Sub fundo aeeseig vc 1999 2001
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Sub-fundo AEESEIG – VC 1999-2001. Fase 1 - Receção e Produção e Avaliação, Seleção e Eliminação. Grupo n.º 2: Ana Ferreira, 9090011 Ana Sofia Amaro, 9090479 Bruna Almeida, 9090013 Patrícia Soares, 9090030. Orientadores: Dr.ª Milena Carvalho e Eng.º Lino Oliveira

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Sub-fundo AEESEIG – VC 1999-2001

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Presentation Transcript


Sub-fundo AEESEIG VC 1999-2001

Fase 1 - Receo e Produo e Avaliao, Seleo e Eliminao

Grupo n. 2:

  • AnaFerreira, 9090011

  • Ana Sofia Amaro, 9090479

  • Bruna Almeida, 9090013

  • Patrcia Soares, 9090030

Orientadores:Dr. Milena Carvalho e Eng. Lino Oliveira

Unidade Curricular:Projeto de Arquivo


Introduo

I Parte - As fases de gesto da informao: Receo e Produo - Circulao e Incorporao

1. Caracterizao do Organismo

1.1 Percurso histrico da Escola Superior Estudos Industriais e de Gesto

1.2 Percurso Histrico da Associao de Estudantes da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gesto

2. Caracterizao do Sistema de Arquivo

2.1 Fundo da Associao de Estudantes da ESEIG

2.2 Sub-fundo da Associao de Estudantes de Vila do Conde (1999-2001)

2.3 Organograma da Associao de Estudantes da ESEIG -VC (1999 2001)

3. Identificao de recursos

4. Definio de um programa de interveno

5. Recolha, anlise e Levantamento da produo documental

5.1 Fluxo Informacional

5.2 Recolha, Anlise e Levantamento da Produo Documental

6. Reformulao/ Elaborao do plano de classificao

6.1 Caracterizao das funes meio e funes fim

6.2 Critrios para a constituio de sries e sub-sries

7.Elaborao do Plano de Classificao

7.1 Classificao

7.2 Plano de Classificao do sub-fundo da AEESEIG-VC 1999-2001

II Parte - As fases de gesto da informao: Avaliao, Seleo e Eliminao

8. Diagnstico e Anlise de necessidades

9. Estudo do Contexto de Produo Documental

9.1 Definio de Critrios de Avaliao

9.2 Definio de Critrios de Amostragem

10. Tabela de Seleo

Concluso

Bibliografia


I Parte - As fases de gesto da informao: Receo e Produo - Circulao e Incorporao (1/2)

  • A receo de documentos consiste em reunir documentos e incorpor-los num arquivo seguindo o princpio da sua provenincia.

  • A produo de documentos , precisamente, os documentos que so produzidos pela instituio, resultantes das atividades executadas por essa mesma instituio. A produo documental da AEESEIG resulta das atividades executadas pela entidade.

  • Quanto, circulao dos documentos pode-se dizer que esta relacionada com o ciclo de vida dos documentos e ao valor que os mesmos tm para a instituio.


I Parte - As fases de gesto da informao: Receo e Produo - Circulao e Incorporao (2/2)

  • Este ciclo marcado por trs fases :

  • Relativamente, incorporao de documentos de referir que existem duas formas de incorporar documentos nos arquivos, designadamente atravs da incorporao ordinria e incorporao extraordinria.

  • A AEESEIG de incorporao extraordinria, pois no tem definido nenhum prazo na incorporao de fundos no arquivo.


1. Caracterizao do Organismo (1/3 )

1.1 Percurso histrico da Escola Superior Estudos Industriais e de Gesto (ESEIG)

  • A ESEIG foi criada pelo Decreto-Lei de 4 de Janeiro de 1990.

  • Est integrada no Instituto Politcnico do Porto (IPP).

  • Tem como misso criar, transmitir e difundir conhecimento, cultura, cincia e tecnologia, mediante a articulao de uma formao diferenciada e de qualidade.

