Aborto do anenc falo
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ABORTO DO ANENCÉFALO. Alan Freimuller Alex F. Rachid Miltin Neckel Junior Paulo Sarturi Luiz Ricardo Xavier. Anencefalia.

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Aborto do anenc falo
ABORTO DO ANENCÉFALO

Alan Freimuller

Alex F. Rachid

MiltinNeckel Junior

Paulo Sarturi

Luiz Ricardo Xavier


Anencefalia
Anencefalia

  • A anencefalia é tida pela medicina como uma má-formação fetal congênita por defeito do fechamento do tubo neural durante a gestação, de modo que o feto não apresenta os hemisférios cerebrais e o córtex, havendo apenas resíduo do tronco encefálico. Segundo o Dicionário Mosby, significa a ausência congênita de encéfalo e medula espinhal, restando um quadro incompatível com a vida.

  • Uma criança com anencefalia nasce sem o couro cabeludo, calota craniana, meninges, mas contudo o tronco cerebral é geralmente preservado.


ANENCEFALIA

  • Grado máximo de disrafia encefálica.

  • Falta de cierre del neuroporo anterior.

  • Ausencia de formación del encéfalo.

  • Acompañado de acrania.

  • Incompatible con la vida.


CONSTITUIÇÃO E CÓDIGO PENAL

  • Constituição Federal????????

  • Código Penal Brasileiro

  • - Art. 124

  • - Art. 125

  • - Art. 126

  • - Art. 127

  • - Art. 128



PEDIDO DE ABORTO DO ANENCÉFALO

  • Aborto geral X Aborto do anencéfalo

  • Pedido


CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA - CFM

  • Resolução CFM nº1.752/2004, publicada no DOU em 13.09.2009, que diz a respeito da “Autorização ética do uso de órgãos e/ou tecidos de anencéfalos para transplante, mediante autorização prévia dos pais”.

  • Após expulsão

  • Retirada do útero

  • Conselheiro Marco Antônio Becker


  • Caso Inês


PRÁTICA DA JUSTIÇA BRASILEIRA

Supremo Tribunal Federal - STF, que concedeu a liminar para reconhecer “o direito constitucional da gestante de se submeter à operação terapêutica de parto de feto anencéfalo, a partir de laudo médico atestando a deformidade, a anomalia que atingiu o feto”.

Ministro Marco Aurélio: prejuízos da continuidade da gestação

 Direito constitucional da gestante de submeter-se a operação



ENTIDADES CONTRA

  • Constituição Federal e Código Penal

  • IGREJA = direito à vida


Pol mica

Polêmica

-Avanços da medicina

-Deve-se obrigar a gestante a passar por todas as dificuldades da gestação, bem como por todo o constrangimento familiar e social a que a ela estará imersa?



Em 1º de Julho de 2004, o ministro Marco Aurélio de Mello concedeu liminar que autorizava o abortamento de feto anencéfalo. Em 20 de outubro do mesmo ano a decisão foi cassada pelo STF sob a alegação de que não cabe ao judiciário reescrever o Código Penal para permitir uma terceira modalidade de aborto.


A concedeu liminar que autorizava o abortamento de feto anencéfalo. Em 20 de outubro do mesmo ano a decisão foi cassada pelo STF sob a alegação de que não cabe ao judiciário reescrever o Código Penal para permitir uma terceira modalidade de aborto.Constituição Federal de 1988 assegura em seu artigo Art. 196 – “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”


Uma vez que a gestação implica em risco de vida e todo o contexto do caso implica em forte carga emocional e psicológica para toda a família, não teria a gestante o direito de preservar a sua saúde física e mental?


Os pais não optaram pela concepção de um feto anencéfalo, a eles não foi dado o direito de escolha. Pelos princípios da autonomia e da liberdade, não teriam eles o direito de ter opções legais para o referido problema e de escolhê-las livremente?


Considerando-se o anencéfalo como um ser vivo humano com condições especiais torna-se quase impossível medir características de seus graus vegetativo, sensitivo e psíquico. Não caberia a nós permitirmos que ele desenvolva essas características até que a natureza o impeça, da mesma forma como acontece com todo e qualquer ser humano?


Incompatibilidade legal
Incompatibilidade legal condições especiais torna-se quase impossível medir características de seus graus vegetativo, sensitivo e psíquico. Não caberia a nós permitirmos que ele desenvolva essas características até que a natureza o impeça, da mesma forma como acontece com todo e qualquer ser humano?

  • Incompatibilidadedo teor da legislação penal com os tempos atuais.

  • O que merece ser enfatizado no presente caso é a incapacidade de o Direito Penal não prever regramento normativo para um tipo específico de situação na qual, embora esteja a vida envolvida, ela se apresenta como inviável.



CP uma

  • Art. 128. Não se pune o aborto praticado por médico:

  • Aborto necessário

  • I - se não há outro meio de salvar a vida da gestante;

  • Aborto no caso de gravidez resultante de estupro

  • II - se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.




  • A prática de aborto de feto contemplou como hipóteses se anencéfalonão poderá ser considerada antijurídica, já que o aborto relaciona-se á interrupção de uma vida em curso. Não sendo pois o feto anencéfalo dotado de vida, de acordo com as ponderações médicas, inexistiria pertinência em considerá-lo crime. Notemos: “Portanto, entendemos que o feto, desde sua concepção até o momento em que se constatou clinicamente a anencefalia, era merecedor da tutela penal, pelo pressuposto da existência de vida. Mas, a partir do momento em que se comprovou a morte encefálica, deixou de ser amparado pelo Art. 124 do CP”.



  • Mudança: contemplou como hipóteses se

  • Quando houver ´´fundada probabilidade, atestada por dois outros médicos, de o nascituro apresentar graves e irreversíveis anomalias físicas ou mentais´´

  • ´´deve ser precedido de consentimento da gestante, ou quando menor, incapaz ou impossibilitada de consentir, de seu representante legal, do cônjuge ou de seu companheiro´´, além da não oposição justificada do cônjuge ou companheiro"


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