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NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS

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NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS. PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU UNIVERSIDADE DE FRANCA Profa. Ms. Maria Virgínia Figueiredo de Pereira do Couto Rosa. CONCEITUAÇÃO. Artigo Científico é um texto redigido

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normas para elabora o de artigos

NORMAS PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

UNIVERSIDADE DE FRANCA

Profa. Ms. Maria Virgínia Figueiredo de Pereira do Couto Rosa

conceitua o

CONCEITUAÇÃO

Artigo Científico

é um texto redigido

para ser publicado tendo como objetivo a comunicação de dados de uma pesquisa, seja ela experimental ou documental

de acordo com a abnt nbr 6022 2003 p 2 tr s defini es s o apresentadas para o artigo
De acordo com a ABNT (NBR 6022, 2003, p. 2), três definições são apresentadas para o artigo:
artigo cient fico
ARTIGO CIENTÍFICO
  • Parte de uma publicação com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas, processos e resultados nas diversas áreas do conhecimento.
artigo de revis o
ARTIGO DE REVISÃO
  • Parte de uma publicação que resuma, analise e discuta informações já publicadas, com o objetivo de estabelecer um debate entre os autores pesquisados e deles com o autor do artigo, para identificação de posturas, idéias e posições acadêmicas.
artigo original
ARTIGO ORIGINAL
  • Parte de uma publicação que apresenta temas ou abordagens originais ou inéditas. Exige do autor uma ampla informação cultural e maturidade intelectual.
objetivos do artigo
OBJETIVOS DO ARTIGO
  • Permite a divulgação dos resultados dos trabalhos de pesquisa, para conhecimento público, não só no sentido de patenteamento da autoria, como também da manifestação de atitudes críticas, que venham contribuir para o aprofundamento e a compreensão inovadora de estudo realizado sobre determinado tema.
caracter sticas b sicas
CARACTERÍSTICAS BÁSICAS
  • Clareza – Já no resumo, o leitor deve ter noção clara do conteúdo do artigo, que deve primar pela objetividade.
  • Concisão – O tema abordado deve ser descrito, explicado e argumentado com poucas palavras, frases curtas e parágrafos breves.
slide9
Criatividade – O texto deve ser escrito de forma criativa, tendo como principal meta atrair os leitores. O autor pode utilizar inclusive figuras e títulos interrogativos, que chamem atenção.
  • Normas Gramaticais – Logo após a redação do texto devemos avaliá-lo gramaticalmente, verificando a pontuação adequada e atentando-nos para o atendimento das Normas da Redação Científica.
slide10
Coesão – Tanto os parágrafos como as partes devem apresentar um encadeamento lógico e hierárquico de idéias, guardando inclusive uma simetria na sua estrutura e dimensão.
  • Consistência – O pesquisador deve optar por um tempo verbal e manter a coerência ao longo do texto.
  • Precisão – As informações apresentadas no texto devem ser verdadeiras e os conceitos universalmente aceitos.
slide11
Originalidade – O conteúdo abordado necessita ser tratado de forma original, sem o uso de frases feitas, jargões e lugares comuns. Deve-se evitar modismos linguísticos e o emprego de palavras rebuscadas.
  • Extensão – Na Universidade de Franca determinou-se que o artigo deve conter no mínimo 12 folhas e no máximo 20 folhas.
slide12
Especificidade – A redação deve especificar claramente os objetivos e a contribuição científica pretendida.
  • Correção Política - O texto deve observar o uso de termos politicamente corretos, evitando-se o emprego de conotações racistas, etnocentristas e de cunho sexista.
  • Fidelidade – A pesquisa deve ser redigida seguindo os parâmetros éticos, com absoluto respeito ao objetivo pesquisado, ás fontes estudadas e aos leitores.
pontua es para uma reda o perfeita
PONTUAÇÕES PARA UMA REDAÇÃO PERFEITA

Conforme Azevedo (2001) para o desenvolvimento

de uma redação perfeita

alguns lembretes são necessários:

slide14
Não apelar para generalizações:

sabe-se....

grande parte....

mais ou menos .....

etc.

