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Sugere-se aos alunos da disciplina de Farmacologia:

Sugere-se aos alunos da disciplina de Farmacologia:. 1. Assista as aulas sempre; 2. Faça suas anotações em sala de aula; 3. Participe da sala de aula: Não seja apenas mero ouvinte;

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Presentation Transcript


  1. Sugere-se aos alunos da disciplina de Farmacologia: 1. Assista as aulas sempre; 2. Faça suas anotações em sala de aula; 3. Participe da sala de aula: Não seja apenas mero ouvinte; 4. Complemente/amplie e diversifique o conteúdo discutido em sala de aula realizando seus próprios estudos com os livros e demais fontes bibliográficas recomendadas (Ex.Artigos em revistas especializadas); 5. Observe e organize seu tempo para dedicar-se a estudar, mas também para o lazer e para a convivência com a família e os amigos.

  2. Introdução à Farmacologia UNIOESTE – Curso de Enfermagem – Disciplina de Farmacologia 1ª Aula Teórica – Dia 25/07/2014 Mustafa Hassan Issa

  3. 3 Conceitos FARMACOLOGIA - Do Grego: farmacon (Fármaco) & logos (Estudo) - É o estudo das substâncias químicasque interagem com sistemas vivos por meio de processos bioquímicos. OU - Estudo dos aspectos bioquímicos e fisiológicos dos efeitos dos fármacos, incluindo a absorção, distribuição, metabolismo, eliminação, toxicidade/efeitos adversos, e mecanismos específicos de ação dos fármacos. Desta forma, a Farmacologia é dividida em duas áreas principais: A Farmacocinética e a Farmacodinâmica. - A Farmacologia como disciplina não inclui o estudo da preparação (Farmacotécnica), da prescrição, dispensação e administração dos fármacos.

  4. 4 Conceitos FÁRMACO OU DROGA - Fármaco: Originalmente a palavra significa “aquilo que faz bem” (daí, também, vem o termo “remédio”, ou seja: “aquilo que remedia”); - Droga: Originalmente a palavra significa “aquilo que faz mal”. - Fármaco ou Droga: Qualquer agente químicoque afete processos celulares num ser vivo; - Fármaco ou Droga: Qualquer substância química que administrada no organismo vivo, pode produzir alterações somáticas ou funcionais; - Fármaco ou Droga: Substância de natureza química capaz de modificar funções biológicas (vias bioquímicas/estruturas celulares) com finalidade terapêutica ou não.

  5. 5 Conceitos • Medicamento(do latim:medicamentum): Produto farmacêutico (Oficinal ou Magistral), tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa, contraceptiva ou diagnóstica – Representado por uma Forma Farmacêutica. • Placebo (do latim:placeo= agradar): Medicamento contendo fármaco em concentração pequena, ou mesmo, ausente de um fármaco.

  6. Remédio(do latim:re = novamente; medior = curar): Substância animal, vegetal, mineral ou sintética, procedimento, fé ou crença; - Artifício utilizado com intenção benéfica; - Pode ser um fármaco; - Remédios naturais: Água, sol, dieta, exercícios, massagem. 6 Conceitos

  7. 7 Conceitos • Dose: É a quantidade (medida) de fármaco que deve ser administrada a um indivíduo de cada vez. • Pró-fármaco ou Pró-droga:Substância que originalmente é inativa, mas que adquire atividade farmacológica após ser administrada e metabolizada por um organismo.

  8. 8 Fármaco: Relação a Enfermagem • Ilustrando: Um Fármaco/Droga administrado ao cliente/paciente de forma inapropriada deixa de ser um remédio, ou seja, deixa de ser um instrumento capaz de reestabelecer o equilíbrio orgânico; • Um Fármaco/Droga pode ser um instrumento de reestabelecimento da saúde, sendo assim, faz parte do processo de cuidado/atenção/zelo ao cliente/paciente; • Visto por este ângulo, um Fármaco constitui-se num instrumento de trabalho, ou então, um item a ser conhecido e monitorado pelo Enfermeiro no processo de cuidado ao indivíduo; • Estudo dos fármacos / Pesquisa envolvendo fármacos.

