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ACIDENTE RODOVIÁRIO

ACIDENTE RODOVIÁRIO. Ocorrência fortuita ou não, em decorrência do envolvimento em proporções variáveis do homem, do veículo, e da via e demais elementos circunstanciais, da qual tenha resultado danos humanos, materiais, e ao meio ambiente.

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ACIDENTE RODOVIÁRIO

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Presentation Transcript


  1. ACIDENTE RODOVIÁRIO Ocorrência fortuita ou não, em decorrência do envolvimento em proporções variáveis do homem, do veículo, e da via e demais elementos circunstanciais, da qual tenha resultado danos humanos, materiais, e ao meio ambiente. (Anuário Estatístico de Acidentes de Trânsito, DEST/Dr.T – DNER)

  2. PARTICIPAÇÃO NOS ACIDENTES

  3. EVOLUÇÃO DA FROTA NACIONAL ANO VEÍCULOS 1960 508.608 1969 2.227.826 1979 9.179.655 1989 17.450. 310 1998 32. 309.845 2005 42.071.961 Fonte:DENATRAN

  4. MALHA RODOVIÁRIA Anos oitenta e noventa, países em desenvolvimento não foram capazes de ampliar ou sequer de manter suas malhas rodoviárias. O Banco Mundial estima que uma melhor infra-estrutura significaria uma maior crescimento econômico, ou seja, um aumento de 1,4 a 1,8% na taxa anual do PNB. Grandes custos sociais e níveis inaceitáveis de serviço, refletidos nos custos operacionais dos veículos de carga, na maior duração das viagens,e no comprometimento da SEGURANÇA VIÁRIA.

  5. ACIDENTES DE TRÂNSITO Conseqüências • UM MILHÃO DE MORTOS, 50 MILHÕES DE FERIDOS, 15 MILHÕES DE ACIDENTES ANUAIS COM VÍTIMAS • 80% DE MORTOS EM REGIÕES DA ÁFRICA, ÁSIA, AMÉRICA LATINA, E ORIENTE MÉDIO, 40% SÓ NA ÁSIA – PACÍFICO • TERCEIRA CAUSA DE MORTES PREMATURAS, SEGUNDA CAUSA, EM 2002, DE ANOS PERDIDOS DE VIDA, 10% DO TOTAL DE MORTES DOS PAÍSES DO TERCEIRO MUNDO • 70 MILHÕES DE DIÁRIAS HOSPITALARES AO ANO, 25% DOS LEITOS DISPONÍVEIS. • Fonte: AIPCR/ PIARC/ Associação Mundial de Estradas (2002)

  6. Custos dos Acidentes Nas Rodovias Federais BRASIL- 2004

  7. Custos dos Acidentes Nas Rodovias Federais CUSTO POR CLASSE DE RODOVIA - REGIÃO SUL - 2004

  8. ACIDENTES DE TRÂNSITO • CUSTO GLOBAL DE US$ 70 BILHÕES ANUAIS - MAIS DO QUE TODAS AS FONTES BILATERAIS E MULTILATERAIS DE AJUDA PARA REGIÕES EMERGENTES; • EQUIVALE A 1% DO PNB PARA PAÍSES DESENVOLVIDOS E 1,5% DO PIB PARA PAÍSES EMERGENTES. Fonte: AIPCR/ PIARC/ Associação Mundial de Estradas (2002)

  9. MORTES DE TRÂNSITO • ENTRE 1980 E 1995, O NÚMERO DE MORTES EM ACIDENTES AUMENTOU EM MÉDIA: • 70% NA ÁSIA • 40% NA AMÉRICA LATINA / CARIBE • 25% NA ÁFRICA SUBSAHARIANA • 20% NO ORIENTE MÉDIO • ESTE NÚMERO DIMINUIU DE 20% EM PAÍSES ALTAMENTE MOTORIZADOS NO MESMO PERÍODO, DEMONSTRANDO A VANTAGEM DE INVESTIMENTOS SUSTENTADOS E COM METAS DEFINIDAS EM PROGRAMAS DE SEGURANÇA DE TRÂNSITO. • Fonte: AIPCR/ PIARC/ Associação Mundial de Estradas (2002)

  10. DIAGNÓSTICO DO BANCO MUNDIAL Acidentes de trânsito podem ser evitados com um melhor planejamento e com um projeto da malha rodoviária mais atento à segurança.