  • Em 1990 possua apenas uma Licenciatura, atualmente contm 8 Licenciaturas, 2 Mestrados, 4 Ps-Graduaes e 1 Curso Snior.


1. Caracterizao do Organismo (2/3 )

1.2 Percurso Histrico da AEESEIG

  • Esta instituio encontrava-se dividida em dois ncleos independentes:

  • Os estatutos para estas Associaes saram em Dirio da Repblica em anos diferentes. AEESEIG VC obteve os seus primeiros estatutos em 1991.

  • AEESEIG PV s adquiriu os seus primeiros estatutos em 1993.


1. Caracterizao do Organismo (3/3)

  • Estas Associaes mantiveram-se sempre autnomas e independentes at ao ano 2001. Mas, desse mesmo ano, com a abertura das novas instalaes da ESEIG estas Associaes juntaram-se, formando um nico ncleo.

  • Ainda nesse mesmo ano, realizaram-se as primeiras eleies para a Associao de Estudantes da ESEIG atual.

  • No incio de 2002, a ESEIG possua ento apenas uma Associao de Estudantes, sendo que os estatutos para esta nova Associao s saram em Dirio da Repblica em 2003.


2. Caracterizao do Sistema de Arquivo (1/3 )

2.1 Fundo da Associao de Estudantes da ESEIG

  • Constitudo por um total de 55 capas e mais de 7 botas.

  • O fundo documental da Associao de Estudantes da ESEIG encontra-se dividido em quatro sub-fundos:

  • O arquivo onde se encontra este fundo considerado um arquivo definitivo. O sistema deste arquivo centralizado.


2. Caracterizao do Sistema de Arquivo (2/3 )

2.2 Sub-fundo da Associao de Estudantes de Vila do Conde (1999-2001)

  • O sub-fundo da Associao de Estudantes de Vila de Conde 1999 2001 faz parte do arquivo definitivo da AEESEIG, visto que a documentao que o constitui j no possui valor primrio, possuindo apenas valor secundrio.

  • Este sub-fundo no possui nenhum plano de classificao nem tabela de seleo.


  • 2. Caracterizao do Sistema de Arquivo (3/3 )

    2.3 Organograma da Associao de Estudantes da ESEIG -VC (1999 2001)

  • Figura 1 Organograma da Associao de Estudantes da ESEIG-VC (1999-2001).

  • A criao deste organograma teve por base a consulta de regulamentos, estatutos, atas e diplomas legais referentes a AEESEIG-VC.


3. Identificao de recursos


4. Definio de um programa de interveno

  • Aps anlise do sub-fundo ESEIG-VC 1999 2001 pertencente Associao de Estudantes da ESEIG, verificamos que tanto as pastas como os documentos contidos nelas encontram-se em bom estado, no entanto, deparamos nos com alguns constrangimentos, tais como: documentos dobrados, agrafose clipes nos documentos.

  • A documentao encontra-se num armrio situado na sala 204 do pavilho B da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gesto. Essa sala no possui as condies mais adequadas para a documentao, pois no existe qualquer tipo de controlo da temperatura nem da humidade o que poder danificar os documentos.

  • Era importante que se criasse um espao com as condies necessrias para se realizar o tratamento da documentao quando este fosse preciso.


5. Recolha, anlise e Levantamento da produo documental (1/2)

5.1 Fluxo Informacional (Circuito dos Documentos)

  • A correspondncia destinada a AEESEIG recebida na Escola Superior de Estudos Industriais e de Gesto, sendo posteriormente reencaminhada para a secretria da AEESEIG. Quando a documentao chega a secretria da AEESEIG distribuda pelos departamentos correspondentes.

  • Todos os departamentos da AEESEIG produzem documentao e so supervisionados e coordenados pela Direo.


