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Slides de apoio ao livro. Todo o conteúdo dos slides está apresentado no livro Gestão de Custos e Formação de Preços , publicado pela Editora Atlas. Adriano Leal Bruni [email protected] Objetivos do arquivo CUSTOS.PPT. O conjunto de slides apresentados neste arquivo possui dois

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Slides de apoio ao livro

Slides de apoio ao livro

Todo o conteúdo dos slides está apresentado no livro Gestão de Custos e Formação de Preços, publicado pela Editora Atlas.

Adriano Leal Bruni

[email protected]


Objetivos do arquivo custos ppt

Objetivos do arquivo CUSTOS.PPT

O conjunto de slides apresentados neste arquivo possui dois

objetivos básicos:

  • auxiliar docentes nas atividades e exposições didáticas;

  • permitir que leitor faça uma breve revisão dos conteúdos abordados.


T picos principais

Tópicos Principais

1. Introdução

2. Conceitos e terminologias

3. Material direto

4. Custos de transformação

5. Custos por processo

6. Custos por ordem de produção

7. Custos para a tomada de decisão

8. Custeio baseado em atividades

9. Formação de preços


Introdu o

Introdução

Introdução


Introdu o1

Introdução

Custos ... afinal, o que é isto?


Defini o de custos

Definição de Custos

São essencialmente medidas monetárias dos sacrifícios com os quais uma organização tem que arcar a fim de atingir seus objetivos


Raz es da contabilidade de custos

Razões da Contabilidade de Custos

  • Determinação do lucro: empregando dados originários dos registros convencionais contábeis, ou processando-os de maneira diferente, tornando-os mais úteis à administração;

  • Controle das operações: e demais recursos produtivos como os estoques, com a manutenção de padrões e orçamentos, comparações entre previsto e realizado;

  • Tomada de decisões: o que envolve produção (o que, quanto, como e quando fabricar); formações de preços, escolha entre fabricação própria ou terceirizada.


Por que estudar os custos

Por que estudar os Custos?

  • Atender necessidades gerenciais de três tipos:

    • informações sobre a rentabilidade e desempenho de diversas atividades da entidade;

    • auxílio no planejamento, controle e desenvolvimento das operações;

    • informações para a tomada de decisões.


Nascimento da contabilidade de custos

Nascimento da Contabilidade de Custos

  • Após Revolução Industrial: necessidade de maiores e mais precisas informações, que permitissem uma tomada de decisão correta.

  • Antes: praticamente não existia, já que as operações resumiam basicamente à comercialização de mercadorias, e os estoques eram registrados e avaliados pelo seu custo real de aquisição.


Origens da contabilidade de custos

Origens da Contabilidade de Custos

  • Revolução Industrial: registrar os custos que capacitavam o administrador a avaliar estoques, determinar mais corretamente resultados e levantar balanços.

  • I Guerra e crise de 29: necessidades de melhorias nos controles.

  • II Guerra: maior necessidade de eficiência/eficácia; aumento da competição.


Terminologia cont bil

Terminologia contábil

  • Algumas das terminologias mais usuais:

    • gastos: sacrifício financeiro que a entidade arca para a obtenção de um produto ou serviço qualquer;

    • investimento: gasto ativado em função de sua vida útil ou de benefícios atribuíveis a futuros períodos;

    • custos: gasto relativo a bem ou serviço utilizado na produção de outros bens ou serviços;

    • despesas: bem ou serviço consumido direta ou indiretamente para a obtenção de receitas;

    • desembolso: pagamento do bem ou serviço;

    • perda: bem ou serviço consumido de forma anormal.


Defini o gen rica de custos

Definição genérica de custos

Demonstrativo de Resultado do Exercício

Balanço Patrimonial

Produtos ou

Serviços

Elaborados

Custos

Despesas

Consumo associado

à elaboração do

produto ou serviço

Consumo

associado

ao período

Investimentos

Gastos


Cuidados na separa o entre c e d

Cuidados na separação entre C e D

  • a) Valores irrelevantes devem ser considerados como despesas (princípios do conservadorismo e materialidade);

  • b) Valores relevantes que tem sua maior parte considerada como despesa, com a característica de se repetirem a cada período, devem ser considerados na sua íntegra (princípio do conservadorismo);

  • c) Valores com rateio extremamente arbitrário também devem ser considerados como despesa do período;

  • d) Gastos com pesquisa e desenvolvimento de novos produtos podem ter dois tratamentos: como despesas do período em que incorrem, ou como investimento para amortização na forma de custo dos produtos a serem elaborados futuramente.


