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    Presentation Transcript
    artigo intergera es kevin donnellan exit 28 2012 pt

    Artigo/ Intergerações: Kevin Donnellan | Exit_28_2012 (pt)

    REVISTA EXIT® 28ª edição “Da Inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável”Jan-Dec 2012 Artigo Inter-Gerações “A Empresa Conectada: A Relevância e como fazer a Diferença na Era Digital”, Kevin Donellan, Executive Vice President and Chief Communication Officer, AARP (USA)Betty White: Iconoclasta da MudançaHá algum tempo, apareceu na Internet uma tira de banda desenhada divertida sobre os “mediasociais”. Nela, cinco jovens profissionais com ar confiante estão a sorrir e a contar a uma audiência oque é que fazem. O primeiro – que é um pouco mais velho do que os restantes – diz “Sou ummarketeer”. O seguinte diz “Eu ‘blogo’ sobre marketing”. O terceiro, um pouco mais jovem, diz “Eutenho um ‘podcast’ sobre bloggers de marketing”. O quarto acrescenta “Eu ‘tweeto’ sobrepodcasters que falam sobre bloggers de marketing”. E, finalmente, o mais novo do grupo diz: “Eutenho um grupo no Facebook para utilizadores de Twitter que ‘tweetam’ sobre podcasters que falamsobre bloggers de marketing”.O subtexto da tira era “Isso é interessante, mas pode a comunicação digital ajudar-nos a fazer domundo um lugar melhor?”. Esta é a questão que as empresas sociais dos dias de hoje estão agora acolocar.Uma das observações mais interessantes acerca do cenário empresarial de hoje é que as ferramentasna nossa caixa de ferramentas digital aumentam as oportunidades e a escalabilidade para a mudançasocial.Operamos num era de comunicação digital, num campo de actuação que é global, transparente edemocrático. As empresas já não têm mais o controlo sobre como pretendem ser vistas. Cada pessoaé um consumidor autorizado com fidelidades fluídas e uma voz – um toque no ecrã táctil ou um Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 1

