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A Crise Global vista como um furacão que se aproxima:. uma análise das três frentes que convergem para sua formação. Versão em português de uma apresentação muito interessante de Paul Chefurka. http://www.paulchefurka.ca (janeiro, 2008) . Tradução: Enrique Ortega (março, 2008).

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A Crise Global vista como um furacão que se aproxima:

uma análise das três frentes que convergem para sua formação.

Versão em português de uma apresentação muito interessante de Paul Chefurka.http://www.paulchefurka.ca(janeiro, 2008).

Tradução: Enrique Ortega (março, 2008).

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Convergindo para a crise

Ecologia, Energia, Economia

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Em 1970, Jay W. Forrester do Grupo de Dinâmica de Sistemas do Instituto Tecnológico de Massachussets (MIT) apresentou em uma reunião um modelo de simulação do planeta que mostrava as interações entre seus principais componentes e explicou como a modelagem em computador permitiria prever o comportamento do sistema.

Essa apresentação levou a realização do projeto “A Problemática da Humanidade”, desenvolvido pelo grupo de pesquisa do MIT, sob a direção de Dennis Meadows e o patrocínio do Clube de Roma.

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O mesmo desenho usando a metodologia dos diagramas sistêmicos de fluxos de energia, materiais e informação de H. T. Odum (1994, 1996).

http://www.unicamp.br/fea/ortega/creta/HTObooks.htm

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O diagrama ilustra as complicadas inter-relações entre 19 elementos do modelo. Ainda que o modelo seja uma “simplificação do mundo” ele coloca “que os principais problemas globais tem raízes num conjunto simples de interações.”

Os resultados foram publicados no livro Os Limites do Crescimento.

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Nos encontramos aqui!

Os gráficos obtidos nas simulações predizem o que iria a ocorrer se continuassem a crescer exponencialmente o uso de recursos naturais, a industria, a produção de alimentos por via química, a degradação do ambiente e a população.

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O livro conclui dizendo que o crescimento por si mesmo causa problemas e que por tanto o desenvolvimento humano é limitado.

Na raiz dos problemas humanos esta a crença (daqueles que estão no poder) de que “o crescimento é a solução”.

De acordo com eles, tudo tem que crescersempre: infra-estrutura, energia, população, produção, exportações e consumo.

Não haveria limites para o crescimento. Um

conceito que contradiz a ciência (Ecologia).

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A versão mais recente do livro foi publicada em 2004 com o título Limits to Growth: The 30-Year Update em português Limites do Crescimento: a atualização de 30 anos.

Donnella Meadows, Jorgen Randers e Dennis Meadows após atualizar os dados e aprimorar a análise confirmaram os resultados já apontados na versão original.

http://www.qualitymark.com.br/product.aspx?product_id=9788573037364

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As soluções adotadas pela comunidade internacional que toma decisões (as elites dos países ocidentais do Hemisfério Norte) geraram os problemas globais, afetam toda a humanidade e as outras espécies.

Como os sistemas se entrelaçam, ao tentar solucionar o problema de um grupo humano se afetam de forma indesejada outros grupos humanos e as espécies de outros sistemas.

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O furacão que se aproxima tem três forças (ou frentes) principais convergindo:

  • O colapso ecológico, originado pela depleção dos recursos naturais e a mudança do clima global.
  • A falta de energia, devido ao esgotamento do petróleo e do gás.
  • A perda da estabilidade econômicaprovocada pela dívida norte-americana e um complexo e insustentável sistema financeiro internacional.
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O problema ecológico é causado pelo estilo de vida da civilização ocidental que se caracteriza pelo consumo excessivo de produtos industriais (produzidos a partir do petróleo) que geram uma imensa massa de resíduos sólidos, líquidos e gasosos.

Um modelo de desenvolvimento se torna insustentável quando o ritmo das atividades humanas é tão rápido que os processos naturais não conseguem absorver o impacto produzido - por falta de área de ecossistemas preservados e tempo de recuperação.

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E os sistema econômico global continua crescendo intensamente utilizando os recursos não renováveis como fonte principal de energia e materiais.

