Governo do estado do esp rito santo auditoria geral do estado
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GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO AUDITORIA GERAL DO ESTADO. CÓDIGO DE ÉTICA. Comentários acerca do Código de Ética Profissional dos Servidores Civis do Estado do Espírito Santo, instituído pelo Decreto 1595-R, de 06/12/2005. Sebastião Carlos Ranna de Macedo Auditor Geral do Estado.

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Governo do estado do esp rito santo auditoria geral do estado

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAUDITORIA GERAL DO ESTADO

CÓDIGO DE ÉTICA

Comentários acerca do Código de Ética Profissional dos Servidores Civis do Estado do Espírito Santo, instituído pelo Decreto 1595-R, de 06/12/2005.

Sebastião Carlos Ranna de Macedo

Auditor Geral do Estado


Fontes de consulta

Decreto n.° 1.171/1994 – Código de Ética dos Servidores Públicos Federais;

Código de Ética do Estado de Mato Grosso do Sul

Códigos de conduta ética de alguns países, como Austrália, Canadá e Reino Unido.

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAUDITORIA GERAL DO ESTADO

Fontes de Consulta


C digo de tica primeira reflex o

CÓDIGO DE ÉTICA Servidores Públicos Federais;

PRIMEIRA REFLEXÃO:

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAUDITORIA GERAL DO ESTADO


C digo de tica

Para reflexão e Servidores Públicos Federais;...  ação. A diferença entre os países pobres e os ricos não é  a idade do país.


C digo de tica

Isto pode ser demonstrado por países como Índia e  Egito, que tem mais de 2000 anos e são pobres.


C digo de tica

Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia,  que há 150 anos eram  inexpressivos, hoje são países desenvolvidos e  ricos.


C digo de tica

A diferença entre países pobres e ricos também não  reside nos recursos naturais disponíveis.


C digo de tica

O Japão possui um território limitado, 80%  montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda  economia mundial.O país é  como uma imensa fábrica flutuante, importando  matéria-prima do mundo todo e exportando produtos manufaturados.


C digo de tica

Outro exemplo é a Suíça, que não planta cacau mas  tem o melhor chocolatedo mundo. Em seu pequeno território cria animais e  cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano.  Não obstante, fabrica  laticínios da melhorqualidade. É um país pequeno que passa uma imagem de  segurança, ordem e trabalho, o que o tranformou no caixa forte do  mundo.


C digo de tica

Executivos de países  ricos que se relacionam com seus pares de países pobres mostram que não há  diferença intelectual significativa.


C digo de tica

A raça ou a cor da pele também não são importantes: pares de países pobres mostram que não há  diferença intelectual significativa.

imigrantes rotulados de preguiçosos em seus países de origem são a força  produtiva de países europeus ricos.


C digo de tica

Qual é então a diferença? pares de países pobres mostram que não há  diferença intelectual significativa.


C digo de tica

A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao  longo dos anos pela educação e pela cultura.


C digo de tica

Ao analisarmos a conduta das pessoas nos  países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os  seguintes princípios de vida:


C digo de tica

1. A desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os  seguintes princípios de vida:ética, como princípio  básico.2. A integridade.3. A responsabilidade.4. O respeito às leis e  regulamentos.5. O respeito pelo direito dos demais  cidadãos.6. O amor ao trabalho.7. O esforço pela poupança e pelo  investimento.8. O desejo de superação.9. A pontualidade.


C digo de tica

Nos países pobres apenas uma minoria segue esses  princípios básicos em sua vida diária.


C digo de tica

Não somos pobres porque nos faltam recursos  naturais ou porque a natureza  foi cruel conosco.


C digo de tica

Somos pobres porque nos falta  atitude. porque a natureza Nos falta vontade  para cumprir e ensinar esses princípios de funcionamento das  sociedades

ricas e desenvolvidas.


C digo de tica

Pressupostos porque a natureza

“ O maior bem para o maior número de pessoas”. (Ética Utilitarista)

“Não faça aos outros o que não gostaria que fizessem a ti”. (Ética Absolutista)

A conduta de acordo com padrões éticos produz o bem a toda a sociedade.

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAUDITORIA GERAL DO ESTADO


C digo de tica

A gestão da ética compreende o exercício de quatro funções:

Normatização;

Educação;

Monitoramento; e

Aplicação de sistema de conseqüências.

