRIOS, COMUNICADE, ACIONISTAS E CLIENTES.
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  • RANKING DAS EMPRESAS E ASSESSORIAS DE RELAÇÕES PÚBLICAS (1995)
  • 1ª GASPAR & ASSOCIADOS – R$ 2,3 MILHÕES
  • 2ª BURSON MARSTELLER – R$ 1,8 MILHÃO
  • 3ª LVBA – R$ 1,4 MILHÃO
  • 4ª SINE QUA NON – R$ 1,3 MILHÃO
  • 5ª ADS – R$ 1,1 MILHÃO
  • AUMENTARAM CONSIDERAVELMENTE O NÚMERO DE CURSOS SUPERIORES, HOJE PASSANDO DE 60. O NÚMERO DE PUBLICAÇÕES TAMBÉM SUBIU, HOJE CHEGANDO A TER MAIS DE 70 LIVROS ESPECÍFICAMENTE SOBRE RP NO MERCADO, A GRANDE MAIORIA FALANDO DA PARTE PRÁTICA DO PROFISSIONAL, EM VEZ DE TEORIA.
rela es p blicas no mercado
Relações Públicas no Mercado
  • MUITOS CONSIDERAM QUE FORAM OS RELAÇÕES PÚBLICAS OS PRECURSSORES DA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL NO BRASIL, NOS ANOS 1950, COM A CHEGADA DAS MULTINACIONAIS, CRIANDO DEPARTAMENTOS ESPECÍFICOS. OUTROS ACHAM QUE FOI A PROPAGANDA OU O JORNALISMO QUEM AJUDARAM NA PRIMEIRA FORMAÇÃO DA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL. MUITOS ACHAM TAMBÉM QUE AS ENTIDADES DE CLASSE DOS RP FORAM INCOMPETENTES EM VALORIZAR A PROFISSÃO, FICANDO MAIS PREOCUPADA COM O PRESTÍGIO SOCIAL, AO CONTRÁRIO DE JORNALISMO E PUBLICIDADE. POR AUSÊNCIA DE VISÃO DE FUTURO, DEIXARAM PARA O MARKETING E O JORNALISMO LIDERAREM O MERCADO DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL.
  • HOJE, A REALIDADE PROFISSIONAL DO RP PEDE QUE ELE TENHA UMA BOA BASE EM ADMINISTRAÇÃO E MARKETING, MAS AS UNIVERSIDADES, DESCONECTADAS DO MERCADO, AINDA NÃO SE ADEQUARAM A ISSO. O MESMO OS PROFESSORES, DESCONECTADOS DO MERCADO DE TRABALHO.
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Relações Públicas no Mercado
  • OS TIPOS DE PROGRAMAS DESENVOLVIDOS PELO RP SÃO VARIADOS, DEPENDENDO DA RELAÇÃO COM O CLIENTE: RELAÇÕES COM O GOVERNO, ASSESSORIA DE IMPRENSA, AÇÕES DE MOTIVAÇÃO E INTEGRAÇÃO DE EMPREGADOS, CAMPANHAS COMUNITÁRIAS, AÇÕES DE COMUNICAÇÃO PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA QUALIDADE TOTAL, MONTAGEM DE BANCO DE DADOS ETC.
  • HOJE, HÁ CONSENSO DE QUE O PROFISSIONAL RESPONSÁVEL PELA GESTÃO DA COMUNICAÇÃO INTEGRADA DEVE SER ALGUÉM COM DOMÍNIO DAS VÁRIAS ÁREAS DA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL, COM CONHECIMENTO DO MERCADO DA COMUNICAÇÃO, BOM NÍVEL DE CULTURA GERAL E AMPLA VISÃO DE CONJUNTO.