Os processos dos ecossistemas naturais já sobrecarregados ainda têm que lidar com mais resíduos, tais como o CO2, os escorrimentos dos jazidas minerais e dos processos da mineração, os resíduos das industrias e dos aterros, etc.

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Usamos o termo Ecologia em lugar de “Meio Ambiente” de forma proposital, pois em vez de pensar o entorno do ser humano, a visão ecológica o coloca como uma componente ativo da Biosfera: membro de uma rede de vida inter-dependente.

Nossas ações têm conseqüências maiores do que imaginamos, longe de afetar apenas a qualidade do ar, da água e da terra que usamos estamos afetando outras espécies que fazem parte da rede de sustentação da vida no planeta. A extrapolação dessa tendência nociva pode colocar a vida humana em risco de extinção.

hoje a popula o mundial est ciente de que o caos clim tico a amea a mais importante ao ser humano

O aquecimento global era visto como uma ameaça de longo prazo, porém as pesquisas recentes indicam que o clima global pode mudar dramaticamente em uma ou duas décadas. O CO2 atmosférico já chegou a 394 ppm.

Hoje a população mundial está ciente de que o caos climático é a ameaça mais importante ao ser humano.

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Al Gore disse no Foro Econômico Mundial em Davos que o mais recente relatório do IPCC da ONU era excessivamente otimista. Ele informou que a taxa de mudança real é muito mais rápida do que as a maioria de projeções pessimistas previam.

As mudanças climáticas se intensificarão e afetarão com maior força aos outros problemas globais que se tornarão mais difíceis de resolver.

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O Ártico some!

Esta acontecendo mas rápido do que o esperado

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A Antártica está perdendo grandes volumes de gelo. O desgarramento de glaciares está aumentando dramaticamente devido a lubrificação pela água derretida.

As geleiras das cordilheiras (fontes de água) estão entre os sistemas mais afetados. Por exemplo: o planalto tibetano e os Andes.

Nos últimos dois anos a calota de gelo do Ártico perdeu uma área equivalente a duas vezes o tamanho da França.

O Oceano Ártico pode ficar sem gelo no verão em 2015. Os cientistas climáticos esperavam que isto viesse a ocorrer em 2040 ou 2050.

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O problema é sobre-pesca.

Estamos comendo tudo o que se produz nos oceanos. E não se trata apenas de peixes: a morte dos recifes de coral no mundo inteiro indica que estamos destruindo os oceanos. E eles não se recuperarão se continuarmos a usá-los, ao mesmo tempo, como deposito de lixo e uma despensa que se usa sem mesura.

Nos oceanos, desde 1950, o número de peixes caiu 90%. E 90% de todas as espécies de peixe poderão desaparecer antes de 2050.

Os estoques de bacalhau do Norte do Canadá caíram 99% em 25 anos até a moratória de 1992 e não mostram sinais de recuperação após 15 anos.

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A humanidade tem reduzido biodiversidade e causando extinções durante dezenas de milênios. Esse comportamento aumento muito depois do descobrimento da agricultura, e se acelerou com o advento de combustíveis fósseis.

Nós estamos vivendo no meio de uma grande extinção. Os biólogos estão chamando a este fenômeno como a “Extinção da era geológica do Antropoceno”.

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Nós estamos emitindo dióxido de carbono 10 vezes mais rápido que uma das maiores erupções vulcânicas conhecidas – que 65 milhões de anos atrás participaram do evento de extinção do Cretáceo - Terciário.

As espécies estão agora se extinguindo mais rapidamente que durante as prévias cinco Grandes Extinções – a uma taxa 1000 vezes mais rápida que o esperado.

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Vários livros, entre eles “Primavera Silenciosa” de Rachel Carson, as notícias de jornal sobre chuvas ácidas, o derramamento de petróleo do barco cargueiro Exxon Valdez.

  • No caso do Canadá, o país enfrenta um problema de poluição crescente devido ao processamento do piche.
  • A visível poluição da água, assim como o lixo abundante jogado na terra e no mar (resíduos de plástico jogados em todas partes).