Fluxo dos custos

Balanço Patrimonial

Custos

Diretos

Indiretos

Demonstrativo de

Resultado do Exercício

(+) Receitas

Estoques

Materiais Diretos

Produtos em Elaboração

Produtos Acabados

(-) Custos do DRE

CMV

CPV

CSP

(-) Despesas

(=) Resultado

Fluxo dos Custos


Classifica o dos gastos

MD

Materiais Diretos

Matéria-Prima

Embalagem

MOD

Mão-de-Obra Direta

Mensurada e identifi-

cada de forma direta

CIF

Custos Indiretos

Custos que não são

MD nem MOD

Despesas

Gastos não

associados

à produção

Custo de transformação

Custo primário ou direto

Custo total, contábil ou fabril

Gastos totais ou custo integral

Classificação dos Gastos


Classifica es unidade

Classificações : Unidade

  • Diretos: diretamente incluídos no cálculo dos produtos; materiais diretos e mão de obra direta; perfeitamente mensuráveis de maneira objetiva.

  • Indiretos: necessitam de aproximações, rateio.

  • Primários: apenas incluem a matéria prima e a mão-de-obra direta.

  • De transformação: igualmente denominados custos de conversão ou custos de agregação. Consistem no esforço agregado pela empresa na obtenção do produto. Exemplos: mão-de-obra direta e custos indiretos de fabricação.


Classifica es volume

Valor

Valor

$

$

Quantidade

Quantidade

Produzida

Produzida

Custos Fixos

Custos Variáveis

Exemplo : Aluguel

Exemplo :

Mat

Diretos

Valor

Valor

$

$

Quantidade

Quantidade

Produzida

Produzida

Custos Semivariáveis

Custos Semifixos

Exemplo : Copiadora

Exemplo : Conta de Água

Classificações: Volume

  • Fixos

  • Variáveis

  • Semifixos

  • Semivariáveis


Classifica es controle

Classificações: Controle

  • Controláveis: quando podem ser controlados por uma pessoa, dentro de uma escala hierárquica predefinida. O responsável poderá ser cobrado de eventuais desvios não previstos.

  • Não controláveis: quando fogem ao controle do responsável pelo departamento. Por exemplo, rateio do aluguel. Em uma escala hierárquica superior todos os custos são controláveis.


Classifica es decis es especiais

Classificações: Decisões Especiais

  • Incrementais: também denominados diferenciais ou marginais, incorridos adicionalmente em função de uma decisão tomada.

  • De oportunidade: benefício relegado em decorrência da escolha de uma outra alternativa.

  • Evitáveis: custos que serão eliminados se a empresa deixar de executar alguma atividade.

  • Inevitáveis: independentemente da decisão a ser tomada, os custos continuariam existindo.

  • Empatados: também denominados sunk costs ou custos afundados. Por já terem sido incorridos e sacramentados no passado, não devem influir em decisões para o futuro por serem irrelevantes.


Classifica es base monet ria

Classificações: Base Monetária

  • Históricos: custos em valores originais da época em que ocorreu a compra, de acordo com a Nota Fiscal.

  • Históricos corrigidos: custos acrescidos de correção monetária, trazidos para o valor monetário atual.

  • Correntes: também denominados custos de reposição. Custo necessário para repor um item no total.

  • Estimados: custos previstos para o futuro.

  • Custo padrão: custo estimado com maior eficiência, valor ideal a ser alcançado.


Sistemas de custeio

Sistemas de Custeio

  • Podem ser classificados de acordo com diferentes critérios :

    • mecânica de acumulação;

    • grau de absorção;

    • momento de apuração.


Sistemas mec nica de acumula o

Sistemas: Mecânica de Acumulação

  • Ordem específica: são transferidos para determinadas solicitações de fabricação. Empresas que produzem bens ou serviços sob encomenda apresentam demanda intermitente ou fabricação de lotes com características próprias.

