Empreendedorismo Sustent vel - PowerPoint PPT Presentation

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    1. Empreendedorismo Sustentvel Ewaldo Russo

    2. Minha experincia Mdico formado em 1972 pela UNIFESP/EPM Residncia em Clnica Mdica 1972-1974 Convite para entrar no Fleury 1975 Doutorado em Endocrinologia 1981 Professor na UNIFESP 1983 1996 Ps-Doutorado pela Harvard em Biologia Molecular 1988-89 MBA-E FIA 1992 e PGA FDC 1997 Diretor do Fleury 1990 1997, Presidente 1997-2005 Scio e Secretrio do Conselho de Administrao Ingresso no Terceiro Setor (Instituto Paradigma, Associao dos ex-alunos e Instituto GESC) Professor do Centro Paulista de Economia da Sade (UNIFESP)

    3. Objetivos desta apresentao Discutir os principais pontos de relevncia para alinharmos o empreendedorismo junto com o desenvolvimento sustentvel. Mostrar a minha experincia na construo de alianas entre os 3 setores da sociedade visando o empreendedorismo sustentvel.

    4. Estratgia e Sociedade Valor Compartilhado Uma empresa de sucesso precisa de uma sociedade saudvel. Educao, sade e igualdade de oportunidades so essenciais para uma fora de trabalho produtivo. Condies de trabalho e produtos seguros no s atraem clientes como tambm reduzem o custo interno de acidentes. O uso eficiente de solo, da gua e da energia e de outros recursos naturais torna a empresa mais produtiva. Um bom governo, o Estado de Direito e direitos de propriedade so vitais para a eficincia e inovao. Uma sociedade estvel expande a demanda. Qualquer empresa que prejudique a sociedade para seus fins vai verificar que seu sucesso temporrio. Uma sociedade saudvel precisa de empresas de sucesso. Nenhum programa social pode substituir o papel da empresa na sociedade na gerao de empregos, de riqueza e inovao.

    5. Estratgia e Sociedade Identifique pontos de interseco Toda a atividade da empresa atinge as comunidades onde atua. O impacto da empresa depende do local aonde atua e muda com o tempo, medida que os padres sociais evoluem e a cincia avana (Ex amianto). Qualquer aspecto do contexto pode abrir a possibilidade para prticas de RSE. Cada empresa deve se concentrar em questes que tenham alguma interseco com sua rea de atuao, deixando outras causas para empresas de outros setores (ONGs ou instituies pblicas).

    6. Da pirmide ao losango Na China h 25 anos atrs cerca de 600 milhes de pessoas viviam na extrema pobreza (abaixo de US1/dia), hoje so 180 milhes. No mundo como um todo 135 milhes de pessoas escaparam da pobreza entre 1999 a 2004 (Economist Jan 2008). Nos ltimos 5 anos (2002 a 2006) cerca de 20 milhes de brasileiros migraram da classe D/E para a C. A classe D/E encolheu de 46% para 26% e classe C cresceu de 32 a 49% (IBGE/Datafolha Dez 2007).

    7. A Riqueza na Base da Pirmide Se pararmos de pensar nos pobres como vtimas e como um fardo e comearmos a reconhec-los como empreendedores incansveis e criativos e consumidores conscientes de valor, um mundo totalmente novo de oportunidades se abrir. preciso uma melhor forma de ajudar os pobres, que os envolva em uma parceria para inovar e atingir cenrios ganha-ganha sustentveis, dos quais sejam participantes ativamente engajados e em que, ao mesmo tempo, as empresas que os suprem de produtos e servios obtenham lucros. Se tomarmos 9 pases China, ndia, Brasil, Mxico, Rssia, Indonsia, Turquia, frica do Sul e Tailndia em conjunto eles abrigam cerca de 3 bilhes de pessoas, 70% da populao do mundo em desenvolvimento. Os ricos tem dinheiro para fazer estoque de convenincia e podem comprar embalagens grandes. Com os pobres diferente, o seu fluxo de dinheiro imprevisvel, e eles s fazem compras quando tem dinheiro na mo e compram apenas o indispensvel para o dia.

