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Malaquias A Sacralidade da Família. Lição 13– 30/12/2012. Ev. Sérgio Lenz Fone (48) 9999-1980 E-mail: sergio.joinville@gmail.com MSN: sergiolenz@hotmail.com. “ Portanto, deixará o varão o seu pai e a -sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne” (Gn 2:24). Texto áureo.

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malaquias a sacralidade da fam lia

MalaquiasA Sacralidade da Família

Lição 13– 30/12/2012

Ev. Sérgio Lenz

Fone (48) 9999-1980

E-mail: sergio.joinville@gmail.com

MSN: sergiolenz@hotmail.com

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“Portanto, deixará o varão o seu pai e a -sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne” (Gn 2:24)

Texto áureo

VERDADE PRÁTICA

É da vontade de Deus que levemos a sério o nosso relacionamento com Ele, com a família e com a sociedade.

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LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Malaquias 1:1; 2:10-16

1 Uma advertência: a palavra do SENHOR contra Israel, por meio de Malaquias.

10 Não temos todos o mesmo Pai? Não fomos todos criados pelo mesmo Deus? Por que será, então, que quebramos a aliança dos nossos antepassados sendo infiéis uns com os outros?

11 Judá tem sido infiel. Uma coisa repugnante foi cometida em Israel e em Jerusalém; Judá desonrou o santuário que o SENHOR ama; homens casaram-se com mulheres que adoram deuses estrangeiros.

12 Que o SENHOR lance fora das tendas de Jacó o homem que faz isso, seja ele quem for, e mesmo que esteja trazendo ofertas ao SENHOR dos Exércitos.

13 Há outra coisa que vocês fazem: Enchem de lágrimas o altar do SENHOR; choram e gemem porque ele já não dá atenção às suas ofertas nem as aceita com prazer.

14 E vocês ainda perguntam: “Por quê?” É porque o SENHOR é testemunha entre você e a mulher da sua mocidade, pois você não cumpriu a sua promessa de fidelidade, embora ela fosse a sua companheira, a mulher do seu acordo matrimonial.

15 Não foi o SENHOR que os fez um só? Em corpo e em espírito eles lhe pertencem. E por que um só? Porque ele desejava uma descendência consagrada. Portanto, tenham cuidado: Ninguém seja infiel à mulher da sua mocidade.

16 “Eu odeio o divórcio”, diz o SENHOR, o Deus de Israel, “e também odeio homem que se cobre de violência como se cobre de roupas”, diz o SENHOR dos Exércitos. Por isso, tenham bom senso; não sejam infiéis.

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introdução

Nesta lição veremos que o agravante eram os casamentos mistos com os povos pagãos. Esses casamentos trouxeram embaraços para o povo, levando-os a adorar outros deuses. A maldade do povo estava por demais impregnada na vida social, motivo pelo qual o divórcio tornou-se um testemunho público da infidelidade (2.14-16).

Era necessário retornar o relacionamento prescrito pela Palavra dentro do matrimônio, afim de que Deus pudesse continuar a abençoar ao Seu povo e derramar suas promessas sobre a linhagem prometida.

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I – O LIVRO DE MALAQUIAS

Contexto histórico:

1

Os judeus tinham retornado do exílio, impulsionados por altas esperanças. Inspirados por Ageu e Zacarias, haviam reconstruído o Templo. Esse edifício não possuía a glória do templo original, que havia sido destruído pelos babilônios, mas servia para seu propósito. Mas com o passar dos anos os judeus foram ficando desiludidos. A prosperidade prometida não retornava.

Vivendo neste contexto amargo os judeus começaram a duvidar do amor de Deus. Diziam que o praticante do mal, era bom aos olhos do Senhor e argumentaram que não havia proveito na obediência. Apesar de o Templo, o muro, a cidade e o sistema de culto estarem reconstruídos, o estado espiritual dos judeus era de indiferença. Eles não conseguiam enxergar nada além de tristeza e dúvida.

ADAMSON, J. T. H. Malaquias: introdução. In DAVIDSON, F. O novo comentário da Bíblia. São Paulo: Vida Nova, 1997, p. 933

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I – O LIVRO DE MALAQUIAS

Vida pessoal de Malaquias:

2

A tradição tem confiada a autoria do livro a certo indivíduo de nome Malaquias. No entanto, são interessantes as observações feitas pelos diversos comentaristas quanto à autoria do livro de Malaquias. Apesar de haver, entre os intérpretes ortodoxos consultados, um consenso de que o livro seja da pena do autor que empresta seu nome à obra, algumas considerações acerca da tradição judaica e dos pais latinos percorrem a posição de que Esdras tenha sido o autor do referido livro e que o nome Malaquias seja apenas um pseudônimo de Esdras, o sacerdote e escriba do pós-cativeiro. Entretanto, não há como duvidar de que o livro seja obra do profeta Malaquias.

