Domic lios e d ficit habitacional
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DOMICÍLIOS E D ÉFICIT HABITACIONAL PowerPoint PPT Presentation


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DOMICÍLIOS E D ÉFICIT HABITACIONAL. José Eustáquio Diniz Alves Suzana Marta Cavenaghi Escola Nacional de Ciências Estatísticas ENCE/IBGE. Condição de ocupação dos domicílios. Fonte: Censos demográficos do IBGE. Domicílios Duráveis e Rusticos. Cômodos e pessoas por domicílios.

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DOMICÍLIOS E D ÉFICIT HABITACIONAL

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Presentation Transcript


Domic lios e d ficit habitacional

DOMICÍLIOS EDÉFICIT HABITACIONAL

José Eustáquio Diniz Alves

Suzana Marta Cavenaghi

Escola Nacional de Ciências Estatísticas

ENCE/IBGE


Domic lios e d ficit habitacional

Condição de ocupação dos domicílios

Fonte: Censos demográficos do IBGE

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Domicílios Duráveis e Rusticos

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Cômodos e pessoas por domicílios

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Acesso aos serviços públicos

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

% de bens de consumo duráveis

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

% de bens de consumo duráveis (1)

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

% de bens de consumo duráveis (2)

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Domic lios e d ficit habitacional

Os domicílios cresceram

mais que a população

e as famílias?

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Crescimento de domicílios e população

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Famílias, domicílios e população

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Déficit habitacional?

Superávit habitacional?

Qual é a situação brasileira?

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

BalançoHabitacional

Balanço Habitacional =

Total de domicílios - Total de Famílias

Déficit habitacional 

Total de domicílios < Total de Famílias

Superávit habitacional 

Total de domicílios > Total de Famílias

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

  • O que é, e como se calcula

  • o número de DOMICÍLIOS?

  • O que é, e como se calcula

  • o número de FAMÍLIAS?

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

A definição de domicílio(IBGE)

  • O Domicílio é o local ou recinto estruturalmente independente, que serve de moradia a famílias, formado por um conjunto de cômodos, ou por um cômodo só, com entrada independente, dando para logradouro ou terreno de uso público…

  • Domicílio coletivo;

  • Domicílio particular permanente ocupado;

  • Domicílio particular permanente não-ocupado;

  • Domicílio particular permanente improvisado

  • Cômodos.

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Domic lios e d ficit habitacional

Domicílios brasileiros, por espécie– 2000

Fonte: Sinopse preliminar do censo 2000 – IBGE.

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

FAMÍLIA CENSITÁRIA (IBGE)

“É o conjunto de pessoas moradoras em um domicílio. A Família censitária poderá ser formada de um Grupo Familiar, de um Grupo Convivente ou de Grupos Familiares e Grupos Conviventes”.

Pessoa só: pessoas vivendo sozinhas em um domicílio;

Família única: uma só família (mínimo de 2 pessoas);

Família principal: referente às famílias cujos chefes são os responsáveis pelos domicílios onde vive mais de uma família;

Família secundáriaparente: referente às famílias secundárias, quando entre estas e as principais existirem laços de parentesco;

Família secundárianão parente: quando entre estas e as principais não existirem laços de parentesco

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Domic lios e d ficit habitacional

Déficit ou SuperávitHabitacional?

O censo demográfico de 2000 indicou a existência de:

48,2 milhões de famílias;

54,3 milhões de domicílios particulares (fora os coletivos)

 Superávit habitacional = 6,1 milhões de unidades

48,2 milhões de famílias;

45 milhões de domicílios particulares permanentes ocupados;

 Déficit de 3,2 milhões de unidades

48,2 milhões de famílias – 3,2 milhões de famílias conviventes =

45 milhões;

 Déficit zero

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Domic lios e d ficit habitacional

Comparação dos dados - famílias e domicílios

Famílias e domicílios nos EUA, Brasil e Argentina

Fonte: US Census Bureau, 2004; IBGE, 2001, 2002, 2004, INDEC, 2004

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Domic lios e d ficit habitacional

Comparação dos dados - famílias e domicílios

Famílias e domicílios nos EUA, Brasil e Argentina

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

FAMÍLIA, “NÃO-FAMÍLIA” e FAMÍLIA CONVIVENTE

Nos EUA e na Argentina, uma pessoa que more sozinha num domicílio ou mais de duas pessoas sem laços de parentescos são classificadas como “não-família”. Já no Brasil, ambos os casos se encaixam na definição do IBGE, que além disto, fraciona as famílias + “não-famílias”, apresentando o conceito de famílias conviventes.

EUA Domicílio = 1,46 ?

Família

Argentina Domicílio = 1,20 ?

Família

BrasilDomicílio = 0,93 ? (45 milhões domicílios/48,2 milhões famílias)

Família

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Domic lios e d ficit habitacional

Seria correto considerar

toda Coabitação

como déficit habitacional?