5. Recolha, anlise e Levantamento da produo documental (2/2)

5.2 Recolha, Anlise e Levantamento da Produo Documental

  • Nesta fase utilizada uma folha de recolha de dados, sob a forma de uma tabela (tabela de recenseamento) feita no Microsoft Office Access.

  • Para a elaborao desta tabela apoiamos nos na Norma ISAD(G) (Norma Geral Internacional de Descrio Arquivstica)

  • Inicialmente foram recenseadas as pastas e posteriormente documento a documento.


6. Reformulao/ Elaborao do plano de classificao (1/3)

6.1 Caracterizao das funes meio e funes fim

  • As funes meio so as funes decorrentes de trs grandes reas: contabilidade, recursos humanos e patrimnio. Quanto ao sub-fundo da Associao de Estudantes ESEIG-VC 1999 - 2001, pode-se afirmar que possui documentao referente as funes meio (ex. contabilidade/tesouraria).

  • As funes fins so todas as funes desempenhadas na instituio e que tm como propsito concluir determinados objetivos. No caso do sub-fundo da Associao de Estudantes ESEIG-VC 1999 2001, possui os seguintes departamento: cultural e tradies acadmicas; desportivo; pedaggico; editorial; relaes pblicas; relaes externas, sadas profissionais.

  • Para a elaborao de um plano de classificao necessrio ter noes sobre as unidades arquivsticas.


6. Reformulao/ Elaborao do plano de classificao (2/3)

6.2 Critrios para a constituio de sries e sub-sries

  • Pode-se constituir sries de acordo ento com a sua tramitao, tipologia documental, atividade e rea temtica.

  • Numa srie pode existir vrios documentos com valores provatrios diferentes, por isso deve-se analisar documento a documento, para que se possa decidir quais os documentos a destruir e quais os documentos a conservar.


6. Reformulao/ Elaborao do plano de classificao (3/3)

  • A escolha dos critrios de uma srie deve ser realizada segundo as seguintes funes:

  • Deve-se evitar criar sub-sries, pois torna difcil a recuperao de informao, os cdigos atribudos podem ser longos e de difcil memorizao.

  • Relativamente ao sub-fundo da AEESEIG-VC 1999-2001, os critrios de classificao que optamos para a constituio das sries e sub-sries foram: tramitao, tipologias documentais e atividade.


7. Elaborao do Plano de Classificao (1/12)

7.1 Classificao

  • Sequncia de operaes tcnicas que visam agrupar os documentos de arquivo;


7. Elaborao do Plano de Classificao (2/12 )

  • Instrumento de gesto de documentos de arquivo.

  • O plano de classificao desenvolve-se nos seguintes nveis: seo; sub-seo; e sries documentais.

  • Caractersticas:


7. Elaborao do Plano de Classificao (3/12 )

Permite


7. Elaborao do Plano de Classificao (4/12 )

  • Segundo T. R. Schellenberg, existem 3 elementos a considerar na classificao dos documentos, nomeadamente, as aes a que estes se referem, a estrutura orgnica da dependncia que os produzem e os assuntos ou matrias.

  • Quanto escolha do sistema de classificao necessrio ter em conta:

    • Estabilidade;

    • Objetividade;

    • Sustentvel num critrio que surja da prpria natureza dos documentos e do processo administrativo do qual so provenientes.


7. Elaborao do Plano de Classificao (5/12 )

Comparao


7. Elaborao do Plano de Classificao (6/12 )

Escolha:

Plano Orgnico-Funcional

  • A estrutura orgnica e a funo servio/uso so duas variveis que configuram um sistema de informao e, por isso mesmo, conseguir identific-las dar um passo decisivo na conquista pela melhoria de um sistema.

