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8 congresso brasileiro de bio tica
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8º. Congresso Brasileiro de Bioética. Ciência como tecnociência : o lugar da ética Búzios,24 de Setembro de 2009. Três modelos éticos. Ética da convicção Ética do poder Ética da responsabilidade. Características fundamentais.

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8º. Congresso Brasileiro de Bioética

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8 congresso brasileiro de bio tica

8. Congresso Brasileiro de Biotica

  • Cincia como tecnocincia:

  • o lugar da tica

  • Bzios,24 de Setembro de 2009


8 congresso brasileiro de bio tica

Trs modelos ticos

  • tica da convico

  • tica do poder

  • tica da responsabilidade


Caracter sticas fundamentais

Caractersticas fundamentais

  • tica da convico : princpios tm prevalncia sobre os fatos;reino dos absolutos morais

  • tica do poder : converso dos meios em fins em si mesmos;reino das contingncias e da heteronomia

  • tica da responsabilidade : equilbrio entre teleologia e deontologia;reino da prudncia e da deliberao


Tica da convic o

tica da convico

  • O primeiro dado de carter biolgico observvel no desenvolvimento de um indivduo a penetrao de um espermatozide no citoplasma do vulo.Assim,para os fins de nossa reflexo,consideraremos a morte de um embrio como referindo-se queles casos em que o processo vital interrompido depois dessa fase de fertilizao,quando se d o fim de uma vida humana j comeada.

  • Laffite,J. In Identidade e Estatuto do embrio humanoAtas da 3.Assemblia da Pontifcia Academia para a Vida,Edusc,2007


Tica do poder

tica do poder

  • Chegamos assim questo de saber se melhor ser amado ou temido.A resposta que preciso ser ao mesmo tempo amado e temido,mas como isso difcil, muito mais seguro ser temido,se for preciso escolher.

  • Maquiavel,N. O Prncipe e dez cartas,cap.XVII


Rela o m dico paciente

Relao mdico-paciente

  • Os doentes devem,no que concerne ao cuidado das suas enfermidades,obedecer aos cirurgies;no devem opor-se s suas operaes ou aos seus conselhos,pois isto desagrada aos cirurgies e torna-os indiferentes e a operao torna-se mais perigosa.

  • Mondeville,H. Chirurgie(1260/1320)


Tica da responsabilidade

Responsabilidade moral consiste em querer e poder responder pelas consequncias das decises que se toma.

Weber ,M. A tica protestante e o esprito do capitalismo

tica da responsabilidade


Tica e tecnoci ncia

Cincia e tecnologia deram razo um poder desmedido,mas fizeram isso numa condio de profundo vazio tico

Jonas,H. Princpio Responsabilidade

TICA E TECNOCINCIA


Equil brio respons vel

Tanto a recusa obscurantista quanto a glorificao imprudente da tecnocincia podem ter conseqncias nefastas para a qualidade de vida das futuras geraes.

Hottois,G Veritobjective,puissanceetsolidarit:une thiquepourlgetecnhos-cientifique

equilbrio responsvel


8 congresso brasileiro de bio tica

A vida no d nem empresta;

no se comove,nem se apieda,

tudo quanto ela faz

retribuir e transferir

tudo aquilo que ns

lhe oferecemos.

Einstein,A.

Escritos da maturidade


8 congresso brasileiro de bio tica

Cincia como tecnocincia : o lugar da tica

  • Interao: cincia, tcnica e poder

  • Projeto Manhattan( Oppenheimer ,R.)

  • Divrcio: subjetividade humana e objetividade cientfica.

  • Ecologia da ao ( Morin,E. )

  • Dilogo homem-natureza ( Prigogine,I. )


Neutralidade da ci ncia

Neutralidade da cincia?

  • legtimo legislar sobre pesquisa cientfica?

  • (...)a cincia ,em todos os sentidos,um processo social(...)Fazer cincia ser um ator social(...)A negao da interpenetrao de cincia e sociedade ,em si, um ato poltico.

  • Lewontin,L. The dialectical biologist


Controle social da ci ncia

Cincia no o valor maior ao qual todos os outros devam se subordinar.A cincia deve estar inserida em uma ordem de valores sociais.

Beecher,H. Depoimento Comisso de Sade do Congresso norte-americano(1968)

CONTROLE SOCIAL DA CINCIA


Preceito cartesiano para estabelecer o conhecimento cient fico

Preceito cartesiano para estabelecer o conhecimento cientfico

  • Dividir cada problema em tantos problemas particulares como convenha para resolv-los melhor.