  9. 9 Farmacologia • A Farmacologia é uma ciência que abrange uma gama muito extensa de assuntos relacionados; • Atribuições dos Fármacos: Prevenção, diagnóstico e tratamento das enfermidades humanas. • Na Farmacologia Clínica: Estuda-se a eficácia e a segurança dos fármacos utilizados nos seres humanos; • Na aplicação humana - Uso racional: Terapia X Toxicidade; • Suporte imprescindível para o bom entendimento da Farmacologia Clínica Farmacocinética & Farmacodinâmica.

  10. COMPREENDE OS PROCESSO DE ABSORÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, BIOTRANSFORMAÇÃO/METABOLIZAÇÃO E ELIMINAÇÃO/EXCREÇÃO DO FÁRMACO PELO ORGANISMO 10 Farmacocinética “O que o organismo faz com o fármaco” - Os conhecimentos da farmacocinética de um fármaco (em sua respectiva forma farmacêutica e via de administração) são importantes para o estabelecimento dos esquemas de dose.

  11. COMPREENDE OS EFEITOS BIOQUÍMICOS E FISIOLÓGICOS EXERCIDOS PELOS FÁRMACOS E SEUS MECANISMOS DE AÇÃO 11 Farmacodinâmica “O que o fármaco faz com oorganismo” - Os conhecimentos da farmacodinâmica de um fármaco são importantes para o estabelecimento/previsão do efeito fisiológico/bioquímico que esta substância química produzirá.

  12. 12 Desenvolvimento dos fármacos - Síntese de novas estruturas químicas a partir de(fonte/planejamento): 1) Plantas – Ex. Digitálicos; 2) Tecidos animais – Ex. Heparina/Insulina; 3) Culturas de microrganismos – Ex. Benzilpenicilina; 4)Biotecnologia – Ex. Insulina humana.

  13. 13 Desenvolvimento dos fármacos - Sob outro ponto de vista, um novo fármaco pode ser introduzido para uso clínico por diferentes maneiras: 1) Acaso/ Sínteses com resultados inesperados - Ex. Penicilina / Clordiazepóxido; 2) Triagem Empírica - Ensaio de substâncias químicas para avaliar possível atividade terapêutica - Ex. Ivermectina (antibacteriano / antihelmíntico / antiprotozoário); 3) Extração de fontes naturais (Principalmente plantas) - Ex. Quinina; 4)Modificação Molecular - Síntese a partir de protótipos de estruturas aparentadas - Ex. Cocaína  Benzocaína/Procaína; 5)Planejamento Racional - Fármacos sob medida a partir do conhecimento bioquímico de uma patologia - Ex. Zidovudina.

  14. 14 Desenvolvimento dos fármacos 1)Fase Pré-Clínica: 1.1) Experimentos sobre toxicidade aguda; 1.2) Experimentos sobre toxicidade subaguda; 1.3) Experimentos sobre toxicidade crônica e carcinogênese. 2)Fase Clínica: 2.1) Fase 1; 2.2) Fase 2; 2.3) Fase 3; 2.4) Fase 4.

  15. 15 Desenvolvimento dos fármacos - Fases de desenvolvimento de um fármaco: 1) Fase dos Testes Pré-Clínicos: Observação dos efeitos da nova substância por meio de experimentos bioquímicos, farmacológicos e toxicológicos; - Nesta fase, são utilizados animais para detectar mal-formações, mutações ou carcinogênese. Etapas podem durar de 1 a 6 anos. 1.1)Experimentos sobre toxicidade aguda: - Período curto (dose única) para o estabelecimento da DL 50 (Dose letal que mata 50% dos animais); - Animais = 3 espécies / 1 não-roedor.

  16. 16 Desenvolvimento dos fármacos 1.2)Experimentos sobre toxicidade subaguda: - Período de 3 a 6 meses onde são administradas doses repetidas (14 dias) para se estabelecer as Reações Adversas ao Medicamento (RAM); - Animais de maior porte = Roedor e não-roedor (3 espécies). 1.3)Experimentos sobre toxicidade crônica e carcinogênese/teratogenecidade/mutagênese: - Ensaio de longo prazo (6 meses no mínimo); - Escala de doses crescentes; - Utilizado um número grande de animais (até 500)de maior porte = Roedor e não-roedor (3 espécies).