    Estrutura geral:

  • DP Departamento Pedaggico

  • DSP Departamento Sadas Profissionais

  • DRE Departamento de Relaes Externas

  • DRP Departamento de Relaes Pblicas

  • RGA - Reunio Geral de Alunos

  • D Direo

  • DCOM Departamento Comercial

  • CF Conselho Fiscal

  • DD Departamento Desportivo

  • DCUL Departamento Cultural

  • DE Departamento Editorial


7. Elaborao do Plano de Classificao (7/12 )

7.2 Plano de Classificao do sub-fundo da AEESEIG-VC 1999-2001

D Direo

Cabe direo representar a associao de estudantes e os alunos. Deve tambm gerir, dar apoio, coordenar, e incentivar o trabalho entre os diversos departamentos. Tem como principal objetivo defender os interesses de todos os alunos;

D0 Correspondncia

D0.0 Correspondncia enviada

D0.1 Correspondncia recebida

D1 Contas

D2 Despachos

D3 Regulamentos

D4 Decretos lei

D5 Informaes

D6 Processos de atividades


7. Elaborao do Plano de Classificao (8/12 )

7.2 Plano de Classificao do sub-fundo da AEESEIG-VC 1999-2001

DCOM Departamento Comercial

Divulgao da ESEIG;

DCOM0 - Informaes

DRP Departamento de Relaes Pblicas

Departamento responsvel pela angariao de recursos financeiros para a realizao de atividades;

DRP0 Informaes

CF Conselho Fiscal

Gesto de Contabilidade;

CF0 Correspondncia

CF0.0 Correspondncia recebida


7. Elaborao do Plano de Classificao (9/12 )

7.2 Plano de Classificao do sub-fundo da AEESEIG-VC 1999-2001

DD Departamento Desportivo

Tem como principal responsabilidade, a organizao dos mais diversos torneios, de forma a promover a prtica desportiva;

DD0 Correspondncia

DD0.0 Correspondncia recebida

DD1 Processos de Atividades

DD1.0 Inscries

DD1.1 Formao de equipas

DD2 Informaes

DSP Departamento de Sadas Profissionais

Tem como principal funo dar resposta s necessidades dos alunos; nomeadamente na procura de trabalho;

DSP0 Informaes


7. Elaborao do Plano de Classificao (10/12 )

7.2 Plano de Classificao do sub-fundo da AEESEIG-VC 1999-2001

DCUL Departamento Cultural

O principal objetivo deste departamento a preservao e o estmulo do academismo inerente vida estudantil, atravs da promoo de atividades culturais;

DCUL0 - Correspondncia

DCUL0.0 Correspondncia enviada

DCUL0.1 Correspondncia recebida

DCUL1 Informaes

DCUL2 Tradies acadmicas

DCUL3 Processos de atividades

DE Departamento Editorial

Responsvel pela promoo de eventos;

DE0 - Informaes


7. Elaborao do Plano de Classificao (11/12 )

7.2 Plano de Classificao do sub-fundo da AEESEIG-VC 1999-2001

DP Departamento Pedaggico

Responsvel por prestar orientao aos alunos;

DP0 Correspondncia

DP0.0 Correspondncia recebida

DP1 Informaes

DP2 Processos de atividades

DRE Departamento de Relaes Externas

Tem como misso principal a representao, desta associao de estudantes, perante a FNAEESP (Federao Nacional de Associaes de Estudantes do Ensino Superior Politcnico) e da FAP (Federao Acadmica do Porto);

DRE0 Correspondncia

DRE0.0 Correspondncia recebida


7. Elaborao do Plano de Classificao (12/12 )

7.2 Plano de Classificao do sub-fundo da AEESEIG-VC 1999-2001

RGA - Reunio Geral de Alunos

Tem como funo dar apoio direo.

RGA0 - Correspondncia

RGA0.0 Correspondncia enviada

RGA0.1 Correspondncia recebida

RGA1 Informaes


II Parte - As fases de gesto da informao: Avaliao, Seleo e Eliminao

8. Diagnstico e Anlise de necessidades

  • Para se proceder avaliao de documentao acumulada num arquivo, necessrio obrigatoriamente, existir um conhecimento prvio do universo que se ir avaliar, de modo a se saber quais os problemas existentes e que solues se devem implementar.

