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Fisiologia Endócrina. Fisiologia na Saúde da Mulher - MED-7004 – 3ª fase – 2006-1. The Ages of Man. http://www.get-back-on-track.com/en/professionals/00_meta/07_praesentationen/p_con_0007_03_00.php. Endocrinologia da reprodução masculina.

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Presentation Transcript
slide1

Fisiologia

Endócrina

slide3

The Ages of Man

http://www.get-back-on-track.com/en/professionals/00_meta/07_praesentationen/p_con_0007_03_00.php

slide4

Endocrinologia da reprodução masculina

REVISÃO DAS ESTRUTURAS DO APARELHO REPRODUTOR MASCULINO ADULTO

Profa. Dra. Cristina Maria Henrique Pinto

CFS/CCB/UFSC

Medicina – MED-7004 (3ª fase) - turma B - Junho de 2006

slide5

O APARELHO REPRODUTOR MASCULINO ADULTO

Ações da Testosterona:

aptidão para a penetração e fecundação

Urinary bladder

Pubic symphysis

Saladin, Anatomy and Physiology, cap. 27, 2002

slide6

As glândulas acessórias

e a composição do sêmen

slide7

GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN

O sêmen é composto aproximadamente por 10% de esperma e fluido testicular,

30% de secreções da próstata e 60% de secreções das vesículas seminais.

Saladin, Anatomy and Physiology, cap. 27, 2002

slide8

Secreções das vesículas seminais incluem frutose, enzima coagulante e prostaglandinas, dentre outras.

A frutose é o substrato energético para os sptz.

A enzima coagulante favorece que o sêmen se torne uma secreção agregada, o que ajuda sua propulsão pela vagina.

As prostaglandinas diminuem a viscosidade do muco cervical e estimulam a peristalse reversa do útero.

GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN

O sêmen é composto aproximadamente por 10% de esperma e fluido testicular,

30% de secreções da próstata e 60% de secreções das vesículas seminais.

Saladin, Anatomy and Physiology, cap. 27, 2002

slide9

GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN

O sêmen é composto aproximadamente por 10% de esperma e fluido testicular,

30% de secreções da próstata e 60% de secreções das vesículas seminais.

Secreções da próstata:

incluem citrato, fibrinolisina, Cácio, Zinco, fosfatase ácida, dentre outros.

O citrato é fonte energética.

A fibrinolisina age como um anticoagulante do sêmen, o que ajuda na mobilidade do esperma.

pH alcalino (neutralização do pH ácido do líquido tub. seminíferos)

Saladin, Anatomy and Physiology, cap. 27, 2002

slide10

GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN

O sêmen é composto aproximadamente por 10% de esperma e fluido testicular,

30% de secreções da próstata e 60% de secreções das vesículas seminais.

Secreções das glândulas bulbouretrais

secretam muco lubrificante que contém galactose, dentre outros.

São emitidas antes da ejaculação.

Saladin, Anatomy and Physiology, cap. 27, 2002

slide11

GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN

O sêmen é composto aproximadamente por 10% de esperma e fluido testicular,

30% de secreções da próstata e 60% de secreções das vesículas seminais.

Tipicamente , 2-5 mL de sêmen são expelidos por ejaculação.

Cada mL de sêmen pode conter

50-130 milhões de sptz

Saladin, Anatomy and Physiology, cap. 27, 2002

slide12

Espermatogênese

Revisão dos tipos celulares dos túbulos seminíferos e do espaço intersticial

slide13

VISÃO MICROSCÓPICA DO TESTÍCULO

http://academic.pgcc.edu/~aimholtz/AandP/206_ONLINE/Repro/malerepro1.html

slide14

Tipos celulares nos túbulos seminíferos

células reprodutoras (espermatogônias, espermatócitos, espermátides e espermatozóides)

e células sustentaculares (Sertoli)

http://academic.pgcc.edu/~aimholtz/AandP/206_ONLINE/Repro/malerepro1.html

slide15

TÚBULO SEMINÍFERO E TIPOS CELULARES

espermatogônias

membrana basal

células sustentaculares (Sertoli)

espermatócitos primários

espermatócitos secundários

espermátides

Seminiferous tubules form the mass of the testes and are the sites of spermatogenesis. Seminiferous tubules are composed of a thick layer of spermatogenic cells (most numerous) and sustentacular (Sertoli) cells which rest on a basement membrane. The spermatogenic cells--spermatogonia, primary spermatocytes, secondary spermatocytes, spermatids and spermatozoa--represent different cell stages in spermatogenesis (setas amarelas). The outlines of sustentacular cells are not distinct. Maturing spermatozoa are found embedded, head first, in the sustentacular cells, which provide mechanical support, protection and possibly nutrition for the developing spermatozoa.

http://trc.ucdavis.edu/mjguinan/apc100/modules/Reproductive/mammal/testis3/test is6.html

slide17

Espermatogênese

compartimento basal

É o processo pelo qual as células-tronco se desenvolvem em espermatozóidesmaduros.