  17. Farmacologia Clínica 2) Fase dos Testes Clínicos: Avaliação dos novos fármacos em humanos. Envolve: - Estudos de biodisponibilidade e apresentação na forma farmacêutica; - Estudos de toxicologia humana; - Desenvolvimento de estudos farmacocinéticos e farmacodinâmicos; - Desenho e condução dos estudos: Fase 1, Fase 2, Fase 3 e Fase 4 (Total médio: 6 a 8 anos). 17

  18. 18 Desenvolvimento dos fármacos 2.1)Fase 1 (Testes de segurança e faixa de dosagem): - Estudos iniciais de tolerância, utilizando sempre voluntários sadios; - Iniciado com doses abaixo da considerada eficaz até se atingir aquela em que a farmacodinâmica é evidente (Verificar: Dose/Efeito); - Público: 20 a 100 pessoas/1 ano (Há pagamento). 2.2)Fase 2(Testes de eficácia terapêutica): - Avaliação do fármaco contra a patologia-alvo em indivíduos voluntários doentes; - Ao contrário da Fase 1 estes indivíduos não tem garantia do benefício do fármaco; - Público: 100 a 300 pessoas/2 anos.

  19. 19 Desenvolvimento dos fármacos 2.3)Fase 3(Aprimoramento do perfil farmacológico): - Testes finais para licenciamento; - Testes de interação com outros fármacos e alimentos; - Estudos de bioequivalência (alterações na formulação); - Registro do fármaco: Fabricante requer aos órgãos controladores (MS - ANVISA); - Lançamento no mercado com nome comercial; - Público: 1000 a 3000 pessoas/2 a 4 anos. 2.4)Fase 4(Período de revisão e vigilância): - Comparação dos efeitos terapêuticos aos de fármacos semelhantes e já estabelecidos; - Período inicial de comercialização, mas é mantida a observação do comportamento do fármaco (“para sempre”); - Farmacovigilância: Anotação de novas RAM (imprevistas); - Tempo e público indeterminados.

  20. 20 Formas Farmacêuticas - Por motivos práticos, os fármacos não são administrados no seu estado puro ou natural; - Eles são veiculados fazendo parte de uma formulação. - Forma Farmacêutica: Maneira como um fármaco se apresenta para ser empregado/administrado - Componentes: 1) Substância ativa: Fármaco. 2)Veículo: 2.1) Excipentes: Utilizados para dar forma, ou aumentar o volume (é a base da Forma Farmacêutica); 2.2) Intermediário: Confere estabilidade física e homogeneidade a Forma Farmacêutica. 3) Corretivo: 3.1) Edulcorantes: Conferem sabor agradável à preparação; 3.2) Corantes: Conferem cor as formas farmacêuticas.

  21. 21 Formas Farmacêuticas - Vantagens de uma Forma Farmacêutica: 1) Possibilitar a administração de um fármaco em doses exatas; 2) Proteger um fármaco da influência do ácido estomacal (drágeas); 3) Proteger um fármaco da influência do oxigênio e umidade atmosféricas (comprimidos recobertos/ampolas); 4) Mascarar o sabor ou o odor desagradável de um fármaco (cápsulas/drágeas/xaropes);

  22. 5) Apresentar em estado líquido um fármaco insolúvel ou instável nos veículos habituais (suspensões); 6) Apresentar em estado líquido um fármaco solúvel nos veículos habituais (soluções); 7) Permitir a liberação lenta e continuada de um fármaco (comprimidos/cápsulas elaborados para atender esta finalidade); 8) Propiciar ação adequada de um fármaco adminstrado na forma tópica (unguentos/pomadas/pastas/géis/cremes/preparações para uso nasal e otológico); Formas Farmacêuticas 22

  23. 9) Permitr a colocação de um fármaco num orifício/cavidade corporal (supositórios/óvulos); 10) Permitr a colocação de um fármaco diretamente num tecido (injetável); 11) Propiciar a ação de fármaco no trato respiratório (sprays/aerossóis). Formas Farmacêuticas 23

  24. 24 MEDICAMENTOS GENÉRICOS

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  26. 26 Medicamento de Referência - É aquele produzido pelo laboratório inovador (geralmente multinacional); - Este laboratório inovador possui o monopólio comercial por período de tempo determinado (patente); - Servirá como produto de referência para a projeção do medicamento genérico, com o qual será intercambiável; - Vendido com marca comercial (Prozac, Aspirina).