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Famílias estendidasou famílias conviventes?

Quem casa quer casa?

O IBGE adota, em algumas de suas pesquisas, uma definição de família censitária que fraciona as famílias dentro do domicílio.

Em relação às famílias conviventes o Instituto faz uma clara opção pela família nuclear e trata os parentes verticais e intergeracionais (avô, filho, neto, bisneto, etc.) e horizontais (irmãos, tios, primos, etc.) não como uma mesma família estendida, mas sim como diferentes famílias conviventes.

Considera, também, como conviventes as famílias de não parentes que tenham laço de dependência.

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Coabitação famílias nucleares ou famílias estendidas?

Fonte: microdados do censo 2000 do IBGE

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Coabitação famílias nucleares ou famílias estendidas?

Tipos de arranjos familiares segundo os tipos de famílias conviventes

Brasil - 2000

Fonte: microdados do censo 2000 do IBGE

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Coabitação famílias nucleares ou famílias estendidas?

Relação do responsável da família com o responsável pelo domicílio

Brasil – 2000

Fonte: microdados do censo 2000 do IBGE

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Domic lios e d ficit habitacional

Coabitação famílias nucleares ou famílias estendidas?

Grupos de renda para o total do domicílio e para os responsáveis pelas famílias –- Brasil – 2000.

Fonte: microdados do censo 2000 do IBGE

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Domic lios e d ficit habitacional

Coabitação famílias nucleares ou famílias estendidas?

Famílias conviventes segundo a densidade de pessoas por dormitório e cômodos dos domicílios com famílias conviventes: Brasil – 2000

Fonte: microdados do censo 2000 do IBGE

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

CONCLUSÕES

O IBGE, em algumas pesquisas, fraciona as famílias estendidas que possuem mais de uma geração de parentes (pais, filhos, netos, etc.) ou possuem parentes horizontais (irmão, tio, primo, etc.), morando em um mesmo domicílio.

Como resultado desse procedimento, existe um aumento do número de famílias no Brasil, quando comparado com outros países que consideram os parentes que vivem juntos em um mesmo domicílio.

A metodologia utilizada pelo IBGE não está necessariamente errada e, ao contrário, tem suas vantagens. Contudo, para a análise do déficit habitacional seria incorreto utilizar o critério de coabitação sem fazer mediações.

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

CONCLUSÕES

A questão da densidade deve ser um elemento da avaliação do déficit habitacional. Contudo, os dados dos domicílios brasileiros com famílias conviventes mostram que apenas 21,6% deles tinham mais de 3 pessoas por dormitório.

Secontabilizarmos apenas aqueles com alta densidade o déficit habita-cional, neste componente, cairia de cerca de 3,5 milhões para 600 mil.

Existem 9,2 milhões de domicílios não ocupados, sendo 6 milhões de domicílios vagos, incluindo aqueles que estão à venda ou para aluguel. Uma política habitacional deveria considerar esse imenso estoque de domicílios ao invés, simplesmente, de propor a construção de novas unidades habitacionais.

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

CONCLUSÕES

  •  Uma política pública visando a melhoria das condições de habitação de um país deveria propor ações em seis áreas:

  • Domicílios coletivos(repúblicas de estudantes, cidades geriátricos, etc.);

  • Legalização e regularização dos terrenos;

  • Construção de novas unidades residenciais;

  • Reparação e reformas;

  • Incentivo à utilização de domicílios não-ocupados;

  • Investimentos em infra-estrutura e serviços.

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

Melhorar a coleta de dados (algumas sugestões):

  • Dono do domicílio;

  • Valor do domicílio;

  • Idade do domicílio (tempo de construção);

  • Estado de conservação (reformas, depreciação);

  • Área do terreno;

  • Área do apartamento;

  • Valor do condomínio, IPTU, etc.

  • Valor do aluguel;

  • Vago: Em construção? Em reforma?

  • Vago: para aluguel ou venda?

  • Vago/fechado: dados sobre a aparência e estado de conservação;

  • Domicílios coletivos - ILPI, prisões, exército, etc.

  • Famílias: pessoa só, não-famílias, etc.

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

CONCLUSÕES

Uma política habitacional deve contribuir para a melhoria das condições de moradia da população. Como os recursos públicos são escassos, é preciso ter um diagnostico preciso da situação, não deve nem superestimar o déficit, pois dificultaria a obtenção dos recursos, e nem subestimar o déficit, o que deixaria à descoberto parcelas da população.

O diagnóstico preciso é fundamental para a boa qualidade da política habitacional. Certamente, existem visões discrepantes e falta de maior clareza nas definições dos conceitos e no uso das informações censitárias. Cabe, pois, aos pesquisadores sociais contribuir para o avanço e o aperfeiçoamento do diagnóstico.

CONFEST - 2006


Domic lios e d ficit habitacional

FIM

MUITO OBRIGADO

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