O mundo está com um problema ecológico provocado pelo homem. Ficamos sabendo dos problemas ambientais através de várias fontes:

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O mundo perde 150,000 quilômetros quadrados de área agrícola anualmente, em função da urbanização, desmatamento e desertificação.

Esse valor corresponde a mais de 15,000,000 de quarteirões cada ano.

Um bilhão das pessoas em 110 países são afetadas pela desertificação.

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Desde o fim da segunda Guerra mundial, um terço da terra agrícola foi danificada pela ação dos produtos químicos tóxicos sobre a micro-biota e na estrutura do solo.

A fertilidade do solo é a metade do que era cem anos atrás.

Os aqüíferos estão sendo drenados 100 vezes mais rápido do que sua taxa de recarga por percolação pois os agricultores perfuram milhões de poços de água usando a tecnologia dos poços de petróleo.

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O aumento da produção de biocombustíveis (etanol a partir de milho ou materiais celulósicos) acelerará o processo de falta de água e terra e a poluição do ar, do solo e da água.

As Mudanças Climáticas aumentarão a magnitude e concentração dos fenômenos climáticos (secas e inundações variáveis).

Já estamos observando esses fenômenos, os quais piorarão nos próximos anos.

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Após uma etapa de maximização do rendimento na produção de grãos, a Mudança Climática está diminuendo a produtividade, e o uso de milho para etanol está reduzindo a disponibilidade desse grão para a alimentação humana e animal.

Em 1986, os estoques mundiais de grão garantiam 30 dias de consumo, hoje somente 53 dias. A provisão de grãos per habitante no mundo caiu de 340 kg em 1984 a 300 kg hoje.

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A realidade atual indica que Thomas Malthus tinha motivos suficientes para estar preocupado.

As Nações Unidas, através da FAO, advertem sobre a falta de comida potencialmente catastrófica na África dentro de 15 anos.

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O fenômeno de excesso de crescimento (“overshooting”) ocorre quando a população excede a capacidade de suporte. Uma situação deste tipo degrada o meio ambiente o que faz diminuir ainda mais a capacidade de suporte.

A capacidade de suporte é a população que um ambiente pode sustentar sem degradar-se. Quando a população está abaixo desse patamar tende a aumentar; se a população estiver acima da capacidade de suporte é compelida a diminuir.

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O fato da Mudança Climática estar sendo causada pelo CO2 mobilizado pelo homem é uma prova de que estamos em situação de excesso de crescimento (de 25% a 100%). Esse “overshoot” foi conseguido uso maciço do petróleo.

Se nessa situação a população se mantém (ou cresce) ocorre erosão do meio e se reduz a capacidade de suporte. Um “overshoot” prolongado pode causar um colapso.

resili ncia poder de recupera o capacidade de absorver impactos

Ao crescer os sistemas aumentam sua produtividade, primeiro se expandindo, depois se tornando mais complexos, finalmente eliminando elementos redundantes (diversidade). Depois muitos colapsam.

Como a resiliência é uma função de diversidade, quando os sistemas perdem a diversidade eles perdem também a capacidade de recuperação. Nesse caso, os impactos que sofrem causam quebras de funcionamento que se transmitem por todo o sistema (não são amortecidas no local de impacto).

Resiliência = poder de recuperação = capacidade de absorver impactos.

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Se por uma decisão econômica desaparece a biodiversidade e se estabelece a monocultura ocorre degradação e o sistema se torna frágil.

Sem rotas alternativas, as transformações biológicas diminuem e os serviços ecossistêmicos se perdem. Processos indesejados como a criminalidade e o tráfico de drogas aparecem e a população emigra.

Imagine um sistema com biodiversidade com vários mecanismos de ação atuando em paralelo, se um falha os outros o substituem. A diversidade gera robustez e flexibilidade. Os impactos são amortecidos por vários mecanismos.

A civilização industrial é o maior, mais produtivo, mais dependente (insustentável) e mais complexo sistema já visto na Terra.

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Como se perde a resiliência?

Tudo aquilo considerado como uma qualidade na indústria constitui uma fragilidade ecológica, como:

A agricultura feita em monocultura,

Os procedimentos “on time”,

A distribuição das manufaturas pelo mundo todo,

O frenesi de atividades econômicas.

