Mesopot mia
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Mesopotâmia. Religião, Política, Economia e Cultura. Entre que rios? ( Região mesopotâmica). Povos e organização social na Mesopotâmia. Os principais povos que ocuparam a região da mesopotâmia foram: sumérios, acádios, babilônicos, assírios e os caldeus.

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Presentation Transcript


Mesopot mia

Mesopotâmia

Religião, Política, Economia e Cultura


Entre que rios regi o mesopot mica

Entre que rios? (Região mesopotâmica)


Povos e organiza o social na mesopot mia

Povos e organização social na Mesopotâmia.

  • Os principais povos que ocuparam a região da mesopotâmia foram: sumérios, acádios, babilônicos, assírios e os caldeus.

  • Apesar de vários povos terem ocupado a região uma das constantes entre eles era a organização social. A sociedade era dividida basicamente entre os privilegiados e os não privilegiados.

  • Privilegiados: Sacerdotes (igreja), nobreza (estado), soldados ( exército), grandes proprietários de terra ( elite agrária), e o grandes comerciantes ( burguesia).


Povos e organiza o social na mesopot mia1

Povos e organização social na Mesopotâmia.

  • Os não privilegiados: Pequenos comerciantes, camponeses, artesãos e escravos.

  • O rei era considerado um Deus na Terra. Acumulava as funções políticas e religiosas.


Pol tica e religi o

Política e Religião

  • A organização política na maior parte do tempo foi feita através de cidades-estados.

  • Cada cidade estado tinha seu próprio deus ( Padroeiro). Cada templo era de um Deus diferente, sendo o maior e mais luxuoso o do Deus da cidade estado.

  • Os Deuses não praticavam somente o bem, e para agradá-los eram feitas oferendas e sacrifícios. ( velas, novenas, jejuns, auto flagelação).


Pausa para reflex o cr tica da apostila

Pausa para reflexão crítica da apostila

“A relação dos mesopotâmicos com a morte era simples: eles adoravam a vida e não se importavam com a morte. Ao contrário de outros culturas da Antiguidade, geralmente os mesopotâmicos não nutriam esperanças de uma vida além- túmulo, tampouco da ressurreição.”


Cultura

Cultura


O c digo de hamurabi

O código de Hamurabi


Zigurate templo mesopot mico

Zigurate ( Templo Mesopotâmico)


Egito

EGITO

A DÁDIVA DO NILO, OU NÃO...


Regi o

REGIÃO


Nil o grande seu nilo

NILÃO ( Grande Seu Nilo)

As três versões para as cheias do Nilo: Os ventos estivais, Nilo e o oceano, Nilo e as fontes de neve...


O delta e o vale

O Delta e o Vale

  • Em função do longo território o Egito era dividido em Delta ( Foz do Nilo) e Vale ( a faixa que acompanha o rio) . Também chamados de Baixo e Alto Egito respectivamente.


Organiza o social

Organização Social


O trampo

O Trampo

  • Os camponeses ( maior parte da população ) era que trabalhava arduamente para manter o Egito funcionando. Eles pagavam altos impostos e ainda podiam ser convocados para prestar trabalhos forçados.

  • Apesar da desigualdade de certa forma até as classes mais baixas segundo os registros históricos e vestígios arqueológicos se alimentavam bem.

  • Produzia-se no Egito diversos alimentos como frutas, legumes, criava-se animais. Todavia atribui-se aos egípcios e mesopotâmicos a invenção da....


Cerveja

Cerveja!


Vinho

Vinho


Pol tica

Política

  • O Faraó, assim como na Mesopotâmia era visto como um deus, sendo assim tudo tudo girava ao seu redor: arte, cultura, religião, economia. Esse caráter divino era perpetuado pelo casamento, normalmente o Faraó casava-se oficialmente com suas irmãs.

  • Dada a vasta extensão para administrar o Faraó delegava funções tanto para sacerdotes quanto para altos funcionários, todavia acredita-se que os escribas tivessem a maior relevância.


Economia

Economia

  • Os Egípcios eram basicamente agrícolas, apesar de desenvolverem outras atividades como o comércio e manufaturas.