Existem 3 fases: (1) Espermatocitogênese, (2) Meiose, and (3) Espermiogênese.

1. Espermatocitogênese(também chamada mitose): células-tronco (espermatogônia do Tipo A) dividem-se mitoticamente e produzem as células que irã se diferenciar (espermatogônia do Tipo B).

http://www.cvm.okstate.edu/instruction/mm_curr/histology/MR/HiMRP4.htm

slide18

Espermatogênese

É o processo pelo qual as células-tronco se desenvolvem em espermatozóidesmaduros.

Existem 3 fases: (1) Espermatocitogênese, (2) Meiose, and (3) Espermiogênese.

2. Meiose: Células em prófase da 1ª divisão meiótica são os espermatócitos primários. Estes, ao completarem a divisão meiótica são chamados espermatócitos secundários. Rapidamente ocorre a 2ª divisão meiótica, originando as espermátides.

compartimento basal

compartimento apical ou adluminal

http://www.cvm.okstate.edu/instruction/mm_curr/histology/MR/HiMRP4.htm

slide19

Espermatogênese

É o processo pelo qual as células-tronco se desenvolvem em espermatozóidesmaduros.

Existem 3 fases: (1) Espermatocitogênese, (2) Meiose, and (3) Espermiogênese.

3. Espermiogênese: é a metamorfose das espermátides esféricas a espermatozóides alongados. Durante a espermiogênese é formado o acrossoma e o flagelo.

compartimento basal

compartimento apical ou adluminal

http://www.cvm.okstate.edu/instruction/mm_curr/histology/MR/HiMRP4.htm

slide20

Espermiogênese

As mudanças durante a espermiogênese envolvem transformações da espermátide esférica a espermatozóide maduro: (1) formação do acrossoma, (2) mudanças nucleares, (3) desenvolvimento do flagelo, (4) reorganização do citoplasma e organelas celulares e (5) o processo de liberação da cél. de Sertoli (espermiação).

http://www.endotext.org/male/male1/maleframe1.htm

slide21

Espermiogênese

As mudanças durante a espermiogênese envolvem transformações da espermátide esférica a espermatozóide maduro: (1) formação do acrossoma, (2) mudanças nucleares, (3) desenvolvimento do flagelo, (4) reorganização do citoplasma e organelas celulares e (5) o processo de liberação da cél. de Sertoli (espermiação).

http://rbp.fmrp.usp.br/didatico/Embriologia-Propedeutico/embrio__propedeutico%202004_tema1.PDF

slide22

Espermatogênese

http://academic.pgcc.edu/~aimholtz/AandP/206_ONLINE/Repro/malerepro1.html

slide23

EPIDÍDIMO

http://fisiologia.med.up.pt/teoricoprtc.html

slide24

Epidídimo

EPIDÍDIMO

http://microanatomy.net/Male_Reproductive/Lecture_40_Male_Reproductive_Childs_4_slides_per_page.pdf

slide25

CAPACITAÇÃO DO ESPERMATOZÓIDE

  • ALTERAÇÃO FUNCIONAL DO ESPERMATOZÓIDE QUE OCORRE NA TROMPA UTERINA. REQUER UM TEMPO PARA QUE OCORRA (2 OU ATÉ >6 HORAS)
  • PELO MENOS DOIS FÊNOMENOS SÃO IMPORTANTES:
  • O AUMENTO DA TAXA DE BATIMENTO DO FLAGELO E A ACELERAÇÃO DO MOVIMENTO DO ESPERMATOZÓIDE
  • REAÇÃO ACROSSÔMICA NO SPTZ QUE PERMITE A FUSÃO COM O OVO: FRAGMENTAÇÃO E PERDA DO ACROSSOMA COM A LIBERAÇÃO DE ENZIMAS E PROTEASES QUE PERMITIRÃO AO SPTZ PENETRAR E SE FUNDIR AO OVO.
  • O ENTENDIMENTO DESTES MECANISMOS É IMPORTANTE PARA A FERTILIZAÇÃO IN VITRO
slide27

As células testiculares envolvidas na espermatogênese

Células

germinativas

Células de

Sertoli

Células de

Leydig

parácrina

T

parácrina

parácrina

T

T

Células

mióides

testículo

T: testosterona

slide28

Células de Sertoli e as células espermatogênicas

As células germinativas não possuem receptores para T e FSH.