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A noticia da primeira página é que o preço do barril de petróleo ultrapassou US $100.

O que está atrás dessa manchete?

Quais são as implicações para o futuro?

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A energia é o que permite o crescimento da população e da atividade econômica.

Usamos para crescer a energia mecânica, a térmica, a elétrica e também a energia da água e da comida (calórica, funcional e nutricional).

As energias básicas da atual civilização são: petróleo, gás e eletricidade.

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Esse volume de energia de petróleo corresponde a:

300 hidroelétricas gigantes;

6,000 usinas termoelétricas;

• 6,000,000 turbinas de vento, ou

• 100,000,000,000 painéis solares.

Um barril de petróleo contém energia equivalente a 20,000 horas de trabalho humano (dez anos de 250 dias de 8 horas de trabalho por dia).

O consumo mundial anual de petróleo (85 milhões de barris) equivale ao trabalho de 200 bilhões de seres humanos! 30 vezes a população mundial!

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Tudo que o que é feito na civilização industrial depende, diretamente ou indiretamente, da disponibilidade de petróleo barato.

A eletricidade não consegue substituir ao petróleo em todos os seus usos. O petróleo é o recurso fundamental de nossa civilização.

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A curva da taxa de extração de um campo petroleiro com o decorrer do tempo apresenta uma forma de sino.

A extração, pequena no início, aumenta ao se melhorar a infra-estrutura e ao melhorar a capacitação e a tecnologia de extração, até chegar a um máximo e depois diminui e termina.

A taxa de extração mostra uma inflexão depois que a metade do recurso foi extraído.

Isto se aplica a todos aos poços de extração de petróleo, aos países e ao mundo.

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O fenômeno do Pico na Extração de Petróleo (“Peak Oil”) é um problema que surge quando foi usada a metade da reserva e aparece a taxa de fluxo decrescente.

Para manter a civilização funcionando, é preciso providenciar uma certa quantia de petróleo todo dia. Ocorre que essa quantia é imensa!Não é o tamanho do tanque que importa, é o tamanho da abertura da torneira.

Nós já usamos a metade do petróleo disponível no mundo!.

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Todos os poços de petróleo apresentam um pico de produção

Note como todas as taxas de produção recuam depois de atingir o máximo. O princípio subjacente do “Peak Oil” é que o mundo crescerá até atingir o máximo de produção, depois entrará em um processo de declínio permanente.

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As descobertas de petróleo tiveram um pico 40 anos atrás. Desde 1985 o consumo de petróleo é maior que o achado.

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O petróleo tem sido explorado quase completamente, é improvável que sejam descobertas jazidas com petróleo suficiente para acompanhar o consumo.

Hoje se consumem 5 barris por cada barril descoberto.

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Especialistas destacados da indústria do petróleo tais como Matthew Simmons, T. Boone Pickens, Samsam Bakhtiari, Ken Deffeyes acreditam que o pico na extração de petróleo já aconteceu.

A produção de petróleo cru tem se mantido no mesmo patamar nos últimos dois anos. Algumas das regiões produtoras de petróleo (EUA, México, Mar do Norte) estão em declínio agudo.

Como nenhuma nação produtora de petróleo diz a verdade sobre sua produção e suas reservas é difícil ter certeza do pico de petróleo. Saberemos que aconteceu dois ou três anos depois do evento.

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Ao subir o preço do petróleo a economia dos países exportadores crescerá assim como seu consumo interno. Os governos desses países tendem a satisfazer primeiro a demanda doméstica e exportar o remanescente. Quando sua produção comece a diminuir, as exportações cairão rapidamente.

Embora a produção se reduza, não cairá a zero e as exportações vão cessar num dado momento.

Existem sinais que isto já está ocorrendo: China está deixando de comprar no mercado livre para estabelecer contratos de compra de longo prazo com os provedores.

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O mercado mundial de petróleo pode ficar sem produto em 2030.

A falta de petróleo afetará os importadores importantes como a Europa e os EUA que estão procurando o fornecimento de suas necessidades de energia em Canadá. Isso significa mais pressão.