  • HÁ DISCORDÂNCIAS ENTRE AS EMPRESAS DE RP SOBRE SUA IMPORTÂNCIA NO MERCADO. HÁ QUEM ARGUMENTE QUE ELA É MUITO NECESSÁRIA PARA O RELACIONAMENTO INTERNO DA ORGANIZAÇÃO, COMO UM CHAPÉU DE TODO O SISTEMA DE COMUNICAÇÃO COM OS PÚBLICOS. PARA OUTROS, A RELEVÂNCIA É PEQUENA, SENDO QUE UM JORNAL EM SI JÁ ESTABELECE UMA RELAÇÃO FORTE E ESTREITA COM SEUS PÚBLICOS.
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Relações Públicas no Mercado
  • O PROFISSIONAL ENCARREGADO DE ADMINISTRAR ESTRATEGICAMENTE UMA ÁREA DE COMUNICAÇÃO INTEGRADA DEVE:
  • - CONHECER BEM A ORGANIZAÇÃO, SUA MISSÃO, FILOSOFIA, ESTRATÉGIAS E CONCORRÊNCIA.
  • - SABER USAR ADEQUADAMENTE AS FERRAMENTAS DISPONÍVEIS (PROPAGANDA, PROMOÇÕES, PEQUISA)
  • - TER VISÃO GLOBAL E ESTRATÉTICA, CRIATIVIDADE, HABILIDADE, BOM RELACIONAMENTO COM DIREÇÃO E COMUNIDADE E SABER ADMINISTRAR O TEMPO.
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Quatro Modelos de Relações Públicas
  • PRIMEIRO MODELO: MAIS ANTIGO. VISA PUBLICAR NOTÍCIAS SOBRE A ORGANIZAÇÃO E DESPERTAR A ATENÇÃO DA MÍDIA. COMUNICAÇÃO DE MÃO ÚNICA. TÉCNICAS PROPAGANDÍSTICAS.
  • SEGUNDO MODELO: JORNALÍSTICO, DISSEMINA INFOS OBJETIVAS NA MÍDIA EM GERAL E ESPECÍFICA. SEGUE PARÂMETROS DO JORNALISMO.
  • TERCEIRO MODELO: USO DA PESQUISA, PARA DESENVOLVER MENSAGENS PERSUASIVAS E MANIPULADORAS, UMA VISÃO MAIS EGOÍSTA, VISA INTERESSES SÓ DA ORGANIZAÇÃO, SEM SE IMPORTAR COM O PÚBLICO.
  • QUARTO MODELO: VISÃO MODERNDA DE RP, EQUILÍBRIO DE INTERESSES DA EMPRESA E PÚBLICO. USA COMUNICAÇÃO PARA ADMINSTRAR CONFLITOS E MELHORAR O ENTENDIMENTO COM OS PÚBLICOS ESTRATÉGICOS. ENFASE NO PÚBLICO, NÃO NA MÍDIA.
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Imagem Corporativa
  • O RP TEM COMO RESPONSABILIDADE PRINCIPAL A COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL, USANDO TODOS OS MEIOS PARA CRIAR E CONSTRUIR UMA IDENTIDADE CORPORATIVA DA ORGANIZAÇÃO PERANTE A OPINIÃO PÚBLICA E A SOCIEDADE EM GERAL. IDENTIDADE CORPORATIVA É A PERSONALIDADE, OS VALORES E AS CRENÇAS DE UMA ORGANIZAÇÃO. SUA FORMAÇÃO ENVOLVE TRÊS FATORES: O QUE A EMPRESA DIZ POR MEIO DE SUA COMUNICAÇÃO, O QUE ELA REALMENTE FAZ, EM TERMOS DE COMPORTAMENTO INSTITUCIONAL E DE QUALIDADE DE SEUS SERVIÇOS E PRODUTOS, E O QUE DIZEM E ACHAMD ELA SEUS PÚBLICOS, POR MEIO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO, MANIFESTAÇÕES, RUMORES ETC.