  27. 27 Medicamento Similar - É aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose, para ser administrado na mesma via e na mesma forma farmacêutica do medicamento de referência; - Pode diferir em algumas características: Tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, excipientes, etc., - É um Equivalente Farmacêutico sem necessariamente ser bioequivalente, devido principalmente a diferenças nos excipientes ou no processo da produção (dissolução e/ou biodisponibilidade podem ser diferentes); - Supostamente deveria apresentar a mesma eficácia, mas não é exigido até o presente momento estudos de bioequivalência; - Vendido com marca comercial (Fluoxene, Analgesin).

  28. 28 Medicamento Genérico - É aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose, para ser administrado pela mesma via, na mesma forma farmacêutica de um medicamento de referência, cuja patente já tenha expirado; - No entanto, é comprovadamente Bioequivalente ao medicamento de referência; - Por ser bioequivalente, representa que tem a mesma eficácia que o medicamento de referência (Porque é um Equivalente Farmacêuticocom mesma Biodisponibilidade); - Vendido sem marca comercial, apenas pelo nome do princípio ativo (Cloridrato de Fluoxetina, Ácido Acetilsalicílico).

  29. 29 Biodisponibilidade Porção do fármaco absorvido (após administração) que atinge a circulação sanguínea. Ou seja, é a quantidade de fármaco disponível para produzir efeito farmacológico. Obs:Na comparação entre 2 medicamentos pode haver diferença na velocidade de passagem para a circulação sanguínea.

  30. 30 IMPORTANTE:Medicamentos Genéricos • Por ser bioequivalente, o medicamento genérico é intercambiável com o medicamento de referência (tem as mesmas indicações terapêuticas dos medicamentos de referência); • Deve ser aprovado pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), garantindo que é idêntico ao de referência; • Passa por vários testes de qualidade realizados por laboratórios credenciados pela ANVISA (Brasil: 24 Centros Nacionais Certificados em 8 Estados /Paraná: 1).

  31. 31 Testes realizados para certificar um medicamento genérico Teste de Bioequivalência: 1) Teste de Equivalência Farmacêutica: • Verifica-se se é o mesmo princípio ativo, com mesma dosagem na mesma forma farmacêutica. 2) Teste de Biodisponibilidade: • Verificada a quantidade e a velocidade de absorção de um princípio ativo no organismo.

  32. 32 Equivalência Farmacêutica - São testes in vitro que avaliam: - Teor de princípio ativo; - Características físico-químicas da formulação. Certifica-se que um medicamento apresenta a mesma quantidade (dosagem) de um mesmo fármaco, produzido de acordo com os mesmos padrões para ser administrados por uma mesma via.

  33. 33 Biodisponibilidade - São testes in vivo e in vitro que avaliam: - Perfil de dissolução em meios líquidos (Simulação do organismo vivo - in vitro) - A Biodisponibilidade também é testadaem humanos – (Fase in vivo). Certifica-se que um medicamento apresentará a mesma velocidade e extensão da absorção (ASC) de um fármaco a partir de uma determinada forma farmacêutica.

  34. 34 Biodisponibilidade – Observações realizadas - Concentração do fármaco ativo ou metabólito(s) nos fluidos biológicos em função do tempo; - Excreção do fármaco ativo ou metabólito(s) em função do tempo.

  35. 35 Biodisponibilidade – Parâmetrosparaestabelecimento de Bioequivalência • ASC - Extensão da absorção; • Cmax/Tmax - Pico da absorção.