    clique de um rato gostar de algo exercer influ

    clique de um rato. “Gostar” de algo é exercer influência. “Gostar” de algo é impulsionar a mudançasocial.E as pessoas gostam mesmo da actriz de televisão americana Betty White.No início deste ano, aquando do 90º aniversário da Betty, a AARP [American Association Of RetiredPersons] orquestrou uma celebração multimedia de três dias deste ícone do “show business” quedeu o seu contributo para o reforço da afiliação na AARP. Perto de 25 milhões de pessoas viram onosso tema de tendência promovido através do Twitter. Registaram-se 16.300 entradas/menções àmensagem “Parabéns, Betty”. Foi alcançada uma taxa assombrosa de “envolvimento” de 8%. Osnúmeros de adesão à AARP foram superiores a 20% na Sexta-feira, 36% no Sábado e 42% noDomingo. A AARP esteve em todo o lado. E esta foi a mensagem mensagem dirigida a pessoas acimados 50 anos, uma abundância robusta de recursos para ter uma vida melhor está à distância de umclique.Mas o que tem a Betty White a ver com mudança social ou com empresas sociais? Tudo.A experiência da AARP com a Betty White mostrou como ela se coaduna perfeitamente com aconfluência de um cenário de comunicações digitais personalizadas, de um crescente interesse no“envolvimento” social expedito, e de uma boa pesquisa demográfica. O resultado foi o seguinte: aBetty White, a AARP e pessoas de várias gerações conectaram-se. Betty White e os interesses daspessoas acima dos 50 tornaram-se num só.Esta foi uma acção de assinatura AARP com o objectivo de mudar o modo como a sociedade pensa aquestão do envelhecimento.Na era digital, todos criam conteúdo. Somos todos gurus, fotojornalistas e “think-tankers” virtuais.Cada empresa é um editor em múltiplas plataformas, com alcance global e milhões de potenciaisseguidores. Neste ambiente radicalmente aberto, as empresas de algum modo têm de serestratégicas e ágeis, cultivar alianças e responder depressa a tendências que mudam rapidamente.É aí que está o desafio: enquanto a era digital oferece uma oportunidade sem precedentes para umenvolvimento directo com todos os stakeholders que configura o sucesso e a identidade de umaempresa, como se pode traduzi-lo numa mudança social positiva, quando há menos controlo sobre amensagem?A resposta talvez seja um chavão, mas é verdadeira: mude-se o modelo de negócio. Reequipe-se,reconstrua-se, e reformule-se. Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 2 clique de um rato. “Gostar” de algo é exercer influência. “Gostar” de algo é impulsionar a mudançasocial.E as pessoas gostam mesmo da actriz de televisão americana Betty White.No início deste ano, aquando do 90º aniversário da Betty, a AARP [American Association Of RetiredPersons] orquestrou uma celebração multimedia de três dias deste ícone do “show business” quedeu o seu contributo para o reforço da afiliação na AARP. Perto de 25 milhões de pessoas viram onosso tema de tendência promovido através do Twitter. Registaram-se 16.300 entradas/menções àmensagem “Parabéns, Betty”. Foi alcançada uma taxa assombrosa de “envolvimento” de 8%. Osnúmeros de adesão à AARP foram superiores a 20% na Sexta-feira, 36% no Sábado e 42% noDomingo. A AARP esteve em todo o lado. E esta foi a mensagem mensagem dirigida a pessoas acimados 50 anos, uma abundância robusta de recursos para ter uma vida melhor está à distância de umclique.Mas o que tem a Betty White a ver com mudança social ou com empresas sociais? Tudo.A experiência da AARP com a Betty White mostrou como ela se coaduna perfeitamente com aconfluência de um cenário de comunicações digitais personalizadas, de um crescente interesse no“envolvimento” social expedito, e de uma boa pesquisa demográfica. O resultado foi o seguinte: aBetty White, a AARP e pessoas de várias gerações conectaram-se. Betty White e os interesses daspessoas acima dos 50 tornaram-se num só.Esta foi uma acção de assinatura AARP com o objectivo de mudar o modo como a sociedade pensa aquestão do envelhecimento.Na era digital, todos criam conteúdo. Somos todos gurus, fotojornalistas e “think-tankers” virtuais.Cada empresa é um editor em múltiplas plataformas, com alcance global e milhões de potenciaisseguidores. Neste ambiente radicalmente aberto, as empresas de algum modo têm de serestratégicas e ágeis, cultivar alianças e responder depressa a tendências que mudam rapidamente.É aí que está o desafio: enquanto a era digital oferece uma oportunidade sem precedentes para umenvolvimento directo com todos os stakeholders que configura o sucesso e a identidade de umaempresa, como se pode traduzi-lo numa mudança social positiva, quando há menos controlo sobre amensagem?A resposta talvez seja um chavão, mas é verdadeira: mude-se o modelo de negócio. Reequipe-se,reconstrua-se, e reformule-se. Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 2