  11. Salvando Vidas Os três ‘E’s da segurança de trânsito:

  12. Engenharia

  13. Sala de Aula Mídia Comandos Educativos Educação

  14. DIAGNÓSTICO • O ensino às crianças de práticas de segurança oferece à sociedade benefícios vitalícios, mas deve ser encarado como uma estratégia intervencionista de longo prazo. • O exame de motorista, nas economias em transição, é muitas vezes ministrado por pessoas sem treinamento especializado e o exame em si não serve para medir adequadamente a capacidade de dirigir com segurança no tráfego de uma via real.

  15. Multas Apreensão do Veículo Cassação da Carteira Esforço Legal

  16. DIAGNÓSTICO • Na maioria dos países em desenvolvimento, a polícia sofre com a falta de recursos e com uma capacitação deficiente para lidar de forma eficaz com as violações das normas de segurança viária. • É importante educar o motorista em termos de práticas de primeiros socorros e do transporte de vítimas de acidentes de trânsito.

  17. Racionalizando as Ações de Segurança

  18. DIAGNÓSTICO Informação é fundamental para toda ação de segurança rodoviária, é essencial para o diagnóstico do problema de acidentes na rodovia e para a monitoração dos trabalhos em segurança rodoviária. Duas fontes promissoras para o financiamento da segurança rodoviária são tributos (taxas) de segurança rodoviária em prêmios de seguro, o que amplia o foco da indenização até a prevenção, e fundos rodoviários geralmente baseados em impostos sobre combustível.

  19. AGENTES PÚBLICOS E PRIVADOS(PPPs) • ASSOCIAÇÕES • NACIONAIS - Fabricantes de veículos e de Carrocerias • Transporte Público • Transporte de Carga • Jornais, Emissoras de Rádio e de Televisão • Transportes Rodoviários Autônomos • Empresas de Seguro • Normas Técnicas • Medicina de Trânsito • EMPRESAS • - Transportadoras • Seguradoras • Fabricantes de veículos e de componentes • Fornecedores de Material Viário AGENTES PÚBLICOS - Departamentos de Transporte e deTrânsito - Polícias Rodoviárias - Autoridades de Educação e Saúde - Órgãos de Meio Ambiente - Defesa Civil - Fornecedores de Serviços Públicos e de Recursos de Emergência USO PÚBLICO DE INFORMAÇÕES • INSTITUIÇÕES FEDERAIS • Congresso Nacional • Ministérios (Transportes, Justiça, Educação, Saúde, Previdência) • DNIT • DPRF, ANTT, DENATRAN • USUÁRIOS INDIVIDUAIS • Cidadãos Comuns • Consultores • - Pesquisa Acadêmica • Meios de Comunicação

  20. ESTUDOS E PESQUISAS Pesquisa e desenvolvimento são partes importantes do trabalho de segurança e devem ser incorporados aos programas de segurança rodoviária. DIAGNÓSTICO

  21. PESQUISA MÉDICO-HOSPITALAR

  22. PESQUISA MÉDICO-HOSPITALAR

  23. PESQUISA MÉDICO-HOSPITALAR Fonte:Rede Sarah Brasília

  24. PESQUISA MÉDICO-HOSPITALAR

  25. PESQUISA MÉDICO-HOSPITALAR

  26. Apropriação Final dos Custos dos Acidentes CUSTO POR TIPO DE ACIDENTE - BRASIL - 2004

  27. PERFIL DOS ACIDENTES NAS RODOVIAS FEDERAIS

  28. ConclusõesMedidas a serem adotadas Programa de monitoramento permanente do desempenho viário; Retomada do PNCT; Identificação e Tratamento de Segmentos Críticos; Ficalização de velocidade, a partir do cálculo dos limites de velocidade em locais críticos; Implementação de Arquiteturas ITS, adaptadas às relevâncias das rodovias; Melhoria de padrão dos Projetos Finais de Engenharia, com geometria e sinalização/dispositivos de segurança adequados à classe de rodovias; Reaparelhamento e treinamento de Agentes de Operação.

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