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Imagem Corporativa
  • O RP É O PROFISSIONAL QUE MAIS TEM COMO OBRIGAÇÃO AVALIAR E PROGNOSTICAR O PENSAMENTO E AS REAÇÕES DOS PÚBLICOS. O RP É QUEM FAZ A ADMINISTRAÇÃO DA COMUNICAÇÃO ENTRE A ORGANIZAÇÃO E SEUS PÚBLICOS. DOIS ELEMENTOS SEMPRE DEFINEM O TRABALHO DO RP: COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO. RP É O CAMINHO FORMAL PELA QUAL AS ORGANIZAÇÕES SE COMUNICAM COM SEUS PÚBLICOS, DE FORMA PLANEJADA, ADMINISTRADA. ENQUANTO PARTE DA COMUNICAÇÃO SURGE EM FUNÇÃO DA OPORTUNIDADE, EM RP A COMUNICAÇÃO É PLANEJADA, COORDENADA POR GERENTES DA ÁREA. O RP ADMINISTRA AS MENSAGENS PARA DENTRO DA ORGANIZAÇÃO, QUANDO CONDUZEM UMA PESQUISA SOBRE O CONHECIMENTO, AS ATIVIDADES E OS COMPORTAMENTOS DOS PÚBLICOS, EM SEGUIDA, ORIENTANDO OS EXECUTIVOS SOBRE COMO TOMAR POLÍTICAS E AÇÕES ACEITÁVEIS PARA OS PÚBLICOS. TAMBÉM ADMINISTRAM O MOVIMENTO DE MENSAGENS PARA FORA DA ORGANIZAÇÃO, AO AJUDAR OS EXECUTIVOS A DECIDIR COMO EXPLICAR UMA POLÍTICA OU UMA AÇÃO PARA O PÚBLICO.
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Imagem Corporativa
  • O PRIMEIRO TRABALHO DO RP É MAPEAR OS PÚBLICOS QUE ESTÃO CONECTADOS A UMA ORGANIZAÇÃO, COMO PROPRIETÁRIOS, ADVOGADOS DO CONSUMIDOR, CLIENTES, CONCORRENTES, MEIOS DE COMUNICAÇÃO, EMPREGADOS, AMBIENTALISTAS, FORNECEDORES, GOVERNOS E ORGANIZAÇÕES DA COMUNIDADE LOCAL. EM ALGUMAS EMPRESAS, CADA DEPARTAMENTO CUIDA DESTES NICHOS DE COMUNICAÇÃO, VIRANDO UMA CONCHA DE RETALHOS. A COMUNICAÇÃO INTEGRADA PEDE UM GRUPO DE PROFISSIONAIS QUE ABRACEM TODOS ESTES NICHOS, E PODE SER O RP. O BOM RP, PORTANTO, É UM ESTRATEGISTA, ALGUÉM COKM VISÃO DE MUNDO E DE NEGÓCIOS. TEM QUE MOSTRAR AOS DIRIGENTES A RELEVÂNCIA DA COMUNICAÇÃO E A NECESSIDADE DE SUA ADMINISTRAÇÃO. ELE:
  • - ASSESSORA A DIREÇÃO DA EMPRESA, AVALIANDO OS OBJETIVOS GLOBAIS E FAZENDO RECOMENDAÇÕES SOBRE COMO A ÁREA PODE CONTRIBUIR PARA ESSES OBJETIVOS.
  • - CONTRIBUI PARA A ANÁLISE DOS PLANOS DE NEGÓCIOS DA EMPRESA, IDENTIFICANDO PROBLEMAS E OPORTUNIDADES, ESTABELECENDO PROGRAMAS E CAPTALIZANDO SITUAÇÕES POSITIVAS.
  • - CRIA E FORNECE À DIREÇÃO DA EMPRESA INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO QUE MANTENHAM OS PÚBLICOS INFORMADOS DE SUAS AÇÕES E SEUS PONTOS DE VISTA.
  • - DESENVOLVE SUA ATIVIDADE SEMPRE INTEGRADA ÀS DEMAIS ÁREAS DA EMPRESA. OU SEJA, QUANDO SUGERIR ALGUM PROJETO E ESTIVER EXECUTANDO UMA AÇÃO, TEM QUE LEMBRAR QUE O RP SÃO UM MEIO PARA ALCANÇAR OBJETIVOS CLAROS E BEM DEFINIDOS E NÃO UM FIM PARA SI PRÓPRIO.
