Curso de Termografia Clínica - PowerPoint PPT Presentation

curso de termografia cl nica n.
Download
Skip this Video
Loading SlideShow in 5 Seconds..
Curso de Termografia Clínica PowerPoint Presentation
Download Presentation
Curso de Termografia Clínica

play fullscreen
1 / 98
Curso de Termografia Clínica
245 Views
Download Presentation
alan-sampson
Download Presentation

Curso de Termografia Clínica

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript

  1. Curso de Termografia Clínica Escola Médico Militar Russa de Termografia Sistema Prof. José Travassos Valdez

  2. Após a fundação da Associação Portuguesa de Termografia e Diagnósticos Complementares a organização dos 4 primeiros cursos de Termografia Clínica em Portugal era chegada a hora de uma reestruturação do curso com a disponibilização de toda a informação em Português. • A organização deste novo curso on-line tem como principal objectivo corrigir lacunas e melhorar o quanto for possível a base de informações que permitam ao estudante uma maior capacidade de avaliação dos termogramas. • A Termografia é sem dúvida um mundo fascinante a descobrir por todos os profissionais de saúde modernos, só ela nos permite na consulta diária uma facilidade de observação do fenómeno funcional orientando-nos a partir deste fenómeno para a busca da lesão estrutural em caso de suspeitas.

  3. Apesar dos milhares de trabalhos publicados em prestigiadas revistas médicas como a Lancet, Medlars e outras, apesar de ainda há pouco na crise da gripe Asiática a Termografia ter tido um papel determinante no controlo de passageiros nos aeroportos, só agora e muito lentamente os profissionais de saúde começam a despertar para as possibilidades e facilidade de utilização desta ferramenta de trabalho. • A termografia não vem nem pretende vir substituir outros meios de avaliação dos pacientes, é apenas uma ferramenta a acrescentar ao leque das já existentes, porem é uma ferramenta com características especiais dada a sua versatilidade, inocuidade e rapidez de utilização, aliadas ao baixo custo de investimento e excelente retorno financeiro. • Outra das vantagens da Termografia é a facilidade com que a partir das imagens obtidas se pode dar explicações visualizáveis e compreensíveis ao paciente, fortalecendo a relação e facilitando a colaboração no tratamento por parte deste. • È pois com renovada esperança que mais uma vez deitamos mãos à obra tendo como única satisfação a alegria de vermos novos colegas aderirem a este maravilhoso sistema, sendo a maior prova de estarmos no caminho certo o enorme sucesso que este curso está a ter aqui e além fronteiras. • José António Travassos Valdez, Nisa 15 Abril 2005

  4. Apresentação Curso termografia Clínica

  5. Associação Portuguesa de Termografia eDiagnósticos Complementares • Montes Matos nº 14 • 6050-475 Nisa Portugal • (351) 245469145 • termografiaportugal@gmail.com • www.termografia.com.pt

  6. Apresentação do Curso • “O Senhor atingir-te-á com tísica, febre, inflamação, delírio, secura ardência e palidez” Bíblia,Deuteronómio; 28; 22. • Desde os primórdios da humanidade que a febre é vista como sinal de doença. Nos antigos tratados de Medicina Chinesa alguns com mais de 3000 anos são tidos como factores causais, de doença, não só os aspectos de regulação e distribuição do calor pelos órgãos internos e seus respectivos meridianos, bem como as influências térmicas externas. No livro mais famoso da última dinastia Han (fundada no ano 25 DC), “Discussão das doenças causadas pelo frio”, foi mantida a distribuição dos sintomas dos 12 canais de energia principais (um dos quais se chama meridiano triplo aquecedor), mas foi agrupado um sistema paralelo chamado Diagnóstico pelos 6 Canais de Energia, que combinou os sintomas em 6 grupos sintomatológicos. Outra inovação foi a introdução da concepção de 8 princípios de diagnóstico, que eram a base para diagnosticar doenças exógenas e febris, observando-se as características peculiares do Yang ou do Yin, frio ou calor deficiente ou excessivo.

  7. Nos povos antigos que influenciaram a nossa cultura surgem referências à febre como fenómeno de doença, em 1500 AC “O Senhor atingir-te-á com tísica, febre, inflamação, delírio, secura ardência e palidez” Bíblia,Deuteronómio; 28; 22. • Na Grécia antiga filósofos e médicos como Platão, Aristóteles, Hipócrates e Galeno fascinaram-se com a relação entre o calor e a vida. Durante séculos a febre foi considerada uma doença, Hipócrates o pai da medicina, foi também o pai da termografia, Hipócrates media o calor radiante dos seus pacientes com o dorso da mão, ele descobriu que o aumento de calor em determinadas áreas do corpo eram um sinal claro de doença nessa área do corpo “ quando uma parte do corpo é mais quente ou mais fria que arestante a doença está presente nessa área” (Adams, 1939),para confirmar o que sentia esfregava o corpo do paciente com uma fina camada de argila e observava onde ela secava primeiro. Assim surgiu o primeiro Termograma.