    liderar a transforma o social na era das comunica

    Liderar a transformação social na era das comunicações digitais tem a ver com dotar uma empresade conexão em todos os níveis possíveis. É envolver as pessoas – sejam elas seguidores, clientes oumembros – construindo uma história realmente fantástica. É construir uma cultura de trabalho queestimule a inovação e a criatividade. Isso é elevar as mensagens que interessam. É reiniciar parapermanecer relevante.Para fazer as coisas bem feitas, a AARP teve que reconstruir-se de duas maneiras.Mudança OperacionalPrimeiro, foram necessárias melhorias operacionais. Não há muito tempo a AARP avançou com ainiciativa “One AARP”, um esforço para inculcar na organização uma mentalidade uniforme entre osseus membros. Isto é, todos os seus membros estariam aptos para comunicar os valores e a missão,apresentar a marca, e pronunciar-se sobre uma experiência significativa enquanto membro da AARP.Para chegar a esse patamar, a “One AARP” abraçou as comunicações e as análises integradas.Em 3 anos, a AARP transformou-se num conglomerado multimédia, onde o conteúdo é desenvolvidocom a consciência de que virá a ser distribuído através de vários canais. Uma vez que a integração setornou a pedra de toque da comunicação, a tecnologia inovadora permitiu à AARP fundir otradicional com o novo – publicações impressas com aplicações móveis, por exemplo. Para a AARPdisponibilizar conteúdos e a sua missão de mudança social aos seus 37 milhões de membros, tivemosque integrar maneiras de chegar até eles.No coração da mudança operacional da AARP está uma capacidade analítica que nos permite reuniro máximo número possível de dados dos seus associados. Hoje, é possível analisar os comentários doconsumidor – a partir dos blogues, dos tweets, das salas de conversação, das páginas de Facebook –,categorizá-los e conceber respostas significativas. Basicamente, os indicadores analíticos dão-nos umsentido da empresa em tempo real. Também sabemos o que se está a passar no mercado dosmaiores de 50 anos e temos uma boa ideia de como dar respostas. Esta habilidade optimizada detransformar os dados em valor tem mudado a cultura dos negócios na AARP fazendo de nósaprendizes mais eficientes.Integrar múltiplas plataformas de comunicação e desenvolver uma capacidade analítica tempermitido a evolução da AARP para a condição de uma empresa social “conectada”. A experiência daAARP de angariação de fundos dirigidos às vítimas do terramoto de 2010 no Haiti, através dos mediasociais, é um exemplo desta evolução. Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 3 Liderar a transformação social na era das comunicações digitais tem a ver com dotar uma empresade conexão em todos os níveis possíveis. É envolver as pessoas – sejam elas seguidores, clientes oumembros – construindo uma história realmente fantástica. É construir uma cultura de trabalho queestimule a inovação e a criatividade. Isso é elevar as mensagens que interessam. É reiniciar parapermanecer relevante.Para fazer as coisas bem feitas, a AARP teve que reconstruir-se de duas maneiras.Mudança OperacionalPrimeiro, foram necessárias melhorias operacionais. Não há muito tempo a AARP avançou com ainiciativa “One AARP”, um esforço para inculcar na organização uma mentalidade uniforme entre osseus membros. Isto é, todos os seus membros estariam aptos para comunicar os valores e a missão,apresentar a marca, e pronunciar-se sobre uma experiência significativa enquanto membro da AARP.Para chegar a esse patamar, a “One AARP” abraçou as comunicações e as análises integradas.Em 3 anos, a AARP transformou-se num conglomerado multimédia, onde o conteúdo é desenvolvidocom a consciência de que virá a ser distribuído através de vários canais. Uma vez que a integração setornou a pedra de toque da comunicação, a tecnologia inovadora permitiu à AARP fundir otradicional com o novo – publicações impressas com aplicações móveis, por exemplo. Para a AARPdisponibilizar conteúdos e a sua missão de mudança social aos seus 37 milhões de membros, tivemosque integrar maneiras de chegar até eles.No coração da mudança operacional da AARP está uma capacidade analítica que nos permite reuniro máximo número possível de dados dos seus associados. Hoje, é possível analisar os comentários doconsumidor – a partir dos blogues, dos tweets, das salas de conversação, das páginas de Facebook –,categorizá-los e conceber respostas significativas. Basicamente, os indicadores analíticos dão-nos umsentido da empresa em tempo real. Também sabemos o que se está a passar no mercado dosmaiores de 50 anos e temos uma boa ideia de como dar respostas. Esta habilidade optimizada detransformar os dados em valor tem mudado a cultura dos negócios na AARP fazendo de nósaprendizes mais eficientes.Integrar múltiplas plataformas de comunicação e desenvolver uma capacidade analítica tempermitido a evolução da AARP para a condição de uma empresa social “conectada”. A experiência daAARP de angariação de fundos dirigidos às vítimas do terramoto de 2010 no Haiti, através dos mediasociais, é um exemplo desta evolução. Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 3

