A esperan a priscila namiuti
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A esperança (Priscila Namiuti ). Invisível, imprescindível, inabalável A esperança sobrevive Sua chama jamais se apaga: é o alívio, o abrigo, o refúgio numa cidade sitiada A esperança é a força que impulsiona a ter fé num amanhã bem melhor

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A esperan a priscila namiuti
A esperança (Priscila Namiuti)

Invisível, imprescindível, inabalável

A esperança sobrevive

Sua chama jamais se apaga: é o alívio, o abrigo, o refúgio numa cidade sitiada

A esperança é a força que impulsiona a ter fé num amanhã bem melhor

A esperança é o olhar distraído num sonho bom que se realizará

Se realizará! Pela fé em Cristo!


Exemplo de texto

EXEMPLO DE TEXTO

Relações Interpessoais


Rela es interpessoais em rede uma evolu o
Relações interpessoais em rede: uma evolução?

É evidente a popularidade das redes sociais no século XXI. Indivíduos do mundo todo formam grandes comunidades virtuais, através da criação de um perfil nesses sites. Apesar de esses meios terem viabilizado a comunicação, tornando rápida e prática a interação entre pessoas de diferentes lugares, percebe-se que, nesse contexto, as relações interpessoais são geralmente frágeis, considerando-se o empobrecimento da linguagem e a superficialidade dos relacionamentos.


Nesses ambientes virtuais, a linguagem parece refletir a velocidade que caracteriza a era digital. Utilizando abreviações, criou-se, praticamente, uma nova língua para se interagir com outras pessoas – o “internetês” – evidenciado em canais de “bate-papo” e em sites como “Twitter” e “Facebook”. Assim como a “Novilíngua”, idioma da sociedade criada por George Orwell em seu romance “1984”, o vocabulário típico da rede revela um empobrecimento da comunicação escrita, que se associa, ainda, à superficialidade das relações interpessoais nesse contexto.


A essa linguagem empobrecida, caracterizada pela redução de palavras, acrescenta-se a fragilidade dos relacionamentos na era digital. A facilidade de conhecer pessoas por meio das redes sociais, por exemplo, pode gerar uma superficial noção de amizade, visto que as relações, por vezes, limitam-se ao ambiente virtual, reduzindo as possibilidades de convivência ao se dispensar o contato presencial. Possivelmente, muitos daqueles que possuem um cadastro nesses sites sentem-se sozinhos, ainda que cercados de uma multidão de “amigos” virtuais.


A inquestionável praticidade da era digital, desse modo, ao mesmo tempo que viabilizou a interação entre as pessoas, possibilitou uma regressão na linguagem, bem como fomentou a superficialidade das relações. Por esse viés, portanto, a expansão das redes sociais, apesar de ser fruto do desenvolvimento tecnológico, não representou uma efetiva evolução.


A liquefa o dos relacionamentos na modernidade
A “liquefação” dos relacionamentos na modernidade ao mesmo tempo que viabilizou a interação entre as pessoas, possibilitou uma regressão na linguagem, bem como fomentou a superficialidade das relações. Por esse viés, portanto, a expansão das redes sociais, apesar de ser fruto do desenvolvimento tecnológico, não representou uma efetiva evolução.

Segundo o sociólogo polonês ZigmuntBauman, na “modernidade líquida” - metáfora utilizada para caracterizar a sociedade atual, constantemente sujeita a mudanças - os relacionamentos tendem a ser superficiais. A efemeridade sobrepõe-se ao chavão “até que a morte nos separe”, seja no casamento ou até mesmo no ambiente de trabalho. Desse modo, é possível perceber o enfraquecimento das relações interpessoais em diferentes contextos.


Os altos índices de divórcios na atualidade evidenciam a ruptura do conceito tradicional de casamento – enlace matrimonial “feito para durar”. Percebe-se, atualmente, que o compromisso com o outro e o altruísmo são valores constantemente substituídos por uma busca incessante pela satisfação pessoal. Estar em um relacionamento conjugal, assim, parece ser viável somente enquanto essa relação é capaz de satisfazer os cônjuges.


Nota-se, também, que a efemeridade nos relacionamentos não se limita ao ambiente familiar. Até o século XX, a estabilidade proporcionada pelas fábricas no modelo fordista de produção fomentava relações profissionais mais duradouras – o tempo de convívio, com as mesmas pessoas, permitia a construção de amizades. Hoje, entretanto, quem começa a sua carreira em determinada empresa não tem plena certeza de onde ela poderá terminar, uma vez que o mercado de trabalho é mais flexível, não raro com contratos a curto prazo ou até mesmo sem contratos. Dessa forma, sem a convivência mantida pela rotina, as relações no ambiente de trabalho tendem a ser superficiais.


Reflexo do “processo de liquefação” que atinge o mundo moderno, as relações interpessoais enfraqueceram-se, confirmando, assim, a tendência apontada por Bauman: os relacionamentos, na “modernidade líquida” são caracterizados pela efemeridade.


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