Que classe de pressão?

A princípio política, depois econômica, finalmente militar através do exército norte-americano.

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Biocombustíveis: pouca energia líquida, competem com a produção de alimentos, trabalho escravo, poluição, emissão de gases de efeito estufa.

Carvão convertido em líquidos: poluição, escala de produção.

Hidrogênio: não é uma energia primária é obtido apartir do gás natural, que já está em declínio.

Eletricidade: uma redução de 4% na produção de petróleo = 250,000 turbinas de vento?

Todas estas opções apresentam graves problemascom escala de produção, margem de tempo para implementar as soluções, subsídios, infra-estrutura necessária e conseqüências ambientais.

a era do petr leo ser breve completou 100 anos e levara 50 anos para acabar

A era do petróleo

Milhões de barris

Não ficaremos completamente “sem petróleo”, pois ao ficar escasso ele se tornará caro, excessivamente caro.

A era do petróleo será breve. Completou 100 anos e levara 50 anos para acabar.

Anos DC

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Derivados: são instrumentos financeiros que derivam seu valor de um recurso subjacente (por exemplo: um conjunto de hipotecas). Eles são ações com valores virtuais que superestimam excessivamente o valor do recurso subjacente. O valor da produção mundial bruta (GDP) é 65 trilhões dólares, mas o mercado dos derivativos tem um valor nominal de 750 trilhões de dólares!

Para atender a demanda contínua de energia e materiais para o crescimento do sistema capitalista o mundo financeiro criou um sistema altamente complexo de crédito e dívida cuja situação é insustentável. A dívida dos EUA está em um nível máximo, algo nunca antes visto.

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O mercado de valores está no início de uma reorganização maciça (queda da bolsa).

Como o mecanismo financeiro dos EUA se espalhou pelo mundo, se torna cada vez mais provável uma depressão global. A economia daqui a 10 anos dificilmente se assemelhará a atual.

Existe um problema com as reservas dos bancos dos EUA: a partir de 16 de janeiro de 2008, a quota de 10% do empréstimo que os bancos teriam que manter disponível (a mão) deve ser conseguida através de um empréstimo solicitado a Reserva Federal (o banco central americano).

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A diferença entre ricos e pobres atingiu níveis nunca antes vistos, e continua aumentando.

A diferença da renda per capita entre países ricos e pobres é de 30:1.

O número de estados falidos cresce: Zimbábue, Coréia do Norte, Haiti, Sudão, Nigéria, Chade, Iraque, Congo, Afeganistão, Somália, Bangladesh, Uganda, Egito, Mianmar, Paquistão, Uzbequistão.

Nesses países surgem violentos conflitos religiosos e culturais. A população sofre com o aumento dos preços mundiais de comida e energia.

Neste momento há 33 milhões de refugiados sob proteção da ONU. Esse número aumentará dramaticamente nas próximas duas décadas.

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Todos os problemas estão interligados.

Pico de extração = + carvão = + caos climático;

Caos climático = secas e alagamentos =

declínio da produção agrícola;

Declínio da produção agrícola =

+ terra aberta para agricultura = desertificação e perda de biodiversidade + CO2 das queimadas;

+ terra para a agricultura = + produtos industriais + N2O

Declínio da economia = + uso de carvão = + poluição.

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Podemos prevenir a crise convergente?

Podemos fazer recuar as marés do Caos Climático?

Podemos achar alternativas para o petróleo?

Podemos re-estruturar a economia mundial?

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Podemos mudar os caminhos?

  • As tendências naturais de consumir, competir e reproduzir são incentivadas e reforçadas pelas instituições sociais e políticas;
  • Os indivíduos e os grupos pequenos reagirão antes, os grupos grandes não;
  • Os políticos necessitam ser eleitos por grupos grandes que apresentam muita inércia; portanto não espere nada deles.
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O comportamento humano é influenciado porimperativos genéticos resultantes de sua evolução: as forças psicológicas para reproduzir-se, consumir, competir e buscar status, como também as tendências para ajudar a família e aos membros da tribo quando estão em apuros, e de cooperar com aliados para obter sucesso na obtenção de alimento e em competições grupais.

