Estrat gias para o desenvolvimento do campesinato horacio martins de carvalho
Download
1 / 13

ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO CAMPESINATO Horacio Martins de Carvalho - PowerPoint PPT Presentation


  • 66 Views
  • Uploaded on

ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO CAMPESINATO Horacio Martins de Carvalho. Estratégia e tática. A definição de objetivos estratégicos e táticos políticos exige :

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about ' ESTRATÉGIAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO CAMPESINATO Horacio Martins de Carvalho' - toyah


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
Estrat gias para o desenvolvimento do campesinato horacio martins de carvalho
ESTRATÉGIASPARA O DESENVOLVIMENTO DO CAMPESINATOHoracio Martins de Carvalho


Estrat gia e t tica
Estratégia e tática

  • A definição de objetivos estratégicos e táticos políticos exige:

  • estudos e conhecimentos sobre a dinâmica histórica e conjuntural econômica, social, política e ideológica do campesinato numa sociedade dada,

  • a capacidade de discernimento político, social e ideológico dos estrategistas políticos para a avaliação conjuntural dos fluxos e refluxos do movimento histórico dos camponeses, e de seus aliados, no sentido da afirmação (resistência e superação) do campesinato contra seus exploradores.


A estrat gia e a t tica devem ser compreendidas
A estratégia e a tática devem ser compreendidas:

  • no âmbito da ciência da direção da luta de classes do campesinato,

  • estará sempre relacionada com a direção da ação principal contra os adversários de classe, tendo em vista a afirmação do campesinato como classe.


A defini o do objetivo geral estrat gico ou seja da dire o da a o principal
A definição do objetivo geral estratégico, ou seja, da direção da ação principal

  • não depende de vontades ou desejos das pessoas,

  • mas fundamentalmente das condições históricas em que as forças em luta se confrontam, tanto nacionais como regionais


Para que os objetivos gerais estrat gicos sejam definidos s o necess rios diversos requisitos
Para que os objetivos gerais estratégicos sejam definidos são necessários diversos requisitos:

  • a correta determinação da etapa da transformação da sociedade em que nos encontramos;

  • o caráter dessa transformação, este determinado pelo grau de desenvolvimento das relações contraditórias de classe (luta parlamentar e extra-parlamentar);

  • a determinação do grau de desenvolvimento das relações de classe efetiva-se a partir da correlação de forças sociais concretas (...)


a determinação do grau de desenvolvimento das relações de classe efetiva-se a partir da correlação de forças sociais concretas;- a correlação de força favorável à luta do campesinato determina-se pela avaliação das forças sociais concretas com que se conta (o campesinato e seus aliados);- as forças sociais concretas com que se conta é avaliada a partir da: - experiência de luta de classe dessas forças sociais, - e do estágio de organização social e político alcançado e, portanto, - a compreensão dos processos de formação e desenvolvimento da hegemonia e contra-hegemonia na sociedade.


Da t tica
Da tática de classe efetiva-se a partir da correlação de forças sociais concretas;

  • A tática ocupa-se com as formas de luta e de organização, suas mudanças e combinações.

  • A tática promove a substituição das antigas formas de luta e de organização por novas, assim como as mudanças das palavras de ordem antigas por outras


Dire o t tica
Direção tática de classe efetiva-se a partir da correlação de forças sociais concretas;

  • consiste em assimilar todas as formas de luta e de organização do campesinato e seus aliados, e assegurar seu acertado aproveitamento para obter o máximo de resultados, dentro de uma determinada relação de forças, necessárias para a preparação do êxito estratégico.


Caminhos a trilhar
Caminhos a trilhar de classe efetiva-se a partir da correlação de forças sociais concretas;


Conceber um novo modelo de sociedade rural, um projeto estratégico de classe popular no campo. Projeto esse que não temos;Negar, na prática e nas lutas táticas, o modelo dominante: a grande propriedade de terra, a homogeneização da produção, as sementes transgênicas, os insumos industriais, a oligopolização de produtos como leite, aves, suínos, sementes de olerícolas etc.Isso exigiria apoiar a luta pelo limite do tamanho da propriedade da terra, luta essa que daria a direção da luta tática para se alcançar a democratização e socialização dos meios de produção e das relações sociais de produção;Essas duas direções das ações das lutas táticas, complementares entre si, permitiriam definir os adversários de classe, estabelecer táticas de supera-los, ampliar as alianças das classes populares o campo e na cidade durante a própria luta de classes;


Seria necessário, ainda, aprimorar as nossas análises de conjuntura: incluir nela as contradições particulares de classe como nas áreas do fumo, leite, aves, suínos, cana-de-açúcar, frutas, olerícolas, etc. que permitam às massas populares ter clareza dos adversários de classe;Envolver os assalariados numa nova proposta de formação e conscientização de classe;Colocar como secundária a luta reivindicatória perante as políticas públicas;Ir para a ofensiva ideológica contra as instituições reformistas e cooptadas das classes populares;


Romper com essa inércia ideológica que é a base da anomia social e, portanto, inércia social e política;Só superaremos a conjuntura adversa de correlação de forças e o momento de recuo e de resistência se mudarmos a direção das ações e superarmos o predomínio das lutas reivindicatórias.Assumirmos explicitamente um projeto de transformação da sociedade rural a partir dos objetivos estratégicos das classes populares no campo.Superar a identidade social legitimadora. Mais do que identidade de resistência seria construir identidades sociais de projeto.Novo projeto: democratizar a renda e a riqueza rurais.


Combina es de estrat gias de a o
Combinações de estratégias de ação social e, portanto, inércia social e política;

  • Estratégia de natureza interna à unidade de produção

  • Estratégia geral de democratização da renda e da riqueza

  • Estratégia em relação ao Estado


ad