  • Processo: empresa caracterizada por apresentar produção contínua, com produtos apresentados em unidades idênticas, produção em massa e demanda constante.


Sistemas grau de absor o

Sistemas: Grau de absorção

  • Por absorção: quando os custos indiretos são transferidos aos produtos ou serviços.

  • Direto: quando no cálculo do custo dos produtos ou serviços produzidos não são considerados custos indiretos. Apenas os custos diretos são incorporados. Custos indiretos são lançados diretamente na Demonstração de Resultado.


Sistemas momento de apura o

Sistemas: momento de apuração

  • Pós–calculados: custos reais apurados no final do período.

  • Pré-calculados: custo alocado ao produto por meio de taxas predeterminadas de CIF, elaboradas com base na média dos CIFs passados, em possíveis mudanças futuras e no volume de produção.

  • Padrão: custo cientificamente predeterminado.


Elementos de custos

Elementos de custos

Componentes principais:

Material Direto (MD)

Mão-de-Obra Direta (MOD)

Custos Indiretos de Fabricação (CIF)

Custos

Diretos

Estoque

Indiretos

Prod A

(+) Receitas

Rateio

(-) CPV

Prod B

(-) Despesas

Prod C

(=) Resultado


Elementos de custos1

Elementos de custos

  • Material Direto (MD): todo material que pode ser alocado diretamente à unidade do produto que está sendo fabricado e que sai da fábrica incorporado ao produto. Exemplo: embalagem.

  • Mão de Obra Direta (MOD): todo o salário pago ao operário que trabalha diretamente no produto, cujo tempo pode ser identificado com a unidade que está sendo produzida.

  • Despesas Indiretas de Fabricação (DIF): todas as despesas relacionadas com a fabricação e que não podem ser economicamente separadas entre as unidades que estão sendo produzidas.


N o s o elementos diversos

Não são elementos diversos

  • Despesas diversas: não podem ser alocadas ao produto final:

    • despesas com vendas;

    • salário do pessoal administrativo;

    • água e luz do escritório.


Exerc cio

Exercício

  • Durante o primeiro semestre de 1998, a fábrica de pipocas Milho que Pula Ltda. registrou as transações relatadas a seguir. Com base nas datas, históricos e valores, determine: a) o mês em que foram computados, no custo de produção, os 2.200 Kg de milho; b) os lançamentos contábeis para as transações.


Exerc cio1

Exercício

  • Alguns dados contábeis e financeiros das Fábricas de Sandálias Aladas Ltda. São fornecidos com base nos números apresentados, estime :(a) o custo primário; (b) o custo de transformação;(c) o custo fabril.


Material direto

Material Direto

Material Direto


Material direto1

Material Direto

O material direto, ou, simplesmente, MD, é formado pelas matérias-primas, embalagens, componentes adquiridos prontos e outros materiais utilizados no processo de fabricação.


Tr s problemas b sicos de md

Três problemas básicos de MD

  • a) avaliação: qual o montante a atribuir quando várias unidades são compradas por preços diferentes, como contabilizar sucatas etc.

  • b) controle: como distribuir as funções de compra, pedido, recepção e uso, como organizar o kardex de controle, como inspecionar para verificar o efetivo consumo;

  • c) programação: quanto comprar, como comprar, fixação de lotes econômicos de aquisição, definição de estoques mínimos de segurança etc.


Avalia o de md

Avaliação de MD

  • Sistema de inventário periódico: quando a empresa não mantém um controle contínuo dos estoques.

    Consumo de material direto = Estoque Inicial + Compras – Estoque Final

  • Sistema de inventário permanente: existe o controle contínuo da movimentação do estoque.


Crit rios de avalia o

Critérios de avaliação

  • UEPS: último a entrar, primeiro a sair ou, em inglês, Last In, First Out (LIFO). (legislação fiscal brasileira não permite).

  • PEPS: primeiro a entrar, primeiro a sair ou, em inglês, First In, First Out (FIFO).

  • Custo Médio Ponderado: pode ser móvel ou fixo. O custo a ser contabilizado representa uma média dos custos de aquisição.