  • Deve-se realizar primeiro um diagnstico da situao, de modo a se verificar o estado em que se encontra a documentao.

  • Para que se possa cumprir estes objetivos, devem-se ponderar os aspetos relativos ao:

  • reconhecimento da situao institucional do organismo;

  • identificao das condies fsicas de instalao e acondicionamento;

  • caracterizao do conjunto documental objeto de avaliao;

  • identificao dos recursos necessrios ao desenvolvimento do processo.


9. Estudo do Contexto de Produo Documental (1/7 )

  • A finalidade do estudo do contexto de produo documental a recolha e anlise de elementos de informao, que possibilitem a realizao do enquadramento orgnico, funcional e legal do universo que ser avaliado.

  • imprescindvel realizar a recolha e anlise de documentao relativa a:

  • leis orgnicas/estatutos, e outros diplomas legais que regem as atividades, funes, aes e procedimentos da entidade produtora;

  • organogramas, regulamentos, planos e relatrios de atividades relativos ao organismo;

  • instrumentos de gesto, de descrio e de pesquisa documental de arquivo, que mostrem quais os procedimentos documentais praticados, quais as sries produzidas;

  • processos de avaliao anteriormente promovidos pelo organismo; documentao sobre o sistema intermedirio que gerou documentos eletrnicos em avaliao;

  • informaes de funcionrios envolvidos tcnica e/ou administrativamente na produo dos documentos em avaliao.


9. Estudo do Contexto de Produo Documental (2/7 )

9.1 Definio de Critrios de Avaliao

  • Os critrios de avaliao referentes identificao do valor primrio dos documentos, em relao determinao dos prazos de conservao nas fases ativa e semi-ativa, so estabelecidos pelo organismo produtor.

  • Os critrios de avaliao que dizem respeito identificao do valor secundrio e relativos determinao do destino final, so estabelecidos pelo rgo nacional de gesto de arquivos - IAN/TT.

  • So considerados como documentos que contm valor secundrio, os documentos que :


9. Estudo do Contexto de Produo Documental (3/7 )


9. Estudo do Contexto de Produo Documental (4/7 )

  • Relativamente aos critrios de atribuio do valor secundrio em situaes de duplicao do contedo informativo, referentes s sries ou sub-sries documentais de um organismo, em que se verifique a duplicao do contedo informativo, ser atribuda preferncia s que:

  • contenham exemplares principais;

  • se constituam em rgos ou servios de nvel superior;

  • se apresentem como documentos sntese.

  • Quando existe duplicao do contedo informativo de sries e sub-sries documentais de diferentes organismos da Administrao Pblica sero mais valorizadas as que:

  • sejam constitudas em organismos respeitantes ao cumprimento de funes-fim;

  • sejam constitudas em organismos que renam informao, recolhida de mltiplas provenincias;

  • sejam constitudas em organismos de nvel hierrquico superior.


9. Estudo do Contexto de Produo Documental (5/7 )

  • Em relao s sries e sub-sries documentais que tenham interesse informativo, mas que a informao tenha sido publicada, concede-se a eliminao dos originais apenas se:

  • tiverem sido cumpridos os prazos de conservao em fase ativa e semi-ativa;

  • tenha sido atribudo publicao um nmero de depsito legal;

  • seja conservado no arquivo definitivo pelo menos um exemplar.


9. Estudo do Contexto de Produo Documental (6/7 )

9.2 Definio de Critrios de Amostragem

  • A amostragem a seleo de um fragmento de um universo, que representativa desse mesmo universo, para efeito de avaliao ou de conservao permanente.

  • Os mtodos de amostragem normalmente reconhecidos so a amostragem exemplar, amostragem seletiva, amostragem sistemtica e amostragem aleatria.

  • A amostragem exemplar pretende conservar um ou mais espcimes da srie que em alternativa seria totalmente eliminada, com o objetivo de ilustrar uma determinada prtica administrativa datada.