    pouco tempo depois do sismo a aarp foi contactada

    Pouco tempo depois do sismo, a AARP foi contactada pela HelpAge International do Reino Unido,para ver se podíamos ajudar nas acções de socorro. Concordámos em ajudar. Num final de tarde deQuinta-feira lançámos uma edição especial da nossa newsletter interna, dando conta da decisão dejuntar doações da equipa de funcionários e dos membros da AARP no valor de 500,000 dólares comoforma de apelo urgente para auxiliar as vítimas mais idosas do sismo. Cinco minutos depois, ummembro da equipa da AARP postou uma mensagem, anunciando o apelo no Yammer e um poucomais tarde, 40.000 pessoas dentro da órbitra AARP inteiravam-se desta informação. Mais tarde,nessa noite, outro membro da equipa da AARP postou o apelo no Facebook e no Twitter, pedindo àcomunidade para partilhar o pedido e fazer uma doação. Na manhã seguinte, bem cedo, o apelotinha resultado em 170.000 dólares em contribuições.Em apenas dois dias, o apelo traduziu-se em 877.000 dólares, mais os 500.000 da AARP, o que deuum total de aproximadamente 1,4 milhões de dólares. Num curto espaço de tempo que terádemorado à AARP a esboçar, finalizar e disseminar uma carta de apelo, o objectivo da angariação defundos foi alcançado.Esta escala de impacto foi possível, porque adaptámos as nossas operações para “cavalgar” omomento digital.Reformulando os recursos-chaveSegundo, alterar o modelo significava que a AARP teria que moldar os recursos-chave da empresa demaneira diferente, para ver com estes actuariam face à desordem das tendências sociais e dasmensagens ao consumidor. Ajuda, claro, ter recursos nucleares e a AARP é afortunada por ter duaschaves: um ADN orientado para a Missão e o facto de ser uma marca reconhecível.A história da fundação desta organização é irresistível. É assim: a professora reformada – efundadora da AARP Ethel Percy Andrus – encontra uma ex-colega a viver num galinheiro, porqueaquela não pode pagar o seguro de saúde. A professora enfurece-se e age. A professora reformadacria a American Association of Retired Persons (agora AARP). Os reformados americanos têm umaliado para a vida. Ao longo de mais de meio século, a ética da AARP – dar e servir – tem conduzidotodo o percurso da instituição, e está fortemente interligada ao ADN da AARP.A juntar a isto, a AARP é uma das marcas mas reconhecidas na América. É introduzida nas conversas,quando se fala em envelhecimento na América. Todos os dias, há referências à AARP – populares,políticas, com ironia ou diplomacia – nos media “mainstream”: uma recente amostra, incluída no Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 4 Pouco tempo depois do sismo, a AARP foi contactada pela HelpAge International do Reino Unido,para ver se podíamos ajudar nas acções de socorro. Concordámos em ajudar. Num final de tarde deQuinta-feira lançámos uma edição especial da nossa newsletter interna, dando conta da decisão dejuntar doações da equipa de funcionários e dos membros da AARP no valor de 500,000 dólares comoforma de apelo urgente para auxiliar as vítimas mais idosas do sismo. Cinco minutos depois, ummembro da equipa da AARP postou uma mensagem, anunciando o apelo no Yammer e um poucomais tarde, 40.000 pessoas dentro da órbitra AARP inteiravam-se desta informação. Mais tarde,nessa noite, outro membro da equipa da AARP postou o apelo no Facebook e no Twitter, pedindo àcomunidade para partilhar o pedido e fazer uma doação. Na manhã seguinte, bem cedo, o apelotinha resultado em 170.000 dólares em contribuições.Em apenas dois dias, o apelo traduziu-se em 877.000 dólares, mais os 500.000 da AARP, o que deuum total de aproximadamente 1,4 milhões de dólares. Num curto espaço de tempo que terádemorado à AARP a esboçar, finalizar e disseminar uma carta de apelo, o objectivo da angariação defundos foi alcançado.Esta escala de impacto foi possível, porque adaptámos as nossas operações para “cavalgar” omomento digital.Reformulando os recursos-chaveSegundo, alterar o modelo significava que a AARP teria que moldar os recursos-chave da empresa demaneira diferente, para ver com estes actuariam face à desordem das tendências sociais e dasmensagens ao consumidor. Ajuda, claro, ter recursos nucleares e a AARP é afortunada por ter duaschaves: um ADN orientado para a Missão e o facto de ser uma marca reconhecível.A história da fundação desta organização é irresistível. É assim: a professora reformada – efundadora da AARP Ethel Percy Andrus – encontra uma ex-colega a viver num galinheiro, porqueaquela não pode pagar o seguro de saúde. A professora enfurece-se e age. A professora reformadacria a American Association of Retired Persons (agora AARP). Os reformados americanos têm umaliado para a vida. Ao longo de mais de meio século, a ética da AARP – dar e servir – tem conduzidotodo o percurso da instituição, e está fortemente interligada ao ADN da AARP.A juntar a isto, a AARP é uma das marcas mas reconhecidas na América. É introduzida nas conversas,quando se fala em envelhecimento na América. Todos os dias, há referências à AARP – populares,políticas, com ironia ou diplomacia – nos media “mainstream”: uma recente amostra, incluída no Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 4