  • Apesar da ausência de sistema monetário, eles trocavam os produtos entre eles, e entre outras regiões.


A religi o eg pcia

A Religião Egípcia


Vida ap s a morte

Vida após a morte

  • Os egípcios se destacavam por acreditarem na vida pós morte, e por todos os rituais que cercavam essa passagem.

  • 1º A Conservação do Corpo

  • 2º A transição do mundo dos Vivos para o dos mortos

  • 3º O Julgamento de Osíris


Os deus eg pcios

Os Deus egípcios

  • Os Egípcios por cultuarem os animais, e forças da natureza como o sol, a Lua e o vento, representavam seus deus de 3 formas:

  • deuses com formato de animal (zoomorfismo)


Antropomorfismo

Antropomorfismo

Deuses somente com o formato humano


Antropozoomorfismo

Antropozoomorfismo

Deuses com o formato de homem juntamente com animal (corpo de homem e cabeça de animal )


A mitologia

A Mitologia

  • O Deus mais importante era Rá considerado o criador do universo. Considerado o Deus Sol ele criou os outros deuses e teria ganho de seu pai o domínio da Terra.

  • O culto de Rá era em Heliopolis (mais antigo centro comercial do Baixo Egito )Quando a Capital do Império egípcio passa a ser Tebas, Amon o deus protetor dos tebanos se junta com Rá formando Amon Rá.


Os demais deuses

Os Demais deuses

  • Toth - sabedoria, conhecimento, representante da Lua

  • Anúbis- os mortos e o submundo

  • Hathor - amor, alegria, dança, vinho, festas

  • Hórus- céu

  • Khnum - criatividade, controlador das águas do rio Nilo

  • Maet - justiça e equilíbrio

  • Ptah - obras feitas em pedra

  • Seth - tempestade, mal, desordem e violência

  • Sobek - paciência, astúcia

  • Osíris- vida após a morte, vegetação

  • Ísis - amor, magia

  • Geb - terra


Mesopot mia

Thot

Na mitologia egípcia, ele se autocriou. Ao mesmo tempo, tinha o poder de criar com as próprias palavras, trazendo vida a coisas no mundo real. É o deus escriba e, ao mesmo tempo, o inventor das Artes e Ciências.


An bis

Anúbis

Representa a parte mais escura da noite. Ele é apresentado na forma antropomorfa – corpo de homem e rosto de animal, mas também pode aparecer como um cachorro ou chacal, animal que era consagrado ao deus. Era Anúbis quem presidia as mumificações, pois era o guardião dos conhecimentos desta técnica. Anúbis também tinha a função de ser o protetor das tumbas. Era também o juiz dos mortos e quem conduzia a alma dos mortos no além.


Os ris

Osíris

  Osíris era um dos mais importantes deuses egípcios pois era associado à vida além da morte e também à vegetação. Era casado com a irmã e deusa Ísis (deusa-mãe, do amor e da magia) e pai do deus  Hórus (deus do céu). Osíris era filho de Geb (deus da terra) e Nut (deusa do céu).


Mesopot mia

Ísis

Ísis era a deusa do amor e da magia, considerada também a mãe de todo Egito. Era filha de Geb (deus da Terra) e mulher do irmão Osíris (deus da vida no além e da vegetação). Teve um filho com Osíris, Hórus (deus do Céu).


H rus

Hórus

Hórus era o deus do céu. Era representado com o corpo de um homem na cabeça de um falcão (animal sagrado entre os egípcios).


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Seth

Filho de  Rá  e Nut, é considerado o deus das tempestades, dos raios e do vento, por este motivo acabou sendo identificado aos deuses estrangeiros e isso levou as pessoas a prestarem adoração a esses deuses similares, o que levou Seth a se tornar inimigo dos deuses devido os conservadores nativos do Egito. Assim, encarna os conceitos de fúria, violência, crime e crueldade. Apesar de sua fama, ainda possui boas características. Protege a proa barca de Rá durante sua viagem noturna ao mundo oculto. Derrota o demônio Apópis, que ameaça-o pelas manhãs e noites. Cada vitória que Seth alcança, Apópis renasce para recomeçar a batalha. Deste conflito permanente nascem o equilíbrio das forças e a harmonia universal. Sendo assim, o universo só funciona pela a ação contraditória de Seth.