As instituições sociais, econômicas, políticas, industriais e educacionais surgiram para dar suporte aos anseios de estruturação hierárquica, competição e crescimentoem vez de atender os anseios de cooperação, altruísmo e sustentabilidade (interação positiva com a natureza).

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Essas instituições têm como objetivo divulgar os valores da competição, o crescimento e o individualismo e conseguir que a maioria da população os aprove e os incorpore.

Não é de seu interesse alterar esse posicionamento. Elas lutarão até a morte para ficar no comando da situação.

A população terá que se organizar para as mudanças desejadas, ... como sempre!

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Não há muito tempo para se preparar

  • Os problemas estão ocorrendo hoje;
  • Eles estão acontecendo mais rápido do que estava sendo espertado;
  • São piores que o previsto;
  • Estarão no foco nos próximos 15 anos;
  • Não podemos evitá-los, mas podemos nos proteger deles. Como?
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Como proteger-se do furacão:

O que podem fazer os cidadãos e as comunidades

os pol ticos eleitos pela via democr tica tradicional n o tem condi es de enfrentar esta crise

Explicação:

Os líderes são eleitos por grupos com interesses convencionais.

Os políticos eleitos pela via democrática tradicional não tem condições de enfrentar esta crise.

Caso os políticos passem a se interessar em atender outros interesses eles devem conseguir antes o consentimento dos governados, senão serão eliminados por discordância e resistência de seu eleitorado.

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Ainda que os líderes entendam a gravidade da crise global eles serão impotentes perante a inércia do aparelho administrativo.

Na democracia as pessoas que discordam não podem ser excluídas do debate, mas na prática as idéias que propõem são abafadas pela burocracia.

Alguns indivíduos com bastantes méritos (como Al Gore) podem influir no debate, mas tem pouca capacidade para alterar as coisas porque eles atuam como indivíduos solitários, estão fora dos corredores do poder.

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Existem dois caminhos de ação efetiva:

1. Os autocratas que não dependem do consentimento da sociedade;

2. Os grupos consensuais que auto-selecionam seus integrantes tendo como valores fundamentais o altruísmo e a percepção crítica da realidade (consciência).

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Na consciência e na ação individual está a base de toda mudança. Isolados os indivíduos isolados têm pouca influência.

Para superar esse impasse, os indivíduos capazes de pensamento crítico, diálogo cooperativo e um pouco de conhecimento e sabedoria podem (e devem) se integrar em comunidades com interesses específicos.

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Estas comunidades podem focar e amplificar as ações de seus membros, porém é importante reduzir os conflitos internos e as vezes é preciso excluir pessoas que se opõem as metas e aos métodos. Como resultado algumas inovações podem ser realizadas, pelo menos dentro da esfera de influência desses grupos. Criam-se exemplos interessantes.

As comunidades pequenas (com menos de 150 pessoas) têm sido muitas vezes os pilares da mudança da sociedade humana.

as dicas tradicionais

Troque as lâmpadas, melhore o isolamento térmico

  • Adquira um gerador de células foto-elétricas
  • Reduza, re-use, recicle, repare
  • Evite o excesso de população
  • Compre comida, bens e serviços locais
  • Inicie seu jardim e horta
  • Coma menos carne
  • Não assuma dívidas
  • Atue politicamente ou em comunidades locais
  • Promova festas de rua (conheça seus vizinhos)

As dicas tradicionais:

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Resultados:

Fertilidade de 1,7 (não 2,9)

Mortalidade infantil de 12 em 1000 (não 64)

Expectativa de vida de 73 anos (não 64)

Alto nível de educação

Cuidados médicos excelentes

Valores sociais matriarcais

Um lugar: Kerala na Índia (30 milhões de pessoas)

Em 1957 um governo socialista progressista procurou implementar uma reforma social mais do que uma reforma econômica.

É uma prova de que é possível a coexistência de alta qualidade de vida e baixo consumo.

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As pessoas se preocupam com o fato da crise reduzir a qualidade de vida e o padrão de consumo.