    wall street journal citando a lenda musical

    Wall Street Journal, citando a lenda musical Bob Dylan como a hipotética “Pessoa do Ano” da AARPpor ser um exemplo de quem vê o envelhecimento como uma oportunidade para a inovação e para areinvenção; o Huffington Post citando um relatório da AARP sobre a tendência crescente detrabalhadores com idade superior a 65 anos na América; e o Hollywood Reporter, fazendo um linkpara a AARP The Magazine e a mencionar a proeminência dos “baby boomers” na indústriacinematográfica.A revolução na comunicação da AARP permitiu à organização refrescar esses recursos através dasplataformas, embalando-os novamente, e apresentando-os a uma nova geração de apoiantes, bemcomo a um universo de stakeholders mais amplo. Foi aberto espaço para alavancar aliançasestratégicas, lançar novas parcerias, e atrair investidores sociais interessados na missão. A AARPtornou-se parte da “tribo” sobre a qual Luc Galoppin escreveu nesta publicação – no mercado, naarena da liderança do pensamento, e noutros lugares.Afinal, é tudo uma questão de contar histórias e impactar vidasPode assim, a comunicação digitail contribuir para fazer do mundo um lugar melhor? O imperativodo momento actual é o seguinte: colocar a vossa organização na melhor posição, tecnológica eoperacionalmente para contar boas histórias que se ligam à vida das pessoas e alicia-as a fazerem adiferença.As empresas sociais mais bem-sucedidas são aquelas que contam as histórias mais convincentes. A“One AARP” ajudou a AARP a evoluir como um contador de histórias multiplataformas. Dar àspessoas a estrutura para conectar, contribuir e partilhar aspectos das suas vidas tem permitidoenriquecer a narrativa da organização. Os membros têm-se tornado melhores advogados de defesada AARP, e a AARP tornou-se num defensor melhor dos seus membros.O recente anúncio de serviço público de “caregiving” é um exemplo poderoso de como envolver aspessoas na configuração da narrativa organizacional – as pessoas, neste caso, desesperam por contaras suas histórias de frustração, sendo os caregivers essenciais para os seus entes queridos.Às vezes, a narrativa guina para o não convencional. E isso é bom.Quando os americanos pensam na AARP, um zoom in de uma pista onde estão em curso corridas decarros a 300 quilómetros à hora não seria provavelmente a primeira imagem a vir à mente. Masquando surgiu uma oportunidade de abordar o problema da fome sénior – enquanto se estava adesenvolver o perfil filantrópico da AARP, apelando aos fãs de corridas, atraindo patrocinadores para Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 5 Wall Street Journal, citando a lenda musical Bob Dylan como a hipotética “Pessoa do Ano” da AARPpor ser um exemplo de quem vê o envelhecimento como uma oportunidade para a inovação e para areinvenção; o Huffington Post citando um relatório da AARP sobre a tendência crescente detrabalhadores com idade superior a 65 anos na América; e o Hollywood Reporter, fazendo um linkpara a AARP The Magazine e a mencionar a proeminência dos “baby boomers” na indústriacinematográfica.A revolução na comunicação da AARP permitiu à organização refrescar esses recursos através dasplataformas, embalando-os novamente, e apresentando-os a uma nova geração de apoiantes, bemcomo a um universo de stakeholders mais amplo. Foi aberto espaço para alavancar aliançasestratégicas, lançar novas parcerias, e atrair investidores sociais interessados na missão. A AARPtornou-se parte da “tribo” sobre a qual Luc Galoppin escreveu nesta publicação – no mercado, naarena da liderança do pensamento, e noutros lugares.Afinal, é tudo uma questão de contar histórias e impactar vidasPode assim, a comunicação digitail contribuir para fazer do mundo um lugar melhor? O imperativodo momento actual é o seguinte: colocar a vossa organização na melhor posição, tecnológica eoperacionalmente para contar boas histórias que se ligam à vida das pessoas e alicia-as a fazerem adiferença.As empresas sociais mais bem-sucedidas são aquelas que contam as histórias mais convincentes. A“One AARP” ajudou a AARP a evoluir como um contador de histórias multiplataformas. Dar àspessoas a estrutura para conectar, contribuir e partilhar aspectos das suas vidas tem permitidoenriquecer a narrativa da organização. Os membros têm-se tornado melhores advogados de defesada AARP, e a AARP tornou-se num defensor melhor dos seus membros.O recente anúncio de serviço público de “caregiving” é um exemplo poderoso de como envolver aspessoas na configuração da narrativa organizacional – as pessoas, neste caso, desesperam por contaras suas histórias de frustração, sendo os caregivers essenciais para os seus entes queridos.Às vezes, a narrativa guina para o não convencional. E isso é bom.Quando os americanos pensam na AARP, um zoom in de uma pista onde estão em curso corridas decarros a 300 quilómetros à hora não seria provavelmente a primeira imagem a vir à mente. Masquando surgiu uma oportunidade de abordar o problema da fome sénior – enquanto se estava adesenvolver o perfil filantrópico da AARP, apelando aos fãs de corridas, atraindo patrocinadores para Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 5