  36. 8 6 4 2 0 ASC – Área da Superfície sob a Curva (Proporção do fármaco que atinge a circulação sistêmica) Concentração plasmática do fármaco ASC 0-12h Horas 0 3 6 9 12 36 Parâmetros farmacocinéticos - Após administração oral de um medicamento (Biodisponibilidade)

  37. 8 6 4 2 0 Cmax C e tmax – Dependentes da velocidade de biodisponibilidade (Parâmetros para Índice Terapêutico/Tóxico) Concentraçãoplasmática do fármaco tmax Horas 0 3 6 9 12 37 Parâmetros farmacocinéticos - Após administração oral de um medicamento (Biodisponibilidade)

  38. Zoloft (medicamento referência) 30 Sertralina (medicamento genérico) 20 ng/mL 10 0 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 24 48 72 96 Horas 38 Concentração plasmática de Sertralina em função do tempo

  39. 39 Medicamento genérico certificado Se um medicamento passar nos testes de Equivalência Farmacêutica e de Biodisponibilidade, ele é considerado Bioequivalente a um medicamento de referência.

  40. 40 Premissa Básica da Bioequivalência “Se dois medicamentos são bioequivalentes, eles apresentam a mesma eficácia terapêutica, e portanto são intercambiáveis”.

  41. 41 Por que Genéricos??

  42. 42 Por que Genéricos? Resposta: Reduzem os custos!!

  43. 43 Porque os medicamentos genéricos são mais baratos • Porque não houve investimento em tempo e recursos financeiros na pesquisa científica; • Porque não há investimento em divulgação científica para a classe médica; • Consequentemente: Isto pode gerar uma economia de 15%* (em relação ao Medicamento Simlar) a 42%* (em relação ao Medicamento de Referência) no preço do medicamento para o consumidor. *Monteiro et al, 2005 - Avaliação da disponibilidade de medicamentos genéricos em farmácias e drogarias de Maringá (PR) e comparação de seus preços com os de referência e similares.

  44. 44 Medicamento Genérico - Apresenta a mesma eficácia que o medicamento de referência, visto ter sido avaliado através de suaBioequivalência... Além disso... São mais baratos!

  45. 45 Medicamento Genérico Brasil- Profissionais da área da saúde: - Dever de fiscalizar, mas também propagar seu uso junto à população; - Promover o maior alcance ao público. “RESPONSABILIDADE SOCIAL”

  46. 46 Responsabilidade Social UNIOESTE RESOLUÇÃO 264/2004 CEPE PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURSO DE ENFERMAGEM CAMPUS DE FOZ DO IGUAÇU REVISADO EM 16/02/2005

  47. 47 Responsabilidade Social 4. CARACTERIZAÇÃO DO CURSO • Formação generalista, humanista, com responsabilidade social e compromisso na promoção à saúde integral do ser humano e com a educação básica e educação profissional em enfermagem. 5. Objetivos do Curso a) Formar profissionais comprometidos com a sociedade, capazes de compreender as diversidades sociais e assumir o papel que lhes cabe; d) Possibilitar o aprendizado e compreensão da natureza humana e conhecimento das políticas de saúde histórica vigentes no país.

  48. 48 Como reconhecer, na Farmácia, medicamento genérico? • Toda embalagem devem ter o nome do princípio ativo e, logo abaixo, o texto “Medicamento Genérico - Lei n° 9787/99”. • Na embalagem de um medicamento genérico existe uma tarja amarela, com a letra “G” em destaque e a frase “Medicamento Genérico”.

  49. 49 A Farmácia pode substituir medicamento de referência por um genérico? • Sim, pode. • De acordo com o Ministério da Saúde, o medicamento genérico é o único que pode substituir o medicamento de referência receitado pelo médico, graças aos testes de qualidade exigidos pela ANVISA; • Importante: A substituição deve ser feita, obrigatoriamente, pelo farmacêutico e não por balconistas, ou outros indivíduos de nível técnico.

  50. 50 Outras informações relevantes • Para receitar medicamento genéricos, o médico deve prescrever através do nome do princípio ativo, ou seja, pelo nome genérico; • Caso o médico ou outro prescritor, receite um medicamento de referência e não quer que seja substituído, deve escrever na receita, de próprio punho “não autorizo a substituição; • Já existem medicamentos genéricos para as principais patologias.

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