O estado indiano de Kerala é evidência que isto não é inevitável. Com as políticas sociais adequadas e comunidades fortes, a qualidade de vida pode ser mantida ainda que a renda caia substancialmente.

“O dinheiro não compra felicidade.” numerosos estudos mostraram isso.

O convívio com a família, com a comunidade e um bom sono reparador traz mais felicidade as pessoas do que o dinheiro.

o movimento de todos

Há no mundo dois milhões de grupos locais e independentes de cidadãos, dedicados as questões de justiça social e proteção do ambiente;

  • Denomina-se “o maior movimento social na história do mundo”;
  • Não é um movimento organizado;
  • É a resposta natural aos problemas da sociedade e da biosfera;
  • São chamados “os anti-corpos de Gaia”.

O movimento de todos

o movimento j existe

Foi descrito por Paul Hawken em seu livro “Bendito Desassossego” (“Blessed Unrest”).

  • Cada grupo trabalha em assuntos locais de sua própria escolha.

O movimento já existe.

  • Estes grupos existem em toda cidade e em cada país na Terra não importa quão tirânica ou democrática, rica ou pobre seja esse sistema político.
o movimento

Não existe nenhuma organização ou liderança global.

  • Há lideres temporários e não “o líder” dizendo o que fazer.
  • Sua independência gera resiliência; sua ampla distribuição significa que eles sobreviverão aos tempos difíceis.
  • Estão prontos para ser as sementes de uma civilização sustentável nova, se tal coisa é possível.

O movimento:

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Cooperação, não competição;

  • Nutrir e cultivar, não explorar predatoriamente;
  • Consenso, não hierarquia;
  • Reconhecer a interdependência;
  • Respeito pela vida dos outros;
  • Aceitação de limites;
  • Justiça universal.

Porque é importante este movimento?

Ele possui resiliência e é fortemente matriarcal, trabalha com os valores da sustentabilidade:

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As pessoas que integram este movimento passam a atuar como um coletivo.Eles ajudam mitigar os problemas existentes.

São a reserva de conhecimento para o renascimento de uma civilização verdadeiramente sustentável. Constituem a melhor esperança da humanidade.

E o que mais importante: todos podemos fazer parte desse movimento

a rede cidades em transi o

No Reino Unido, foi fundada uma rede que se propõe buscar e integrar comunidades para preparar-se para os câmbios que acompanharão o Pico do Petróleo e as Mudanças Climáticas;

Trata-se de uma rede para compartilhar idéias e técnicas adequadas para a transição a uma nova etapa de vida com menos uso de combustíveis fósseis. Encontra-se ainda no estágio de formação e já conta com a adesão de 24 comunidades.

Colocou informações na internet a disposição do público: www.transitiontowns.org

A rede: “Cidades em transição”

uma filosofia a permacultura

Uma teoria de desenho agro-ecológico;

  • Práticas de agricultura sustentável;
  • Expansão da biodiversidade;
  • Redução do impacto ecológico;
  • Integra as necessidades humanas com a capacidade produtiva do ecossistema;
  • Holística, com enfoque sistêmico, respeita limites;
  • Um conjunto bem desenvolvido de princípios;
  • Um conceito: paisagem alimentícia;
  • Movimento mundial com grupos em Norte América, Sul-América, Europa e Oceania.

Uma filosofia: a Permacultura:

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Uma tecnologia: Terra Preta

O milagre do carvão:

Melhora a fertilidade do solo;

Seqüestra carvão;

Simples e capaz de aumento de escala.

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Precisa ser feito de material lenhoso, inclusive plantas que crescem rapidamente como bambu. Exige o cultivo de árvores, que são convertidas em carvão. Parte desse carvão coloca-se na terra onde as árvores cresceram para replantar novas árvores. Esse método constitui um modo efetivo de reduzir o gás carbônico na atmosfera.

Um hectare de terra pode isolar até 10 toneladas de carbono na forma de carvão todo ano. Isso reduziria as necessidades de fertilizante e melhoraria os rendimentos da colheita. Tente fazer isto em seu jardim junto com seu composto.