Quem os possui são as células de Sertoli que, sob influências desses hormônios, propiciam a espermatogênese.

http://www.cvm.okstate.edu/instruction/mm_curr/histology/MR/HiMRP4.htm

slide29

Íntima relação entre as células de Sertoli e as células espermatogênicas

Cross-section of a seminiferous tubule from an adult Sprague-Dawley rat showing the organization of testicular cells and the intimate relationships between Sertoli and germ cells. S, Sertoli cell nucleus; SG, spermatogonium;

PS, pachytene spermatocyte; RS, round spermatid; ES, elongated spermatid.

Cheng and Mruk 2002, Physiological Reviews

slide30

Células de Sertoli e as células espermatogênicas

Em todos os estágios de diferenciação, as células espermatogênicas estão em íntimo contato com as células de Sertoli que provêem a estas:

-suporte estrutural (microtúbulos)

-suporte metabólico (fornecem lactato para spct 1º)

-regulação do meio interno dos túbulos

seminíferos (formam a barreira hemato-testicular,

fagocitose)

-secretam proteínas:

transportadoras de nutrientes (Fe, Cu e Vit. A)

ABP (ptn ligante de andrógenos), dentre outras.

As céls. de Sertoli são também endócrinas:

AMH (diferenciação sexual)

Inibina B e Ativina(regulação da secreção de FSH).

http://www.cvm.okstate.edu/instruction/mm_curr/histology/MR/HiMRP4.htm

slide31

Células de Sertoli e as células espermatogênicas

BARREIRA HEMATO-TESTICULAR

(junções firmes ou do tipo tight)

-comunicação entre várias células de Sertoli

-proteção para as células em desenvolvimento contra

a resposta auto-imune.

-isola as células germinativas do resto do organismo

traçador eletron-denso não atravessa além do compartimento basal

http://microanatomy.net/Male_Reproductive/Lecture_40_Male_Reproductive_Childs_4_slides_per_page.pdf

slide32

Células de Sertoli e a migração das células espermatogênicas

O número de células de Sertoli determina a taxa máxima de produção de espermatozóides

A schematic drawing that illustrates extensive changes in tight junction (TJ) and cell-cell actin-based adherens junction (AJ) dynamics during spermatogenesis and spermiogenesis in the mouse. This figure was prepared based on reviews and reports cited in sections III and V. Among the AJs in the testis, four functional complexes are known to exist to date, which include cadherin/catenin complex, nectin/afadin complex, tubulobulbar complex, and ES (see sect. V). The ES is composed of basal and apical ES constituted possibly by  64- and  61-integrins, respectively (); however, their binding partner(s), if any, is not known. It is possible that laminin  111-chains and 3-chains constitute the binding partners for the basal and apical integrins in the ES, respectively () (see sect. VC1). While it is certain that  61-integrins are found between Sertoli cells and developing spermatids in the apical ES (, it remains to be determined if  64-integrins can be found between Sertoli cells and developing spermatocytes and spermatogonia (type B) in the basal ES, or it is restricted only to the interface of Sertoli cells and the basement membrane. ES, ectoplasmic specialization, a modified testis-specific AJ. Physiological Reviews, Cheng and Mruk 2002

slide33

Sertoli secreta proteínas ligantes de hormônios sexuais esteróides

ABP – Ptn ligante de testosterona/andrógenos

biodisponibilidade parácrina (100x+)

Outra proteína ligante importante (secretada pelo fígado):

SSBG – Globulina ligante de esteróides sexuais

biodisponibilidade periférica

Crystal structure of the N-terminal domain of human SSBG

in complex with dihydrotestosterone.

