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Medicaç ã o Intra-canal. Profa. Juliana Vilela Bastos Faculdade de Odontologia - UFMG. Medicação Intra-canal. Uso de fármacos que contribuem para a desinfecção do SCR - Sistema de Canais Radiculares e para a cicatrização das estruturas periapicais. “Era Germicida” da endodontia. Creosoto.

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Presentation Transcript

Medicação Intra-canal

Profa. Juliana Vilela Bastos

Faculdade de Odontologia - UFMG


Medicação Intra-canal

Uso de fármacos que contribuem para a desinfecção

do SCR - Sistema de Canais Radiculares e para a cicatrização

das estruturas periapicais.


“Era Germicida” da endodontia

Creosoto

Reichenbach, 1830

Fenol

Runge, 1834

Monoclorofenol ( + cânfora)

Walkoff, 1891

Sódio + potássio

Schrier, 1893

Ácido sulfúrico

Callaham, 1893

Formocresol

Buckley, 1904

Presença de microrganismos

no canal radicular

Miller, 1980


“Era Germicida” da endodontia

“Quando, em 1890, foi verificado que as bactérias estavam em cena, foram propostos uma quantidade impressionante de técnicas e cáusticos infalíveis, empregados com vigor e entusiasmo mas com péssimos resultados”.

Noakes, 1955


“Preparo Biomecânico”

A renovação da endodontia

“O mais importante no tratamento endodôntico é o que se retira e não o que se coloca no canal radicular”.

Sachs, 1940

Sanear

Formatar


Terapia endodôntica

Obturaçăo

PMQ

Saneamento

Formataçăo

Irrigaçăo

Medicaçao Intra-canal

Abertura coronária


Medicação Intra-canal

Objetivos

Promover a eliminação de microorganismos que sobreviveram ao PMQ

Túbulos dentinários

Istmos

Ramificaçoes

Irregularidades




Medicação Intra-canal

Objetivos

Atuar como barreira fisico-química contra a (re)infecçao por

microrganismos da saliva ou sobreviventes dao PMQ

barreira física = preenchimento do espaço do SCR

barreira química = efeito antimicrobiano


Medicação Intra-canal

Objetivos

Controle de quadros periapicais agudos ou persistentes


Medicação Intra-canal

08/11/2007

30/04/2008

28/08/2007

Objetivos

Controle de quadros periapicais agudos ou persistentes


Medicaçăo Intra-canal

10/2004

05/2006

02/2004

Objetivos

Controle de reabsorções radiculares inflamatórias progressivas


Medicação Intra-canal

Objetivos

Estimular a formaçao de barreira apical mineralizada em dentes com ápice aberto


Medicação Intra-canal

Classificação Química dos Medicamentos

Derivados Fenólicos – eugenol, PMCF, cresatina, creosoto, timol

Aldeídos – tricresol, formocresol, glutaraldeído

Halógenos – hipoclorito de sódio, iodofórmio, iodeto de potássio

Bases – Hidróxido de cálcio

Corticosteróides – hidrocortisona

Antibióticos – sulfato de polimixina B e sulfato de neomicina


Medicação Intra-canal

Dupla ação antisséptica

Medicamentos Utilizados –

Função fenólica

PMCF – dupla ação antisséptica

PMCF Canforado

Íon cloro

Ação por contato

Neutralizado em presença de matéria orgânica

Irritante tecidual


Medicação Intra-canal

Ação antisséptica

Irritante tecidual

Medicamentos Utilizados –

Furacine associações – (aldeído)


Medicação Intra-canal

  • Associaçao Corticosteroide-Antibiótico

    • Otosporin (hidrocortizona)

    • Maxitrol (dexametasona)

+ sulfato de polimixina B e

sulfato de neomicina

Medicamentos Utilizados –

Potentes antiinflamatórios

Efeitos colaterais dos corticosteróides

Permanência no SCR por períodos curtos


Medicação Intra-canal

Medicamentos Utilizados –

Tricresol Formalina ou Formocresol (derivado fenólico)

Atividades antimicrobianas

Neutralizaçao de toxinas

Altamente irritante para os tecidos


Medicação Intra-canal

Medicamentos Utilizados –

Hidróxido de Cálcio (base)

Ação antimicrobiana

Estimulo aos mecanismos de reparo tecidual

Ação antiinflamatória

Ação anti-hemorrágica

Necessidade de longo período de permanência

Necessidade de contato direto com o mø

Resistência do Enterococcus Faecalis


Medicação Intra-canal

Mecanismo de ação

Ca(OH)2

  • Hipertônico

Ca++

Ativação Enzimática

  • Dissociação

Alcalinização do meio

Dano ao DNA bacteriano

Peroxidação lipídica

OH-

  • Barreira Física


Medicação Intra-canal

Ca(OH)2

OH-

Ca++

Mecanismo de ação –

Estimulo ao reparo tecidual

  • Necrose superficial

  • Ativação enzimática

Ca+2-ATPase – participa do transporte de íons através da membrana celular durante a síntese de tecido mineralizado

Pirofosfatase – produção de energia para a síntese de proteínas

Fosfatases Alcalinas – liberação local de íons minerais


Medicação Intra-canal

pH– incompatível com o metabolismo bacteriano

Dano ao DNA bacteriano

Peroxidação lipídica = lesão da membrana celular bacteriana

Ca(OH)2

OH-

Ca++

Mecanismo de ação –

Ação Antimicrobiana

  • Barreira física – impede a percolação de fluidos = substrato para mø

  • Liberaçao de íons OH-


Medicação Intra-canal

Ca(OH)2

OH-

Ca++

Mecanismo de ação –

Ação Antiinflamatória

  • Liberaçao de íons OH-

Alcalinizaçao do Meio – inibe a atividade de fosfatases ácidas e outras enzimas pró-inflamatórias


Medicação Intra-canal

Ca(OH)2

Hipertônico

Diminuição do edema

Mecanismo de ação –

Ação antiinflamatória

  • Efeito Osmótico


Medicação Intra-canal

PMQ não concluído

PMQ concluído

CaOH

Vitalidade

Necrose

Otosporin

PMCF

NaOCl

Emprego Clínico de Medicamentos




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