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Redes sociais

Redes sociais. Slides desenvolvidos com base no livro de Recuero. O que veio primeiro: as redes sociais ou a internet?. Quais são as possibilidades de eu me conectar a você?. Quem é você? Onde estudou? Morou? Do que você gosta? Que lugares freqüenta?. Por que estudar redes sociais?.

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Redes sociais

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Presentation Transcript


  1. Redes sociais Slides desenvolvidos com base no livro de Recuero

  2. O que veio primeiro: as redes sociais ou a internet?

  3. Quais são as possibilidades de eu me conectar a você?

  4. Quem é você? Onde estudou? Morou? Do que você gosta? Que lugares freqüenta?

  5. Por que estudar redes sociais? Estudar redes sociais, portanto, é estudar os padrões de conexões expressos no ciberespaço. É explorar uma metáfora estrutural para compreender elementos dinâmicos e de composição dos grupos sociais.

  6. O teorema dos grafos O teorema, essencialmente simples, partia do princípio que, para entrar em uma determinada parte da cidade e sair sem passar pela mesma ponte, seria necessário que essa parte tivesse, pelo menos, duas pontes.

  7. O que é uma rede social? Uma rede social é definida como um conjunto de dois elementos: • atores (pessoas, instituições ou grupos; os nós da rede) e suas • conexões (interações ou laços sociais) (Wasserman e Faust, 1994; Degenne e Forse, 1999).

  8. Atores • Nós ou nodos moldam as estruturas sociais, através da interação e da constituição de laços sociais

  9. O ator e sua representação • Assim, neste caso, trabalha-se com representações dos atores sociais, ou com construções identitárias do ciberespaço. Um ator, assim, pode ser representado por um weblog, por um fotolog, por um twitter ou mesmo por um perfil no facebook.

  10. Inicialmente, não são atores sociais, mas representações dos atores sociais. São espaços de interação, lugares de fala, construídos pelos atores de forma a expressar elementos de sua personalidade ou individualidade.

  11. É preciso ser “visto” para existir no ciberespaço. • É preciso constituir-se parte dessa sociedade em rede, apropriando-se do ciberespaço e constituindo um “eu” ali (Efimova, 2005). • Talvez, mais do que ser visto, essa visibilidade seja um imperativo para a sociabilidade mediada pelo computador.

  12. CARACTERIZAÇÃO DOS ATORES • O uso de palavras características de um ator, de cores nas falas; • de nicknames que expressem algum aspecto do eu já foram estudados como formas de construção de uma identidade em chats; • SÍMBOLOS, LOGOS, LUGARES ONDE FREQUENTA; OU ESTÁ.

  13. Conexões • Em termos gerais, as conexões em uma rede social são constituídas dos laços sociais, que, por sua vez, são formados através da interação social entre os atores. • De um certo modo, são as conexões o principal foco do estudo das redes sociais, pois é sua variação que altera as estruturas desses grupos.

  14. Conexões • Essas interações, na Internet, são percebidas graças à possibilidade de manter os rastros sociais dos indivíduos, que permanecem ali. • Assim, se observamos um perfil no Facebook, o grau de conexão deste perfil será a quantidade de conexões (amigos) que o perfil possui. • Quanto mais amigos, maior o grau de conexão. Quanto maior o grau de conexão, mais popular e mais central é o nó na rede. • A centralidade é a medida da popularidade de um determinado nó. Essa popularidade é geralmente associada ao quão central ele é para uma determinada rede.

  15. INTERAÇÃO • Watzlawick, Beavin e Jackson (2000) explicam que a interação representa um processo sempre comunicacional. A interação é, portanto, aquela ação que tem um reflexo comunicativo entre o indivíduo e seus pares, como reflexo social.

  16. A INTERAÇÃO NO CIBERESPAÇO • Os atores não se dão imediatamente a conhecer; • Não há pistas da linguagem não verbal e da interpretação do contexto da interação; • É tudo construído pela mediação do computador; • Podem migrar entre plataformas; • Podem ser síncronas; • Ou assíncronas.

  17. RELAÇÕES • As relações não precisam ser compostas apenas de interações capazes de construir, ou acrescentar algo. • Elas também podem ser conflituosas ou compreender ações que diminuam a força do laço social. • A questão do anonimato.

  18. LAÇOS • O laço é a efetiva conexão entre os atores que estão envolvidos nas interações. • Ele é resultado, deste modo, da sedimentação das relações estabelecidas entre agentes. • Laços são formas mais institucionalizadas de conexão entre atores, constituídos no tempo e através da interação social.

  19. LAÇOS • Laços consistem em uma ou mais relações específicas, tais como proximidade, contato freqüente, fluxos de informação, conflito ou suporte emocional. • A interconexão destes laços canaliza recursos para localizações específicas na estrutura dos sistemas sociais. Os padrões destas relações – a estrutura da rede social – organiza os sistemas de troca, controle, dependência, cooperação e conflito

  20. Modalidades de Laços • Laços relacionais são aqueles constituídos através de relações sociais; apenas podem acontecer através da interação entre os vários atores de uma rede social. • Laços de associação, por outro lado, independem dessa ação, sendo necessário, unicamente, um pertencimento a um determinado local, instituição ou grupo.

  21. FORÇA DOS LAÇOS: FORTES E FRACOS • De acordo com Granovetter (1973, p.1361), “a força de um laço é uma combinação (provavelmente linear) da quantidade de tempo, intensidade emocional, intimidade (confiança mútua) e serviços recíprocos que caracterizam um laço”.

  22. FORÇAS DOS LAÇOS • Laços fortes são aqueles que se caracterizam pela intimidade, pela proximidade e pela intencionalidade em criar e manter uma conexão entre duas pessoas. Laços fortes constituem-se em vias mais amplas e concretas para as trocas sociais. • Laços fracos, por outro lado, caracterizam-se por relações esparsas, que não traduzem proximidade e intimidade. Os laços fracos possuem trocas mais difusas.

  23. UM EXEMPLO • um ator A considere B como seu melhor amigo (laço forte) e que B, em retorno, não considere A como uma pessoa tão próxima (laço mais fraco). • Em geral, num grafo de uma rede social, todos os laços são representados por uma conexão de A para B (AB) e outro para a conexão de B para A (BA).

  24. Assimetria e simetria nos laços • Se a força empregada por A em relação a B for recíproca, temos um laço simétrico; • Se ao contrário, se a força empregada por A em relação a B NÃO for recíproca, temos um laço Assimétrico.

  25. Concluindo... • O laço social é, deste modo, composto pelas relações sociais, que são compostas pela interação, constituída em laços relacionais,na terminologia de Breiger (1974). • Tais laços podem ser fortes ou fracos, de acordo com o grau de intimidade, sua persistência no tempo e quantidade de recursos trocada. • Além disso, os laços têm composições diversas, derivadas dos tipos de relação e do conteúdo das mensagens.

  26. DESAFIO 1: Desenvolvam um gráfico explicitando as interações, tipos, laços e força desses laços.

  27. VOCÊ

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