  8. Outros pequenos passos foram dados até que em 1851 Carl Wunderlich inicia um estudo clínico sobre a importância da temperatura corporal, estudo esse terminado em 1866 e publicado num tratado em 1871, após a observação e estudo de mais de 25.000 pacientes. Neste tratado ele altera o conceito de febre como doença, até então em voga, para a reconhecer como um sintoma. O tratado de Carl Wunderlichestabelece parâmetros importantes ainda hoje, usados em medicina:

  9. -O conhecimento da temperatura corporal é indispensável para os médicos. • -Todos os fenómenos da doença devem ser estudados. • -A temperatura pode ser determinada de forma precisa ao contrário de outros fenómenos clínicos. • -A temperatura não pode ser falsificada (é objectiva). • -Certos aumentos de temperatura indicam febre. • -O aumento de temperatura indica o grau de perigo da doença. • -O estudo da temperatura permite o estudo das leis de progressão de algumas doenças. • -As variações térmicas durante a doença permitem entender a evolução, mesmo antes de outros sinais. O abaixamento da temperatura é um bom indício de recuperação. O aumento de temperatura pode indiciar um estado de morte iminente. • -A temperatura fornece uma prova irrefutável do estado de morte.

  10. Carl Wunderlich defendia o uso de mapas térmicos corporais de forma a estudar-se as variações e distribuição da temperatura corporal, usando escalas exactas (ºC ou ºF). Descobriu as semelhanças térmicas de certas patologias e estudou as variantes térmicas provocadas pelos agentes terapêuticos. • A termometria médica não ficou limitada a medidas da temperatura interna. Reconhecendo as variações de temperatura em diferentes partes do corpo e acreditando que aquelas variações eram reflectidas na superfície cutânea Spurgin em 1857, construiu um “ Termoscópio”. Comparando a temperatura superficial ele foi capaz de diagnosticar tumores de mama, discernindo que o calor do tumor era vários graus superior ao tecido periférico. Satisfeito com os resultados obtidos com o Termoscópio, ele recomendou que este fosse usado no diagnóstico de tumores e doenças articulares. Também Sequin defendeu o uso da temperatura superficial como meio de diagnóstico, mas este ímpeto conceptual, teve de esperar mais de 100 anos para ganhar aceitação.

  11. Termografia clínica por infra-vermelhos: • O estudo da radiação infra-vermelha começou nos finais do séc. XVI. JBaptista Della Porta de Nápoles, ele descobriu que o frio e o calor podem ser reflectidos por um vidro côncavo “se um homem colocar uma vela num local e a observar através de um vidro côncavo, não só verá a luz da vela como sentirá o calor ofender os olhos, mas o mais maravilhoso é que o vidro não só reflectirá o calor, mas também o frio e até mesmo o som e fará um eco”. Provost em Geneva formulou a teoria das permutas em 1790 “todos os corpos emitem radiação quanto mais alta a temperatura maior a radiação. Quando dois corpos estão próximos um do outro o mais quente transmite calor ao mais frio até ficarem à mesma temperatura”. Foi a partir deste conceito que Planck´s estabeleceu a sua lei da radiação no séc. XX. • Pictet reconheceu que o corpo humano era em si mesmo uma fonte de calor, que podia influenciar estas experiências.

  12. Sir William Herschel:

  13. Em 1800 William Herschel descobriu as radiações infra-vermelhas, usando um prisma fixado numa janela tapada, de forma a projectar o espectro da luz. Movendo termómetros através das cores do espectro do violeta para o vermelho, registou um aumento de temperatura no final do espectro vermelho. A este fenómeno chamou de calor negro mais tarde renomeado por infra-vermelhos. • William Herschel demonstrou que o calor pode ser reflectido e tem um comportamento semelhante ao da luz. Ele também fez experiências sobre a reflexão e absorção. • Estas descobertas não se tornaram claras, até à metade do séc. XIX quando o seu filho Sir John Herschel um pioneiro no campo da fotografia, em • 1840, na tentativa de validar as experiências do seu pai, produz o primeiro “Termograma” em papel por evaporação do álcool.

  14. Em 1929 Czeny com base nos estudos de John Herschel inventa a “Evapografia” uma técnica capaz de imprimir radiação infra-vermelha fotograficamente. • Após a segunda Grande Guerra Mundial, a tecnologia infra-vermelho (IR) avançou, mas o seu uso era restrito aos militares, a Evapografia de Czeny foi melhorada pela adição de novos componentes electrónicos. O resultado foi um novo instrumento capaz de detectar movimentos de soldados e navios de noite.