 por estrógenos e hormônios tireoideanos

 por andrógenos, glicocorticóides, GH e insulina

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302002000500002&lng=en&nrm=iso

http://www.mdc-berlin.de/~crystal/Structures/images/sex_2.html

slide34

As células testiculares envolvidas na espermatogênese

Células intersticiais ou de Leydig

secretoras de Testosterona

Células

germinativas

Células de

Sertoli

Células de

Leydig

parácrina

T

parácrina

parácrina

T

T

Células

mióides

testículo

slide35

As células testiculares envolvidas na espermatogênese

Células intersticiais ou de Leydig

secretoras de Testosterona

http://www.cvm.okstate.edu/instruction/mm_curr/histology/MR/HiMRP4.htm

slide36

Regulação endócrina e parácrina da espermatogênese

Fig. 46-16 Interactions among the various cells of the testis in the hormonal regulation of spermatogenesis. Berne et al., 2004

slide37

Regulação endócrina e parácrina da espermatogênese

NÍVEIS BAIXOS DE FSH

 INIBINA B

por influências parácrinas dos espermatócitos sobre as células de Sertoli

NÍVEIS ELEVADOS DE FSH

 INIBINA B

Testosterona

células de Leydig

LH

Endocrine and paracrine regulation of spermatogenesis. The preprogrammed development of sperm from spermatogonia is facilitated and maintained at a basal rate by T (testosterone) effects on Sertoli cells that are transmitted to and elicited by germ cells at various stages. The basal rate of production is augmented by FSH (follicle-stimulating hormone). When the rate is too low, signals from various stages of sperm development (B, spermatogonium B; P, primary spermatocyte; S, spermatid; Spz, spermatozoa) decrease output of inhibin B from the Sertoli cell. This results in increased FSH secretion from the pituitary gland. Likewise, when spermatogenesis is too brisk, Sertoli cells release more inhibin B, which suppresses FSH secretion and turns down the rate of spermatogenesis. Berne et al., 2004

Berne et al., 2004

slide38

Terapia com Testosterona pode diminuir a produção de espermatozóides

Injeções de testosterona podem suprimir a secreção de FSH e LH, afetando a produção de esperma.

Notar a recuperação da contagem de esperma quando hCG e hFSH são utilizados em uma única dose.

http://www.endotext.org/male/index.htm

slide40

Os hormônios sexuais masculinos:

Testosterona e derivados

slide41

Pathways of synthesis of gonadal steroid hormones. Testosterone is the major secretory product of the testis. Estradiol and progesterone are the major secretory products of the ovary. Enzymes are

LH

20,22-desmolase

VIAS DE SÍNTESE DE ESTERÓIDES NAS CÉLULAS DE LEYDIG

17-hidroxylase

  • 20,22-desmolase
  • 17-hydroxylase
  • 17,20-desmolase
  • 17β-OH-steroid dehydrogenase
  • 3β-ol-dehydrogenase and δ4,5-isomerase
  • 5α-reductase
  • 3α-reductase
  • aromatase

17,20-desmolase

VIAS DE

SÍNTESE DE ESTERÓIDESNAS CÉLULAS-ALVO

aromatase

17β-OH-esteróide desidrogenase

3β-OHSD

aromatase

5α-reductase 2

3α-reductase

P-450 SCC: proteína reguladora aguda esteroidogênica

3β-OHSD: 3β-OH-steroid dehydrogenase

Berne et al., 2004

slide43

Hormônio luteinizante (LH)

estrona

Secretion

17estradiol

testosterona

testosterona

veja legenda no próximo slide

diidrotestosterona

diidrotestosterona

http://www.endotext.org/male/male2/male2.htm

slide44

Legenda da Figure anterior

Pathways of testosterone biosynthesis and action.

In men, testosterone biosynthesis occurs almost exclusively in mature Leydig cells by the enzymatic sequences illustrated.

Cholesterol originates predominantly by de novo synthesis pathway from acetyl‑CoA with luteinizing hormone regulating the rate‑limiting step, the conversion of cholesterol to pregnenolone within mitochondria, while remaining enzymatic steps occur in smooth endoplasmic reticulum.

The D5 and D4 steroidal pathways are on the left and right, respectively. Testosterone and its androgenic metabolite, dihydrotestosterone, exert biological effects directly through binding to the androgen receptor and indirectly through aromatization of testosterone to estradiol, which allows action via binding to the ER.

