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  1. Título da Palestra Desencarne (Org. por Sérgio Biagi Gregório) Desencarne

  2. Desencarne Introdução O objetivo deste estudo é refletir sobre a morte, que sempre foi vista como mistério, superstição e fascinação. Que contribuição o Espiritismo pode oferecer para uma melhor compreensão do tema? Desencarne

  3. Desencarne Conceito No Espiritismo, é o desprendimento total do Espírito do corpo físico em consequência da ruptura do laço fluídico, que prende ou liga um ao outro, quando então há o falecimento. Morte é a cessação da vida e manifesta-se pela extinção das atividades vitais. Desencarne

  4. Desencarne Histórico Na Antiguidade, havia familiaridade com a morte. Na Idade Média, cada pessoa esperava passivamente a sua passagem para o outro mundo. Havia sentimento de respeito ao morto. Na Idade Moderna, a morte começa a ser interdita, ou seja, proibida. Em certo sentido, a morte é um fracasso da medicina. Desencarne

  5. Desencarne Americanos versus Trukeses Os americanos negam a morte e o envelhecimento. Os habitantes das ilhas Truk (Pacífico) ratificam-na. Gastamos fortunas para esconder nossas rugas; preferimos enviar nossos velhos aos asilos. Para os Trukeses, a vida termina aos 40 anos de idade: aí começa a morte. Desencarne

  6. Desencarne Influência da Religião (1) A lei permite ao moribundo que vai morrer por sua casa em ordem, abençoar a família, enviar mensagem aos que lhe parecem importantes, e fazer as pazes com Deus. Paraos Judeus Para o Hinduísmo Na morte, a alma ou essência espiritual (atman) do indivíduo é eterna. Parao Budismo A vida depois da morte é um problema sobre o qual nada pode ser dito. Desencarne

  7. Desencarne Influência da Religião (2) A vida depois da morte está inserida na crença de um Céu, de um Inferno e de um Purgatório. Para o Catolicismo A vida depois da morte reveste-se de substancial significado, pois iremos tanto para lugares iluminados como para trevosos, dependendo do estado de nossa consciência. Para o Espiritismo Desencarne

  8. Desencarne Existencialismo Sartreano Para Sartre, o indivíduo tem uma única existência, que corresponde aos seus 5... 10... 20... ou mais anos de idade. Não há vida antes do nascimento e nem depois da morte. Conseqüência: a angústia passa a ser a sua ferramenta de análise. Cada ser é uma tabula rasa. Desencarne

  9. Desencarne Temor da Morte O temor da morte decorre da noção insuficiente da vida futura. Denota também a necessidade de viver e o receio da destruição total. Segundo Allan Kardec, o espírita não teme a morte, porque a vida deixa de ser uma hipótese para ser realidade. Desencarne

  10. Desencarne Concepções acerca da Morte Para o Niilismo A morte é considerada o fim de tudo. Para o Panteísmo O Espírito volta à massa comum, de onde veio. Para o Dogmatismo Religioso Os que morreram em "pecado" irão para o fogo eterno; os justos, para o céu, gozar as delícias do paraíso. Para o Espiritismo A morte é a continuidade da vida, porém na forma espiritual. Desencarne

  11. Desencarne Sensações dos Espíritos depois da Morte Terem ignorado, durante algum tempo, que estavam mortos. Acolhidos pelos familiares e amigos. Haverem passado por "sono reparador“. Meio espiritual radioso e maravilhoso ou tenebroso. Terem passado por um túnel... Desencarne

  12. Desencarne Preparação para a Morte: Vida bem Aplicada O excesso de preparação para a morte é um erro. O perdão aos inimigos, o sentimento de dever cumprido e a clareza de consciência têm um peso bem maior do que toda a preparação formal. A única preparação verdadeiramente útil é uma vida bem aplicada. Desencarne

  13. Desencarne Preparação para a Morte: Treino para a Morte Diminua gradativamente a volúpia de comer carne dos animais; Não se renda à tentação dos narcóticos; Deixe os testamentos em dia; Não se apegue demasiado aos laços consangüíneos. Convença-se de que se você não experimenta simpatia por determinadas pessoas, há muita gente que suporta você com muito esforço. (Xavier, 1974) Desencarne

  14. Desencarne Preparação para a Morte: Perseverar até o Fim Tenhamos em mente que a felicidade eterna é para nós o negócio mais importante. Francisco Hazzera, assim se expressou: "Tu, meu filho, terás carreira brilhante: serás bom advogado, depois prelado, a seguir cardeal, quem sabe? Talvez papa... mas e depois? E depois?” É sobre "o depois" que devemos posicionar o nosso pensamento. Desencarne

  15. Desencarne Conclusão Enfrentemos a morte com a mesma determinação com a qual enfrentamos a vida. Se, todas as noites, pudermos "morrer" tranqüilos, o passamento definitivo não nos acarretará problema algum, pois o desprendimento fará parte de nossa natureza. Desencarne

  16. Desencarne Bibliografia Consultada ARIES, P. História da Morte no Ocidente: da Idade Média aos nossos Dias. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1977. BOZZANO, Ernesto. Crise da Morte. Rio de Janeiro: FEB, 1930. KARDEC, A. Obras Póstumas. 15. ed., Rio de Janeiro, FEB, 1975.  KUBLER-ROSS, E. Morte - Estágio Final da Evolução. Rio de Janeiro: Record, [s.d. p.] XAVIER, F. C. Cartas e Crônicas, pelo Espírito Irmão X. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1974. Texto em HTML: http://www.sergiobiagigregorio.com.br/palestra/desencarne.htm Desencarne