  15. O Bolometro

  16. Em 1955 o Dr. Ray Lawson em Montreal no Canadá solicitou uma licença aos militares, para estudar a possível aplicação médica deste instrumento. Em 1956 Lawson obtêm o Baird Evapografo desclassificado militarmente, e usa-o nas observações dos seus pacientes. • Em 1957 a sua primeira publicação (Canadian Services Medical Journal, 13, 517-524). Ele observou que a presença de cancro de mama era reflectida por um aumento da temperatura cutânea. As suas investigações foram desenvolvidas com a ajuda de Barnes e Rcsi, que com ele desenvolveram os Termografos de Barnes. O equipamento consistia num Bolometro electrónico que detectava o calor emitido e o transformava em sinais eléctricos. Os sinais iluminavam um tubo de gás que brilhava com uma intensidade proporcional à radiação detectada pelo equipamento. A luz era então reflectida num filme fotográfico e produzia o termograma

  17. Termografia Barnes

  18. A nível científico em 1960 e 1961 Loyod Williams publica “Termografia em Medicina Geral” e “Termografia em Doenças Mamárias” (Lancet 2, 958-959 e 1378-1381). • Em 1963 Lawson e Chughtai estudam a correlação entre o aumento de temperatura e a malignidade de um tumor. É também neste ano que se dá a primeira conferência da Academia de Ciências de Nova York (12-13 Dezembro) onde são apresentados 27 estudos entre os quais os de J. Gershon - Cohen o pioneiro da Termografia Americana. • Em 1965 a Termografia chega à Europa, a primeira conferência de Termografia a 26 de Março de 1966 tem lugar em Estrasburgo.

  19. No final dos anos 60 a empresa Sueca AGA produziu o AGA THERMOVISION, cuja capacidade de gerar uma imagem semelhante à televisão num tubo de raios catódicos significava um grande avanço tecnológico. Este equipamento permitiu observações instantâneas e reproduções simultâneas de padrões térmicos e processos termodinâmicos do corpo humano. Esta avançada tecnologia permitiu o surgimento da termografia médica. Muitas outras companhias rapidamente desenvolveram instrumentos semelhantes e a termografia desenvolve-se rapidamente.

  20. A Nossa Escola de Termografia • Em 2002 tivemos o primeiro contacto com a termografia clínica pela mão do Dr. Alexey Ovechkin presidente da Associação Russa de Termografia Clínica, que se deslocou da cidade bastião militar de Nizny Novgorod onde durante 30 anos trabalhou e investigou a termografia clínica para o sector militar, nomeadamente na aplicação de selecção de candidatos às tropas especiais ( pára-quedistas, fuzileiros e comandos ) a Portugal onde nos deu um curso intensivo de 10 dias. • Posteriormente o Dr. Alexey veio a dar mais formações a Portugal que tivemos a honra de acompanhar e colaborar. • Em 2004 frequentámos no Reino Unido na Universidade de Glamorgam o curso da Associação Europeia de Termografia • E em 2005 reorganizamos toda a informação acrescentado o estudo dos pontos miofasciais ( trigger points) e dos pontos de acupunctura à termografia.

  21. Uma nova oportunidade para todos • Até ao presente a termografia estava limitada a uma elite devido ao preço dos equipamentos. Cerca de 20.000€ • Difícil acesso aos cursos, preços elevados e pouca informação.

  22. Prof. José Valdez uma revolução na termografia clínica • Criação de um curso on-line acessível a todos os profissionais das áreas de saúde. É o curso mais completo do Mundo com centenas de patologias profusamente ilustrado. Cerca de 550 páginas de pura informação. • Descoberta de equipamento Australiano de alta qualidade e muito baixo custo

  23. Equipamento Ti-50 Plus da IRtek melhor relação qualidade custo até agora encontrada

  24. Imagens elaboradas com equipamento Australiano + Software-Qualidade equivalente a 1/10 do preçoTrigger points- Trapézius 2+ Sub occipital

  25. Mama direita cancro

  26. Mama Esquerda

  27. Abdómen Hérnia umbilical

  28. Prof.José Travassos ValdezMontes Matos 186050-475 Nisa245 469 145www.termografia.com.pt termografiaportugal@gmail.com

  29. Inscrições e Informações • Lia Oliveri Organização de Eventos Médicos • E-mail: liacursos@globo.com • Site: www.liaolivericursos.com.br • Tel. (11) 3083-4516 • TIM (11) 9 8117-7959 • Vivo (11) 9 7525-6213

