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A Alimentação na Alta Idade Média

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A Alimentação na Alta Idade Média. Prof. Ms. João Luís A. Machado Centro Universitário Senac Campus Campos do Jordão. Na Transição da Antiguidade para o Medievo. Superação do Mundo Romano pelas incursões bárbaras. Regressão ao estágio de mundo rural.

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Presentation Transcript
a alimenta o na alta idade m dia

A Alimentação na Alta Idade Média

Prof. Ms. João Luís A. Machado

Centro Universitário Senac

Campus Campos do Jordão

na transi o da antiguidade para o medievo
Na Transição da Antiguidade para o Medievo...
  • Superação do Mundo Romano pelas incursões bárbaras.
  • Regressão ao estágio de mundo rural.
  • Substituição do comércio de longas rotas por economia de base local.
  • Os feudos e a subsistência.
a alimenta o dos servos i
A alimentação dos Servos (I)
  • Dieta básica: pão, papas, mingaus, ervas e raízes.
  • Locais próximos a rios e lagos permitiam a pesca.
  • Os “mansos de reserva” legavam a possibilidade da caça.
  • Criavam-se alguns animais em pequena escala, como os porcos.
a alimenta o dos servos ii
A alimentação dos Servos (II)
  • Os camponeses desenvolviam hortas, nas quais se plantavam cebolas, cenouras, alhos, ervas aromáticas e nabos.
  • A produtividade nas hortas e pequenas criações era baixa devido as técnicas rudimentares.
a alimenta o dos servos iii
A alimentação dos servos (III)
  • O inverno registrava muitas doenças em virtude da escassez de vegetais na dieta campesina.
  • A caça nem sempre era permitida pelos senhores e a Igreja cooperava com isso ao institucionalizar períodos em que restringia o consumo de carnes vermelhas.
a alimenta o dos servos iv
A alimentação dos Servos (IV)
  • O único utensílio de cozinha dos servos era um caldeirão.
  • Esse caldeirão ficava erguido sobre uma fogueira e fervia-se água em seu interior. Nele eram depositados vários alimentos que eram cozidos de uma só vez.
  • Para que os alimentos não se misturassem colocavam-se os mesmos em saquinhos ou invólucros cerâmicos.
a alimenta o dos servos v
A alimentação dos Servos (V)
  • O cozimento dos alimentos legava um caldo que era utilizado como sopa ou guisado no final do dia.
  • Os caldeirões não eram usualmente higienizados e que se acumulassem as sobras em seu interior. Esses resíduos davam as sopas produzidas algum sabor e também o risco de contaminação...
a alimenta o dos servos vi
A alimentação dos servos (VI)
  • A utilização de um único recipiente para cozinhar ajudava a quebrar o sal das carnes e peixes e temperar os outros alimentos ali contidos.
  • O consumo de pães entre os camponeses não era tão disseminado porque os servos tinham que pagar a banalidade para usar os fornos dos senhores.
os h bitos alimentares dos senhores i
Os hábitos alimentares dos Senhores (I)
  • As cozinhas dos senhores possuíam muitos utensílios como caldeirões, panelas, colheres, facas, espetos,...
  • Nessas cozinhas eram encontrados fornos, grelhas e fogões a lenha.
  • Muitas pessoas eram empregadas pelos senhores para trabalhar na cozinha.
os h bitos alimentares dos senhores ii
Os hábitos alimentares dos Senhores (II)
  • Em dias comuns os senhores tinham uma alimentação mais frugal, em mesas simples nas quais reuniam-se os familiares.
  • A chegada de visitantes ilustres transformava essas refeições em banquetes, com mesa farta, serviçais e entretenimento.
os h bitos alimentares dos senhores iii
Os hábitos alimentares dos Senhores (III)
  • O cardápio dos banquetes incluía aves, peixes, carnes vermelhas, cereais, frutas e legumes.
  • Dependendo dos hóspedes a qualidade dos alimentos, serviços e entretenimento eram melhores ou piores.
  • Em nenhuma situação os serviçais podiam sentar-se à mesa com os senhores.
os h bitos alimentares dos senhores iv
Os hábitos alimentares dos Senhores (IV)
  • Os banquetes tinham a intenção de demonstrar o poder e a influência dos senhores.
  • Como as terras, os fornos e os moinhos dos feudos pertenciam aos senhores, cabia aos servos pagar tributos ou taxas em produtos pelo uso desses recursos.
o clero e o pecado da gula i
O Clero e o pecado da gula (I)
  • As abadias, mosteiros e paróquias medievais recebiam grandes e freqüentes doações dos servos e dos senhores que eram pagas em produtos.
  • As terras onde viviam os religiosos tinham áreas onde se plantavam verduras, legumes, cereais e também onde se criavam suínos, ovinos, caprinos, bovinos e aves.
o clero e o pecado da gula ii
O Clero e o pecado da gula (II)

- A dieta dos clérigos era farta e diversificada, isso devia-se principalmente ao trabalho que esses religiosos realizavam em suas terras.

- Esse trabalho incluía a horticultura, a produção de vinhos e queijos, a apicultura, a piscicultura, as criações de animais e a semeadura dos campos.

o clero e o pecado da gula iii
O Clero e o pecado da gula (III)
  • Alguns dos queijos mais importantes e saborosos do mundo foram criados nas abadias medievais, como o Cluny, o Citeaux, o Igny e o Maroilles.
  • O consumo de vinho na Idade Média é herança legada pelos romanos e assumida pelo cristianismo que inclusive o ritualizou.
o clero e o pecado da gula iv
O Clero e o pecado da gula (IV)
  • Como na Antiguidade o consumo de vinho entre os padres da Idade Média previa a mistura de água para diluir os efeitos da bebida.
  • Outra prática comum quanto ao vinho era a adição de elementos como ervas, frutas, sementes, especiarias ou cascas e resinas de árvores para dar aroma e paladar peculiares aos vinhos dos mosteiros.
o clero e o pecado da gula v
O Clero e o pecado da gula (V)
  • As áreas controladas pelo Clero eram tão desenvolvidas e produtivas quanto a obtenção de alimentos que eram como autênticas empresas agrícolas.
  • Nesses locais podia-se conseguir manteiga, vinhos, verduras, mel, peixes, frutas, legumes, carnes variadas, sal, couro, alimentos salgados ou defumados,...
o clero e o pecado da gula vi
O Clero e o pecado da gula (VI)
  • A eficiência dos religiosos era tão grande que eles dominavam e executavam técnicas de irrigação ou drenagem em suas terras.
  • A criação de peixes entre os religiosos era comum em virtude das várias restrições ao consumo de carne vermelha que tinham ao longo do ano, como a quaresma.