Professor Edley
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Professor Edley. www.professoredley.com.br. Expansão Territorial no Brasil Colônia. São Paulo, a cidade com a maior população do Brasil, tem mais de 11 milhões de habitantes. No final do século XVII, porém, Salvador, a capital da colônia portuguesa, tinha cerca de 60 mil habitantes.

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Expansão Territorial no Brasil Colônia

São Paulo, a cidade com a maior população do Brasil, tem mais de 11 milhões de habitantes. No final do século XVII, porém, Salvador, a capital da colônia portuguesa, tinha cerca de 60 mil habitantes.

O crescimento de uma vila ou de uma cidade depende de diferentes fatores, como o aumento na taxa de nascimentos e a migração.

A combinação desses dois aspectos, a migração de portugueses em busca de riquezas e de africanos para mão de obra, e o aumento da população residente foram os principais fatores que possibilitaram a expansão da colonização portuguesa e a formação de novas vilas e cidades.


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A Colonização do Litoral Nordestino

A partir de 1580 houve grande aumento no surgimento de núcleos de povoamento na colônia portuguesa.

Nas regiões norte e nordeste foram construídos fortes para proteger o litoral de investidas de outras nações europeias. Simultaneamente, no interior nordestino foi introduzida a criação de gado, levando mais colonos para a região.

Gravura do século XVII representando o povoado que deu origem à cidade de Fortaleza.


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O Papel dos Fortes

Para efetivar a colonização, a União Ibérica ergueu fortes no litoral nordestino entre os anos de 1580 e 1600, pois nessa região havia constantes tentativas de invasão francesa e os colonos que lá se estabeleciam encontravam grande resistência indígena.

Os fortes foram a base para a fundação de diversas cidades, como São Luís, no Maranhão e importantes nas batalhas para conter a invasão holandesa.


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Nordeste: Vilas do século XVIII


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O Gado Avança para o Interior

Os primeiros bois e vacas chegaram à colônia em 1530, juntamente com as mudas de cana, e inicialmente eram utilizados para o transporte, para arar a terra e mover os engenhos. Anos mais tarde, a carne, o leite e seus derivados entraram na dieta dos colonos.

Como o gado era criado solto, era comum destruir plantações de cana e cercas. Por essa razão o governo determinou que as fazendas de criação de gado fossem afastadas do litoral.

Detalhe da gravura do povoado do século XVII.


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O Gado Avança para o Interior

O processo de interiorização da colonização do nordeste foi orientado pelos boiadeiros.

Os boiadeiros utilizavam as margens dos rios para seguir com os animais em direção ao interior e fundar fazendas e currais próximos a eles. Em 1594 havia quinhentos currais nas margens do rio São Francisco. Em 1640 já havia 20 mil deles. Dessa forma, aos poucos, as boiadas abriram o caminho pelo sertão.

O resultado desse processo de interiorização, além da expansão das fazendas de gado, foi a tomada das terras indígenas no Sertão nordestino.

No entroncamento das estradas, ou à margem delas, surgiram povoados e feiras onde as pessoas faziam trocas ou compras de produtos. Esses povoados deram origem a municípios como Oeiras (PI), Pedras de Fogo (PA) e Feira de Santana (BA).


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Subprodutos do Gado

Com a expansão do gado, vieram os subprodutos: queijo, artigos de couro, charque, etc. Com isso, novos produtos passaram a circular pela colônia.

O charque se tornou uma das bases da alimentação da colônia.

O couro passou a ser utilizado na fabricação de vestuário, móveis e utensílios domésticos.

O gado foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento da cultura nordestina, como podemos observar nas vestimentas e na alimentação.

Vaqueiro montado em um boi, pintura, c. 1820.


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A Colonização do Norte

A região amazônica sofreu constantes invasões de franceses, ingleses e holandeses desde a chegada dos europeus à América.

Por meio de acordos e estabelecendo boas relações com os indígenas, eles conseguiram instalar algumas feitorias na região.

Em 1615, os franceses foram expulsos do Maranhão e foi criada uma administração para colonizar a região norte.


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Primeiras fortificações no Norte e Nordeste do Brasil


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Primeiras Fortificações

Os primeiros fortes na região surgiram no século XVII e foram instalados em localizações estratégicas de acesso à região amazônica.

Em torno do forte Presépio, formou-se a cidade de Belém.