slide15
Não ficar repetindo palavras, verbos e substantivos. Use sinônimos.
  • Não empregar modismos linguísticos, tais como: em nível de, no contexto, a ponto de, etc.
  • Não apresentar redundâncias e repetições.
  • Não apresentar muitas citações diretas. De preferência às indiretas, interpretando as idéias dos autores pesquisados.
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Não empregar notas de rodapé desnecessárias que possam interferir no texto, sobrecarregando.
  • Não usar gírias, abreviaturas, siglas, nomes comerciais e fórmulas químicas, exceto se extremamente necessário.
formata o
FORMATAÇÃO
  • O artigo deverá ser redigido na ortografia oficial em vigência.
  • Papel tamanho A4.
  • Fonte – Times New Roman.
  • Espaço entrelinhas 1,5 cm.
  • Margem de 2 cm em cada um dos lados.
  • Máximo de 20 páginas (incluindo gráficos, tabelas e figuras).
  • Corpo do texto – letra tamanho 12.
  • Parágrafos – 1,25 cm ou um tab.
  • Um enter livre antes e depois de cada item
  • Termos científicos (espécies, famílias, etc) – itálico e primeira letra em maiúscula na primeira palavra.
slide19
Títulos:

Letras maiúsculas.

Tamanho 12.

Negrito.

Times New Roman.

  • Subtítulos:

Letras minúsculas.

Tamanho 12.

Negrito.

Times New Roman.

Ex.: REAGENTES QUÍMICOS:

análise intensiva e imediata com procedimentos experimentais

t tulos e subt tulos no texto
TÍTULOS E SUBTÍTULOS NO TEXTO

Exemplo:

INTRODUÇÃO(negrito, maiúsculo, letra tamanho 12).

1 REVISÃO DA LITERATURA (negrito, maiúsculo, letra tamanho 12).

1.1 DIVISÃO DO TEMA (Sem negrito, maiúsculo, letra tamanho 12).

1.1.1 Subdivisão (Sem negrito, minúsculo, letra tamanho 12).

2 MATERIAL E MÉTODOS(negrito, maiúsculo, letra tamanho 12).

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IDENTIFICAÇÃO DOS AUTORES

DA PESQUISA

  • A Instituição de procedência e a titulação deverão ser colocadas no rodapé da primeira página do artigo, autor por autor.

- O endereço completo, telefone e e-mail dos autores e do orientador deverá vir no final do artigo.

resumo
RESUMO

▪ Deverá conter a apresentação concisa do artigo destacando as informações de maior importância: justificativa da escolha do tema, objetivo(s), procedimentos metodológicos e conclusão ressaltando a contribuição científica deixada.

▪ O resumo permite avaliar o interesse do artigo, prescindindo da sua leitura na íntegra.

▪ Deve conter no máximo 500 palavras.

▪ Parágrafo único.

▪ Espaço entrelinhas simples.

palavras chave
Palavras-chave

Mínimo 3 e máximo de 5 palavras que identifiquem o conteúdo do artigo e que estejam, preferencialmente, no título do artigo.

Devem vir separadas por ponto e vírgula (;) e com as iniciais em letras maiúsculas.

abstract
ABSTRACT

Versão do Resumo para a língua estrangeira.

Key Words: palavras-chave em inglês.

Obs.: Seguir as mesmas normas do Resumo em língua vernácula.