Compara o entre crit rios

Comparação entre critérios


Exerc cio2

Exercício

  • Durante o início das suas atividades, a Comercial de Bugigangas Ltda. adquiriu três ventiladores por $ 40,00 cada. Uma semana depois comprou mais duas unidades por $ 88,00 no total. Na terceira semana comprou mais uma unidade por $ 54,00. No mês seguinte, efetuou uma única venda de quatro unidades por $ 62,00 cada. Qual o custo da venda e o lucro obtido, considerando os três diferentes critérios de contabilização de custos?


Classifica o abc

Classificação ABC

  • Itens A: de elevado valor relativo e que, portanto, merecem um controle mais rigoroso que os demais.

  • Itens B: valores não são tão representativos como os estoques dos itens A, mas representam, também, uma elevada aplicação de recursos.

  • Itens C: representam estoques numerosos em termos de itens, porém pouco representativos em termos de valor.


Exerc cio3

Exercício

  • Classifique os itens de acordo com o critério ABC:


M o de obra direta

Mão-de-Obra Direta

Mão-de-Obra Direta


Conceito de mod

Conceito de MOD

  • Refere-se apenas ao pessoal que trabalha diretamente sobre o produto em elaboração, "desde que seja possível a mensuração do tempo despendido e a identificação de quem executou o trabalho, sem necessidade de qualquer apropriação indireta ou rateio" (Martins, 1998: 143).


Considera es importantes

Considerações Importantes

  • No cálculo da MOD, é importante considerar:

    • restrições e imposições da legislação;

    • encargos sociais;

    • “No Brasil, o trabalhador custa caro mas ganha pouco.”


C lculos da mod

Cálculos da MOD

  • Número de horas à disposição por ano


C lculos da mod subtotais

Cálculos da MOD – Subtotais


C lculos da mod contribui es

Cálculos da MOD Contribuições


C lculos da mod resumo

Cálculos da MOD – Resumo


Exerc cio4

Exercício

  • Na área industrial da fábrica de Jujubas Peper Mint Ltda. os custos com mão-de-obra alcançam $ 6,20 por hora. Considerando 40 horas/semana, INSS igual a 22% sobre o salário, FGTS igual a 8%, e 14 dias não trabalhados por ano em decorrência de feriados e folgas abonadas, estime o custo total por hora.


Custos indiretos de fabrica o

Custos Indiretos de Fabricação

Custos Indiretos de Fabricação


Defini o de cif

Definição de CIF

São os gastos identificados com a função de produção ou elaboração do serviço a ser comercializado e que, como o próprio nome já revela, não podem ser associados diretamente a um produto ou serviço específico. Exemplo: alguns gastos de depreciação, salários de supervisores de diferentes linhas de produção etc.


Grande problema dos cifs

Grande problema dos CIFs

  • Rateio: extremamente problemático.

    • Custeio Direto: não rateia nada;

    • RKW ou ABC estratégico: rateia tudo, inclusive

      despesas.


Exerc cio5

Exercício

  • Determine o custo total dos produtos A, B e C apresentados a seguir:

Extraído de Martins (1998: 60).


Solu o do exerc cio

Solução do Exercício

Usando custos diretos como base de rateio


Solu o do exerc cio1

Solução do Exercício

Usando mão–de–obra direta como base de rateio


Custos por departamentos

Custos por Departamentos

Custos por Departamentos


Vantagens dos departamentos

Vantagens dos Departamentos

  • Reduzir arbitrariedade dos rateios.

  • Aumentar níveis de controle.


Exerc cio6

Exercício

  • A companhia Verde e Rosa Ltda. estuda a possibilidade de distribuir alguns Custos Indiretos de Fabricação entre seus três departamentos: Industrial; Programação e Controle e Embalagem. Utilizando as informações apresentadas a seguir, determine os custos a serem alocados a cada departamento. Quais seriam os lançamentos contábeis sugeridos? Os critérios de rateio estão na segunda tabela.


Custos por processos

Custos por Processos

Custos por Processos


Sistemas de acumula o de custos

Sistemas de acumulação de custos

  • Podem ser de alguns tipos principais, não excludentes:

    • por ordem de produção;

    • de modo contínuo ou processo;

    • pela responsabilidade;

    • previsionais;

    • acumulação: três critérios:

      • custo por absorção;

      • custo direto ou variável;

      • ABC.