BALDWIN, J. G. Ageu, Zacarias e Malaquias: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1972, p. 177

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I – O LIVRO DE MALAQUIAS

Estrutura e mensagem:

3

O livro de Malaquias pode ser dividido da seguinte forma:

a) Uma sinopse do capítulo 1 e 2 mostra as seguintes mensagens:

Os capítulos 1 e 2 demonstram o amor de Deus para com Israel, escolhendo Jacó em lugar de Esaú (1.2-5), mas esse amor não foi reconhecido pelos sacerdotes e pelo povo.

Os sacerdotes e o povo desonraram a Deus, oferecendo-Lhe pão imundo (6-14).

São ameaçados por haverem se apartado das normas por Deus estabelecidas (2.1-9) e por terem contaminado a santificação do Senhor (10-17).

Uma análise desta sinopse conduz-nos ao seguinte esboço:

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I – O LIVRO DE MALAQUIAS

Estrutura e mensagem:

3

O amor de Deus desprezado pelos sacerdotes

Pretendiam enganar ao Senhor através das ofertas defeituosas (1.6-2.9).

Não haviam dado a Deus a honra e o respeito apropriado que:

Um filho deve dar a seu pai (1.6);

Um servo deve render a seu senhor (1.6);

Uma cidade deve pagar ao seu rei (1.4).

Haviam defraudado ao povo com seus maus exemplos (2.7-9).

O amor de Deus desprezado pelo povo

Por meio da desigualdade social (2.10);

Através dos casamentos mistos (2.11);

Por meio da imoralidade (2.14);

Através de sua falta de sinceridade (2.17);

Por meio da falta de compromisso com dízimo (3.8-10).

b) No capítulo 3.1-6, vem o juízo iminente. O anjo de Deus vai preparar o caminho do Senhor, que virá ao seu Templo, purificar a Levi e visitar os que praticam o mal.

c) Do capítulo 3.7 a 4.6, exortações ao arrependimento, porque o Senhor virá com bênçãos e juízos, reduzindo os que não fazem distinção entre o bem e o mal.

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II – O JUGO DESIGUAL

A paternidade de Deus (2:10):

1

Na descrição do Filho, Champlin1 diz:

Ele é o herdeiro de tudo (Rm 8;17).

Ele é o criador de tudo (Cl 1:16).

Ele é o resplendor de Deus e Sua glória (II Co 3:18).

Ele é a exata expressão da substância divina do Pai (Cl 2:9,10).

Ele é o sustentador de todas as coisas (Cl 1:16).

Ele é quem purifica de todo pecado, dando assim acesso ao Pai (I Jo 1:9).

Ele terminou sua obra, realizou sua missão e se assentou à mão direita do Pai, participante de sua glória e autoridade (Ef 2:6,7).

 A grande maravilha de todas essas afirmações é que somente sendo da mesma natureza (ou seja, sendo DEUS) é que Cristo pode oferecer todas estas descrições acima para serem partilhadas com a Igreja (os vencedores por meio do seu sangue e testemunho...) Isto faz Dele o DEUS ÚNICO E VERDADEIRO!

1Cf. CHAMPLIN, R. Norman. O NT Interpretado: Vs.por Vs..São Paulo: Ed.Candeia. Vl 5, 10 ed., 1998, p. 476.

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II – O JUGO DESIGUAL

2

A deslealdade:

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II – O JUGO DESIGUAL

3

O casamento misto:

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III – DEUS ODEIA O DIVÓRCIO

O relacionamento conjugal:

1

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III – DEUS ODEIA O DIVÓRCIO

O compromisso do casamento:

2

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III – DEUS ODEIA O DIVÓRCIO

A vontade de Deus:

3

  • Quando um casal comparece perante o juiz de paz, ou pastor, ou rabino ou ainda um padre:
  • Não estavam em um momento de insanidade.
  • Não estavam sob o efeito de álcool ou drogas.
  • Estavamconscientes (tanto que a burocraciaenfrentada por ambos foi extenuante).
  • Se foremcrentespressupõe-se que oraram a respeito do assunto antes de tomar a decisão.
  • Pergunta-se então:
  • Diante de tantopreparo e meditação; diante de uma palavrapositiva acerca de viveremfiéisaté que a morte os separe; diante do compromisso com Deus… por que o divórcio tem que ser opção?