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Terra Preta é o uso intencional de carvão no solo para melhorar terras. Trata-se de uma descoberta tecnológica surpreendente e muito estimulante – melhor que os painéis solares, melhor que as turbinas de vento, muito melhor que soja geneticamente modificada.

Terra preta ou terra preta de índio significa “terra escura” em português. Se refere a áreas de solo muito escuro e fértil, achadas na Bacia Amazônica. Seu nome já indica alto conteúdo de carvão.

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Os solos de terra preta são 2 a 3 vezes mais férteis que terra comum, sem a adição de fertilizantes químicos. O carbono no carvão permanece subterrâneo por milhares de anos.

Essa é a definição de “seqüestro de carbono”.

O carvão pode ser feito em qualquer escala, desde um quintal até uma fábrica.

O carvão fornece um ambiente hospitaleiro para enorme número de micróbios e fungos que melhoram a fertilidade da terra. Também age como um melhorador de solo – ele é alcalino e com o passar do tempo melhora a consistência da terra agrícola.

uma economia escambo e moedas locais

» Uma moeda local ou da comunidade:

Uma comunidade pode estabelecer seu próprio médio de intercâmbio, isso permite a troca de bens de forma mais ágil que a troca ou escambo;

» Escambo:

Bens e serviços são trocados diretamente.

É mais fácil de realizar no caso de trocas informais entre duas pessoas, o consenso sobre o valor é conseguido rapidamente.

Uma economia: escambo e moedas locais

» São legais mas não do gosto do governo.

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As moedas locais e a economia de permutas podem dar aos indivíduos e as comunidades mais controle sobre suas próprias atividades econômicas. Estes conceitos e procedimentos se tornam extremamente importantes em tempos de crise econômica. Os computadores e a Internet podem facilitar sua adoção e administração.

Muitas moedas locais já existem (por exemplo: o Dólar de Toronto) mas a maioria delas está atrelada ao sistema monetário nacional.

Se os sistemas internacional e nacional falharem então as moedas locais podem ser facilmente desacopladas para funcionar sozinhas.

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Uma estrutura social: co-moradia

As pessoas viveriam em pequenas comunidades;

Elas necessitam de privacidade e coisas próprias;

O grupo consegue obter energia e alimentos mais facilmente;

“Cuidar das crianças exige a colaboração da vila inteira”.

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As co-moradias são difíceis de começar, mas pode fazer comunidades excelentes.

Um exemplo notável é a Eco-Aldeia EarthSong na Nova Zelândia que conta com uma página na Web: http://www.earthsong.org.nz/.

A co-moradia tem características de vários sistemas: das cooperativas, dos condomínios e das comunidades.

Os membros decidem como se estruturarão, o que o importante, os requisitos para a co-propriedade.

uma atitude eu ajudo

» Envolva-se:Seja um anti-corpode Gaia

» Ultrapasse suas limitações!

»Amizade: Forme laços fortes com os demais;

»Junte-se: O trabalho em equipe rende mais;

»Utilizeos recursos locais, conserve e recicle;

»Doe seu tempo livre. Evite o transporte.

»Organize-se para produzir parte de sua alimentação e da energia que consume.

Uma atitude: Eu ajudo

Um simples mnemônico faz lembrar as coisas que devemos pensar e fazer nos anos adiante.

(E eles me ajudam!)

conclus es

» A crise ecológica, da energia e da economia já chegou, esta aqui;

» Precisamos nos adaptar as mudanças e nos proteger de seus piores efeitos;

» Os políticos não poderão fazer os esforços necessários com a rapidez necessária, na magnitude necessária;

Conclusões:

» A solução está no esforço dos indivíduos conscientes e solidários e das comunidades.

os beatles escreveram a can o tema para as pr ximas mudan as

I can get it with a little help from my friends.(Posso! .. com ajuda dos meus amigos).

Os Beatles escreveram a canção tema para as próximas mudanças:

Adaptação de uma apresentação de Paul Chefurka, que mora em Ottawa no Canadá. Ele tem um site:

http://www.paulchefurka.ca.

O e-mail dele é:paul_chefurka@rogers.com