    8. Da pirmide ao losango

    9. Trs estgios da convergncia entre iniciativa privada e terceiro setor

    10. Novas regras entre empresas e ONGs A partir de modelos de negcios inovadores para criar mercados para a base da pirmide. Colaborao fundada em tarefas especficas, e no em discusses ideolgicas e programticas. Alinhamento de posies e normas em escala global, para focar sua capacitao em gerar valor para o cliente. Modelos de negcios desenvolvidos e com alta Governana. Legitimidade na sociedade pela criao de propostas de valor nas trs dimenses. Presso para defenderem pauta programtica comum e desenvolvimento de uma regulamentao adequada.

    11. Estgio da relao conjunta entre empresas e ONGs. Levar produtos de baixo preo para a populao de baixa renda, ou levar produtos de nicho para mercados maduros. Criar modelos hbridos envolvendo empresas, ONGs e empresrios na base da pirmide econmica. Promover a legitimidade social da empresa e ao mesmo tempo ampliar o impacto social da ONG.

    12. O mercado na base da pirmide

    13. A Revoluo Necessria (Peter Senge)

    14. Os 5 estgios para integrao da sustentabilidade na estratgia da empresa (segundo Bob Willard)

    15. Os 4 elementos de criao de valor para o acionista (segundo S. Hart e M. Milstein)

    16. O imperativo competitivo do aprendizado Na execuo por aprendizado no garantir apenas que o processo seja executado, mas ajud-lo a evoluir, usando: 1)o melhor conhecimento disponvel sobre o assunto; 2)facilita e disponibiliza a informao; 3)registra rotineiramente dados de processos para descobrir como est sendo feito; 4)estuda os dados para buscar melhorias. Em ambientes psicologicamente seguros, as pessoas esto dispostas a dar idias, fazer perguntas, manifestar temores. Esto dispostas at a errar e com isto aprendem.

    17. O imperativo competitivo do aprendizado

    18. A relao desafio-competncia e o bem-estar e auto-eficcia O nvel timo de motivao-desempenho-satisfao obtido quando conjugados altos desafios com altas competncias. Objetivos do slide: Apresentar a relao entre desafio, nvel de competncia e satisfao. Observao: Para mais detalhes, ver livro de Csikszentmihalyi, M. Finding Flow. 1990. Objetivos do slide: Apresentar a relao entre desafio, nvel de competncia e satisfao. Observao: Para mais detalhes, ver livro de Csikszentmihalyi, M. Finding Flow. 1990.

    19. A importncia da segurana psicolgica Harvard Business Review Julho 2008, Amy C. Edmondson

    20. Passado no Fleury

    21. Momento atual no Fleury

    22. Instituto Paradigma

    23. Associao dos ex-alunos da FIA

    24. To me poor people are like bonsai trees. When you plant the best seed of the tallest tree in a flower pot, you get a replica of the tallest tree, only inches tall. There is nothing wrong with the seed you planted, only the soil base that is to inadequate. Poor people are bonsai people. There is nothing wrong in their seeds. Simply, society never gave them the base to grow on. All it needs to get the poor people out of poverty is for us to create an enabling environment for them. Once the poor can unleash their energy and creativity, poverty will disappear very quickly.

    25. Obrigado! ewaldo.russo@fleury.com.br

    26. Criao da Diretoria de Inovao, Pesquisa e Desenvolvimento (abril/2007)

    28. rea de Pesquisa

    29. Desenvolvimento: fluxo de avaliao de novos produtos

    30. Pesquisa e Desenvolvimento: Indicadores

    31. Plataforma de inovao: processo de inovao estratgica

    32. Funil de idias

    33. Status do Programa Central de Idias (novembro 2007- maio 2008)

    34. GC significa rever e organizar as principais polticas, processos e ferramentas gerenciais e tecnolgicas luz de uma melhor compreenso dos processos de gerao, identificao, validao, disseminao, compartilhamento, uso e proteo dos conhecimentos estratgicos para gerar resultados para a empresa e benefcios para os colaboradores internos e externos.