introdu o
INTRODUÇÃO
  • Apresenta o tema definindo claramente o assunto.
  • Justifica motivos que levaram à seleção do tema.
  • Estabelece o Objetivo da pesquisa (de forma clara, objetiva e coerente, com o verbo sempre no infinitivo: estudar, mostrar, etc.)
  • Levanta Hipóteses que deverão ser respondidas no percurso da pesquisa.
  • Descreve o Método e os Processos Metodológicos (caso não tenha optado pelo inclusão do capítulo: Material e Métodos).
  • Relata quais são as Contribuições Científicas esperadas no término da pesquisa.
  • Não subdivide-se em tópicos.
  • Não deve conter ilustrações e nem citações de autores.
  • Não se antecipa nada do desenvolvimento.
  • Não apresenta resultados ou conclusão.
revis o da literatura
REVISÃO DA LITERATURA
  • Consiste na apresentação de citações literárias ou teorias de autores consideradas relevantes para o trabalho e que forneçam subsídios para a discussão.
  • Situam a evolução do tema historicamente.
material e m todos
MATERIAL E MÉTODOS
  • Aqui o autor descreve o Objeto de seu trabalho: pacientes, animais, produtos químicos, plantas, etc.
  • Indica o Método e os Processos Metodológicos.
  • Em se tratando de Estudo de Caso – aqui se descrevem as características clínicas, diagnóstico, tratamento, etc.
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O autor deve informar claramente: como, quando e em que condições os procedimentos foram realizados e quais os passos foram seguidos, informando ainda o período e local da realização da pesquisa.
  • Deve conter informações suficientes para que outros investigadores possam avaliar as observações e repetir o método empregado.
slide30
Os Processos e Técnicas já descritos na literatura devem ser referidos apenas por citações.
  • Somente as Técnicas e os Equipamentos novos devem ser descritos minuciosamente.
  • O Material utilizado na investigação deve ser descrito com detalhes.
  • O Número do Protocolo do Comitê de Ética (quando se tratar de pesquisa com animais ou seres humanos) deve ser incluído na Metodologia e a documentação guardada por 5 anos.
resultados
RESULTADOS
  • Referem-se a apresentação em ordem lógica dos resultados obtidos, sem a interpretação pessoal do autor.
  • Devem ser apresentados de forma objetiva, precisa e lógica através tabelas, gráficos, figuras, etc, sem necessidade de descrevê-las.
discuss o
DISCUSSÃO
  • É a comparação entre os resultados obtidos pelo autor e os encontrados na literatura.
  • Neste momento os resultados da pesquisa devem ser analisados e confrontados com os já apresentados na literatura, avaliando e criticando a exatidão dos dados obtidos e a concordância ou não com os outros autores.
  • A metodologia aplicada e as implicações práticas da pesquisa devem ser discutidas, podendo apresentar propostas que contribuam para as soluções dos problemas detectados, ou seguir outros.
conclus o
CONCLUSÃO
  • Não e dividida em tópicos.
  • Deve ser fundamentada nos resultados atendendo aos objetivos propostos e respondendo às hipóteses levantadas na Introdução.
  • Deve ser a síntese de toda a reflexão temática da pesquisa.
  • Fecha-se a proposta feita na Introdução de forma objetiva e clara.
  • Formaliza-se o resultado obtido (se positivo ou negativo) explicitando-se, claramente, a Contribuição Científica que está sendo deixada para os futuros pesquisadores, profissionais ou docentes da área.
refer ncias
REFERÊNCIAS
  • Devem ser elaboradas rigorosamente conforme as Normas da ABNT presentes no Manual de Normas 2009, da Unifran.
  • Todos os autores citados no texto farão, obrigatoriamente, parte das referências.
gloss rio nbr14724 opcional
GLOSSÁRIO NBR14724OPCIONAL
  • Item opcional.
  • Conceitua ou explica termos científicos, palavras de significados complexos ou siglas e abreviaturas que tenham sido referenciadas no texto.
  • Devem vir em ordem alfabética.
ap ndice nbr 14724 opcional
APÊNDICE NBR 14724OPCIONAL
  • Opcional.
  • Textos ou Documentos elaborados pelo autor a fim de complementar o texto principal.
anexos nbr 14724 opcional
ANEXOS NBR 14724OPCIONAL
  • Opcional.
  • Textos ou Documentos não elaborados pelo autor, que servem de fundamentação, comprovação e ilustração.
agradecimentos
AGRADECIMENTOS

Devem conter:

  • Somente os órgãos fomentadores da pesquisa (se houver).
  • Algum apoio financeiro ou técnico.
  • A colaboração de pessoas que mereçam reconhecimento, mas que não justifiquem sua inclusão como autores (essas pessoas devem fornecer uma autorização por escrito).

- A data de entrega dos originais.

slide41
REBECA CASTRO

PREVENÇÃO DE CONFLITO:

no ambiente de trabalho

Artigo apresentado à Universidade de Franca como

exigência parcial, para provação do curso de Pós-

graduação lato sensu. Área de concentração: Psico

logia Organizacional.

FRANCA

2009

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PREVENÇÃO DE CONFLITOS:

no ambiente de trabalho

PREVENTION OF CONFLICTS:

in the work atmosphere

Rebeca Cilia 1

RESUMO

Hoje mais do que em qualquer tempo, todo projeto de desenvolvimento pessoal sempre deve incluir a boa comunicação. As pessoas passaram a ficar exposta com mais freqüência e precisam se expressar bem para participar de reuniões,apresentar e defender projetos, necessitam se comunicar em praticamente todas as atividades. A presente pesquisa teve como objetivo analisar comunicação e linguagem na prevenção de conflitos no ambiente de trabalho.Foi realizada através do método dedu- tivo-bibliográfica e possibilitou-nos deixar como contribuição para a ciência caminhos fidedignos e orientados para sucesso.