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAUDITORIA GERAL DO ESTADO


C digo de tica

Valores funções:

Interesse público;

Integridade;

Imparcialidade;

Transparência;

Honestidade;

Responsabilidade;

Respeito; e

Competência

Art. 1° do Código de Ética

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAUDITORIA GERAL DO ESTADO


C digo de tica

Objetivos funções:

Promover a adoção de elevados padrões éticos no serviço público estadual;

Estabelecer um “guia” para o comportamento esperado do servidor público;

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C digo de tica segunda reflex o

CÓDIGO DE ÉTICA funções:

SEGUNDA REFLEXÃO:

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAUDITORIA GERAL DO ESTADO


C digo de tica

ÉTICA funções:

A chave para a solução dos problemas atuais do Brasilpode ser a mesma que o prefeito de New York usou há umadécada atrás:

Veja os 10 mandamentos:


C digo de tica

1- Você acha um absurdo a corrupção da polícia? funções:

Solução:

NUNCA suborne

nem aceite suborno!


C digo de tica

02. Você acha um absurdo o roubo de carga, até mesmo funções:com assassinatos dos motoristas?

Solução:

EXIJA a nota fiscal

em TODAS as suascompras!


C digo de tica

03. Você acha um absurdo a desordem causada pelos funções:camelôs?

Solução:

NUNCA compre nada deles!

A maior parte de suas mercadorias são produtos roubados, falsificados ou sonegados.


C digo de tica

04. Você acha um absurdo o poder dos marginais das favelas? funções:

Solução:

NÃO compre nem consuma drogas!


C digo de tica

05. Você acha um absurdo o enriquecimento ilícito? funções:

Solução: Não o admire, repudie-o.


C digo de tica

06. Você acha um absurdo a quantidade de pedintes no funções:sinal ou de flanelinhas nas ruas?

Solução:

NUNCA dê nada.


C digo de tica

07. Você acha um absurdo que qualquer chuva alague a funções:cidade?

Solução:

Só jogue o LIXO no LIXO.


C digo de tica

08. Você acha um absurdo haver cambistas para shows e espetáculos?

Solução:

NÃO compre deles, nem que não assista ao evento.


C digo de tica

09. Você acha um absurdo o trânsito da sua cidade? espetáculos?

Solução:

NUNCA feche o cruzamento.


C digo de tica

1 0. Você está indignado com o desempenho de seus espetáculos?representantes na política?

Solução: Nunca mais vote neles e espalhe aos seus amigos seu   desalento e o nome dos eleitos que o decepcionam.


C digo de tica

Compromisso com a Transparência Capixaba espetáculos?

Criação de um Código de Ética para a Alta Administração e para os servidores públicos estaduais e de um Conselho de Ética na Administração Estadual, que tenha participação de organizações da sociedade civil e de outras instituições públicas, para controlar, implementar e zelar pelo cumprimento do código de ética, através de projeto de lei a ser enviado à Assembléia Legislativa do Estado do Espírito Santo.

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C digo de tica

Estrutura do Código de Ética Profissional espetáculos?

Princípios Fundamentais;

Deveres do Servidor Público;

Vedações;

Utilização de Recursos Públicos;

Conflito de Interesses;

Presentes;

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C digo de tica

Estrutura do Código de Ética Profissional espetáculos?

Outro Emprego ou Trabalho;

Conselho Superior de Ética Pública;

Comissões de Ética;

Penalidades;

Denúncias; e

Disposições Gerais.

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C digo de tica

A promoção da ética é requisito da boa governança. Com efeito, o conceito contemporâneo de eficiência administrativa implica a adesão a padrões de conduta que dependam menos da vontade individual, ou seja, do foro íntimo, e mais do consenso das pessoas que integram a organização.

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C digo de tica

A gestão da ética transita por um eixo bem definido, em uma de suas pontas, temos os valores e princípios éticos que se desejam norteadores da administração pública. No meio, as regras de conduta, um caminho prático para que os valores e princípios sejam observados. Na outra ponta, a administração, que deve funcionar como um instrumento garantidor da eficácia dos valores e regras.

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N o basta ter um marco regulat rio a implementa o de normas de conduta tem exig ncias pr prias

Não basta ter um marco regulatório. A implementação de normas de conduta tem exigências próprias.

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C digo de tica

O Código e as Comissões de Ética normas de conduta tem exigências próprias.

Composição

Formas de atuação

Limites

O Código e as Corregedorias

Atuação concorrente x complementar

Condutas x sanções

Censura

Sindicância e PAD

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C digo de tica

Comissões de Ética: Composição normas de conduta tem exigências próprias.

- 03 (três) servidores, sendo no mínimo, 02 (dois) efetivos

Sindicância

- somente servidores efetivos

PAD: 03 servidores efetivos e estáveis no serviço público

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Deveres c digo de tica x lei complementar 46 94

DEVERES normas de conduta tem exigências próprias.