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Relações Públicas e Marketing
  • AO CONTRÁRIO DO MARKETING, QUE TRABALHA COM RESULTADOS MENSURÁVEIS, O RP TRABALHA COM RESULTADOS NÃO MENSURÁVEIS, COMO AJUDAR AS ORGANIZAÇÕES A EVITAR ERROS, ACONSELHAR A RECONCILIAÇÃO DE CONFLITOS, FORMULAR POSICIONAMENTOS E PERCEPÇÕES.
  • O TERMO MARKETING CRIOU FILHOTES NOS ANOS 1990: MARKETING CULTURAL, MARKETING EDUCACIONAL, ENDOMARKETING, ABOCANHANDO VÁRIOS SEGMENTOS DE OUTROS SETORES, EMBORA OS TERMOS SEJAM INAPROPRIADOS. A VANTAGEM DO MARKETING É QUE ELA SE TORNOU UMA CIÊNCIA MAIS PRECISA, COM METODOLOGIAS E INSTRUMENTOS MAIS MODERNOS.
rela es p blicas e marketing1
Relações Públicas e Marketing
  • EXISTE O TERMO RELAÇÕES PÚBLICAS DE MARKETING, QUE SERIA UMA MESCLA DE AMBOS E CUIDA DAS RELAÇÕES COM A MÍDIA, LANÇAMENTO DE PRODUTOS, ABERTURA DE NOVOS MERCADOS, COMUNICAÇÕES CORPORATIVAS, ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS, SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR, CONSTRUÇÃO DE CONCEITO INSTITUCIONAL PARA NOVOS PRODUTOS, REPOSICIONAMENTO DE PRODUTOS JÁ EXISTENTES, PATROCÍNIOS, CAMPANHAS DE INTERESSE PÚBLICO ETC.
  • COM A ENXURRADA DE PROPAGANDA HOJE, O RP PODE CRIAR NA MENTE DO CONSUMIDOR A CONFIANÇA E CULTIVAR A CREDIBILIDADE EM RELAÇÃO AOS SEUS PRODUTOS E SERVIÇOS.
rela es p blicas versus marketing
Relações Públicas versus Marketing
  • AS PRIMEIRAS ENFATIZAM A INSTITUIÇÃO, A SEGUNDA, O MERCADO. MAS AMBAS TRABALHAM EM PROL DA ORGANIZAÇÃO, COM CONCEITOS, ENFOQUES, INSTRUMENTOS E TÉCNICAS DIFERENTES. NO ENTANTO, O RP TRABALHA COM QUESTÕES QUE PODEM TER IMPACTO DIRETO NA VENDA DE PRODUTOS OU SERVIÇOS. PROBLEMAS QUE EXIGEM RESPOSTAS IMEDIATAS COM AÇÕES ESTRATÉGICAS. ACONTECEM NO AMBIENTE SOCIAL DAS EMPRESAS, COMO PROBLEMAS ÉTNICOS, DE PROTEÇÃO À SAÚDE, PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, RESPONSABILIDADE PÚBLICA ETC. ADMINISTRAR CONFLITOS. JÁ O MARKETING QUER SATISFAZER CLIENTES E CONSUMIDORES, BASEANDO-SE EM MODELOS DE COMUNICAÇÃO ASSIMÉTRICOS PARA PERSUADIR O PÚBLICO-ALVO. O RP AJUDA O MARKETING A TORNÁ-LO MENOS FRIO, IMPESSOAL, DANDO A SENSAÇÃO AO CLIENTE DE QUE A EMPRESA SE IMPORTA COM ELE.
rela es p blicas versus marketing1
Relações Públicas versus Marketing
  • ENQUANTO MARKERTING PROCURA IMPACTOS MARCANTES, RP TEM A CREDIBILIDADE COMO SUA META PRINCIPAL. MARKETING QUER ATINGIR UMA POSIÇÃO FIXA E LOCALIZADA NO MERCADO. RP UQER TER UMA IDENTIDADE CORPORATIVA CONSISTENTE EM TODOS OS LUGARES. MARKETING SEGUE PADRÕES MAIS RÍGIDOS, EXATOS. RP É MAIS FLEXÍVEL EM SUAS AÇÕES, EM FUNÇÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS.