Caracter sticas

Características


Outras caracter sticas

Outras Características


Custos por processo

Custos por processo

  • Os custos são inicialmente classificados por tipo de gasto (natureza contábil) e depois compilados por processos específicos. Posteriormente, todos os custos são distribuídos às unidades produzidas, por meio dos processos específicos.

  • Deve procurar refletir todo o processo físico da produção, criando centros de custos. Os números são posteriormente transferidos de um centro para o seguinte, do mesmo modo como a produção transfere o produto fisicamente para outra fase.


Esquema de custos por processo

Esquema de custos por processo


Exerc cio7

Exercício

  • A Indústria de Roupas Bonita e Bela produz um único produto: calças jeans masculinas. Seus departamentos industriais são direcionados às atividades de corte, costura e acabamento. Todos os produtos elaborados passam pelos três departamentos, nesta ordem. Apenas no setor de acabamento não são incorporados materiais diretos aos produtos. Com base nos números fornecidos a seguir, estime os custos totais e unitários por departamento e o custo unitário de cada produto comercializado. Sabe-se que os estoques iniciais e finais são nulos e que no período analisado foram iniciadas e completadas 1.500 unidades.


Custos por ordem de produ o

Custos por Ordem de Produção

Custos por Ordem de Produção


Defini o

Definição

No sistema de custos por ordem de produção (ou encomenda), os custos são acumulados em folhas (ou registros eletrônicos) denominados Ordens de Produção ou Ordens de Fabricação. A soma das Ordens de Produção em Aberto representa o Estoque de Produtos em Processo. Quando os produtos ou serviços são completados, as Ordens são encerradas e os custos são transferidos para o estoque de produtos acabados ou CPV, a depender da situação (Crepaldi, 1999. p. 122).


Esquema de contabiliza o

Esquema de contabilização


Exerc cio8

Exercício

  • A Gráfica Traços e Rabiscos Ltda. apresentou os dados seguintes, referentes a sua produção no mês de maio de 19X3. Com base nestes números, contabilize os lançamentos e apure o custo da empresa. Os custos indiretos de fabricação no período foram iguais a $4.000,00. A empresa costuma empregar a MOD como critério de rateio destes custos.


Custo padr o

Custo-Padrão

Custo-Padrão


Defini o de custo padr o

Definição de Custo-Padrão

O custo–padrão consiste em técnica de fixar previamente preços para cada produto que a empresa fabrica. Duas das principais razões de se utilizar o custo-padrão consistem no uso gerencial das informações ou como forma de agilizar os processos de encerramentos mensais. Ressalta-se que essa forma de custeio não é aceita para avaliação de estoques na data de balanço, exceto quando a diferença for irrelevante.


Estimado versus padr o

Estimado versus Padrão

  • Custo estimado: estabelecido com base em custos de períodos anteriores, ajustados em função de expectativas de ocorrências futuras

  • Custo padrão: estabelecido com mais critério, representando o custo que determinado produto deveria custar, em condições normais de eficiência damão-de-obra e dos equipamentos.


Padr es f sicos e monet rios

Padrões: físicos e monetários

  • Físicos: como materiais diretos, mão-de-obra direta, consumo de energia, etc. são de responsabilidade de áreas operacionais, como produção, PCP, desenvolvimento de produto etc.

  • Monetários: custos em unidades monetárias dos recursos necessários, são de responsabilidade de áreas administrativas, como controladoria, compras, departamento de pessoal.


Defini o de padr es

Definição de padrões


An lise poss vel

Análise possível


Exerc cio9

Exercício

  • O custo–padrão do caderno Especial Durável indica que para cada unidade produzida deveriam ser necessários 200 g de papel sulfite para o miolo, 40 g de papel de alta gramatura para as capas, 60 g de espiral plástica, 0,30 hora de mão-de-obra direta e $ 0,82 de CIFs apropriados. Os preços unitários dos materiais diretos são iguais a: papel de alta gramatura: $ 18,30/Kg; papel sulfite: $ 8,60/Kg; MOD: $ 5,50 por hora. No mês de maio de 19X1 foram produzidas 500 unidades, sendo consumidos 22 Kg de papel alta gramatura, com valor total igual a $ 424,60; 108 Kg de papel sulfite, com valor total igual a $ 831,60; e 140 horas de MOD, que apresentaram um valor total igual a $ 798,00. Determine e analise as variações de preço, de quantidade e conjunta dos insumos utilizados.