CÓDIGO DE ÉTICA

X

LEI COMPLEMENTAR 46/94

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C digo de tica

Art. 2º normas de conduta tem exigências próprias.É dever do servidor público: (art. 220 LC46/94)

I - agir com honestidade e integridade no trato dos interesses do Estado;

II - exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo ou função;

(inciso V)

III - tratar com cortesia, urbanidade e atenção os demais servidores públicos e os usuários do serviço público; (inciso III)

IV - ser assíduo e pontual ao serviço; (inciso I)

V - guardar sigilo sobre os assuntos do órgão; (inciso II)

VI - ser leal às instituições constitucionais e administrativas a que servir; (inciso IV)

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C digo de tica

VII - normas de conduta tem exigências próprias.observar as normas legais e regulamentares; (inciso VI)

VIII - fornecer quando requerido e autorizado por Lei, informações precisas e corretas; (inciso XI)

IX - ter respeito à hierarquia, porém sem temor de representar contra qualquer superior que atente contra este Código, lei ou regulamento; (inciso VII)

X - levar ao conhecimento da autoridade as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ou função; (inciso VIII)

XI - utilizar os recursos do Estado para atender o interesse público, respeitando as leis e regulamentos pertinentes; (inciso IX)

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C digo de tica

XII - normas de conduta tem exigências próprias.manter conduta compatível com a moralidade pública e com este Código de Ética, de forma a valorizar a imagem e reputação do serviço público; (inciso XII)

XIII - informar sobre qualquer conflito de interesse, real ou aparente, relacionado com seu cargo, emprego ou função e tomar medidas para evitá-los;

XIV - ser preciso, objetivo e claro em suas manifestações verbais, escritas ou por qualquer outro meio. Suas manifestações devem representar o seu entendimento da questão, e não atender a interesses de superiores, fornecedores, usuários ou outra parte interessada. O mesmo se aplica a emissão de documentos, certidões, atestados ou equivalentes e a registros contábeis, financeiros ou administrativos;

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C digo de tica

XV - normas de conduta tem exigências próprias.representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder, de que tenha tomado conhecimento, indicando elementos de prova para efeito de apuração em processo apropriado; (inciso XII)

XVI - quando em missão ao exterior comportar-se de forma a reforçar a reputação do Estado e do Brasil;

XVII - respeitar outros códigos de ética aplicáveis em razão de classe, associação ou profissão.

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAUDITORIA GERAL DO ESTADO


C digo de tica

Art. 3º normas de conduta tem exigências próprias.É dever, ainda, do servidor, diante de qualquer situação, verificar se há conflito com os princípios e diretrizes deste código, devendo questionar se:

I - seu ato viola lei ou regulamento;

II - seu ato é razoável e prioriza o interesse público;

III - se sentiria bem, caso sua conduta fosse tornada pública.

Parágrafo único. Em caso de dúvida, o servidor deverá consultar as respectivas comissões de ética.

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C digo de tica terceira reflex o

CÓDIGO DE ÉTICA normas de conduta tem exigências próprias.

TERCEIRA REFLEXÃO:

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTOAUDITORIA GERAL DO ESTADO


Uma pescaria inesquec vel
Uma pescaria inesquecível normas de conduta tem exigências próprias.

Ele tinha onze anos e, cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a umlago.

A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.


C digo de tica

O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocandoondulações coloridas na água. Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.

Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água.


C digo de tica

Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada.O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras para trás e para frente.

O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Eram dez da noite,faltavam apenas duas horas para a abertura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:


C digo de tica

- Você tem que devolvê-lo, filho! permitida na temporada.- Mas, papai, reclamou o menino.- Vai aparecer outro, insistiu o pai.- Não tão grande quanto este, choramingou a criança.

O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações à vista.Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável.

Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.


C digo de tica

O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu. E, naquele momento,o menino teve certeza de que jamais veria um peixe tão grande quanto aquele.

Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais. Sua intuição estava correta.Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.


C digo de tica

Porém, sempre vê o mesmo peixe repetidamente todas as vezes que deparacom uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmenteuma questão de certo e errado.

Agir corretamente, quando se está sendoobservado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos vendo. Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE A ÁGUA.


Uma pescaria inesquec vel1
Uma pescaria inesquecível vezes que depara

A história valoriza não como se consegue ludibriar as regras, mas como,dentro delas, é possível fazer a coisa certa.A boa educação é como uma moeda de ouro: TEM VALOR EM TODA PARTE.