  • Descartes,R. (1596-1650) Discurso do Mtodo


Tecnoci ncia e medicina

Tecnocincia e medicina

  • O complementar que torna-se essencial

  • Desprezo pelas variveis biogrficas

  • Equipamento substituindo o raciocnio

  • Medicina defensiva


Procedimentos desproporcionais

Procedimentos desproporcionais

  • Futilidade teraputica ( Distansia)

  • Exames pr operatrios ( Jama, 1985; 253:3576-81)

  • Estudos endoscpicos (Ann Inter Med 1988; 109: 664-670)

  • Indicaes de cateterismo cardaco( B. Lown- A arte perdida de curar)


8 congresso brasileiro de bio tica

Nunca se faz o mal to plenamente e com tanta satisfao como quando feito com convico

Pascal,B. (1623-1662) Pensamentos

Como bem fazer o mal( propsito da distansia )


8 congresso brasileiro de bio tica

Busca-se o mdico com quem

nos sentimos a vontade

quando descrevemos

nossas queixas,

sem sermos submetidos

por causa disso

a numerosos procedimentos.

Acima de tudo,[busca-se]

um semelhante,um ser humano

cuja preocupao

pelo paciente avivada

pela alegria de servir.

Lown,B.A arte perdida

de curar


Aplica o respons vel da tecnologia

Um dilema que deve ser encarado pela tica mdica na atualidade de quando noaplicar toda tecnologia disponvel.

Potter ,VR.Humilitywithresponsibility,a bioethic for oncologist.

Aplicao responsvel da tecnologia


8 congresso brasileiro de bio tica

As trs perguntas

Kantianas:

1.O que devo fazer?

2.O que me lcito

esperar de minhas aes?

3.O que o homem?


Poder e convic o

No h nada de errado com a idia de uma seleo de caractersticas mais ou menos desejveis nos bebs por parte dos pais.

Watson,J. Conferncia Mundial de Cincias da Vida,Lyon,2003

poder e convico


Prometeu desacorrentado

Prometeudesacorrentado

  • A velocidade com que se passadapesquisapurapara a aplicada,hoje,toaltaque a permanncia,mesmoqueporbrevetempo,deerrosoufraudes,podeprovocarcatstrofes.

  • Berlinguer ,G. Questes de vida: tica,cincia e sade


8 congresso brasileiro de bio tica

O lugar da tica na tecnocincia

  • Caso Jaycee

  • Reproduo humana assistida

  • Meritrocacia

  • Herrnstein,R. Murray,C.The bell curve:intelligence and class structure in American Life


Tecnoci ncia e responsabilidade

Tecnocincia e Responsabilidade

  • O bem do nascituro deve ser considerado o critrio central de referncia para avaliao das diversas opinies relativas procriao[artificial]. princpio fundamental que o nascimento de um ser humano seja fruto de uma responsabilidade explicitamente assumida com relevncia jurdica por quem apela para a reproduo assistida

  • Comit Nacional para Biotica da Itlia(1995)


8 congresso brasileiro de bio tica

BMJ

British Medical Journal

Conflito de interesses

BMJ May,05,2003


8 congresso brasileiro de bio tica

TCLE : Como consentir sem entender?Seriam necessrios 11 ou mais anos de estudo para compreenso dos textos e apenas 16,6% da populao estudada dispunha de tal formao. Goldim,JR-O processo de consentimento informado livre e esclarecido em pesquisa:uma nova abordagem,RAMB,2003;49(4):372-4 Durante 2006 e 2007,25 estudos foram conduzidos e aproximadamente 137 pacientes foram includos,sendo que 54,5% tinha apenas oito anos de escolaridadeMiranda,VC-Como consentir sem entender?RAMB,2009;55(3):328-34


Publica o cient fica e seus vi ses

Publicaocientfica e seusvises


Por qu os vi ses de publica o s o importantes

Por qu os vises de publicao so importantes?

  • Confiamos na literatura cientfica publicada para representar a natureza verdadeira do conhecimento (medicina baseada em evidncias)

  • As revises sistemticas, frequentemente, influenciam a poltica de sade e dependem da literatura publicada


8 congresso brasileiro de bio tica

Como tornar mais transparentes e acessveis os estudos realizados?

International Clinical Trial Registration Plataform

Plataforma Brasil :Sistema CEP/CONEP

Projeto de Registro Global OMS (2005)


8 congresso brasileiro de bio tica

A investigao mdica

nos levar,

sem dvida,a

solues extraordinrias,

to custosas,porm,

que ocasionaro

tremendas

dvidas sociais.

Montagnier,L.,1990


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