Custeio direto

Custeio Direto

Custeio Variável


Defini o1

Definição

Não elaborar rateios

Apenas considerar no custo os gastos diretamente identificáveis aos produtos


Pontos de discuss o

Pontos de discussão

  • Ler “Uma fábula para adultos” no Livro.

  • Discutir:

    • Quais os problemas enfrentados pelo Sr. Joaquim?

    • Quais os procedimentos contábeis mais corretos?

    • Quais a decisão mais adequada?


Dre no custeio vari vel

DRE no custeio variável


Exerc cio10

Exercício

  • A movelaria Móveis Rústicos Ltda. recebeu um pedido extra de 120 mesas ao preço unitário de venda igual a $ 300,00. Sabe-se que a empresa opera com parte de sua capacidade produtiva ociosa. Com base nos números apresentados a seguir, constate se seria viável aceitar no novo pedido de vendas:

    • Gastos totais mensais :$350.000,00

    • Volume de vendas mensais :1.000

    • Preço unitário de venda :$400,00


Custeio baseado em atividades

Custeio Baseado em Atividades

Custeio Baseado em Atividades


Defini o2

Definição

  • Sistema de custeio por atividades

    • Custos são transferidos de acordo com atividades executadas.


Problemas dos custeios tradicionais

Problemas dos custeios tradicionais

  • Basicamente de dois tipos:

    • redução da MOD;

    • aumento de CIFs.

Rateios

Ineficientes


Incentivos ao abc

Incentivos ao ABC:

  • o avanço tecnológico e a crescente complexidade dos sistemas de produção, o que tem ocasionado um aumento absoluto e relativo constante dos custos indiretos, em detrimento da redução dos custos com mão-de-obra;

  • o crescimento da diversidade de produtos e modelos fabricados na mesma planta, o que requer uma melhoria da precisão dos critérios de custeio.


Grupos de atividades

Grupos de Atividades

Atividade de suporte

de instalações

Gerenciamento da fábrica

Manutenção de prédios

Serviços gerais

Atividades em lotes

Ajustes e preparação

Movimentação de materiais

Pedidos e inspeção de compras

Atividade de suporte

de produtos

Engenharia do processo

Especificações do produto

Alterações de engenharia

Atividades de nível unitário

Materiais

Mão-de-obra

Horas de máquina

Energia


Exemplo de custeio por atividades

Almoxarifado

No. de LotesProcessados

Manutenção

Horas deManutenção

20

30

Produção

Horas de Produção

50

800

1200

170

80

90

60

Algodão

Linho

Exemplo de Custeio por Atividades


Custos para decis es

Custos para Decisões

Custos para Decisões


Conceito f sico da alavanca

Conceito Físico da Alavanca

  • A aplicação de uma força menor no braço mais longo, resulta em força contrária maior no braço mais curto.

10 Kgf

1 Kgf

1 m

10 m


Alavancagem empresarial

Alavancagem Empresarial

Variação

no Resultado

20%

Variação

das Vendas

2%

Gastos Fixos


Graus de alavancagem

Graus de alavancagem

  • Definições e fórmulas :


Ponto de equil brio

Ponto de equilíbrio

Q ou $ para lucro nulo

No Ponto de Equilíbrio,

Receitas

=

Custos


Ponto de equil brio1

Unidades

Monetárias

$

Custos

Receitas

Lucro

Máximo

Qtde de Lucro

Máximo

PEC1

PEC2

Unidades produzidas

e comercializadas

Ponto de Equilíbrio


Novo ponto de equil brio

Unidades

Monetárias

$

Custos’

Custos

Receitas

Q’

Lucro

Máximo

Qtde de Lucro

Máximo

PEC2’

PEC1

PEC2

Unidades produzidas

e comercializadas

Novo Ponto de Equilíbrio


Custos e estrat gia

Custos e Estratégia

Custos e

Estratégia


Ferramentas de planejamento estrat gico

Ferramentas de Planejamento Estratégico

  • Curva de Aprendizagem.