  • UM GERENTE DE MARKETING IDENTIFICA MERCADOS PARA PRODUTOS E SERVIÇOS DA ORGANIZAÇÃO E SUPERVISIONA PROGRAMAS DE COMUNICAÇÃO MERCADOLÓGICA PARA SUSTENTAR A DEMANDA DOS MESMOS. O GERENTE DE RP SUPERVISIONA PROGRAMAS DE COMUNICAÇÃO COM OS PÚBLICOS, SEJA ELES EMPREGADOS, COMUNIDADES, ACIONISTAS...
paradigmas do rp no s culo 21
Paradigmas do RP no Século 21
  • COM O FIM DA DICOTOMIA POLÍTICA USA X URSS, NO SÉCULO 21 AS EMPRESAS GANHARAM VOZ E PODER DE MUDAR A SOCIEDADE AINDA MAIOR. POLÍTICAS QUE REDEFINEM A IMAGEM DE UMA ORGANIZAÇÃO NA SOCIEDADE PODEM ALTERAR OS RUMOS DA PRÓPRIA SOCIEDADE, TAMANHA AS ORGANIZAÇÕES ATUALMENTE. É O CASO DA DECISÃO DO GRUPO PÃO DE AÇÚCAR DE RETIRAR AS SACOLAS PLÁSTICAS DAS LOJAS, PARA PRESERVAR O MEIO AMBIENTE. TRATA-SE DE UMA ESTRATÉGIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS (IMAGEM DA EMPRESA), NÃO DE MARKETING. HOJE, NO ENTANTO, AINDA É ALGO SIMPLES, POIS TAIS NOVAS PREOCUPAÇÕES AMBIENTAIS ESTÃO APENAS COMEÇANDO. NUM FUTURO NÃO DISTANTE, TODAS AS EMPRESAS SERÃO OBRIGADAS NÃO SÓ A TEREM NOVOS PERFIS ORGANIZACIONAIS COMO TEREM DIFERENCIAIS, ENTRANDO AÍ A IMPORTANCIA DA INTEGRAÇÃO ENTRE RP E MARKETING. MAS É O RP QUE TEM A FUNÇÃO DE AVALIAR AS REAÇÕES DA OPINIÃO PÚBLICA PARA TRAÇAR ESTRATÉGIAS DE COMUNICAÇÃO. AS ORGANIZAÇÕES NÃO PODEM MAIS SE PAUTAR POR POLÍTICAS DE INDIFERENÇA A NADA QUE TOQUE A SOCIEDADE, SUAS POSTURAS TÊM QUE ESTAR CADA VEZ MAIS CLARAS E PRECISAS.
paradigmas do rp no s culo 211
Paradigmas do RP no Século 21
  • ALÉM DISSO, AS PRÓPRIAS EMPRESAS ESTÃO SE RECONFIGURANDO COM A CRESCENTE AUTOMAÇÃO, DIMINUINDO CADA VEZ MAIS A QUANTIDADE DE TRABALHADORES BRAÇAIS E AUMENTANDO O NÍVEL CULTURAL E EDUCACIONAL DOS TRABALHADORES, O QUE EXIGE NOVOS PERFIS DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL. AS EMPRESAS TENDEM A SER MENOS VERTICALIZADAS, HIERARQUIZADAS, E MAIS PARTICIPATIVAS, COOPERATIVA, ACENTUANDO AINDA MAIS A IMPORTANCIA DO RELAÇÕES PÚBLICAS INTERNAMENTE.