DADOS DA TRIAGEM DO HTLV ENTRE UM MILHÃO DE GESTAÇÕES TRIADAS POR PROGRAMAS DE PROTEÇÃO ÀS GES...
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DADOS DA TRIAGEM DO HTLV ENTRE UM MILHÃO DE GESTAÇÕES TRIADAS POR PROGRAMAS DE PROTEÇÃO ÀS GESTANTES. Carlos Augusto de Oliveira Botelho Rio de Janeiro 20 de setembro de 2012. A redução da morbimortalidade materno infantil deve ser tratada pelos serviços de saúde pública como meta primordial.

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Carlos Augusto de Oliveira Botelho Rio de Janeiro 20 de setembro de 2012

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Carlos augusto de oliveira botelho rio de janeiro 20 de setembro de 2012

DADOS DA TRIAGEM DO HTLV ENTRE UM MILHÃO DE GESTAÇÕES TRIADAS POR PROGRAMAS DE PROTEÇÃO ÀS GESTANTES.

Carlos Augusto de Oliveira Botelho

Rio de Janeiro 20 de setembro de 2012


Carlos augusto de oliveira botelho rio de janeiro 20 de setembro de 2012

  • A redução da morbimortalidade materno infantil deve ser tratada pelos serviços de saúde pública como meta primordial.

  • Os Serviços Públicos e Conveniados ao SUS têm um papel fundamental na implantação de uma política séria de Saúde Pública.


Carlos augusto de oliveira botelho rio de janeiro 20 de setembro de 2012

  • O Estado de Mato Grosso do Sul implantou um serviço diferenciado de diagnóstico e acompanhamento, o Programa Estadual de Proteção as Gestantes (PEPG).

  • Os Estados de Goiás, Alagoas, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul implantaram programas similares ao de Mato Grosso do sul.

  • Foram realizados pilotos nos Estados de Rondônia, Pará, e Sergipe.


Filosofia do ppg

FILOSOFIA DO PPG

  • Concepção – Triagem em massa.

  • Meta do Programa – 100% das gestantes.

  • Metodologia –Material biológico: sangue seco em papel filtro.

  • Objetivo – Redução da morbi-mortalidade materno infantil e outros agravos.

  • Justificativa – Elevado índice de mortalidade materna:

    • 1980 –149 / 100.000 Nascidos Vivos

    • 1990 –140 / 100.000 Nascidos Vivos

    • 2010 – 75/ 100.000 Nascidos Vivos

  • Elevado índice de mal formações, abortos espontâneos, natimortos e fetos mortos.

  • Programa essencialmente preventivo.


Objetivos espec ficos

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Facilitar o acesso das gestantes aos exames do pré- natal;

  • Conhecer o perfil epidemiológico dos agravos neste grupo para subsidiar intervenções ;

  • Aumentar a quantidade de gestantes testadas no pré-natal em todas as patologias propostas;

  • Proporcionar a redução da transmissão vertical das patologias triadas, principalmente o: HIV/ Sífilis / CMV / Toxoplasmose / HTLV;

  • Melhorar o cadastramento e o seguimento das gestantes no SIS Pré-natal.


Metodologia

METODOLOGIA

  • Coleta de sangue através de punção digital , utilizando como material biológico sangue seco em papel filtro ( semelhante ao teste do pezinho);

  • Coleta de sangue para testes confirmatórios quando necessários ( ELISA, Western –Blot, PCR e outros que se fizerem necessários );

  • Notificação á V. Epidemiológica para o desencadeamento de ações pertinentes;


Carlos augusto de oliveira botelho rio de janeiro 20 de setembro de 2012

  • O PPG foi implantado em Mato Grosso do Sul em novembro de 2002;

  • Para que o PPG tivesse consistência epidemiológica foi criado um software para respostas rápidas, analíticas e com credibilidade;

  • Fortalecer as políticas de atenção à saúde da mulher, humanização no pré-natal e nascimento e Programa Nacional de Triagem Neonatal no Estado.


Carlos augusto de oliveira botelho rio de janeiro 20 de setembro de 2012

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabeleceu critérios para a inclusão de doenças nos programas de Triagem (Wilson e Jungner)

  • A doença deve ser clinica e bioquimicamente bem definida;

  • Deve haver uma incidência conhecida da doença para a população em estuda;

  • A doença deve estar associada a grande morbidade e mortalidade;

  • Deve existir tratamento disponível;

  • Deve haver um período entre o teste e o início dos sintomas em que a intervenção seja bem-sucedida na melhora do desfecho;

  • Deve haver um teste de triagem seguro, simples e robusto;

  • A triagem deve ser custo-efetiva


Impacto com a implanta o do programa de prote o em rela o a testagem no pr natal

Impacto com a Implantação do Programa de Proteção, em relação a testagem no Pré-Natal

  • De 18,4 % de gestantes testadas no pré-natal ( HIV, Sífilis e outras ) em 2003 , evoluímos para > 96% de gestantes em 2010 (Base nascidos vivos);

  • O conhecimento da realidade epidemiológica e transmissibilidade de doenças anteriormente desconhecidas na rede SUS de MS - HTLV / CMV / Toxo;

  • A integração entre as ações do pré-natal /gestante com a Vigilância Epidemiológica;

  • Reforço das ações de Vigilância Epidemiológica para as famílias ( pai, outros filhos , etc .. );


Impacto com a implanta o do programa de prote o em rela o a testagem no pr natal1

Impacto com a Implantação do Programa de Proteção, em relação a testagem no Pré-Natal

  • Criação do Centro Estadual de Referência para Hepatites Virais em Mato Grosso do Sul;

  • Criação de uma ficha de investigação de chagas para verificar as condições do domicilio (ação em conjunta assistência/vigilância epidemiológica);

  • Efetivação das ações de planejamento familiar em todos os municípios;

  • Criação de 03 serviços de planejamento familiar para o atendimento das mulheres que abortaram;


Impacto com a implanta o do programa de prote o em rela o a testagem no pr natal2

Impacto com a Implantação do Programa de Proteção, em relação a testagem no Pré-Natal

  • Criação de serviço especializado para atendimento de gestantes detectadas no Programa;

  • Garantia de tratamento;

  • Viabilização do acesso ao leite artificial para crianças de mães portadoras de HTLV;

  • Redução da transmissão vertical dos Agravos;


Carlos augusto de oliveira botelho rio de janeiro 20 de setembro de 2012

Operacionalização do Programa de Proteção às Gestantes


Doen as triadas

Doenças Triadas


Carlos augusto de oliveira botelho rio de janeiro 20 de setembro de 2012

HTLV


Obrigado

Obrigado!!!!


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