  • Ciclo de vida.

  • Matriz BCG.

  • Cinco forças de Porter.

  • “Sorriso”: Custos versusDiferenciação


Curva de aprendizagem

Curva de Aprendizagem

  • Custo marginal cai com aumentos de produção


Ciclo de vida

Ciclo de vida


Matriz bcg

?

?

+

+

Crescimento do Mercado

Crescimento do Mercado

-

-

-

-

+

+

Participação da Empresa

Participação da Empresa

Matriz BCG


Cinco for as de porter

Cinco forças de Porter


Sorriso custos versus diferencia o

“Sorriso”: Custos versus Diferenciação


Cadeia de valor de porter

Cadeia de Valor de Porter

Infra-estrutura da empresa

Gerenciamento de RH

Margem

Atividades de Suporte

Desenvolvimento de Tecnologia

Suprimento

Logística de fora

para dentro

Operações

Logística de

dentro para fora

Marketing e

Vendas

Serviço

Margem

Atividades Primárias


Forma o de pre os

Formação de Preços

Preços


Forma o de pre os e sucesso

Formação de Preços e Sucesso

O sucesso empresarial pode não ser conseqüência da DECISÃO DE PREÇO. Contudo, o preço equivocado de um produto certamente o levará ao insucesso. E definir o valor de sua comercialização jamais poderá realizar-se de forma cartesiana. (Sardinha, 1995: 01)


Objetivos dos pre os

Objetivos dos Preços

  • Proporcionar, a longo prazo, o maior lucro possível:

    • empresas buscam a perpetuidade;

    • cuidados com preços de curto prazo para maximizar lucros;

  • Permitir a maximização lucrativa da participação de mercado:

    • faturamento e lucros devem ser aumentados;

    • efeitos negativos sobre os lucros : excesso de estoques, fluxo de caixa negativo concorrência agressiva, sazonalidade etc.

  • Maximizar a capacidade produtiva:

    • reduzir ociosidade e desperdícios operacionais;

    • preços devem considerar a capacidade de atendimento aos clientes:

      • preços baixos podem ocasionar elevação de vendas e a não–capacidade da manutenção de qualidade do atendimento ou dos prazos de entrega;

      • preços elevados reduzem vendas, podendo ocasionar ociosidade da estrutura de produção ou de pessoal;

  • Maximizar o capital empregado para perpetuar os negócios de modo auto-sustentado:

    • o retorno do capital dá-se por lucros auferidos ao longo do tempo. Assim, somente por meio da correta fixação e mensuração dos preços de venda é possível assegurar o correto retorno do investimento efetuado.


M todos de forma o de pre os

Métodos de Formação de Preços

  • Custo pleno: preços estabelecidos com base nos custos plenos ou integrais (custos totais de produção, acrescidos das despesas de vendas, de administração e da margem de lucro desejada).

  • Custo de transformação: preços estabelecidos com base, apenas, nos custos de transformação, não considerando nos cálculos os custos com materiais diretos.


Pre o custo pleno x transforma o

Preço : Custo Pleno x Transformação

  • O método de custeio pleno remunera TODOS os recursos empregados no produto, inclusive os Materiais Diretos que não representam esforços da empresa.

  • O método do custo de transformação considera APENAS os esforços da empresa (MOD e CIF).


Custo marginal

Custo Marginal

  • Similar ao custeio direto, apenas custos incrementais são considerados na formação de preços.

  • Vantagens:

    • a capacidade de produção instalada e projetada influencia os custos indiretos fixos, e não o número de unidades efetivamente fabricadas no período. Assim, os custos indiretos representam custos para criar a disponibilidade – custos relacionados a estar pronto para produzir. Seriam incorridos independentemente do volume de produção no período;

    • os ativos fixos geram custos à medida em que se depreciam – fato normalmente associado ao tempo e não ao volume produzido;

    • a abordagem por contribuição está relacionada diretamente à variação dos lucros em decorrência das vendas, facilitando as análises.