The androgen and ERs are members of the steroid nuclear receptor superfamily with highly homologous structure differing mostly in the C-terminal ligand binding domain. The LH receptor has the structure of a G-protein linked receptor with its characteristic seven transmembrane spanning helical regions and a large extracellular domain which binds the LH molecule which is a dimeric glycoprotein hormone consisting of an a subunit common to other pituitary glycoprotein hormones and a b subunit specific to LH. Most sex steroids bind to sex hormone binding globulin (SHBG) which binds tightly and carries the majority of testosterone in the bloodstream.

http://www.endotext.org/male/male2/male2.htm

slide45

Ações diretas e indiretas da Testosterona

regulação das

gonadotrofinas

LH

espermatogênese

diferenciação

sexual:

estimulação

ducto de Wolff

virilização externa

des. próstata

T

T

T

T

Testículos

5-Reductase

DHT

DHT

maturação sexual

na puberdade

Manutenção funcional dos órgãos

sexuais e dos caracteres

sexuais 2ários

Célula-alvo

AR: receptor de androgênios

Órgãos acessórios, pele da região genital e folículos pilosos

T: testosterona; DHT: diidrotestosterona

Wilson, 2003

slide46

Ações diretas e indiretas da Testosterona

testículos, ossos e SNC

regulação das

gonadotrofinas

LH

espermatogênese

E2

E2

aromatase

diferenciação

sexual:

estimulação

ducto de Wolff

virilização externa

des. próstata

T

T

T

T

Testículos

5-Reductase

DHT

DHT

maturação sexual

na puberdade

ER: receptor de estrogênio

Manutenção funcional dos órgãos

sexuais e dos caracteres

sexuais 2ários

Célula-alvo

AR: receptor de androgênios

Órgãos acessórios, pele da região genital e folículos pilosos

T: testosterona; DHT: diidrotestosterona; E2: estradiol

Wilson, 2003

slide47

DIRECT AND INDIRECT EFFECTS OF TESTOSTERONE

http://www.get-back-on-track.com/en/professionals/00_meta/07_praesentationen/p_con_0007_01_01.php

slide48

REGULAÇÃO HORMONAL DA ESPERMATOGÊNESE

Células de Leydig

Testosterona

LH

Espermatogênese

Diferenciação e amadurecimento dos gametas masculinos

Células de Sertoli

FSH

slide49

Metabolism of plasma testosterone in extraglandular tissues

Metabolism of plasma testosterone in extraglandular tissues. Testosterone can be metabolized to either active or excretory metabolites. Active metabolites such as dihydrotestosterone may be further metabolized to excretory metabolites. HSD, hydroxysteroid dehydrogenase. Willians, 2003

Willians, 2002

slide51

The anterior pituitary and the hypothalamus are connected by the hypophyseal portal vasculature. Releasing or inhibiting hormones secreted by hypothalamic neurons enter the primary plexus of the hypophyseal portal vasculature. They flow down the long portal veins in the pituitary stalk to the secondary plexus, a capillary network that enmeshes the cells of the anterior pituitary. The anterior pituitary cells secrete their hormones in response to the releasing hormones. Because neither the hypothalamus nor the anterior pituitary is isolated by the blood-brain barrier, feedback signals have direct access to both sites of regulation. The posterior pituitary is made up of the terminal portions of neurons whose origin is the hypothalamus. (ACTH—adrenocorticotropic hormone; ADH—antidiuretic hormone; FSH—follicle-stimulating hormone; GH—growth hormone; LH—luteinizing hormone; PRL—prolactin; TSH—thyroid-stimulating hormone)

http://acpmedicine.com/acpmedicine/chapters/CH0305.htm

slide52

A adenohipófise e suas relações com o SNC

corpos celulares dos nn. hipotalâmicos secretores de GnRH/LHRH (núcleo arqueado)

Hormônio liberador de gonadotrofinas GnRH/LHRH

LH e FSH

http://www.biosbcc.net/barron/physiology/endo/hypopit.htm

slide53

Hormonal relationships in the brain-testicular axis.

(Green arrows and plus signs indicate stimulatory effects; red arrows and bars indicate inhibitory effects.)

GnRH from the hypothalamus stimulates the anterior pituitary to secrete FSH and LH.FSH stimulates Sertoli (sustentacular) cells to secrete androgen-binding protein (ABP).LH stimulates interstitial cells to secrete testosterone.In the presence of ABP, testosterone stimulates spermatogenesis.Testosterone also stimulates development of secondary sex organs, and secondary sex characteristics, and stimulates libido.Testosterone has a negative effect on the hypothalamus and pituitary, reducing GnRH secretion and pituitary sensitivity to GnRH.Sertoli cells secrete inhibin which selectively inhibits FSH without reducing testosterone secretion.

