A simula o computacional aplicada em projetos de espa os p blicos urbanos a luz natural nas pra as
This presentation is the property of its rightful owner.
Sponsored Links
1 / 35

A SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL APLICADA EM PROJETOS DE ESPAÇOS PÚBLICOS URBANOS: A LUZ NATURAL NAS PRAÇAS PowerPoint PPT Presentation


  • 48 Views
  • Uploaded on
  • Presentation posted in: General

UNB- UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA Programa de Pós-Graduação de Arquitetura e Urbanismo. A SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL APLICADA EM PROJETOS DE ESPAÇOS PÚBLICOS URBANOS: A LUZ NATURAL NAS PRAÇAS. Tatiana Santana Yeganiantz Orientador: Evangelos Dimitrios Chistakou. Estruturação.

Download Presentation

A SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL APLICADA EM PROJETOS DE ESPAÇOS PÚBLICOS URBANOS: A LUZ NATURAL NAS PRAÇAS

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Presentation Transcript


A simula o computacional aplicada em projetos de espa os p blicos urbanos a luz natural nas pra as

UNB- UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

Programa de Pós-Graduação de Arquitetura e Urbanismo

A SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL APLICADA EM PROJETOS DE ESPAÇOS PÚBLICOS URBANOS: A LUZ NATURAL NAS PRAÇAS

TatianaSantanaYeganiantz

Orientador: Evangelos Dimitrios Chistakou


Estrutura o

Estruturação

  • Capítulo 1- Introdução

  • Capítulo 2- Observações Preliminares

  • Capitulo 3- A Simulação Computacional e a Luz Natural

  • Capítulo 4- O Espaço Público e os Princípios Bioclimáticos

  • Capítulo 5- Consideração Sobre o Espaços Públicos: Praças de Brasília

  • Capítulo 6- Estudo de Caso


Introdu o

Introdução

Panteão /Roma iluminação zenital

O uso da Luz Natural (LN) sempre fez parte dos projetos arquitetônicos ao longo dos tempos.

Após a II Guerra Mundial devido à abundância de combustível, os avanços dos recursos tecnológicos e a utilização intensiva da luz artificial elétrica, o uso da LN foi deixado em segundo plano.

Porém nos últimos anos com a crise energética, as mudanças climáticas e a procura por uma arquitetura sustentável, o conceito de qualidade ambiental através do aproveitamento racional dos recursos da natureza tornou-se requisito indispensável no processo construtivo.


Introdu o1

Introdução

A qualidade ambiental de espaços abertos depende do projeto urbano.

Em zonas tropicais não devemos expor as pessoas por um período prolongado à radiação solar pelo fato de causar desconforto térmico e visual.

Os espaços públicos devem ser pensados e construídos com os mesmos cuidados que um edifício.


A simula o computacional aplicada em projetos de espa os p blicos urbanos a luz natural nas pra as

  • Problemática

    Na maioria dos projetos de praças em espaços urbanos de Brasília não há preocupação com o controle da luz natural que de forma geral é abundante.


A simula o computacional aplicada em projetos de espa os p blicos urbanos a luz natural nas pra as

  • Objetivo

    A contribuição desse trabalho é incentivar o arquiteto a incluir no processo de concepção de espaços urbanos públicos, tais como praças, a avaliação da luz natural através do uso de softwares de simulação computacional.


Hip tese

Hipótese

  • O uso de simulações computacionais pode auxiliar o arquiteto na tomada de decisão no processo de elaboração de projetos urbanísticos permitindo predizer os resultados do desempenho ambiental de suas propostas.


Luz natural

Luz Natural

  • A LN que ilumina os ambientes é constituída basicamente por três componentes: a luz direta do sol, luz difusa do céu e luz refletida pelo solo e outras superfícies do entorno.


Aspectos da luz

Aspectos da Luz

  • È importante lembrar que os raios luminosos não são visíveis, a sensação de luminosidade é decorrente da reflexão desses raios por uma superfície.

  • Iluminância- luz incidente, não visível (lúmen por metro quadrado =1 lux)

  • Luminância- luz refletida, visível (candela por metro quadrado= 1 nit)

  • Os objetos possuem diferentes capacidades de reflexão da luz, portanto, uma certa iluminância pode gerar diferentes luminâncias .


Ofuscamento

Ofuscamento

  • O ofuscamento é o maior responsável pelo desconforto. Este parâmetro de desconforto é o efeito desagradável causado por excessivo contraste das luminâncias no campo visual.


Vantagens da luz natural

Vantagens da Luz Natural

  • -A visão humana se desenvolve melhor com a luz natural;

  • -A constante mudança da quantidade de luz natural é favorável, pois proporciona efeitos estimulantes nos ambientes;

  • -A luz natural é fornecida por fonte de energia renovável, é o uso mais evidente da energia solar


Uso da ln no projeto de arquitetura e urbanismo

Uso da LN no Projeto de Arquitetura e Urbanismo

  • É possível tirar partido ou evitar a luz e o calor solar em um espaço projetado, e o critério mais sábio para definir o que fazer é ter como premissas básicas o conforto térmico e visual dos ocupantes.

  • No planejamento de espaços urbanos a radiação solar pode ser interceptada pelos elementos vegetais e topográficos do local.


A simula o computacional e a luz natural

A Simulação Computacional e a Luz Natural

  • Historicamente é a partir da década de 50 que se desenvolveu a idéia de que todos os sistemas e processos podem ser objeto de simulação matemática.

  • Atualmente, existem diversas ferramentas para simulação da iluminação natural .