Mesopot mia

No Egito existiam várias lendas relacionadas aos deuses. Uma das que envolviam Seth é a lenda da morte do deus Osíris (o sol poente, o Nilo, deus da vegetação e dos mortos), este transformou os egípcios em uma civilização de agricultores. Mas Osíris acabou sendo morto por Seth (devido este desejar assumir o seu trono), que lançou o seu corpo ao rio. Ísis (a deusa mágica da vegetação e das sementes) conseguiu encontrar o seu corpo e lhe restabeleceu a vida.

No entanto, Seth atacou novamente, dividiu o seu corpo em 14 pedaços e os espalhou por todo o Egito. Mesmo assim, Ísis com seus poderes mágicos e com a ajuda de Hórus (deus falcão, o sol levante), juntou as partes do seu corpo através da utilização de palavras mágicas. Após ser vencido, Seth herdou o deserto, onde reina, e por isso, protege as caravanas do deserto. No entanto, é importante ressaltar que, essa guerra persistiu por 80 anos, vez que, Seth acabou arrancando a vista esquerda de Hórus, e este dilacerou os seus testículos. A história dessa longa batalha, é vista por alguns como um aspecto de um conflito em meio aos cultos no Egito em que o vencedor pode ter transformado o deus do culto inimigo em deus do mal.


A mumifica o

A Mumificação

1 Passo – Orações

2 Passo – O Corpo é Limpo

3 Passo – Retirada do Cérebro

4 Passo – A retirada dos órgãos internos

5 Passo - Imersão em Natrão

6 Passo – Palha

7 Passo – Envolto por Linho na Posição de Hórus

8 Passo - A máscara

“Os embalsamadores eram sacerdotes obrigados a viver e trabalhar fora da cidade, num local denominado Uabet (“Lugar Limpo”). Muito bem preparados para realizar seu trabalho com precisão cirúrgica e ritual, seu primeiro ato era abrir o cadáver e extrair-lhe os órgãos internos. As vísceras eram logo guardadas nos chamados vasos canopos, recipientes de alabastro com inscrições gravadas, destinados a assegurar que as vísceras retornariam ao corpo ressuscitado. Uma vez depositado o orgão correspondente em seu interior, cada vaso canopo era fechado com uma tampa que representava a cabeça de um dos quatro filhos de Hórus: O chacal Duamutef guardava o estômago; o babuíno Hapi, os pulmões; o falcão Qebehsenuef, os intestinos; e o humano Imset, o fígado.


De aken a os ris o trajeto do morto

De Aken a Osíris ( O trajeto do morto )

  • 1 - Primeiramente a pessoa morta precisava convencer o barqueiro Aken a levá-lo pelo rio da morte.

  • 2 - Então eles tinham que passar por doze portões que são vigiados por demônios e serpentes. Era um dos motivos de serem enterrados amuletos de proteção junto com o morto, que nessa hora ajudavam a protege-los.

  • 3 - Depois o morto precisava convencer os 42 juízes de que não tinha cometido nenhum dos 42 pecados. Só depois dessas etapas que o morto entrava no tribunal de Osíris.


O julgamento de os ris

O Julgamento de Osíris

  • A religiosidade tinha importância para os egípcios até após a morte, pois eles acreditavam na imortalidade. Por esses motivos cultuavam os mortos e praticavam a mumificação (a conservação dos corpos). Acreditavam que o ser humano era constituído por Ká (corpo) e Rá (alma). No momento da morte, a alma deixaria o corpo, mas poderia continuar a viver no reino de Osíris ou de Amon-Rá – a volta da alma para o corpo dependia do julgamento no Tribunal de Osíris.

  • Após o julgamento de Osíris, se a alma retornasse ao corpo, o morto voltaria à vida no reino de Osíris; se não, a alma ficaria no reino de Amon-Rá. Daí a importância da conservação dos corpos pela mumificação, se a alma retornasse ao corpo, este não estaria decomposto.


O papiro de ani

O Papiro de Ani


O julgamento de hufener

O Julgamento de Hufener


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