Desvantagens do custo marginal

Desvantagens do Custo Marginal

  • A longo prazo, as receitas obtidas pela empresa devem ser capazes de cobrir os custos integrais da empresa.

  • A aceitação de novos pedidos relativos a preços estipulados com base nos custos marginais pode criar conflitos com consumidores tradicionais e/ou com o novo cliente no futuro.

  • Corre-se o risco de, ao praticar preços menores para pedidos incrementais, provocar atos de retaliação de competidores, resultando na fixação de baixas margens para o produto.

  • Nem sempre é simples associar os custos incrementais aos novos pedidos. Os custos variáveis nem sempre são iguais aos custos marginais ou incrementais – alguns custos fixos poderiam se tornar variáveis.


Taxa de retorno requerida

Taxa de Retorno Requerida

  • Estimada com base no custo de oportunidade do capital e no volume de investimentos necessários às operações da empresa.


Conceito ampliado de produto

Conceito Ampliado de Produto

Produto potencial

Produto ampliado

Produto esperado

Produto genérico

Benefício núcleo


Slides extras

Slides Extras

Slides Extras

Outros temas associados a custos e preços


Or amento

Orçamento

Orçamento de Custos


Or amento de custos

Orçamento de Custos

Realiza-se no curto prazo, normalmente um ano, e fornece uma direção dos passos que os gestores devem seguir no período corrente para que os objetivos organizacionais sejam atingidos.


Balanced scorecard

Balanced Scorecard

Visão e estratégia

Quais são os procedimentos

internos vitais para

incorporar valor aos

clientes?

Quais são os clientes aos

quais queremos atender,

e como estamos indo para

conquistá-los e mantê-los?

Quais são

as nossas

metas

financeiras?

Medidas de desempenho

Aprendizado e crescimento

“Estamos mantendo a nossa capacidade de

mudar e melhorar?”

Clientes

“Os clientes reconhecem mais valor em nossos

produtos ou serviços?”

Procedimentos Internos

“Melhoramos os principais procedimentos, de

modo que oferecemos mais valor aos clientes?”

Financeiras

“Nosso desempenho financeiro melhorou?”


Planejamento e or amento

Planejamento e Orçamento

  • Nenhum vento é favorável ao capitão que não sabe para qual porto dirigir.

    Sêneca

  • O bem se faz melhor se antecipado e o mal é menos mal se previsto.

    Anônimo

  • Planejar é construir o futuro.

    Anônimo


Planejamento financeiro

Planejamento Financeiro


Constru o do fluxo de caixa

Entradas e Saídas

Operacionais

Fluxo

Operacional

Entradas e Saídas

do Permanente

Fluxo do

Permanente

Entradas e Saídas

dos Acionistas

Fluxo

dos Acionistas

Construção do Fluxo de Caixa

Fluxo

Não Financeiro

+

+/-

Saldos de invest

e empréstimos

+

Sinais

Inversos

+/-

Investimentos e

Captações

=

=

Fluxo

Não Financeiro

Fluxo

Financeiro


N veis de planejamento

Níveis de Planejamento

Planejamento

Estratégico

Planejamento

Tático

Orçamento

de Capital

Planejamento

Operacional

Objetivos

Gerais do

Orçamento

Orçamento

Operacional

Orçamento

Financeiro


Fonte das figuras utilizadas

Fonte das figuras utilizadas

  • Todas as figuras utilizadas neste arquivo ou foram retiradas da Internet, ou foram obtidas das seguintes fontes:

    • 100.000 Multimídia Pack. Revista Expert Premium São Paulo, 2000.

    • 30.000 Multimídia Pack. Revista ExpertPremium, São Paulo, 2000.


Fonte das figuras utilizadas1

Fonte das figuras utilizadas

  • Quase todas as figuras utilizadas neste conjunto de slides foram obtidas das seguintes fontes:

    • 100.000 MultImídia Pack. Revista Expert Premium, São Paulo: CD Expert Editora e Distribuidora Ltda, 2000.

    • 30.000 Multimídia Pack. Revista Expert Premium, São Paulo: CD Expert Editora e Distribuidora Ltda, 2000.


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