Aplica o das ferramentas computacionais

Aplicação das Ferramentas Computacionais

Fatores envolvidos em simulação computacional


Validade da simula o

Validade da Simulação

  • Nem sempre é possível confiar completamente nos resultados obtidos; por isso, é importantíssimo que o usuário tenha capacidade de interpretar os dados do que está simulando, e perceber possíveis falhas do programa.

  • A simulação paramétrica, que compara situações com a mudança de parâmetros.


Simula o computacional nas diversas fases do projeto

Simulação Computacional nas Diversas Fases do Projeto


O uso do ecotect em avalia es de conforto ambiental em espa os urbanos

O uso do ECOTECT em Avaliações de Conforto Ambiental em Espaços Urbanos


O uso do ecotect em avalia es de conforto ambiental em espa os urbanos1

O uso do ECOTECT em Avaliações de Conforto Ambiental em Espaços Urbanos

Calculo de visibilidade urbana

Calculo de obstruções

Resultado tridimensional da

Carta solar

Calculo de horas de insolação


O espa o p blico e os princ pios bioclim ticos

O ESPAÇO PÚBLICO E OS PRINCÍPIOS BIOCLIMÁTICOS

  • O desenho do espaço deve ser condicionado e adaptado às características do meio, tais como topografia, revestimento do solo, ecologia, latitude, clima e princípios históricos.

  • Os espaços públicos urbanos podem ser definidos como aqueles espaços fundamentais que freqüentemente condicionam os espaços construídos.

  • Espaços de vida , que “percebe” a cidade.


O espa o p blico urbano pra a

O Espaço Público Urbano/ Praça

  • A praça é o espaço mais típico da vida urbana.

  • As praças podem ser definidas como espaços livres públicos urbanos destinados ao lazer e ao convívio da população, acessíveis aos cidadãos e livres de veículos.


Planejamento urbano e a luz natural

Planejamento Urbano e a Luz Natural

  • A luz pode ser trabalhada de diversas formas, criando vários efeitos, entre os quais podemos destacar: o ritmo, a ênfase e o contraste.

  • Uma área gramada pode absorver maior quantidade de radiação solar, e por sua vez, irradiar uma quantidade menor de calor que qualquer superfície construída, pelo fato de grande parte da energia absorvida pelas folhas é utilizada para seu processo metabólico, enquanto em outros materiais toda a energia absorvida é transformada em calor


Espa os p blicos pra as de bras lia

ESPAÇOS PÚBLICOS: PRAÇAS DE BRASÍLIA

Esplanada dos Ministérios

Praça dos Três Poderes

Praça do Conjunto Nacional

Praça do Buriti


Hist rico do setor de divers es norte

Histórico do Setor de Diversões Norte

  • A construção do setor norte do Conjunto de Diversões como um único edifício representou uma grave modificação do pensamento de Lúcio Costa.


Estudo de caso pra a do conjunto nacional

Estudo de Caso - Praça do Conjunto Nacional


Pra a do conjunto nacional

Praça do Conjunto Nacional


Avalia es ambientais utilizando o ecotect simula o da velocidade orienta o dos ventos

Avaliações Ambientais utilizando o ECOTECT- Simulação da Velocidade/ Orientação dos Ventos


Simula o da melhor orienta o

Simulação da Melhor Orientação

A melhor orientação de um edifício seria noroeste a 330°


Simula o t rmica m dia dos dias mais frios

Simulação Térmica Média dos dias mais frios

A temperatura do exterior mais alta é de 24° e a mais baixa é de 8°.

As temperaturas mais elevadas estão entre os horários de 13:30 às 15:30 que varia de 22° a 24°, já as temperaturas mais baixas estão entre os horários de 5:30 e 6:30 (horário em que a praça não é freqüentada) variando entre 8° a 9°.


Simula o t rmica m dia dos dias mais quentes

Simulação Térmica Média dos dias mais Quentes

Na media dos dias mais quentes a temperatura mais elevada é 33° e a mais baixa é de 21°.

As temperaturas mais elevadas então entre os horários de 12:30 às 16:30 variando entre 33° e 32°, já as mais baixas : 3:30 às 5:30 variando de 21° e 22°.


Simula o da proje o de sombra solst cio junho

Simulação da Projeção de Sombra – Solstício Junho

Junho 09 horas

Junho 12 horas

Junho 17

horas

Junho 15 horas


Simula o da proje o de sombra equin cio setembro

Simulação da Projeção de Sombra – Equinócio Setembro

Setembro 9 horas

Setembro 12 horas

Setembro 15

horas

Setembro 17 horas


Simula o da proje o de sombra solst cio dezembro

Simulação da Projeção de Sombra – Solstício Dezembro

Dezembro 9 horas

Dezembro 12 horas

Dezembro 15 horas

Dezembro 17 horas


Solst cio junho dezembro e equin cio de setembro

Solstício Junho /Dezembro e Equinócio de Setembro

Equinócio de setembro

Solstício de junho

Solstício de

dezembro


Conclus o

Conclusão

  • O presente trabalho confirma que a hipótese de que a simulação computacional pode auxiliar na avaliação do desempenho do conforto ambiental também em espaços urbanos.


A simula o computacional aplicada em projetos de espa os p blicos urbanos a luz natural nas pra as

  • “A luz natural é de importância decisiva para sentirmos a arquitetura. Para muitas pessoas uma boa luz significa apenas muita luz. E, com muita freqüência, verificamos que tal noção é inconseqüente, já que a quantidade de luz está longe de ser tão importante quanto a sua qualidade”

    Rasmussen,1986


  • Login