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Estrutura F sica e Organizacional do PS

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Estrutura F sica e Organizacional do PS

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    1. Estrutura Física e Organizacional do PS PCE em Situações de Risco Prof. Ms. Luciane Carmona Ferreira

    2. Objetivos da aula: DEFINIR AS CARACTERÍSTICAS DE UM PRONTO SOCORRO DE ALTA RESOLUTIVIDADE DEFINIR A EQUIPE DE ENFERMAGEM EM PRONTO SOCORRO

    3. Rede Hospitalar Deve ser conhecida conforme sua capacidade de resolução pelas centrais de regulação; Os hospitais de referência devem ser avisados assim que se instalar um desastre; Plano individualizado para atendimento em desastres.

    4. CARACTERÍSTICAS DE PS DE ALTA RESOLUTIVIDADE Deve possuir uma Sala de Emergência: local destinado ao atendimento das Urgências e Emergências relativas à saúde. Alguns pontos são considerados básicos e imprescindíveis ao bom funcionamento da Sala de Emergência:

    5. Requisitos Gerais (Sala de Emergência): - Deve estar localizada em local de fácil acesso para ambulâncias e pacientes; - Acesso independente do hospital; - Próximo a serviços essenciais como CC, UTI, laboratório, Banco de Sangue e serviços Radiodiagnósticos; - Estrutura física de fácil limpeza; - O acesso deve ser feito por corredores amplos e desimpedidos, com portas largas;

    6. continuação - Ventilação e iluminação adequadas; - Áreas de atendimento individualizadas, respeitando a privacidade do paciente.

    7. RECURSOS HUMANOS: médicos de diversas especialidades, principalmente clínicos , cirurgiões, pediatras neurologistas e ortopedistas. Deve possuir equipe de enfermagem composta por enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem. É de grande importância que todos esses profissionais estejam devidamente treinados para o atendimento de emergência. RECURSOS MATERIAIS E EQUIPAMENTOS: Deve ser provida de materiais e equipamentos Check-list das salas Disposição lógica dos materiais

    8. Outros Serviços: Equipe cárdio-vascular, buco-maxilo, cir. Plástica, oftalmologia, urologia, etc. EQUIPE DE ENFERMAGEM Características: Capacidade altamente desenvolvida, técnica e emocionalmente; Conhecimento profundo em áreas clínicas e cirúrgicas; Habilidade de avaliação, julgamento e priorização; Rapidez de raciocínio e agilidade motora; Desejo expresso de trabalhar nesta área.

    9. Papel do Enfermeiro na Sala de Emergência Responsabilidade técnica; Organização de escalas; Organização de simulados; Responsável pela logística; Organização de sistemas de atendimento a desastres e catástrofes; Reuniões científicas; Composição das salas de atendimento.

    10. Materiais necessários Estetoscópios e esfigmomanômetros; Termômetros; Medicamentos mais utilizados (padronizar de acordo com a demanda); Luvas de procedimento e estéreis; Seringas e agulhas; Gases, compressas e campos de diversos tamanhos; Esparadrapo e micropore; Equipos e sondas de diversas formas e números, de acordo com a função de cada uma;

    11. Continuação Laringoscópios e cânulas de intubação; Material para traqueostomia; Bandejas para curativo, sutura, pequenas cirurgias, entubação, broncoscopia, etc. Torpedo de Oxigênio; Soros: fisiológico, glicofisiológico, glicosado, ringer lactato; Carro de Emergência.

    12. Classificação das Salas Vermelha Pacientes com lesões graves, com risco de morte nas próximas 2 horas; Amarela Pacientes com lesões graves, sem risco de morte nas próximas 24h; Verde Pacientes com lesões leves, pacientes estáveis, sem risco de morte.

    13. Avaliações da Vítima ATLS (Suporte Avançado de Vida no Trauma) ACLS (Suporte Avançado de Vida na Cardiologia) PALS (Suporte Avançado de Vida em Pediatria) PHTLS (Suporte Avançado de Vida no Pré Hospitalar) TLSN (Suporte Avançado de Vida para Enfermeiros)

    14. Para garantir que exista uma integração harmônica durante o atendimento de múltiplas vítimas, é necessário que os profissionais envolvidos sejam treinados.

    15. Considerações Transferir o desastre do local da ocorrência para os hospitais de retaguarda

    16. Conclusão