  • A amostragem seletiva um mtodo subjetivo que envolve uma seleo qualitativa, conservando-se lbuns exemplares da srie, no de modo a ilustrar uma funo, mas porque existe valor a nvel de investigao.


9. Estudo do Contexto de Produo Documental (7/7 )

  • A amostragem aleatria, no envolve a seleo de documentos ao acaso, mas exige que todos os documentos tenham probabilidades iguais de serem selecionados.

  • A amostragem sistemtica originada da elaborao de uma determinada pauta de seleo fundada em qualquer caracterstica material do documento.

  • A amostragem sistemtica divide-se em vrias vertentes como a:


10. Tabela de Seleo (1/6)

Para a fase de avaliao de documentos de arquivo necessrio uma equipa de avaliao.

A metodologia de trabalho a implementar deve ter em considerao os recursos disponveis e as caractersticas dos documentos a avaliar.

Qualquer deciso sobre prazos de conservao ou destino final deve ser tomada depois de existir um conhecimento efetivo de cada unidade em avaliao.

Para se registar o resultado da avaliao utiliza-se uma tabela de seleo.


10. Tabela de Seleo (2/6)


10. Tabela de Seleo (3/6)

  • Como base para a elaborao da tabela de seleo, foi consultada a Portaria n. 12/2008.

  • Revela-se a mais indicada visto que a Escola Superior de Estudos Industriais e de Gesto pertence ao Instituto Politcnico do Porto.


10. Tabela de Seleo (4/6)


10. Tabela de Seleo (5/6)

  • Prazos de Conservao


10. Tabela de Seleo (6/6)

  • Eliminao

ELIMINAO - quando a srie ou sub-srie no possui valor secundrio ou quando a informao foi j publicada ou recupervel noutros documentos de conservao permanente.

Findado o prazo de conservao os documentos podem ser eliminados ou transferidos para um arquivo histrico/definitivo.


Concluso

  • Este trabalho consistiu em analisar e organizar o sub-fundo da Associao de Estudantes da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gesto compreendido entre os anos de 1999 a 2001.

  • A incorporao de documentos num arquivo resulta de uma receo e produo de documentos de um organismo. Aps a receo ou produo de documentos fundamental que se realize um recenseamento de toda a documentao acumulada.

  • Ao efetuar-se um diagnstico e anlise de necessidades necessrio primeiro fazer uma caracterizao do organismo, caracterizao do sistema de arquivo, identificar os recursos existentes e ainda identificar um programa de interveno. Tambm crucial compreender qual o tipo de informao a tratar.

  • Ao descrever o fluxo informacional verificamos que a correspondncia destinada a AEESEIG recebida na Escola Superior de Estudos Industriais e de Gesto, sendo posteriormente reencaminhada para a secretria da AEESEIG. Quando a documentao chega a secretria da AEESEIG distribuda pelos departamentos correspondentes.


Concluso

  • Para efetuar a recolha, anlise e levantamento documental foi feito um recenseamento das pastas e depois documento a documento, sendo este processo moroso. O recenseamento foi feito no Microsoft Office Access, sendo a informao contida nele uma fonte importante para a elaborao do plano de classificao.

  • Ao elaborar-se um plano de classificao necessrio saber quais so as funes meio de uma instituio e quais so as suas funes fim.

  • Depois de atribudo o valor primrio e secundrio dos documentos, define-se o destino final dos mesmos elaborando uma tabela de seleo para proceder-se sua eliminao ou conservao.

  • Por ltimo, de salientar que os instrumentos de acesso para uma instituio so importantes porque facilitam a pesquisa e o acesso documentao.


Bibliografia

  • ALVES, Ivone [et al.] Dicionrio de terminologia arquivstica. Lisboa: Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro, 1993. ISBN 972-565-146-4.