Veda es c digo de tica x lei complementar 46 94

VEDAÇÕES vezes que depara

CÓDIGO DE ÉTICA

X

LEI COMPLEMENTAR 46/94

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C digo de tica

Art. 4º vezes que deparaAo servidor público é vedado: (art. 221 LC46/94)

I - pleitear, sugerir ou aceitar qualquer tipo de ajuda financeira, presente, gratificação, prêmio, comissão, empréstimo pessoal ou vantagem de qualquer espécie, para si ou para outrem, para influenciar ou deixar de fazer algo no exercício de seu cargo, emprego ou função pública;

II - utilizar pessoal ou recursos materiais do Estado em serviços ou atividades particulares; (inciso II)

III - referir-se de modo depreciativo ou desrespeitoso a outros servidores públicos, a autoridades públicas ou a atos do poder público, admitindo-se a crítica em trabalho assinado; (inciso III)

IV - manter, sob sua chefia imediata, cônjuge, companheira ou parente até o segundo grau civil; (inciso IV)

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C digo de tica

V - vezes que deparaopor resistência injustificada ao andamento de documentos ou processo ou à realização de serviços; (inciso V)

VI - retirar, sem prévia e expressa anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto do local de trabalho;

(inciso VII)

VII - atuar, como procurador ou intermediário, junto a órgãos públicos estaduais, salvo quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais e percepção de remuneração ou

proventos de cônjuge, companheiro e parentes até terceiro grau civil; (inciso XI)

VIII - dar causa a sindicância ou processo administrativo-disciplinar, imputando a qualquer servidor público infração de que o sabe inocente; (inciso XIII)

IX - praticar o comércio de bens ou serviços, no local de trabalho, ainda que fora do horário normal do expediente; (inciso XIV)

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C digo de tica

X - vezes que deparaparticipar, na qualidade de proprietário, sócio ou administrador, de empresa fornecedora de bens e serviços, executora de obras ou que realize qualquer modalidade de contrato,

de ajuste ou compromisso com o Estado; (inciso XIX)

XI - falsificar, alterar, deturpar, extraviar, sonegar ou inutilizar livro oficial ou documento ou usá-los sabendo-os falsificados;

(inciso XXI)

XII - retardar ou deixar de praticar ato de ofício ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal; (inciso XXII)

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C digo de tica

XIII - vezes que deparafacilitar a prática de crime contra a Fazenda Pública Estadual; (inciso XXIV)

XIV - utilizar informação, prestígio ou influência obtidos em função do cargo, para lograr, direta ou indiretamente, ganho, benefício ou vantagem para si ou outrem; (inciso XXV)

XV - exercer quaisquer atividades antiéticas ou incompatíveis com o exercício do cargo, emprego ou função, ou ainda, com o horário de trabalho. (inciso XXVI)

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Penalidades c digo de tica x lei complementar 46 94

PENALIDADES vezes que depara

CÓDIGO DE ÉTICA

X

LEI COMPLEMENTAR 46/94

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C digo de tica

DAS PENALIDADES vezes que depara

Art. 18. A transgressão aos princípios e normas contidas neste Código constituirá infração ética suscetível, conforme a natureza do ato e as circunstâncias de cada caso, às seguintes censuras:

I - censura privada;

II - censura pública.

§ 1º A imposição das censuras obedecerá à gradação deste artigo, salvo no caso de manifesta gravidade ou reincidência.

§ 2º Na fixação da censura serão considerados os antecedentes do denunciado, as circunstâncias atenuantes ou agravantes e as conseqüências do ato praticado ou conduta adotada.

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C digo de tica

DAS PENALIDADES (LC 46/94) vezes que depara

Art. 231 São penas disciplinares:

I - advertência verbal ou escrita;

II - suspensão;

III - demissão;

IV - cassação de aposentadoria ou disponibilidade;

V - destituição de função de confiança ou de cargo em comissão.

Art. 232 A advertência será aplicada verbalmente ou por escrito nos casos de violação de proibição constante do art. 221, I a III, e de inobservância de dever funcional previsto nesta Lei, que não justifique imposição de penalidade mais grave.

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C digo de tica

DAS PENALIDADES vezes que depara

Art. 19. Os procedimentos da Comissão de Ética para a apuração de fato ou ato que se apresente contrário à ética terão o rito sumário, ouvido apenas as partes interessadas, nos termos estabelecidos em regimento próprio.

Parágrafo único. Poderá a Comissão de Ética dada a eventual gravidade da conduta do servidor ou sua reincidência, encaminhar a sua decisão e respectivo expediente para a Comissão Permamente de Processo Disciplinar do respectivo órgão, se houver, e, cumulativamente, se for o caso, à entidade em que, por exercício profissional, o servidor público esteja inscrito, para as providências disciplinares cabíveis. O retardamento dos procedimentos aqui prescritos implicará comprometimento ético da própria Comissão, cabendo à Comissão de Ética do órgão hierarquicamente superior o seu conhecimento e providências.