    programas locais alusivos ao tema e envolvendo

    programas locais alusivos ao tema e envolvendo Jeff Gordon, uma das estrelas mais visíveis dodesporto –, a AARP não hesitou.A AARP preparou a campanha Drive to End Hunger [Conduza para Acabar com a Fome]. Ao longo doano de 2013, o Chevrolet Drive to End Hunger de Gordon, patrocinado pela AARP, vai competir em22 corridas, para impulsionar a consciencialização acerca da fome. Até ao momento, fomos“arrasados” pelos resultados. O envolvimento das pessoas tem subido em flecha. No final do períodode corridas de 2011, 123.000 pessoas visitaram a nossa tenda interactiva “Drive to End Hunger” nosdias das competições. 32 milhões de pessoas foram impactadas através nas participações através dosmedia sociais. O total de reacções alcançado nos media situa-nos 114 milhões. Foram angariadosmais de 15 milhões de dólares através dos programas contra a fome da Fundação AARP. E perto de 6milhões de refeições foram distribuídas pela Fundação, através de organizações que localmenteoferecem alimentação a pessoas famintas.Hoje, a questão é se a empresa pode capitalizar as comunicações digitais, realizar a sua missão eimpactar vidas. Chame-se a isto o “Efeito Betty WHite”.A AARP é uma organização sem fins lucrativos, não partidária, que conta com mais de 37 milhões demembros, que ajuda pessoas com mais de 50 anos a ter independência, escolha e controlo nos meiosque são benéficos para elas e para a sociedade como um todo.Ler versão original (EN) e completa da Revista EXIT 28ª edição Jan-Dez 2012:http://issuu.com/dianovaportugal/docs/exit_magazine_28_jandec2012_dianova Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 6 programas locais alusivos ao tema e envolvendo Jeff Gordon, uma das estrelas mais visíveis dodesporto –, a AARP não hesitou.A AARP preparou a campanha Drive to End Hunger [Conduza para Acabar com a Fome]. Ao longo doano de 2013, o Chevrolet Drive to End Hunger de Gordon, patrocinado pela AARP, vai competir em22 corridas, para impulsionar a consciencialização acerca da fome. Até ao momento, fomos“arrasados” pelos resultados. O envolvimento das pessoas tem subido em flecha. No final do períodode corridas de 2011, 123.000 pessoas visitaram a nossa tenda interactiva “Drive to End Hunger” nosdias das competições. 32 milhões de pessoas foram impactadas através nas participações através dosmedia sociais. O total de reacções alcançado nos media situa-nos 114 milhões. Foram angariadosmais de 15 milhões de dólares através dos programas contra a fome da Fundação AARP. E perto de 6milhões de refeições foram distribuídas pela Fundação, através de organizações que localmenteoferecem alimentação a pessoas famintas.Hoje, a questão é se a empresa pode capitalizar as comunicações digitais, realizar a sua missão eimpactar vidas. Chame-se a isto o “Efeito Betty WHite”.A AARP é uma organização sem fins lucrativos, não partidária, que conta com mais de 37 milhões demembros, que ajuda pessoas com mais de 50 anos a ter independência, escolha e controlo nos meiosque são benéficos para elas e para a sociedade como um todo.Ler versão original (EN) e completa da Revista EXIT 28ª edição Jan-Dez 2012:http://issuu.com/dianovaportugal/docs/exit_magazine_28_jandec2012_dianova Revista EXIT® 28ª Jan-Dez 2012 “Da inovação ao Investimento Social: aliados de propósito sustentável” 6