  • CARVALHO, Milena; OLIVEIRA, Lino - Enquadramento da AEESEIG [Em linha]. [Consult. 28 Mar. 2012]. Disponvel em WWW: <URL: http://www.eseig.ipp.pt/moodle/pluginfile.php/10207/mod_resource/content/1/PA_CaracterizacaoAEESEIG.pdf>.

  • CRUZ MUNDET, Jos Ramon Manual de archivstica. 4 ed. Madrid: Fundacin German Snchez Ruiprez, 2001.

  • DAMGD Manual de utilizao do Plano de Classificao: Plano de Classificao do arquivo corrente [Em linha]. [Consult. 23 Abr. 2012]. Disponvel em WWW: <URL: http://www.cm-sesimbra.pt/NR/rdonlyres/3C94208A-8C32-46FB-A31F-677D68B6F63A/32121/MANUALPLANODECLASSIFICA%C3%87%C3%83Ov1.pdf>.

  • Dicionrio da Lngua Portuguesa com Acordo Ortogrfico: organograma [Em linha]. [Consult. 25 Abr. 2012]. Disponvel em WWW: <URL: http://www.infopedia.pt/pesquisa-global/organograma>.

  • ESCOLA SUPERIOR DE ESTUDOS INDUSTRIAIS E DE GESTO - Estatutos da ESEIG[Em linha]. [Consult. 28 Mar. 2012]. Disponvel em WWW: <URL:http://www.eseig.ipp.pt/eseig/index.php/pt/eseig/estatutos>.

  • ESCOLA SUPERIOR DE ESTUDOS INDUSTRIAIS E DE GESTO - Misso [Em linha]. [Consult. 28 Mar. 2012]. Disponvel em WWW: <URL: http://www.eseig.ipp.pt/eseig/index.php/pt/eseig/missao>.

  • ESCOLA SUPERIOR DE ESTUDOS INDUSTRIAIS E DE GESTO Organograma [Em linha]. [Consult. 28 Mar. 2012]. Disponvel em WWW: <URL: http://www.eseig.ipp.pt/eseig/index.php/pt/eseig/organograma>.


Bibliografia

  • ESCOLA SUPERIOR DE ESTUDOS INDUSTRAIS E DE GESTO - S.O.S. Aluno: Guia do Estudante.

  • FERNANDES, Daniela Teixeira - Pedra a Pedra: estudo sistmico de um arquivo empresarial. Lisboa: Gabinete de Estudos a&b. 2004. ISBN972-98827-2-x.

  • ISAD (G) Norma geral internacional de descrio arquivstica. Adaptada pelo Comit de Normas de Descrio, Estocolmo: Sucia, 19-22 de Setembro de 1999. Segunda Edio. Lisboa: IAN/TT, 2002.

  • Marques, Joaquim O Arquivo segundo a sua classificao [Em linha]. [Consultado em 27 de Abril de 2012]. Disponvel em WWW: <URL: http://ameliamarques.web.simplesnet.pt/class%20arquivos.htm>.

  • NP 405-1. 1994. Informao e documentao: Referncias bibliogrficas: documentos impressos. Lisboa: IPQ.

  • NP 405-4. 2002. Informao e documentao: referncias bibliogrficas: parte 4: documentos eletrnicos. Lisboa: IPQ.

  • PORTO EDITORA Dicionrios Acadmicos: Dicionrio de lngua Portuguesa. Porto Editora: Porto, 1997. Pag.245. ISBN: 972-0-05101-9.

  • PORTUGAL. Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo - Avaliao de documentao acumulada: Orientaes tcnicas para avaliao de documentao acumulada.Lisboa: IAN/TT, 1999.

  • PORTUGAL. Instituto dos Arquivos Nacionais / Torre do Tombo - Manual para a gesto de documentos. Lisboa: IAN/TT, 1998.

  • Ribeiro, Joaquim Classificao [Em linha]. [Consult. 19 Abr. 2012]. Disponvel em WWW: <URL: http://joaquim_ribeiro.web.simplesnet.pt/Arquivo/Classificacao.htm>.


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