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Den ncia c digo de tica x lei complementar 46 94

DENÚNCIA vezes que depara

CÓDIGO DE ÉTICA

X

LEI COMPLEMENTAR 46/94

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C digo de tica

DA DENÚNCIA vezes que depara

Art. 20. A denúncia, para efeito deste Código, compreende a formalização de informação na qual alega-se uma transgressão ao Código de Ética por um servidor ou servidores de um órgão ou entidade pública.

Art. 21. A denúncia deve ser encaminhada à comissão de ética do órgão em que o denunciado atua e deve conter:

I – nome(s) do (s) denunciante (s);

II - nome (s) do(s) denunciado(s);

III - prova ou indício de prova da transgressão alegada.

§ 1º Na ausência da comissão de ética, a denúncia deve ser encaminhada para o titular do órgão ou para o Conselho Superior de Ética Pública.

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Den ncias c digo de tica n o admite den ncias an nimas

DENÚNCIAS vezes que depara

CÓDIGO DE ÉTICA

NÃO ADMITE DENÚNCIAS ANÔNIMAS

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C digo de tica

DA DENÚNCIA E DOS PROCEDIMENTOS (LC 46/94) vezes que depara

Art. 247 A autoridade que tiver ciência de irregularidade no serviço público é obrigada a promover a sua apuração imediata, mediante sindicância ou processo administrativo-disciplinar, assegurada ao denunciado ampla defesa.

Art. 248 As denúncias sobre irregularidades serão objeto de apuração, mesmo que não contenham a identificação do denunciante, devendo ser formuladas por escrito.

Art. 249 A sindicância se constituirá de averiguação sumária promovida no intuito de obter informações ou esclarecimentos necessários à determinação do verdadeiro significado dos fatos denunciados.

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C digo de tica

DA DENÚNCIA E DOS PROCEDIMENTOS (LC 46/94) vezes que depara

§ 1º - A sindicância de que trata este artigo será procedida por servidores públicos estaduais efetivos, designados para tal fim, devendo ser concluída no prazo de 10 (dez) dias a contar da data da sua designação, podendo este prazo ser prorrogado por, no máximo, 5 (cinco) dias desde que haja motivo justo.

§ 2º - Da sindicância somente poderá decorrer a pena de advertência, sendo obrigatório ouvir o servidor público denunciado.

§ 3º -.........

§ 4º - Sempre que o ilícito praticado pelo servidor público ensejar a imposição de penalidade não prevista no § 2º, será obrigatória a instauração de processo administrativo disciplinar.

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C digo de tica um instrumento que adiciona valor maria cec lia coutinho de arruda

“CÓDIGO DE ÉTICA,UM INSTRUMENTO QUE ADICIONA VALOR” vezes que depara

Maria Cecília Coutinho de Arruda

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C digo de tica

EM SUMA, ATUALMENTE TEMOS: vezes que depara

33 COMISSÕES DE ÉTICA

MAIS DE 200 SERVIDORES ATUANDO NAS RESPECTIVAS COMISSÕES

CONSELHO DE ÉTICA INDEPENDENTE

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Reflex es finais
REFLEXÕES FINAIS vezes que depara

“Não é possível viver sem ética. Se as coisas não estão como gostaríamos, é preciso mudá-las, e não se adaptar a elas”

“Não há possibilidade de se fazer política com o Caixa 2 das empresas. Quem alimenta o Caixa 2 político é o Caixa 2 privado. Esse dinheiro vem da sonegação.”

Emerson Kapaz

ex-presidente do Instituto Etco


Reflex es finais1
REFLEXÕES FINAIS vezes que depara

Abordagem moral do fenômeno “corrupção”:

- Corrupção como uma das formas de desvios e ineficiência no emprego dos recursos públicos;

“O preço da liberdade é a eterna vigilância”:

- controle constante no processo de elaboração das leis no Brasil;

“Melhor inseticida contra a corrupção é a informação”: transparência dos atos públicos.

Cláudio Abramo – Transparência Brasil


Reflex es finais2
REFLEXÕES FINAIS vezes que depara

“Podemos usar essa tremenda crise para mudar. Nossas dores de agora podem ser dores de crescimento, não de naufrágio, para assumirmos de uma vez por todas o nosso papel em relação ao nosso país.”

Lya Luft


Obrigado thanks merci
OBRIGADO – THANKS - MERCI vezes que depara

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auditorgeral@age.es.gov.br

55-27-3132-5353