  30. Diagnostico em Termografia • Assimetrias Térmicas • Actividade Visceral • Áreas secundárias de Reflexo Visceral • Trigger Points • Pontos e Meridianos de Acupunctura • Reflexologia da palma

  31. Assimetrias Termicas Escoliose sinistro convexa com compressão ciático esquerda

  32. Actividade Visceral Esofagite Gastrite/ H. Pylorus

  33. Áreas secundárias de Reflexo Visceral

  34. Trigger Points

  35. Trigger Points (cont.)

  36. Trigger Points (cont.) • Os trigger points abdominais causam dores externas e internas no abdómen. Estas dores e sintomas abdominais são frequentemente assumidos como tendo uma causa interna, no entanto isso é um erro dediagnóstico comum. Muitos medicamentos são prescritos nesta base sem quaisquer resultados. Milhares de pessoas são vitimas de cirurgia abdominal, sem que a causa da sua doença (trigger points) seja reconhecida e eliminada. • As dores nos pontos abdominais superiores podem ser facilmente confundidas com hérnias do hiato, cálculos biliares, cancro de estômago, úlceras pépticas, doenças cardíacas, ou indigestão (Fig.7.16). Estes trigger points causam náuseas, vómitos, perda de apetite e anorexia. Não existe forma de diagnóstico eficiente e séria enquantoestes pontos não forem desactivados. Os trigger points do abdómen médio provocam cólicas, cãibras de estômago e diarreia crónica (Fig.7.17) Aerofagia, sensação de inchaço, enfartamento, e calor abdominal são no geral causados pelos trigger points do abdómen médio e superior. Quando um trigger point é activado no lado direito do abdómen sobre a área do apêndice, pode dar uma indicação falsa de apendicite, se não existir febre e as analises sanguíneas forem negativas, dever-se-á procurar a razão do problema na parede abdominal. • Os pontos do baixo abdómen, quando activados podem ser confundidos com hérnias inguinais, espasmos urinários, e podem causar dificuldades quer de urinar, quer de reter a urina. Os pontos do baixo abdómen também causam dores nos órgãos genitais, dores menstruais, de útero, ovários, pénis e testículos. (Clair Davies, N.C.T.M.B).

  37. Pontos e Meridianos de Acupunctura • No meridiano do estômago (4 pontos quentes da área hepática e esplénica) temos em hipertermia (excesso de energia) os pontos 25 e 27 do respectivo meridiano. • E25: Este ponto é empregue para o tratamento de disfunções intestinais, dores abdominais, distúrbios no intestino grosso, desinteria, obstipação (regula o funcionamento intestinal). Apendicite. Disfunções menstruais. • E27: Este ponto regula o comportamento dos esfíncteres urinários. Hérnias abdominais.

  38. TERMOGRAFIA E CONTROLO TERAPÊUTICO • A termografia é um sistema de controlo efectivo dos tratamentos de acupunctura, que pode inclusivamente ser usado em visualização em tempo real. Tomemos como exemplo o caso de uma paciente com queixas de subidas de tensão súbitas. Após a realização de todo o tipo de exames clínicos (eco-cardiograma, electrocardiograma, Holter, etc.) nada foi encontrado.

  39. No exame por termografia detecta-se uma imagem hipotermica em C-7 bastante acentuada e C-8/ 9 uma linha mostrando claramente o meridiano. Nos pontos em questão aplica-se agulhas de 50mm de aço e tiram-se novas imagens por Termografia.

  40. Ao fim de 15 minutos a hipotermia no ponto C7 começa a diminuir para desaparecer por completo ao fim de cerca de 30 minutos. Na sequência deste tratamento os sintomas desapareceram por completo ao fim de 1 semana.

  41. Resumo das principais patologias detectáveis por Termografia

  42. Doenças em ORL • Rinites • Desvios do septo nasal • Sinusites • Amigdalites • Adenóides • Ouvidos • Laringe

  43. Sistema Respiratório • Infecção respiratória aguda • Bronquite • Pneumonia • Alergias respiratórias/ bronquite asmática • Outras patologias

  44. Aparelho Digestivo • Esófago • Estômago e duodeno • Vesícula biliar e ductos biliares • Fígado • Pâncreas • Intestinos

  45. Sistema Urinário • Pielonefrite • Cistite • Infecções urinárias • Glumeronefrite • Litiase • Nefroses

  46. Aparelho Circulatório • Neurose vegetativa • Sindrome de Raynaud´s • Hipertensão arterial • Doenças coronárias • Arritmia • Deficiencia das válvulas • Doenças das grandes artérias • Doenças venosas

  47. Sistema endócrino • Doenças da tiróide • Diabetes mellitus • Neoplasia supra renal