Outros fortes, como Santo Antônio de Macapá, foram criados por colonizadores ibéricos para conseguir expulsar os concorrentes da região amazônica.

De Stat Ende Fort van Grand Para (1640). Esse mapa é a representação mais antiga da atual cidade de Belém (PA).


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A Vila como Lugar de Proteção

Não houve padrão comum na construção dos povoados. O governo colonial procurou organizar o espaço das primeiras vilas, planejando o traçado das ruas, porém nem sempre isso foi possível e já no século XVII vilas se formaram sem nenhum planejamento urbano.

As cidades planejadas tinham uma relativa ordem geométrica das quadras. As casas tinham um formato mais ou menos regular e foram construídas grudadas umas às outras, formando um retângulo. No interior desse retângulo havia um quintal coletivo, por isso ficou conhecido como praça-fortificada. O objetivo dessas construções era proteger a população em caso de ataques.

Conforme a população aumentava, era comum a construção de muralhas e paliçadas para impedir as invasões.


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A Vila como Lugar de Cristianização

A Igreja católica estava presente no dia a dia dos colonos.

Toda vila ou povoado tinha uma igreja e muitas fazendas e engenhos tinham uma capela.

Os filhos dos colonos frequentavam escolas religiosas e eram educados por padres ou frades.

Representação de uma igreja em detalhe do mapa.


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A Vila como Apoio à Escravização dos Indígenas

Nas primeiras décadas do século XVII já não havia povos indígenas livres em grande parte da costa nordestina. Os nativos que não haviam sido dizimados foram escravizados.

O interesse pela escravização dos indígenas foi outro fator que incentivou a colonização do interior.

Entre 1612 e 1771, cerca de 35 fortes foram construídos na bacia Amazônica. Desses fortes e vilas partiram muitas expedições com o objetivo de capturar e escravizar indígenas.

Os indígenas escravizados aguardavam nesses fortes até o momento do descimento, ou seja, de ser deslocado ao litoral para trabalhar nos engenhos.


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As Missões e a Colonização do Norte

A Igreja católica condenava a escravização indígena e, em 1537, o papa oficializou essa conduta. Os jesuítas combatiam a escravidão indígena e, por isso, foram expulsos do Maranhão pelos colonos em 1684.

Com o argumento de proteger os indígenas livres, os jesuítas criaram as missões ou reduções, e muitas delas foram implantadas na região amazônica.

As missões controladas por religiosos exportavam especiarias tropicais – chamadas drogas do sertão – ao continente europeu. Os indígenas embrenhavam-se nas matas em busca de produtos que os jesuítas utilizavam para fabricar remédios e vender para a Europa.

A reunião de muitos indígenas em um mesmo aldeamento também atraía pessoas, originando vilas e cidades.


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Missões na região Norte no período colonial


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Os Bandeirantes

No povoado de São Paulo de Piratininga, na capitania de São Vicente, as terras não eram adequadas à plantação de cana-de-açúcar, por isso os cerca de 2 mil habitantes dedicavam-se à agricultura de subsistência e ao comércio de excedentes.

Com o aumento da produção e do comércio, os paulistas passaram a escravizar os indígenas e, quando esses se tornaram escassos no litoral, passaram a organizar expedições em busca de mais indígenas no interior. Essas expedições eram conhecidas como bandeiras.

Nas bandeiras, nativos escravizados, graças ao conhecimento que tinham, orientavam as expedições. Ao final das expedições, os indígenas capturados no caminho eram vendidos a senhores de engenho do nordeste.

As expedições fundaram muitas vilas e, acompanhando-as, os jesuítas estabeleceram missões no interior do território.


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Principais bandeiras


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A Colonização do Interior

Com novos caminhos abertos, novas expedições foram incentivadas por Portugal para descobrir metais preciosos.

Utilizando o trajeto de rios, as expedições ampliaram ainda mais as fronteiras da colônia portuguesa.

Em alguns pontos, pequenos grupos de pessoas se estabeleceram e ficaram encarregados de cultivar alimentos para a passagem dos bandeirantes.

Muitas dessas paradas se tornaram povoados, especialmente nas regiões de Goiás e Minas Gerais.


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Referência Bibliográfica

  • Projeto Teláris: História / Gislane Campos de Azevedo,

  • Reinaldo Seriacopi. – 1ª Edição – São Paulo: Ática, 2012.


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