http://www.mhhe.com/biosci/esp/2002_general/Esp/default.htm

slide54

http://www.get-back-on-track.com/en/professionals/01_androgenbildung/p_pop_01_02_00_01.php?flash=1http://www.get-back-on-track.com/en/professionals/01_androgenbildung/p_pop_01_02_00_01.php?flash=1

slide56

AS AÇÕES DAS GONADOTROFINAS E DA TESTOSTERONA NAS CÉLULAS TESTICULARES ENVOLVIDAS NA ESPERMATOGÊNESE

ADENOHIPÓFISE

LH

FSH

estimula a síntese das enzimas da esteroidogênese

proliferação e diferenciação das células de Sertoli

Inibina

Células

germinativas

Células de

Sertoli

Células de

Leydig

T

parácrina

parácrina

T

T

Células

mióides

testículo

LH: hormônio luteinizante; FSH: hormônio foliculoestimulante

slide57

Fluctuation of peripheral vein plasma LH levels and portal vein plasma GnRH levels in unanesthetized, ovariectomized female sheep. Each pulse of LH is coordinated with a pulse of GnRH.

This supports the view that pulsatility of LH release is dependent on pulsatile stimulation of the pituitary by GnRH.

Berne et al., 2004

slide58

Flutuações pulsáteis dos níveis de LH plasmáticos são refletidos nas flutuações pulsáteis e seu hormônio-alvo, a testosterona. Frequência de pulsos do FSH é muito menor.

Berne et al., 2004

slide59

Diminui a frequência de pulso de secreção de GnRH

(núcleo arqueado)

17-Estradiol

testosterona

testosterona

Inibina

Testosterona

slide60

Efeitos do FSH e LH (separadamente) na produção de esperma humano

Fig. 46-15 Individual effects of FSH and LH on human sperm production. Normal men were given sufficient testosterone to suppress endogenous FSH and LH secretion by negative feedback. As a result, sperm density declined to very low but detectable levels. Selective restoration of either FSH or LH individually raised sperm levels. However, neither gonadotropin alone could return sperm production to normal. Berne et al., 2004

slide61

Hormones of the Male Reproductive System

Now, let's take a look at the hormonal control of spermatogenesis. The hormonal pathway is sometimes referred to as the brain-testicular axis.

The hypothalamus releases gonadotropin-releasing hormone (GnRH). GnRH travels to the anterior pituitary gland and causes it to release follicle-stimulating hormone (FSH) and luteinizing hormone (LH). LH binds to the interstitial cells of the testes and causes them to secrete testosterone. For this reason, LH can be referred to as interstitial cell-stimulating hormone (ICSH). Testosterone will promote spermatogenesis. However, it must be concentrated within the seminiferous tubules. FSH acts on the sertoli cells, causing them to release androgen-binding protein (ABP). ABP binds to and concentrates testosterone within the seminiferous tubules.

Testosterone also acts on other body tissues to create secondary sexual characteristics, including pubic, axillary and facial hair, enlargement of the larynx, and increased bone and muscle mass.

If testosterone levels rise too high, it begins to inhibit the release of GnRH from the hypothalamus and FSH and LH from the anterior pituitary. If sperm count rises too high, the sertoli cells release the hormone inhibin, which inhibits GnRH and FSH release. These negative feedback processes prevent testosterone levels from rising too high and spermatogenesis from going too fast.

http://academic.pgcc.edu/~aimholtz/AandP/206_ONLINE/Repro/malerepro1.html

slide63

Produção de testosterona ao longo da vida do homem

Schematic diagram of the different phases of male sexual function during life as indicated by mean plasma testosterone level and sperm production at different ages. Willians, 2003

slide65

Rato macho adulto

orquiectomia

slide66

veremos na aula prática

http://salmon.psy.plym.ac.uk

slide67

Diferentes abordagens na busca por contraceptivos masculinos (?)

Current approaches for male contraception. This figure depicts the current approaches in the field utilizing different routes to perturb male fertility at the level of the hypothalamus, pituitary gland, testis and epididymis, and spermatozoa per se. Physiological Reviews, Cheng and Mruk, 2002

slide69

http://www.healcentral.org

Disponibiliza vídeos/animações de conteúdo muito bom

(buscando pela palavra-chave “physiology”, foram encontrados 84 vídeos).

Aqui estão alguns exemplos:

DIFERENCIAÇÃO GONADAL

EIXO HIPOTÁLAMO-HIPOFISÁRIO GONADAL

DIFERENCIAÇÃO SEXUAL DO SNC

slide70

próxima aula

Endocrinologia da reprodução feminina:

foliculogênese

Profa. Dra. Cristina Maria Henrique Pinto

CFS/CCB/UFSC

Medicina – MED-7004 (3ª fase) - turma B – Junho de 2006