Palavras-Chave: Comunicação; Conflitos; Ouvir; Linguagem; Dificuldades.

ABSTRACT

Today more than in any time, every project of personal development should always include the good communication. Thepe

ople passed to be exposed with more frequencies and they need to express well to participate in meetings, to present and to defend projects, they need if it communicates in practically all of the activities. They need to communicate well, becausethe deficient communication can be confused with the lack of professional competence.

Key words: Communication; Conflicts; To hear; Language; Difficulties.

_______________________________

1 Aluna do curso de pós-graduação lato-sensu da Universidade Franca. Área de concentração em Psicologia Organiza- cional.

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INTRODUÇÃO

Este artigo visa mostrar compo a comunicação e linguagem po dem prevenir conflitos no ambience de trabalho. A comunicação a- dequada é aquela que tenta diminuir conflitos, mal-entendidos e atingir objetivos para a solução de problemas detectados na intera ção com outros. O homem encontra-se em constante interação no seu meio e, para isso, ele utiliza a comunicação, que a través dela envolve os elementos psicológicos e sociais entre as pessoas, em contextos interpessoais e intra pessoais.

Podemos dizer que se comunicar é o processo de e receber mensagens por meio de......

1 REVISÃO DA LITERATURA

A sobrevida natural dos ambientes estudados como....

slide45
2 MATERIAL E MÉTODOS

A abordagem temática dos associados.....

2. 1 SUJEITO DA PESQUISA

Com a capacidade....

2.1.1 Características Clínicas

3 RESULTADOS

4 DISCUSSÃO

CONCLUSÃO

O ambiente de trabalho é, inevitavelmente, uma arena. Existem aqueles gerados pela própria tensão do trabalho a queles gerados

por problemas de relacionamento e convivência...

slide46
REFERÊNCIAS

ARTEIRO, I. L. Negociação: como transformar confronto em coo- peração. São Paulo: Unifacep, 2006.

AUGER, L. Comunicação e crescimento pessoal. A relação de ajuda. 3. ed. São Paulo: Loyola, 1986.

CHERRY, C. A comunicação humana. 2. ed. Universidade de São Paulo: Cultrix, 1966.

CHIAVENATO, I. Recursos humanos. 8. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

CORRADO, F. M. A força da comunicação. 6. ed. São Paulo: Mb makron books, 1995.

slide47
AGRADECIMENTOS

Não teríamos como finalizar esta pesquisa se não fosse a forca incrível de meu mestre Azougo Guiller, que com muita sutileza desvendou-me os caminhos mais precisos para uma pesquisa eficaz.

telma@unifran.br

Av. Ademar de Barros, 1009.

CEP. 14 324 343

Franca - SP

Franca, 11 de dezembro de 2009.

refer ncias1
REFERÊNCIAS

ARTIGO CIENTÍFICO DEFINIÇÃO. Disponível em: www.unerj.br/unerj/pesquisa/ar quivos/ Manu al_Artigo_ cient ífi -co. pdf . Acesso em: 5 maio 2009.

ABNT. NBR. 6022. Informação e documentação – artigo em publicação periódica científica impressa – apresentação. Rio de Janeiro, 2003. 5 p.

______. 6023. Informação e documentação - elaboração referências. Rio de Janeiro, 2002. 7 p.

______. 6024. Informação e documentação - numeração progressiva seções de um documento. Rio de Janeiro, 2003. 3 p.

______. 10520. Informação e documentação – citação em documentos. Rio de Janeiro, 2002. 6 p.

______.14724. Informação e documentação – trabalhos acadêmicos – apresentação. Rio de Janeiro, 2002. 6 p.

AZEVEDO, Israel Belo. O prazer da produção científica: descubra como é fácil e agradável elaborar trabalhos acadêmi- cos. 10. ed. São Paulo: Hagnos, 2001. 205 p.

GONÇALVES, Hortência de Abreu. Manual de artigos científicos. São Paulo: Avercamp, 2004. 85 p.

IBGE.. Normas de apresentação tabular. 3. ed. 1993.

UNIFRAN – Universidade de Franca. Normas para elaboração de artigos científicos, 2008. 4 p.

UFPR – Universidade Federal do Paraná. Normas para apresentação de documentos científicos: teses, dissertações, monografias e trabalhos acadêmicos. Curitiba: UFPR, 2000ª. v. 8.